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Steppenwolf ‎– Steppenwolf (LP 1968)

sábado, 7 de maio de 2016



Steppenwolf ‎– Steppenwolf (LP ABC/Dunhill Records ‎– DS-50029, Jan. 1968).
Produção de Gabriel Mekler.
Género: Rock Psicadélico.

Steppenwolf é o primeiro álbum de estúdio da banda de rock americana com o mesmo nome, lançado em janeiro de 1968. O álbum foi uma estreia de sucesso para a banda, com temas como, "Born To Be Wild" ou "The Pusher", ambos usados ​​no filme de 1969, “Easy Rider”. 
"Berry Rides Again" é uma homenagem ao guitarrista Chuck Berry. 


O grupo de rock Steppenwolf foi formado em Los Angeles em 1967 pelo vocalista e guitarrista John Kay. A formação inicial da banda contava com Michael Monarch, na guitarra, Goldy McJohn, nos teclados, Rushton Moreve, no baixo e Jerry Edmonton, na bateria.
O grupo foi intérprete de um dos maiores hinos do rock'n'roll e dos “motards” de todo o mundo, para além de uma atitude durante aquele período musical, "Born To Be Wild", a canção de maior sucesso da banda, tornou-se num hino de grande energia nos tops das tabelas e como símbolo da contracultura, tendo sido usada como tema do filme “Easy Rider”. 
Born To Be Wild também recebe o mérito pela frase, "heavy metal thunder", contido no segundo verso da terceira estrofe da letra desta canção clássica, que serviria mais tarde para denominar o estilo heavy metal. Por outro lado, o tema teve influência no trabalho de outras bandas como Vanilla Fudge e o recém-emergente Led Zeppelin.
A canção foi escrita por Mars Bonfire (Dennis Edmonton), antigo membro da Sparrow e irmão de Jerry, baterista da banda. Esta foi a primeira menção ao termo heavy metal associado à música rock. A mesma canção é considerada por muitos críticos como a primeira canção Heavy Metal de todos os tempos.


Faixas/Tracklist:

A1 Sookie Sookie (Don Covay) 3:09
A2 Everybody's Next One (Gabriel Mekler, John Kay) 2:53
A3 Berry Rides Again (John Kay) 2:45
A4 Hootchie Kootchie Man (Willie Dixon) 5:07
A5 Born To Be Wild (Mars Bondfire) 3:28
A6 Your Wall's Too High (John Kay) 5:40
B1 Desperation (John Kay) 5:35
B2 The Pusher (Hoyt Axton) 5:43
B3 A Girl I Knew (John Kay, Morgan A. Cavett) 2:38
B4 Take What You Need (Gabriel Mekler, John Kay) 3:28
B5 The Ostrich (John Kay) 5:43

Músicos/ Personnel:

John Kay: guitarra, harmónica, vocalista
Rushton Moreve: guitarra baixo, voz de apoio
Michael Monarch: guitarra e voz de apoio
Goldy McJohn: órgão, piano e piano eléctrico
Jerry Edmonton: bateria, percussão e voz de apoio

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Lenny Kuhr ‎– Lenny Kuhr (LP 1969)

sexta-feira, 6 de maio de 2016



Lenny Kuhr ‎– Lenny Kuhr (LP Philips ‎– 849 007 PY, 1969).
Produção de Bert Schouten.


Lenny Kuhr (Eindhoven, 22 de fevereiro de 1950) é uma cantora e compositora holandesa.
Em 1967, Lenny Kuhr iniciou a sua carreira de cantora nos Países Baixos, interpretando temas da "chanson" tradicional francesa. No Festival Eurovisão da Canção de 1969 representou a Holanda com a canção "De Troubadour", de sua autoria e letra de Davis Hartsema, sendo a orquestração conduzida por Franz de Kok. Kuhr foi uma das quatro vencedoras que excepcionalmente ganharam o Festival desse ano (as outras três foram, a espanhola Salomé com a canção "Vivo Cantando", a britânica Lulu com a canção "Boom Bang-A-Bang" e a francesa Frida Boccara com a canção "Un Jour, Un Enfant").
No início da década de 70, Kuhr foi mais bem sucedida em França que no seu próprio país. Ela subiu ao top francês em 1972 com a canção "Jesus Cristo", interpretada nos espectáculos de Georges Brassens, onde fazia as primeiras partes.
Em 1980, Lenny teve o seu primeiro êxito nos Países Baixos com "Visite", uma canção que ela interpretou com o grupo francês Les Poppys. Lenny tinha lançado diversos discos, mas sem obter grande sucesso de vendas. Em 1982, Kuhr fez a apresentação do National Songfestival, o festival nacional da canção nos Países Baixos para escolher a música representante daquele país ao Festival Eurovisão da Canção.
Lenny Kuhr converteu-se ao judaísmo. Foi casada com Rob Frank e teve duas filhas de um casamento anterior que vivem em Israel. Ela própria viveu em Israel durante alguns anos.


Faixas/Tracklist:

A1 Geef Mij Een Lied (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
A2 't Winkeltje (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
A3 Geen Eeuwig Gouden Bergen (Jules De Corte, Lenny Kuhr)
A4 Eiland In De Storm (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
A5 De Oude Harmonicaspeler (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
A6 De Staking Van De Dichters (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B1 De Troubadour (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B2 De Ballade Van Li-Po (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B3 In De Ogen Van De Nacht (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B4 De Straten (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B5 Voorbij (David Hartsema, Lenny Kuhr)
B6 De Vogels (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)

Músicos Intervenientes:
Guitarra acústica - Piet Souer (faixas/tracks: A1, A3 B1, B3, B5)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Conjunto Os Titans ‎– Cigano Do Amor (EP 70’s)

quinta-feira, 5 de maio de 2016



Conjunto Os Titans ‎– Cigano Do Amor (EP Disco Serenata ‎– J.S. 135, 70’s). Edição francesa.
Género: Rock, Pop

Este é um raro disco, desconhecido e obscuro, de uma banda constituída, ao que julgamos saber, por emigrantes portugueses radicados em França, o que o torna interessante. Nada mais se sabe sobre o grupo.
Este EP, lançado no início dos anos 70, tem a particularidade de ser interpretado em 4 línguas diferentes, Português, Inglês, Espanhol e Francês, incluindo uma versão dos Beatles, "Get Back". 
Já por si, a gravação original é fraca e, tratando-se de um disco de vinil bastante gasto e em mau estado, o resultado final não poderia ser certamente bom, mas pondo de parte a fraca qualidade sonora do disco, o que mais importa é a sua raridade, por isso o postamos!
Do grupo nada sabemos, nem quem são os seus elementos, nem sobre a sua carreira.


Faixas/Tracklist:

A1 Cigano Do Amor (Migliacci Mattone)
A2 Je Te Patines (Je T'Appartiens) (P. Delanoë)
B1 Soy Hombre Del Campo (desconhecido)
B2 Get Back (Lennon/McCartney)

EP ripado e gentilmente cedido pelo nosso amigo André Carneiro, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Jane Birkin Et Serge Gainsbourg - Jane Birkin / Serge Gainsbourg (LP 1969)




Serge Gainsbourg Et Jane Birkin ‎– Jane Birkin - Serge Gainsbourg (LP Fontana ‎– 885 563 MY, 1969)
Produção de Jean-Claude Desmarty.
LP gravado durante o ano de 1968 (de janeiro a 18 de dezembro) e lançado em fevereiro de 1969.


Jane Birkin - Serge Gainsbourg (LP também conhecido como Je T'aime... Moi Non Plus) é um álbum com duetos e performances a solo de Serge Gainsbourg e Jane Birkin. Foi lançado em 1969 e incluiu o êxito mundial "Je t'aime... moi non plus", que alcançou notoriedade pela sua letra vanguardista e sensual, com gemidos que simulam uma relação sexual.


Jane Birkin Mallory, (14 de dezembro de 1946), é uma actriz e cantora inglesa com residência em França. Ela é conhecida pelo seu relacionamento com Serge Gainsbourg no final da década de 60, especialmente pelo seu êxito "Je t'aime... moi non plus".


Faixas/Tracklist:

A1 –Serge Gainsbourg e Jane Birkin - Je T'aime Moi Non Plus 2:49
A2 –Serge Gainsbourg - L'Anamour 2:39
A3 –Jane Birkin - Orang Outan 2:25
A4 –Serge Gainsbourg - Sous Le Soleil Exactement 2:48
A5 –Jane Birkin - 18-39 2:49
A6 –Serge Gainsbourg e Jane Birkin – 69 Annes Erotique 3:19
B1 –Jane Birkin - Jane B. (arranjos por Serge Gainsbourg, baseado no Prelude No. 4 in E minor (Op. 28) de Frédéric Chopin) 3:05
B2 –Serge Gainsbourg – Elisa (Serge Gainsbourg e Michel Colombier. Letra por Serge Gainsbourg) 2:28
B3 –Jane Birkin - Le Canari Est Sur Le Balcon 2:20
B4 –Serge Gainsbourg - Les Sucettes 2:28
B5 –Serge Gainsbourg – Manon (arranjos por Michel Colombier) 2:41

Letras por Serge Gainsbourg.

Direcção de Orquestra e acompanhamento por:
Arthur Greenslade (faixas/tracks: A2 a A6),
Jean-Claude Vannier (faixas/tracks: A1, B1 a B5)
Michel Colombier - (faixa/track B2)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Odivaldo Donatto, a quem agradecemos.

Gala Pop Rock dos Anos 60 - Edição 2016 (07 maio - Cartaxo/Portugal).

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Gala Pop Rock dos Anos 60 - 2016 (07 maio 2016 - Cartaxo/Portugal):

Sábado, 7 de Maio às 21:30, no
Centro Cultural do Cartaxo - Rua 5 de Outubro, 2070-059 Cartaxo.

É já no próximo dia 07 de maio (sábado) que se realiza no Centro Cultural do Cartaxo a Gala Pop Rock Anos 60, edição de 2016, que irá reunir alguns dos maiores nomes da cena musical pop/rock portuguesa, da década de 60.
Ao longo dessa noite desfilarão nomes como, Maria Matilde, 4Sixties, Charruas com Phil Mendrix, Diamantes Negros, Guitarras de Fogo, José Manuel Concha (Conchas), Odisseia, Old Blues Band, Os Kakos e Victor Gomes (Gatos Negros).
A apresentação estará a cargo do Cartaxense António José Portela (radialista e grande coleccionador de vinil) e conta com a presença de José M. Lourenço (Zé Luís/Ekos).

Informações e Reservas:

Telef. 243 701 600, de quarta a domingo, entre as 15h e as 22h.

Para além do espectáculo propriamente dito, também o dia será preenchido por outras actividades locais:

- Animação de Rua com os Tintus Brass Band;
- Recordmania - Venda, compra e troca de discos de vinil; 
- A nossa amiga Ondina Pires estará presente, promovendo a venda do seu livro - Biografia de Victor Gomes (Gatos Negros)
- Carlos Oliveira promoverá a venda do livro - Biografia José Manuel Concha (Conchas).

Estaremos presentes e desde já, desejamos os maiores sucessos para mais esta iniciativa.

Carlos Santos

Sociedade Da Grã-Ordem Kavernista ‎– Apresenta Sessão Das 10 (LP 1971)




Sociedade Da Grã-Ordem Kavernista ‎– Apresenta Sessão Das 10 (LP Veleiro ‎– 2.110, 1971).
Género: Rock

Sociedade Da Grã-Ordem Kavernista ‎ Apresenta Sessão das 10”, é um LP originalmente gravado pela CBS (137734), em 1971. É considerado o segundo álbum do músico de rock brasileiro Raul Seixas (o primeiro foi Raulzito e os Panteras). Além de Raul, o álbum é também creditado a Sérgio Sampaio, Edy Star e Miriam Batucada.
Em 1971, um quarteto de músicos praticamente desconhecidos gravou este disco recheado de humor e de transbordante criatividade. A ideia de “A Sociedade de Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das Dez” foi de Raul Seixas, na época produtor da gravadora CBS, que convidou Edy Star, Sérgio Sampaio e Miriam Batucada (a mais conhecida porque já tinha participado em programas de TV).
Mesmo com várias letras censuradas, o disco foi lançado e distribuído pelas rádios e jornais.
O álbum não obteve o sucesso esperado, e pouco depois foi abandonado pela gravadora, cujos executivos tanto no Brasil como nos Estados Unidos não gostaram do resultado final. Raul tocou praticamente todos os instrumentos, e quase todas as composições são parcerias entre Raul Seixas e Sérgio Sampaio, excepto "Soul Tabarôa", música de Antônio Carlos e Jocáfi.
"Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10" é certamente um disco diferente e extravagante da música brasileira, contendo músicas de vários estilos.
Passados 15 dias após o seu lançamento, o disco foi recolhido pela gravadora CBS sem grandes explicações. 


Raul Seixas (1945-1989) foi um músico, compositor e cantor brasileiro, um dos grandes representantes do rock no Brasil. É conhecido por algumas das suas músicas como, “Maluco Beleza” ou “Ouro de Tolo”.
Raul Santos Seixas (1945-1989) nasceu em Salvador, Bahia, no dia 28 de junho de 1945 e faleceu em 21 de agosto de 1989. Desde a adolescência, ficou impressionado com o fenómeno do Rock and Roll, o que o levou a criar uma banda chamada "Os Panteras". Lançou o seu primeiro disco em 1968, “Raulzito e Seus Panteras”. Mas o sucesso veio mais tarde com o lançamento do disco “Krig-ha, Bandolo!” (1973), cuja música principal, “Ouro de Tolo”, fez grande sucesso. O disco tinha outras músicas de grande repercussão, como “Mosca na Sopa” e “Metamorfose Ambulante”.
Raul Seixas envolveu-se com o ocultismo, estudou filosofia e psicologia, o que o fez um dos poucos compositores a tentar imprimir as suas ideias em letras aliadas ao som vibrante do Rock, juntamente com ritmos nordestinos.
Em 1974, criou a Sociedade Alternativa, um conceito de sociedade livre inspirada no ocultista Aleister Crowley e que foi tema de uma de suas canções do disco "Gita" (1974).
Raul Seixas produziu bons trabalhos como "Novo Aeon" (1975), "Metrô Linha 743" (1983), "Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!" (1987) e "A Panela do Diabo"(1989), este último, em parceria com o roqueiro Marcelo Nova. Raul Seixas foi considerado um dos maiores músicos brasileiros contemporâneos.
Durante a sua carreira foi pioneiro na mistura de todo o tipo de influências musicais ao rock and roll, passeando e acrescentado com desenvoltura e sem preconceitos, ritmos do Nordeste.
Nas suas letras abordava de forma subtil mas com igual desenvoltura assuntos tão díspares como os sentimentos humanos, as críticas ao sistema, o esoterismo e agnosticismo. 
Raul Seixas enfrentou sérios problemas de alcoolismo. Faleceu no dia 21 de agosto de 1989, com apenas 44 anos, vítima de pancreatite aguda.


Faixas/Tracklist:

A1 - Raul Seixas, Sérgio Sampaio - Êta Vida (Raul Seixas, Sérgio Sampaio)
A2 – Raul Seixas - Edy (Sessão Das 10) (Raul Seixas)
A3 - Raul Seixas, Sérgio Sampaio - Eu Vou Botar Pra Ferver (Raul Seixas, Sérgio Sampaio)
A4 - Sérgio Sampaio - Eu Acho Graça (Sérgio Sampaio)
A5 - Miriam Batucada Chorinho Inconsequente (Erivaldo Santos, Sérgio Sampaio)
A6 - Raul Seixas, Sérgio Sampaio - Quero Ir (Raul Seixas, Sérgio Sampaio)
B1 - Miriam Batucada - Soul Tabarôa (Antonio Carlos, Jocafi)
B2 - Sérgio Sampaio - Todo Mundo Está Feliz (Sérgio Sampaio)
B3 - Raul Seixas - Aos Trancos E Barrancos (Raul Seixas)
B4 – Edy - Eu Não Quero Dizer Nada (Sérgio Sampaio)
B5 - Raul Seixas - Dr. Paxeco (Raul Seixas)
B6 - Sociedade Da Grã-Ordem Kavernista – Finale (vinheta/jingle) (Edy Star, Miriam, Raul Seixas, Sérgio Sampaio)

Direcção Artística de Mauro Motta e Raul Seixas.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Gilson Soares, a quem agradecemos.

Bubble Puppy ‎– A Gathering Of Promises (LP 1968)

terça-feira, 3 de maio de 2016


AQUI:    ou    ALI:

Bubble Puppy ‎– A Gathering Of Promises (LP International Artists ‎– IA-LP 10, 1968)
Produtor: Ray Rush.
Género: Rock Psicadélico

Bubble Puppy foi uma banda tipicamente de rock psicadélico e de garagem dos anos 60, originária de San Antonio (Texas). O grupo foi formado em 1966 por Rod Prince (guitarra) e Roy Cox (baixo). Eles pensaram formar uma banda de rock psicadélico de superior qualidade ("de rock top gun"), baseado no conceito de guitarras duplas, uma vez que ambos eram excelentes músicos.
Então, conseguiram um segundo guitarrista, Todd Potter e também David "Fuzzy" Fore, como baterista. O grupo teve várias alterações à sua formação inicial.
O trabalho do grupo texano inicia-se com o lançamento do seu primeiro single. "Hot Smoke and Sassafras", que foi um sucesso nos EUA, tendo chegado ao 14º lugar na Billboard Hot 100. Seguiu-se o seu álbum de estreia e único LP "A Gathering of Promises", um álbum de 10 músicas com excelentes vocais, guitarras e uma notável bateria. "A Gathering of Promises" manteve-se relativamente despercebido nas tabelas de sucessos.
Do LP salientamos as canções, "Beginning", "Hurry Sundown", "Lonely" e "Elizabeth".


Faixas/Tracklist:

A1 Hot Smoke & Sassafras (R. Prince, R. Cox) 2:30
A2 Todd's Tune (T. Potter) 3:07
A3 I've Got To Reach You (R. Cox, T. Potter) 7:40
A4 Lonely (R. Prince, R. Cox) 2:48
A5 A Gathering Of Promises (M. Taylor, R. Prince) 2:26
B1 Hurry Sundown (R. Prince, R. Cox) 4:02
B2 Elizabeth (R. Prince, R. Cox) 2:50
B3 It's Safe To Say (J. Mings) 2:26
B4 Road To St. Stephens (R. Prince, R. Cox) 4:06
B5 Beginning (R. Prince, R. Cox) 3:45


Músicos:

Rod Prince (guitarra solo, voz)
Todd Potter (guitarra solo, voz)
Roy Cox (baixo, voz)
David Fore – (bateria, voz)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo James Stein, a quem agradecemos.

Circus ‎– Circus (LP 1969)

segunda-feira, 2 de maio de 2016




Circus ‎– Circus (LP Transatlantic Records ‎– TRA 207, 1969).
Produtor – Ray Singer
Género: Jazz-Rock, Rock Progressivo

Circus foi uma banda britânica formada em 1967, em actividade até 1969, que interpretava os seus temas e versões num estilo de jazz-rock bem elaborado, às vezes assemelhando-se aos Jethro Tull ou Caravan.
Sem a ajuda dos teclados, Circus apresentava nas suas interpretações o habilidoso saxofone e uma melodiosa flauta de Mel Collins, numa batida progressiva, onde demonstrava a sua versatilidade e talento, com um excelente trabalho de bateria de Chris Burrows.
O saxofonista Mel Collins foi membro de famosas bandas como, The Alan Parsons Project, Camel ou King Crimson, entre outras.
Circus” é o álbum de estreia desta banda, lançado em 1969. É um dos bons discos do chamado psicadelismo inglês dos anos 60. Na realidade, o grupo fazia uma mistura de folk rock, pop, música psicadélica, e a chamada “Canterbury Rock”, ao estilo dos Caravan.
A banda revelou-se muito talentosa a partir dos seus primeiros shows realizados no histórico Marquee, em Londres, em meados de 1967 e 1968.
Salientamos a versão "Monday Monday", tema imortalizado pelos Mamas and Papas que Circus recriou, com excelentes improvisos que trazem leveza à música, num estilo jazz rock. 
No entanto, a banda alcançou pouco sucesso na época da gravação do álbum, retirando-se pouco depois, em 1969.


Faixas/Tracklist:

A1 Norwegian Wood (Lennon/McCartney) 7:22
A2 Pleasures Of A Lifetime (Collins) 8:21
A3 St. Thomas (Rollins) 3:33
A4 Goodnight John Morgan (Collins) 1:47
B1 Father Of My Daughter (Collins) 3:19
B2 II B.S. (Mingus) 6:28
B3 Monday Monday (Phillips) 4:18
B4 Don't Make Promises (Hardin) 4:42

- Mel Collins -

Músicos:

Flauta, Saxofone Tenor - Mel Collins
Guitarra baixo - Kirk Riddle
Bateria – Chris Burrows
Guitarra, voz - Ian Jelfs

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Chris Silvers, a quem agradecemos.

Feliz Dia da Mãe (2016)

domingo, 1 de maio de 2016



Feliz Dia da Mãe!
Em homenagem às Mães neste seu dia, apresentamos uma compilação particular, produzida por João Romão.


João Romão e Carlos Santos

Saudade dos Santos – Hino do Trabalho (Single 1975)




Saudade dos Santos – Hino do Trabalho (Single AD LIBITUM SIN 227, 1975).
Arranjos e direcção de orquestra: Shegundo Galarza.
Disco considerado raro.


Faixas/Tracks:

A1. Hino do Trabalho
B1. Homem, Abre os Olhos e Verás

(Poesias de António Feliciano de Castilho, Armindo Rodrigues e músicas de Shegundo Galarza).


Single lançado numa época em que o espírito da revolução de abril (1974) ainda estava muito presente nalguma música, em Portugal.

Saudade Cordeiro dos Santos, mais conhecida apenas por Saudade dos Santos, foi uma cantora/fadista e poetisa portuguesa. Nasceu em 1939, em S. Pedro de Alva, no concelho de Penacova, distrito de Coimbra, tendo falecido em 23 de janeiro de 2015, aos 75 anos.
Foi criadora de vários êxitos, entre os quais "Ó meu amor, marinheiro", e do seu repertório, fazem parte, entre outros, "Chico da Mouraria", além de poemas da sua autoria.
Ainda jovem, com apenas 17 anos, sempre que possível marcava presença em várias casas de fado.
Surge a oportunidade de participar, em 1957, num concurso, organizado pelo jornal 'Vozes de Portugal', intitulado 'Rainha do Fado', que venceu. O prémio foi uma viagem de um mês a Moçambique".
Actuou em várias casas de fado. Saudade dos Santos foi também presença assídua na RTP, na extinta Emissora Nacional, noutras rádios e em casinos.
Em 1963, participou na comédia "Uma noiva caída do céu", com Humberto Madeira e Ribeirinho.
Foi convidada para inaugurar uma das mais luxuosas 'boîtes' da ex-Lourenço Marques (actual Maputo).
Participou na revista "Lisboa Antiga", no extinto Teatro Monumental e, em 1964, participou no filme "Canção da Saudade", de Henrique Campos, no qual, entre outros, participaram Victor Gomes, Florbela Queirós, Simone de Oliveira, Tony de Matos e Madalena Iglésias.
No auge da carreira "decidiu que a vida familiar estaria em primeiro lugar" e abandonou os palcos.

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo M.S., a quem agradecemos.

José Afonso ‎– Baladas E Canções (LP 1964)



AQUI:    ou    ALI:

José Afonso ‎– Baladas E Canções (LP Ofir ‎– AMS 301, 1964).

Baladas e Canções é o primeiro álbum de originais de José Afonso, com a participação de Rui Pato à viola, editado em 1964. A semente do futuro está neste álbum, o primeiro na discografia rica de José Afonso. Com Rui Pato ao seu lado, José Afonso canta baladas da tradição coimbrã com um encanto que o próprio descreveu como "contemplativo", sinal claro de que uma vida interior mais funda que já então questionava se a música poderia servir outras mensagens. "Canção Longe", "Canto da Primavera" ou "Altos Castelos" são marcos neste disco. 
A biografia de José Afonso já se encontra inserida neste blogue.


É o primeiro LP oficial de José Afonso. Editado em 1964 pela Discoteca de Santo António, no Porto (etiqueta Ofir), reúne doze temas da fase de ruptura de Zeca com o tradicionalismo coimbrão, também editados, posteriormente, em três EP's. Acompanhado à viola por Rui Pato, o cantor é identificado, na primeira edição do álbum, ainda como Dr. José Afonso. A influência de Edmundo Bettencourt é sobretudo notória nos temas de maior lirismo, servidos por uma interpretação admirável que, mantendo os traços característicos da 'escola' coimbrã, não se limita a ser uma mera demonstração de dotes vocais (ao contrário do que, por vezes, acontecia com outros cantores oriundos de Coimbra), mas se assume inteiramente como mais um elemento da canção, tão importante como o texto ou a música. É esta pureza interpretativa, poética e melódica (patente, de resto, em toda a sua obra) que podemos encontrar em Altos castelos, Canção longe ou Os bravos e, sobretudo, em Ronda dos Paisanos, Minha Mãe ou O Pastor de Bensafrim. O disco inclui ainda Balada Aleixo, Balada de Outono, Trovas antigas, Na fonte está Lianor, Elegia (um belo poema de Luís de Andrade que Adriano Correia de Oliveira também cantou) e o instrumental Canto da Primavera, que mais tarde seria retomado por Zeca para o Coro da Primavera. Na altura da criação destas canções, a actividade de Zeca era ainda mais ou menos solitária (embora Adriano, em Coimbra, Luís Cília e José Mário Branco, em Paris, traçassem já caminhos musicais paralelos aos seus) e os temas deste disco reflectiam ainda uma postura «mais ou menos contemplativa» (palavras do próprio) em relação ao Universo - atitude que o cantor nunca abandonou por completo, nem mesmo nos momentos de maior empenhamento político.
Texto por Viriato Teles


Faixas/Tracklist:

A1 - Canção Longe (popular açoriano/José Afonso) 
A2 - Os Bravos (José Afonso)
A3 - Balada Aleixo (José Afonso)
A4 - Balada do Outono (José Afonso)
A5 - Trovas Antigas (José Afonso)
A6 - Na Fonte Está Lianor (José Afonso)
B1 - Minha Mãe (José Afonso)
B2 - Altos Castelos (José Afonso)
B3 - O Pastor de Bensafrim (José Afonso)
B4 - Canto da Primavera (José Afonso)
B5 - Elegia (José Afonso)
B6 - Ronda dos Paisanos (José Afonso)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

1º de Maio - Dia da Mãe / Dia do Trabalhador (2016)

1º de Maio - Dia da Mãe / Dia do Trabalhador (2016).

Este ano, em Portugal, comemora-se o dia 1º de maio (Dia do Trabalhador que é fixo) e simultaneamente, o Dia da Mãe (dia móvel).

Feliz Dia da Mãe!


O Dia da Mãe é uma data comemorativa que em Portugal se celebra no primeiro domingo do mês de maio e portanto, este ano, no dia 1 de Maio de 2016 (domingo).
A data é uma homenagem a todas as mães e serve para reforçar e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães. No Dia da Mãe, os filhos costumam oferecer presentes às suas mães e preparam surpresas para estas, de forma a mostrarem o quanto gostam delas e para agradecer todo o seu empenho e dedicação.

“Feliz Dia da Mãe! Quero lembrar-te mais uma vez que te amo muito e que és muito especial e importante para mim. Obrigado por todos estes anos de amor, carinho, compreensão, dedicação e companheirismo. Adoro-te muito mãe!”

No entanto, este ano, no dia 1º de maio, não só se celebra o Dia da Mãe, como também o Dia do Trabalhador, Dia do Trabalho ou Dia Internacional dos Trabalhadores. Este dia é celebrado anualmente, sendo feriado em Portugal e em muitos outros países.


Em homenagem às duas importantes datas, postaremos álbuns alusivos às mesmas.

João Romão e Carlos Santos