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Freedom's Children ‎– Battle Hymn Of The Broken Hearted Horde (1968, South Africa)

sábado, 1 de novembro de 2014



Freedom's Children ‎– Battle Hymn Of The Broken Hearted Horde (originalmente lançado em LP Parlophone ‎– PCSJ 12049, 1968 – South Africa. Reeditado em CD em 2008).

Este é o primeiro álbum dos Freedom's Children, gravado em 1968 na África do Sul. É um álbum claramente do início do rock progressivo em voga na época e tem tudo o que o caracteriza, a poesia significativa e profunda, as palavras faladas, um majestoso órgão excelentemente executado, efeitos sonoros, coros ou solos de guitarra longos.
O álbum começa com uma introdução narrada em que Ramsay relembra com alguma nostalgia os seus dias de infância na Escócia. Gaivotas e sons de harmónica acompanham a narrativa.
Depois seguem-se canções meio obscuras e melódicas ou baladas folk como “Boundsgreen Fair" que termina narrada e acompanhada por "God Save the Queen" como música de fundo.
Como nota curiosa (e psicadélica), também é possível escutar no disco um velho anúncio intercalado da Pepsi Cola. Um grande álbum e uma estreia alucinante.



Freedom’s Children foi uma banda obscura sul africana de Hard Rock/Psicadélico. Foram formados em 1966 na cidade de Durban, na África do Sul, num período no qual o "apartheid" estava no seu auge. O grupo derivou de varias bandas no circuito de blues e rock sul-africano, que ainda estava em fase embrionária. A banda era formada pelo escocês Ramsay MacKay, baixista e o principal compositor e também contava com Julian Laxton na guitarra, Gerard Nel no piano, Nic Martens no órgão "hammond", Colin Pratley na bateria e o estupendo Brian Davidson como vocalista.
Tocavam um hard rock excelente, por vezes bem pesado com riffs cortantes de guitarra ou mais leve e psicadélico com um som mais ácido de guitarra e com Slides, flauta e violinos. A bateria era também pesada e por vezes meio tribal.
Os Freedom's Children tiveram um relativo sucesso no final dos anos 60 e início dos anos 70 principalmente na Europa.
Nos anos de 1968 e 1969, eles tinham ido para o Reino Unido tentar a sorte na música, porém, a polícia inglesa não permitiu a entrada dos integrantes do grupo por causa da política segregacionista empregada no seu país de origem nessa época, e tiveram de voltar para Africa do Sul. Apesar da frustração, iniciaram um novo projeto, o álbum “Astra” (1970), que tinha influências do Rock Psicadélico e Progressivo.
Com uma carreira curta, ainda assim gravaram 3 álbuns. Em 1968 (Battle Hymn of The Broken Hearted Horde), 1970 (Astra) e 1972 (Galactic Vibes).
A biografia do grupo já se encontra inserida neste blogue.

Músicos:

Baixo, voz e narrador – Ramsay MacKay
Bateria – Colin Pratley
Guitarra –Pete Clifford
Guitarra e Sintetizadores - Julian Laxton
Teclados – Harry Poulos (faixas/tracks: 7 e 9), Nic Martens
Brian Davidson - Vocalista (falecido em 4 Dezembro de 2002)
Coros e vozes – Dennis Robertson, Peter Vee, Steve Trend, Stevie van Kerken


Faixas/Track Listing:

1. Introduction (Narrative)
2. Season
3. Judas Queen
4. Mrs. Browning
5. Country Boy
6. Your Father's Eyes
7. Eclipse
8. Ten Years Ago
9. Kafkasque
10. Boundsgreen Fair
11. Miss Wendy's Dancing Eyes Have Died

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Victor Gomes "Juntos Outra Vez", Biografia autorizada, por Ondina Pires

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Victor Gomes "Juntos Outra Vez", Biografia autorizada, por Ondina Pires 
- Disponível na GROOVIE RECORDS (Avaiable at GROOVIE RECORDS) -


Edição limitada do livro de 100 cópias com poster autografado + postal:
Está disponível uma edição limitada do livro de 100 cópias com poster autografado de Victor Gomes (45cm/45cm; a preto e branco) postal colorido com o artista, assim como uma edição normal. 

Together again: authorized biography of Victor Gomes” is a book which describes the history and story of another Portugal, still unknown by the majority and waiting to be discovered by Portuguese and foreigner readers. The past decades in Portugal (from the ‘40s to the ‘70s) were always refered superficially, to some extent due to political and social vicissitudes inherent in the political system of that time: environments and ambiences, experiences in full bloom, which remained crystallized in time waiting to be revealed.
What began as a long account of true and fabulous stories of a life filled with adventures and emotions resulted in a sensory work, almost cinematic, full of sound, colour and images. A true invitation to a space-time travel and an aesthetic feast on the visual level…

Autora: Ondina Pires


Contactos:

contact@groovierecords.com
http://groovierecords.bandcamp.com
www.groovierecords.com 
Loja: GROOVIE RECORDS
Rua de São Paulo
252 – Lisboa/Portugal

The Staccatos - The Second Sin (LP 1966 - South Africa).




The Staccatos - The Second Sin (LP PYE - PL 2091, 1966 - South Africa).

The Staccatos, excelente grupo sul africano formado em Novembro de 1961, em Joanesburgo/South Africa (não os confundir com um outro grupo com o mesmo nome, mas do Canadá).
A formação inicial/original era constituída por Brian Le Gassick (voz / guitarra ritmo), John Leach (guitarra solo) Willie van der Walt (baixo) e Ian Miller (bateria).
O grupo ganhou em 1964 o Concurso Transvaal Merseyside, cujo prémio era um contrato de gravação com a editora EMI.
The Staccatos foi a banda de apoio de Peter and Gordon em 1965, na sua digressão pela África do Sul.
Ainda nesse ano, Gary Chaplin entrou como baterista. Steve Lonsdale tornou-se o principal vocalista em 1966 e Richard Couse casou com Wanda Arletti, que se juntou aos Staccatos para uma digressão pela Zâmbia, e alguns anos mais tarde gravou com o grupo. Eddie Boyle juntou-se em 1967, no baixo e Ronnie Cline no órgão. 
Billy Forrest contactou os Staccatos com vista à gravação de músicas do grupo para o filme, "Katrina" que foi lançado em 1969. Uma dessas músicas foi "Cry To Me" (1968), que provou ser um dos singles de maior sucesso da história do rock Sul-Africano e que ficou nas paradas de sucessos durante 34 semanas, pelo que venceram um disco de ouro. "Cry To Me" foi produzido por Billy Forrest e tem origem numa adaptação de uma composição de Bert Russell e que foi gravada por muitos outros artistas, incluindo Solomon Burke (1962), Tom Petty, The Pretty Things, The Rolling Stones, Freddie Scott e Betty Harris.
Bert Russell é realmente Bert Berns, um prolífico escritor de clássicos do soul.. 
O grupo teve várias alterações até 1979, ano em que terminaram.
Vasta discografia de singles, álbuns e compilações.


Faixas/Tracklist: 

01 - Bless you
02 - Thou shalt not steal
03 - Then you can tell me goodbye
04 - Everybody loves a lover
05 - What have they done to the rain
06 - All the winds
07 - Sounds of glory
08 - Everybody knows
09 - Secret love
10 - Power of love
11 – Summertime
12 - It's just gotta be

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo sul africano John Lyle, a quem agradecemos.

Poet And The One Man Band ‎– Poet And The One Man Band (LP 1970).

quinta-feira, 30 de outubro de 2014



Poet And The One Man Band ‎– Poet And The One Man Band (LP Paramount Records ‎– PAS 5010, 1969).

Poet and the One Man Band é um álbum da era psicadélica, com algumas semelhanças com os Zombies em final de período.

Poet And The One Man Band foi um grupo folk-rock britânico liderado por Sandy Denny, formado em 1969 e que nesse ano lançou um LP obscuro e auto-intitulado Poet and the One Man Band. O grupo dissolveu-se em 1970. 
Membros: Tony Colton (voz), Albert Lee (guitarra), Jerry Donahue (guitarra), Pete Gavin (voz e bateria), Pat Donaldson (baixo), Ray Smith (guitarra), Mike O'Neill (teclados), Nicky Hopkins (piano), Speedy Acquave (congas), John Bell (clarinete), William Davies (órgão), Barry Morgan (bateria).


Faixas/Tracklist:

A1 Please Me, She's Me 5:08
A2 The Days I Most Remember 7:13
A3 Dirty Heavy Weather Road 3:59
A4 Now You've Hurt My Feelings 4:46
B1 Sackfull O'Grain 3:25
B2 Good Evening Mr. Jones 4:17
B3 Light My Fire And Burn My Amp 5:10
B4 Ride Out On The Morning Train 4:36
B5 Twilight Zone 2:05

Intervenientes:

Guitarra acústica e arranjos vocais – Jerry Donahue
Guitarra acústica, guitarra eléctrica, Voz – Ray Smith
Guitarra baixo, voz – Pat Donaldson
Clarinete – John Bell 
Bateria – Barry Morgan, Peter Gavin
Guitarra eléctrica – Albert Lee
Vocalista – Tony Colton
Piano – Nicky Hopkins
Piano, órgão, voz – Mike O'Neill 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Roy Burton, a quem agradecemos.

Cannibal & The Headhunters ‎– Land Of 1000 Dances (LP 1965).

quarta-feira, 29 de outubro de 2014



Cannibal And The Headhunters ‎– Land Of 1000 Dances (LP Rampart Records ‎– RM 3302, 1965).

"Land of a Thousand Dances" (ou "Land of 1000 Dances") é uma canção escrita e gravada originalmente por Chris Kenner em 1963. A canção ficou famosa pelo refrão "na na na na na" que Cannibal e os Headhunters adicionaram à sua versão de 1965 e que alcançou o número 30 no top da Billboard.


Cannibal and The Headhunters foi uma banda americana de East Los Angeles, tendo sido um dos primeiros grupos mexicano-americanos a ter um êxito nacional, "Land of 1000 Dances", gravado pela etiqueta Rampart. O grupo fez a abertura do espectáculo da segunda digressão americana dos Beatles, apoiada pela banda King Curtis. 
Cannibal e os Headhunters formaram-se como uma banda vocal de quatro elementos.
Richard "Scar" Lopez e Robert "Rabbit" Jaramillo fundaram o grupo em 1964. Os outros elementos eram, Frankie "Cannibal" Garcia e Joe "Yo Yo" Jaramillo. A banda no início chamava-se "Bobby and the Classics". O estilo dos Headhunters foi moldado a partir dos sons dos grupos vocais dos anos 60 de "Soulful" , da Motown.
O grupo separou-se em 1978.


Faixas/Tracklist:

A1 Land Of A Thousand Dances (Chris Kenner)
A2 The Boy From New York City (George Davis, John Taylor)
A3 My Girl (Ronald White, Smokey Robinson)
A4 Don't Let Her Go (Max Uballez)
A5 Searchin' (Leiber and Stoller)
A6 Out Of Sight (Ted Wright)
B1 Devil In Disguise (Chick Carlton)
B2 Shotgun (Berry Gordy)
B3 Strange World (Chick Carlton)
B4 Here Comes Love (Larry Tamblyn)
B5 Get Your Baby (Randy Thomas, Wayne Edwards)
B6 The Fat Man (Domino and Bartholomew)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Curtis Andino, a quem agradecemos.

Raul Ouro Negro – Meus Olhos Ficaram Mar (Single 1985).

segunda-feira, 27 de outubro de 2014



Raul Ouro Negro – Meus Olhos Ficaram Mar (Single EMI 1775657, 1985).
Arranjos e Direcção Musical de Ramon Galarza.

Faixas/Tracks:

01 - Meus Olhos Ficaram Mar
02 - À Beira Mar
Bónus:
03 - Testamento

Raúl José Aires Corte Peres Cruz (Chibia, Huíla, Angola, 1933 / Barreiro, 4 de junho de 2006), conhecido como Raul Indipwo foi um cantor e pintor angolano. Em 1959 Raul Indipwo e Milo MacMahon formaram o grupo Duo Ouro Negro, que fez grande sucesso nas décadas 60 e 70, quer em Angola quer em Portugal e mesmo internacionalmente. Quando Milo MacMahon faleceu, em abril de 1985, Raul Indipwo mudou o seu nome artístico para Raul Ouro Negro, em homenagem ao colega da dupla, entretanto falecido, passando a vestir-se de branco, a cor do luto em Angola.
Raul faleceu em 4 de junho de 2006, em Portugal.

Fonte: Wikipedia

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo António M. Freitas, a quem agradecemos.

Affinity ‎– Affinity (LP 1970).




Affinity ‎– Affinity (LP Vertigo ‎– 6360 004, 1970).
Disco lançado em 1970 pela Vertigo, mas gravado entre 1968 e 1970.
Produtor: John Anthony

Affinity é o álbum homónimo de estreia do grupo Affinity, produzido por John Anthony, com um design de capa por Marcus Keef.



Affinity foi uma banda inglesa de jazz-rock de fusão, activa desde os meados de 1968 a Janeiro de 1972. 
Os Affinity formaram-se por volta de 1965 no Departamento de Ciência da Universidade de Sussex, em Brighton, Inglaterra. Três estudantes de ciências Lynton Naiff (teclados), Grant Serpell (bateria) e Nick Nicholas (contrabaixo) tinham formado os US Jazz Trio, participando em eventos universitários e shows locais. Quando Serpell se formou na Faculdade um ano depois, ele foi substituído por Mo Foster que já tinha tocado baixo na sua banda da escola, mas agora tinha-se adaptado à bateria. 
Após a universidade Naiff e Serpell, juntamente com os membros de outras bandas universitárias, formaram um grupo pop “Ice”. Embora os Ice tivessem algum êxito comercial, o grupo apenas durou cerca de um ano antes de se desfazer. 
Naiff e Serpell decidiram então começar uma nova banda pop com influências de jazz. Para o efeito, convidaram Foster a juntar-se a eles, só que desta vez no baixo, ficando Serpell como baterista. Começaram então a procurar um vocalista e acabaram por se decidir por unanimidade, por Linda Hoyle (professora). 
Depois de adquirirem instrumentos e aparelhagem de som, passaram o verão de 1968 ensaiando, escrevendo e tentando arranjar um nome para a banda..
Escolheram "Affinity", com origem em Oscar Peterson, 1961 LP Affinity. 

Fonte: Wikipedia

Músicos:

Vocalista – Linda Hoyle
Baixo – Mo Foster
Bateria, percussão – Grant Serpell
Guitarra– Mike Jopp
Órgão, piano, piano eléctrico, Harpsichord, Vibrafone – Lynton Naiff


Faixas/Tracklist:

A1 I Am And So Are You (arranjo John Paul Jones)
A2 Night Flight 
A3 I Wonder If I'll Care As Much (arranjo John Paul Jones)
A4 Mr. Joy 
B1 Three Sisters (arranjo Chris Hughes)
B2 Coconut Grove 
B3 All Along The Watchtower 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jerry Jones, a quem agradecemos.

Les Goths ‎– Rêve De Silence (1968).




Les Goths ‎– Rêve De Silence (LP Shadoks Music ‎– 134), originalmente gravado em 1968.
Rock Psicadélico / Psychedelic Rock

Les Goths - Turn Over (1968), from Youtube.

Les Goths é uma obscura banda psicadélica francesa, originária da Normandia, formada em 1967.
Bruno e Gino Frascone criaram a banda com Bernard Faucher (baixo) e Philippe Hopper (bateria) rapidamente substituído por Yves Journiaux. Inicialmente escolheram para o grupo o nome “Les Welkins". Mais tarde alteram a formação e a designação do grupo.
Claramente, sentem-se as influências de Hendrix, Cream ou Blue Cheer. Nalgumas faixas deste disco, o rock psicadélico da banda é bem pesado, quase selvagem, roçando o rock de garagem psych.
Em maio de 1968, a banda fez o seu primeiro single (I remember/Turn over) e o segundo, poucas semanas depois, com Out of the sun/Le jour était gris.

Intervenientes:

Baixo e Voz – Bernard Faucher
Bacteria e Voz – Bruno Frascone
Guitarra e Voz – Gino Frascone


Faixas/Tracklist:

A1 Turn Over 3:43
A2 I Remember (Alternative Version) 2:36
A3 Out f The Sun 2:46
A4 Le Jour Etait Gris 2:27
A5 Blues Gamelle 4:49
B6 Rêve De Silence 2:36
B7 A Man Has Been Entered 5:01
B8 I Wait For Your Answer 2:59
B9 Nothing Can Be Bad 3:08
B10 Wake Up 7:18

Gravações de arquivo efectuadas por esta banda francesa em 1968.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Gérard Véran, a quem agradecemos.

Manfredo Fest Trio ‎– Os Sambeatles (LP 1966, Brasil).

domingo, 26 de outubro de 2014



Manfredo Fest Trio ‎– Os Sambeatles (LP Fermata ‎– FB-150, 1966, Brasil).
LP considerado raro.

Neste álbum, que é uma obra-prima de Manfredo Fest Trio como Sambeatles, são interpretados alguns dos maiores êxitos dos Fab Four em ritmo de bossa e jazz. Fascinante!


Manfredo Irmin Fest (13 de maio, 1936 - 08 de outubro de 1999), também conhecido apenas por Manfredo ou Manfredo Fest, foi um músico e pianista invisual brasileiro de jazz e de bossa nova. Nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, e faleceu aos 63 anos, em Tampa Bay, Florida, EUA. A sua biografia já se encontra inserida neste blogue.

Intervenientes:

Manfredo Fest - piano
Matias - baixo
Humberto Guy – bateria


Faixas/Tracklist:

01 – Can’t Buy Me Love (John Lennon / Paul McCartney)
02 – Michelle (John Lennon / Paul McCartney)
03 – A Hard Day’s Night (John Lennon / Paul McCartney)
04 – Girl (John Lennon / Paul McCartney)
05 – Ticket To Ride (John Lennon / Paul McCartney)
06 – I Should Have Known Better (John Lennon / Paul McCartney)
07 – Help (John Lennon / Paul McCartney)
08 – Yesterday (John Lennon / Paul McCartney)
09 – All My Loving (John Lennon / Paul McCartney)
10 – And I Love Her (John Lennon / Paul McCartney)
11 – Ask Me Why (John Lennon / Paul McCartney)
12 – If I Fell (John Lennon / Paul McCartney)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo João Pimentel (Blog do Pimentel), a quem agradecemos.