Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

The Sentinals - Big Surf! (LP 1963)

sábado, 29 de setembro de 2012



The Sentinals - Big Surf! - LP DEL-FI DFLP 1232 (LP original de 1963). 

The Sentinals foi uma banda de surf/rock de San Luis Obispo, Califórnia cuja carreira decorreu entre 1961 e 1965. A banda era reconhecida por uma certa influência latina nalguns dos seus trabalhos, como em "Latin'ia" (1962). Inicialmente a banda constituiu-se com Tommy Nunes, John Barbata (mais tarde dos The Turtles, Jefferson Airplane/Starship e Crosby, Stills e Nash) e Lee Michaels (também conhecido como Michael Olsen), mas a formação teve várias alterações com outros músicos, ao longo da carreira deste grupo. 
No verão de 1962, o grupo percorreu o país e abriu os espectáculos de algumas bandas famosas como The Coasters ou The Righteous Brothers, entre outras . 
Depois da banda ter terminado em 1965, Nunes e Hinkel juntaram-se a Johnny Rivers. 




Formação: 

Tommy Nunes - guitarra 
Peter Graham - guitarra 
Gary Winburne - baixo 
John Barbata - bateria 
Bobby Holmquist – sax 

Faixas / Track List: 

1 - Big Surf (Kenny Hinkle) 2:16 
2 – Exotic (Bruce Morgan) 2:03 
3 - Latin'ia (Mark Hilder / Thomas Nunes / Tommy Nunes) 2:30 
4 - Tough Soul (Norman Knowles) 3:09 
5 – Revellion (Tommy Nunes) 1:13 
6 - Pismo Beach (Tommy Nunes) 2:21 
7 – Shout (O'Kelly Isley / Ronald Isley) 2:54 
8 - Tor-Chula (John Barbata / Tommy Nunes) 2:11 
9 - Sunset Beach (Tommy Nunes) 2:10 
10 - Surfin' (Mike Love / Brian Wilson) 1:53 
11 – Intoxico (The Sentinals) 1:57 
12 - Latin Soul (The Sentinals) 2:04 

Bonus do CD: 

13 – Hideaway (Freddie King) 2:09 
14 - Surfin' Tragedy (Robert J. Hafner) 2:10

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre.

Los Llopis - Todos Sus Éxitos En España (1960-1962)



Los Llopis - Todos Sus Éxitos En España (1960-1962)
Género musical: Rock "n" roll e Pachanga 
Editoras / Gravadoras: Zafiro, Odeon, Polydor 

Los Llopis foi um grupo musical de Cuba que residiram e gravaram muitos êxitos em Espanha nos anos 60. 
Manuel Llopis "Nolo" foi um cubano nascido em Havana, em 1934. Foi para os Estados Unidos para continuar os seus estudos em engenharia. Cedo aprendeu a tocar guitarra. 
Depois de terminar os seus estudos, regressou a Havana, onde tocou temas que aprendera durante a sua estadia nos Estados Unidos, em festas de família. Mais tarde, juntou-se a outros dois músicos de Havana, Leandro (saxofonista profissional) e Vegas Manolo, que seria o vocalista da formação principal. Pouco depois de terem gravado o seu primeiro álbum em Cuba, em 1958, actuaram na Sala Pasapoga de Madrid, obtendo um significativo sucesso. Por um tempo residiram em Espanha, onde fizeram várias versões de hits americanos (em espanhol), o que os tornou parte integrante da história do rock espanhol. Foram também os pioneiros da mistura do rock'n roll com os ritmos afro-antilhanos. Los Llopis introduziram também a “pachanga” (*), em Espanha . 

(*) - Pachanga é uma mistura de sons “montuno” e “merengue”. O nome foi usado pela primeira vez, como género musical em Cuba, em 1959. Este tipo de música tem um estilo festivo, alegre e é marcado pelas letras jocosas e travessas. 

Formação /Members: 

Manuel Llopis "nolo" ( voz ) 
Francisco Llopis ( steel guitar) 
Leandro ( saxofone ) 
Manolo Vegas (voz)  

Faixas / Tracks:

CD1: 

01. Estremécete (2:55) 
02. Paseando Bajo La Lluvia (2:21) 
03. Doctor Brujo (2:17) 
04. R-O-C-K (2:04) 
05. Quito a Poquito (2:46) 
06. Rockabilidad (2:12) 
07. Cantando Mis Tristezas (2:25) 
08. Happy baby (2:09) 
09. La Puerta Verde (2:20) 
10. Rock-a-Beatin’ Boogie (2:30) 
11. No Seas Cruel (1:59) 
12. Hasta La Vista Cocodrilo (2:29) 
13. Siluetas (2:33) 
14. Melodia de Amor (2:25) 

CD2: 

01. Basta, Arturo (3:08) 
02. La Pachanga (3:10) 
03. Amor De Niños (2:55) 
04. Que Siga La Fiesta (2:49) 
05. Oye Nena, Que Paso (2:33) 
06. La Chencha (2:49) 
07. A Mi Costa Brava (3:22) 
08. Al Compas Del Reloj (1:44) 
09. Chicho Postalita (2:10) 
10. Que Te Pasa, Corazon (2:25) 
11. No Dejes De Llamarme (3:05) 
12. Mujer Cabeza Dura (2:20) 
13. Enamorada (2:55) 

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Cauby Peixoto - Superstar (1972)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012



Trata-se de mais um volume da "Box" que reuniu os trabalhos de Cauby Peixoto, numa fase mais avançada da sua carreira. Excelente compilação idealizada e produzida por Marcelo Fróes.
"Cauby Peixoto - Superstar" é um disco originalmente lançado pela Odeon, em 1972 (LP Odeon SMOFB 3729, 1972).

Faixas / Track List: 

1. Valsinha (Chico Buarque - Vinicius de Moraes) 
2. Meu filho (José Augusto - Antônio Damasceno) 
3. Detalhes (Erasmo Carlos - Roberto Carlos) 
4. Pra você (Silvio César) 
5. Chão de (Silvio Caldas - Orestes Barbosa) 
6. Os argonautas (Caetano Veloso) 
7. Foi a vida (Roberto Morais) 
8. Maria, Maria (Aramis de Lara) 
9. Mulher (Sady Cabral - Custódio Mesquita) 
10. Se todos fossem iguais a você (Tom Jobim - Vinicius de Moraes) 
11. Por quem morreu de amor (Roberto Menescal - Ronaldo Bôscoli)

Bonus:
12 - Conceição (Jair Amorim - "Dunga" Valdemar de Abreu)

Álgum gentilmente cedido pelo nosso amigo Miguel do Brasil, a quem agradecemos.

Ben E. King - Spanish Harlem (LP 1961)




Ben E. King - Spanish Harlem (1º LP ATCO Records ATCO 33-133, 1961).

Ben E. King (Benjamin Earl King, cujo verdadeiro nome é Benjamin Earl Nelson) nascido em 28 de setembro de 1938, é um cantor Soul americano. Nasceu em Henderson, Carolina do Norte) mudou-se para o Harlem, em New York, com a idade de 9 anos. É talvez mais conhecido como vocalista e co-compositor da música "Stand by Me" do Álbum Don't Play That Song gravado em 1961 e lançado em 1962 pela gravadora Atco Records.

Ben E. King começou como cantor de soul no início dos Anos 60. No entanto, ainda em 1958, Ben Nelson tinha-se juntado a um grupo de "doo wop" chamado "The Five Crowns". Mais tarde, naquele ano, o agente dos "The Drifters" despediu todos os membros do grupo e substituiu-os pelo pessoal dos "The Five Crowns". Nelson ajudou a escrever "There Goes My Baby", o primeiro sucesso dessa nova versão dos "The Drifters". Também fez o solo vocal em "Save the Last Dance for Me", uma canção escrita por Doc Pomus e Mort Shuman. Cantou, também, em "Dance With Me", "This Magic Moment", "I Count the Tears" e "Lonely Winds". Ben E. King gravou dez canções com os "The Drifters".
Em 1960, ele deixou este grupo após não ter conseguido um aumento de salário. Nesta altura, ele assumiu o nome de Ben E. King preparando-se para a sua carreira a solo. Permanecendo na Atlantic Records, King conseguiu o seu primeiro sucesso com estilo: a balada "Spanish Harlem" (1961). "Stand by Me" foi a sua gravação seguinte, escrita por King juntamente com Jerry Leiber e Mike Stoller,
"Stand by Me" foi eleita como uma das Canções do Século pela "Recording Industry Association of America".
"Stand by Me" e "Spanish Harlem" foram nomeadas como duas das "500 Canções que Moldaram o Rock and Roll" pelo "The Rock and Roll Hall of Fame" e, ambas, ganharam um "Grammy Hall of Fame Award".
Outros clássicos são, "Don't Play That Song (You Lied)" (que foi regravada por Aretha Franklin), "Love", "Seven Letters", "How Can I Forget", "On the Horizon", "Young Boy Blues", "What is Soul?" (1967), ou "Supernatural Thing, part 1" (1975), entre muitos outros.
Em 1998, gravou um álbum infantil intitulado "I Have Songs In My Pocket", escrito e produzido por Bobby Susser, o qual ganhou o prémio "Best Vacation Products Award For Children".
Actualmente, King trabalha na sua fundação, a "Stand By Me Foundation".

Fonte: Wikipedia

Faixas / Track List:

01 Amor 3:05 
02 Sway 2:17 
03 Come Closer To Me 2:34 
04 Perfidia 2:12 
05 Granada 2:25 
06 Sweet And Gentle 2:24 
07 Quizas, Quizas, Quizas (Perhaps, Perhaps, Perhaps) 2:14 
08 Frenesi 3:09 
09 Souvenir Of Mexico 2:20 
10 Besame Mucho 2:58 
11 Love Me, Love Me 2:35 
12 Spanish Harlem 2:54

LP gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo Jonathan Michael Wilson, a quem agradecemos.

José Mário Branco - Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades (1971)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012




José Mário Branco - Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades (originalmente produzido pela Editora Sassetti, LP - P. 003, Nov.1971). 

O cantor e compositor português, José Mário Branco, durante o seu exílio (1963) em França, que durou de 1963 a 1974, produziu este belíssimo e inspirado álbum de estreia, em 1971. Soa como uma mistura de música medieval com fado, toques de música concreta e blues. 
Filho de professores primários, cresceu no Porto e frequentou o curso de História, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, que não concluiu. 
Expoente da música de intervenção portuguesa (música de protesto), iniciou a sua carreira durante o Estado Novo, tendo sido perseguido e exilado. 
Com ele trabalharam José Afonso, Sérgio Godinho, Luís Represas, Fausto e Camané, entre outros, com os quais participou em concertos ou em álbuns editados como cantautor e/ou como responsável pelos arranjos musicais. 
Igualmente compôs e cantou para o teatro, cinema e televisão. Em 1974 fundou o GAC - Grupo de Acção Cultural com o qual gravou dois álbuns: A Cantiga É Uma Arma (G.A.C - 1976) e Pois Canté! (G.A.C. - 1977) 
Entre música de intervenção, fado e outras, são suas obras famosas os discos Ser Solidário, Margem de Certa Maneira, A Noite e o emblemático FMI, obra síntese do movimento revolucionário português com os seus sonhos e desencantos. 
Esta última foi proibida de passar na rádio, TV ou outro tipo de exibição pública. Não obstante este facto, FMI será, provavelmente, a sua obra mais conhecida. 

Fonte: Texto parcialmente transcrito de “Mundo Estranho de PB” e Wikipedia.


Faixas / Tracklist: 

01 - Abertura (gare d'Austerlitz)
02 - Cantiga para Pedir 2 Tostões 
03 - Cantiga do Fogo e da Guerra 
04 - O Charlatão 
05 - Queixa das Almas Jovens e Torturadas 
06 - Nevoeiro 
07 - Mariazinha 
08 - Casa Comigo Marta 
09 - Perfilados de Medo 
10 - Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades 

José Mário Branco - Mudam-se Os Tempos, Mudam-se as Vontades (From Youtube).

Intervenientes: 
Gilbert Roussel - acordeão, harmónica, piano, cravo. 
Claude Engel - guitarra eléctrica. 
Alan Jones - baixo eléctrico. 
José Mário Branco - pandeiro, voz, guitarra acústica, órgão, cravo. 
Jacqueline Ritchie - flauta. 
Sérgio Godinho – guitarra, coro/voz. 
Daniel Lalloux - bateria, percussão, tímbales e cymbals (pratos). 
Catarina - voz 
Jorge Pereira - órgão. 
Jean Sommer - guitarra.

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Os Inflexos - Uma Velha Foi à Feira (21.07.12)


Recebemos do nosso amigo Carlos Melo, vocalista dos Inflexos (cujo nome está associado ao conjunto como Carlos Nelson), esta nova versão de "Uma Velha Foi à Feira", desta vez gravada ao vivo em 21.07.2012, num show organizado para homenagear a memória de Carlos Bettencourt, membro já falecido daquele grupo pop português dos anos 60.
Desta forma também nós nos associamos a essa justa homenagem à pessoa e ao músico que foi Carlos Bettencourt.
Pela cortesia que Carlos Melo demonstrou e pelo interesse dessa nova versão, com a devida vénia, não deixámos de a postar aqui no blog, agradecendo desde já a possibilidade de podermos ouvir com muita satisfação, esta nova face do tema, o que por si só, demonstra a qualidade da versão original. 
Bem Hajas Carlos Melo!

Eis a informação que Carlos Melo fez acompanhar o vídeo no Youtube, cujo link em baixo juntamos:
"Nova versão, em HD, da música original gravada em 1969 pelos Inflexos,com a formação anterior. Este novo arranjo do guitarrista Sérgio Preto foi interpretado em 21.07.12 na reunião que Os Inflexos organizaram com o objectivo de prestarem homenagem à memória de Carlos Bettencourt, elemento do grupo que faleceu há 5 anos. Dispersos em países diferentes, o reencontro apenas permitiu 3 ensaios (1 instrumental e mais 2 completos), para podermos interpretar 14 números, o que não possibilitou mais rigor e qualidade. Mas este foi um esforço para retribuir a presença de familiares e amigos, cuja maioria nunca tinha visto o grupo actuar,o que é compreensível porque a última vez aconteceu há 42 anos e meio! 

Os nossos agradecimentos a todos pela compreensão."


Publicado em 26/09/2012 por melfirefly

E já agora, sobre a actividade e a carreira dos Inflexos podemos referir que se trata de um grupo português de música pop e que se formou em Janeiro de 1966, em Lourenço Marques/Moçambique (agora Maputo).
Pelo seu interesse histórico e musical, transcrevemos aqui uma "História breve de Os Inflexos", de autoria de Carlos Melo: 

A existência deste conjunto musical moçambicano decorre em duas fases. 
A primeira estende-se desde a sua formação, Janeiro de 1966, em Lourenço Marques (agora Maputo), até Abril de 1969, durante a qual os dois elementos fundadores (Carlos Nelson e Francisco Pereira) se mantêm no grupo. 
A segunda decorre de Junho de 1969 até Janeiro de 1971, na qual Carlos Nelson agregou cinco novos elementos, com os quais o conjunto viria a continuar a distinguir-se, e a marcar posição de destaque. O seu fim surge devido à saída múltipla para cumprimento de serviço militar. 

A 2ª Fase:

Em Junho de 1969 Carlos Nelson renova os Inflexos integrando músicos promissores com grande potencialidade, os primeiros dos quais foram Tito Frazão (viola baixo) e Carlos Bettencourt (viola ritmo/solo), através de quem se chega ao amigo comum Sérgio Preto (viola solo) músico e executante de relevo para a evolução rápida destes jovens com idades compreendidas entre os 16 e os18 anos. John Peter é o baterista inicial. Em Julho entram Hernâni Maio (órgão) e Domigos Aquino (bateria), que substitui John Peter. Estava encontrada a estrutura que viria poucos meses depois a afirmar-se como um grupo homogéneo, coeso e com cumplicidade, em que a participação vocal de instrumentistas e uma grande alegria nas atuações em público eram fatores valiosos. Seriam chamados para tocarem nas festas e bailes mais importantes, incluindo em Nampula, e viriam a ser eleitos como "Melhor Conjunto Moçambicano de 1970". 
O fim dos Inflexos surge em Janeiro de 1971, quando um dos músicos já se encontra incorporado no serviço militar e estavam prestes a ser chamados mais dois. A última atuação oficial acontece no Baile do Finalista do Liceu Salazar, momento memorável. 
O grupo não chegou a gravar um novo disco, restando unicamente gravações feitas em participações no Rádio Clube de Moçambique. Infelizmente a cópia em banda magnética viria a deteriorar-se e só recentemente foi possível recuperar alguns registos, mas infelizmente quase todos sem qualidade sonora suficiente para serem divulgados. 
De todos estes 6 elementos só 1 viria a tornar-se músico profissional. Carlos Bettencourt (viola, piano, vocal) atuou inicialmente na África do Sul e mais tarde na Madeira, e tão cedo nos deixou, tendo falecido em 10.08.2007. Esta é uma homenagem que lhe queremos prestar com uma gravação de há 42 anos. Resta-nos as Saudades... 

Por Carlos Melo (vocalista).

NOTA: O original do tema aqui inserido está incluído no 1º e único EP da banda, gravado em 1969 (Os Inflexos - Ob-La-Di Ob-La-Da / EP Coronet SCEP 4001 – Compact 33 1/3 RPM/Stereo -1969), que pode ser encontrado aqui: http://musicasdosanos60.blogspot.pt/2011/01/os-inflexos-ep-1969.html

Carlos Santos

Roberto Carlos (1º Compacto Simples de 1959 / Relançamento de 1968)




Roberto Carlos - 1º Compacto Simples/Single (Polydor CSPN 51.044, 1968).
Trata-se do relançamento ou reedição do disco original em 78 RPM, Polydor B-330, de 1959. 
Disco considerado raro.

Faixas / Tracks: João e Maria / Fora de Tom

"João e Maria" e "Fora do Tom" são os dois temas que constaram do primeiro disco do Rei Roberto, lançado em agosto de 1959 pela Polydor, quando ainda era "crooner" da boate Plaza de Copacabana. 

Single (compacto simples) gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Leandro Fregulha, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Madalena Iglésias - De Mãos Postas (LP 1959-1966)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012


AQUI:    OU    ALI:

Madalena Iglésias – De Mãos Postas (LP Alvorada LP-S-04-92, 1959 /1966) 
Edição original da Alvorada/ Rádio Triunfo. Registo considerado raro. 

Madalena Iglésias, popular intérprete da canção ligeira portuguesa com uma saudável concorrência nos anos 60 com outra cantora de eleição, Simone de Oliveira. 
Ambas foram durante essa década as Rainhas da Rádio e presenças assíduas na RTP, não só em Festivais da Canção como em muitos programas de entretenimento. 
Madalena Iglésias com uma presença visual bem marcante (alguém a apelidou um dia, devido ao seu sorriso, como "La Gioconda"), alcançou uma enorme popularidade além-fronteiras, especialmente na nossa vizinha Espanha, em França e na Venezuela. 
Trata-se de uma compilação comercializada pela Alvorada e o LP é, por assim dizer, uma espécie de "Best Of" onde estão incluídos temas gravados entre 1959 e 1966 e anteriormente já editados sob a forma de EP's. 
A biografia desta excelente cantora portuguesa já se encontra inserida neste blog.

Fonte: Texto parcialmente transcrito e adaptado de um trabalho de Francisco J. Fonseca 



Faixas / Track List: 

01 - De Mãos Postas (61) 
02 - Até Logo Lisboa (61) 
03 - Amanhã (60) 
04 - Fatalidade (59) 
05 - Sol de Inverno (65) 
06 - Mulher do Cais (59) 
07 - Ele e Ela (66) 
08 - Caminhos Perdidos (66) 
09 - Na Mouraria (60) 
10 - Soam Palmas nos Palmares (61) 
11 - Onde Estás Felicidade (59) 
12 - Se Eu Te Beijei (60) 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos. 
Masterização por Carlos Santos.

The Rivieras - The Best Of (California Sun)




The Rivieras foi um grupo de rock ‘n’ roll formado no início de 1960 em South Bend/Indiana , Estados Unidos . Eles são mais conhecidos pelo seu grande êxito “California Sun ", escrito por Henry Glover . 

The Rivieras foi formado por estudantes adolescentes da South Bend Central High School . O grupo foi originalmente chamado The Playmates , mas foi forçado a mudar o seu nome porque já havia um outro grupo com esse mesmo nome. 
The Rivieras foi um dos muitos grupos da América que se envolveram no movimento "frat rock", no início dos anos 1960. O grupo teve o seu maior sucesso em 1964 com o tema " California Sun ", atingindo # 5 no principal pop chart dos EUA. Na verdade, "California Sun" foi um dos grandes temas de rock ‘n’ roll que fizeram parte da lista da Billboard Hot 100, antes da " invasão britânica ", atingindo a sua posição mais alta na mesma semana em que os Beatles lideraram as paradas com "I Want to Hold Your Hand".. 
Além deste seu sucesso, The Rivieras obtiveram êxito com mais 3 canções em 1964, tendo entrado no Hot 100 da Billboard com, "Let's Have a Party" (#99), "Little Donna" (#93) e "Rockin' Robin" (#96). Também nesse ano, o seu álbum de estreia, “Let's Have a Party", alcançou a posição # 115 na Billboard 200. 
Por razões pessoais e mudanças drásticas na música pop levaram à cisão do grupo em 1966. 


Membros/Members: 

Marty "Bo" Fortson (nascido em 1945): voz e guitarra ritmo 
Doug Gean (nascido em 1951): guitarra baixo 
Joe Pennell: guitarra solo (morreu em 21 de abril de 2011, com a idade de 66 anos) 
Otto Nuss: órgão, piano 
Paulo Dennert: bateria 

Fortson e Pennell deixaram o grupo por se terem alistado no Corpo de Fuzileiros Navais logo após a gravação de " California Sun ". Foram substituídos por Jim Boal (guitarra) e Gaut Willy (vocal, guitarra ritmo). O “manager” da banda, Dobslaw Bill assumiu como vocalista as posteriores gravações. 
Perto do fim da vida da banda, outros membros deixaram o grupo por diversas razões. Vários substitutos foram utilizados ​​para preencher as vagas, incluindo Jeff McKew (vocais, guitarra) e Terry McCoy (bateria).

Álbum disponibilizado por João Romão.

Tonicha - Obrigado Soldadinho (Single 1974)

terça-feira, 25 de setembro de 2012



Tonicha - Obrigado Soldadinho (single  Zip Zip – ZIP 30053/S, 1974)

Faixas / Tracks:  Obrigado Soldadinho / Já Chegou A Liberdade 

Apesar de ser conhecida junto do grande público por alguns registos mais ligeiros, entre os quais se encontra o Festival da Canção da RTP, que venceu em 1971, Tonicha gravou várias canções-protesto. "Já chegou a liberdade" era o lado B do single editado em 1974 que aqui apresentamos, cujo lado principal era "Obrigado Soldadinho", também sobre a Revolução de Abril. 
A letra é de Ary dos Santos / Popular e o arranjo musical de Pedro Osório. 
A biografia desta cantora portuguesa já se encontra inserida neste blog. 

Fonte: 5dias.net

Letra de Obrigado Soldadinho:
(Letra: J. C. Ary dos Santos)
(Música: Popular)
(Arranjos: Pedro OSório)

Obrigado soldadinho
Marinheiro português
Ficou aberto o caminho
E não há duas sem três.

Já virou o malmequer
No quartel de Santarém
Não há homem nem mulher
Que não virasse também.

Soldadinho marinheiro
Quem me dera ser a tua mãe
Marinheiro soldadinho
Muito perto está quem te quer bem.

Vira a tristeza alegria
O ódio vira ternura
Virámos o dia-a-dia
Com o fim da ditadura.

O vira dos malmequeres
Está dentro de todos nós
Homens, crianças, mulheres
Todos erguemos a voz.

Soldadinho marinheiro
Quem me dera ser a tua mãe
Marinheiro soldadinho
Muito perto está quem te quer bem.

Nas voltas do nosso vira
Vira virou a tristeza
Nunca mais ninguém nos tira
dos caminhos da tristeza.

O povo canta primeiro
e não há duas sem três
obrigada marinheiro
soldadinho português.

Single gentilmente cedido por Francisco Marzia, do Clube de Fãs da Tonicha, a quem agradecemos.

Fausto Papetti - Super Hits





Fausto Papetti - Super Hits é simplesmente uma compilação pessoal, especialmente concebida para momentos especiais ou simplesmente para descontração. 
Excelentes interpretações melodiosas, num ambiente calmo e relaxante, executadas primorosamente por esse fantástico saxofonista.


Fausto Papetti (28 janeiro de 1923 - 15 de Junho de 1999) foi um excelente saxofonista italiano (saxofone alto). Nasceu em Viggiù, na Lombardia .
Papetti tornou-se muito conhecido nos anos 60 e 70, com uma série de álbuns editados sempre com grande sucesso e qualidade. Quem não se lembra das famosas compilações numeradas (raccolta) que o tornaram inesquecível. Durante o período de maior esplendor, a década de 1970, Papetti chegou a produzir dois álbuns por ano. 
Esses discos são simultaneamente conhecidos e caracterizados pelas suas capas muito sensuais. Tornou-se realmente num músico de referência nesse tipo musical, e em 1970 apareceram muitos outros seguidores como, Johnny Sax ou Farina Piergiorgio. 
Papetti faleceu em San Remo.

Faixas / Tracks:

01 - A Whiter Shade Of Pale 
02 - Are You Lonesome Tonight 
03 – Biilitis 
04 – Fascination 
05 – Feelings 
06 – Femmes 
07 - Histoire d'O 
08 - My Way 
09 - Je T'aime Moi Non Plus 
10 - Un Homme et Une Femme 
11 - Strangers In The Night 
12 - All By Myself 
13 - Love Me Tender 
14 – More 
15 – Michelle 
16 - Samba Pa Ti 
17 - The Shadow Of Your Smile 
18 - Love Story 
19 - Without You 
20 - Unchained melody 
21 - Ballade Pour Adeline 
22 – Emmanuelle 
23 - Amore Scusami 
24 – Summertime 
25 - As Time Goes By

Temas disponibilizados por Carlos Santos. 
Alinhamento e grafismo/capas (adaptação de capas) por João Romão.


The Jokers - Guitar Boogie (LP 1973)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012



The Jokers - Guitar Boogie (LP 1973).

The Jokers surgiram em 1959 como um grupo de rock-'n'-roll, com origem em Antuérpia/Bélgica. A banda, focou-se principalmente nos instrumentais de guitarra. Na primeira formação os membros eram, Jos Clauwers (guitarra), François de Boeck (guitarra), Jos Raes ( baixo ), Tim Visterin (guitarra e voz ) e Gerald Pepermans aka Danny Pepper ( bateria ). 
O som dos Jokers sofreu alguma influência, especialmente através do Indo-Rock, de Les Paul e The Ventures. 
Mais tarde, o baterista Danny Pepermans foi temporariamente substituído por Freddy Hendrickx. Os Jokers terminaram em 1969. 
Os trabalhos discográficos deste grupo continuam a ser muito procurados pelos coleccionadores.


Faixas / Track List:

01-Football Boogie
02 -Spanish Hully Gully
03 -Black Eyes
04 -You Are Always In My Heart
05-Moscow Guitar
06-Ronny Boy
07-Song Of Delilah
08-Drina March
09-Carioca
10-Chattanooga Choo Choo
11-Gloria In Excelsis Deo
12-Sabre Dance
13-Tabou
14-Hully Gully Stop

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Philippe Gerhard, a quem agradecemos.

Madalena Iglésias E António Calvário - Uma Hora de Amor (EP 1964)




Madalena Iglésias E António Calvário - Uma Hora de Amor (EP Alvorada AEP 60 660, 1964). 
Acompanhamento pela Orq. Ferrer Trindade. 

Faixas / Tracks: 
Eu Nasci Para Cantar 
É Tão Bom Amar 
Tu És o Meu Amor 
Sonho de Amor 

Em 1964, Madalena Iglésias e António Calvário (ambos considerados ídolos na época) estreiam-se no cinema e contracenam  no filme, "Uma Hora de Amor", realizado por Augusto Fraga. 
As biografias de ambos já se encontram inseridas neste blog.
Da contracapa do EP, transcrevemos o seguinte texto: 

"Dois ídolos da canção pela primeira vez reunidos no mesmo disco. Ela é Madalena Iglésias, ele é António Calvário. Uma rainha e um rei da Rádio portuguesa. 
Os dois surgem pela primeira vez no cinema. Entraram pela porta larga. São vedetas de um novo filme nacional: "Uma Hora De Amor". 
Dessa "hora de amor" uma dúzia de minutos aparece, em exclusivo, neste disco Alvorada, em quatro canções. Duas na voz de Madalena, outras tantas na de Calvário. 
No filme, como na vida real, os dois são cançonetistas. Mas no filme ela é já vedeta e ele ainda uma promessa. Entre os dois surge uma história de amor e um mundo de complicações. 
Mas deixemos que o cinema conte a sua história. Aqui, eles apenas cantam."

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos. 
Masterização por Carlos Santos.

The Fevers - Compactos Simples (Singles 1965)






The Fevers - 1º Single (compacto simples) - Vamos Dançar o Let Kiss (single Philips 365.105 PB - 1965). Single considerado raro.

Faixas / Tracks: Vamos Dançar o Let Kiss / Quando o Sol Despertar




The Fevers - 2º Single (compacto simples) - Wooly Booly (single Philips 365.115 PB - 1965). 
Single considerado raro.

Faixas / Tracks: Wooly Booly / Ilusão Perdida

Aqui apresentamos 2 compactos simples (singles) deste fantástico grupo, "The Fevers", ambos de 1965 e que nos foram enviados pelo nosso amigo Leandro, do Brasil. Contêm alguns raros êxitos desta excelente banda da Jovem Guarda brasileira.
The Fevers, grupo vocal e instrumental de pop rock, foi formado no Rio de Janeiro em 1964, sendo lançado nos programas "Hoje é dia de rock", de Jair de Taumaturgo na TV Rio e no programa de Euclides Duarte na Rádio Mauá.
A biografia do grupo já se encontra inserida neste blog.

Integrantes:

Almir Bezerra
Jimmy Cruise
Pedrinho Sousa
Cleudir Borges
Liebert Pinto
Lécio do Nascimento

Outros integrantes:

Augusto Cesar
Otávio
Miguel
Luiz Claudio
Miguel Ângelo

Singles gentilmente enviados pelo nosso amigo do Brasil, Leandro, a quem agradecemos.

Caravelli - Michelle (1965)

domingo, 23 de setembro de 2012



Caravelli - Michelle (LP CBS Records S 62819, 1965). 

Caravelli, de nome Claude Vasori (12 Setembro 1930) é um maestro francês, compositor e arranjador de "easy listening", nascido em Paris/França, filho de pai italiano e mãe francesa. A sua mãe iniciou-o na música, ensinando-o a tocar piano e a vocalizar/harmonizar até aos sete anos. Aos 13 anos começou a frequentar o Conservatório de Paris. Aos vinte anos, trabalhou em turismo, acompanhando cantores ao piano.Quando tinha 26 anos iniciou a sua carreira como maestro da orquestra.
A famosa Orquesta Caravelli foi mais uma das diversas orquestras que actuaram na década de 60 e 70. A sua característica principal era executar arranjos orquestrados da música pop da época, independente da sua origem. Destaca-se o uso de violinos e o tom melodioso dos arranjos. 
Vasta discografia.

Faixas / Tracks:

01. Caravelli - If I Had A Hammer (2:41)
02. Caravelli - Michelle (2:27)
03. Caravelli - What Now My Love (3:41)
04. Caravelli - Cuando Calienta El Sol (2:08)
05. Caravelli - Calcutta (2:04)
06. Caravelli - Desafinado (2:02)
07. Caravelli - Yesterday (2:12)
08. Caravelli - What's New Pussycat (2:20)
09. Caravelli - I Wish You Love (2:24)
10. Caravelli - Dio, Come Ti Amo! (3:29)
11. Caravelli - Marionettes (2:05)

LP (faixas e capa frontal) gentilmente cedido pelo nosso amigo Dominique Ferrer, a quem muito agradecemos.
Grafismo e contracapa por João Romão.

Madalena Iglésias - Fado da Madragoa (EP 1968)



Madalena Iglésias - Fado da Madragoa (EP TECLA - TE-1022, 1968)

Faixas / Tracks
Fado da Madragoa / Gostei de Ti / Adeus Mouraria / Noite Acordada

A biografia desta cantora portuguesa já se encontra inserida neste blog. 

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos. 
Masterização das faixas por Carlos Santos.