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The Beau Brummels - Introducing The Beau Brummels (LP 1965).

sábado, 8 de novembro de 2014



The Beau Brummels - Introducing The Beau Brummels (LP Autumn Records LP‎–103, 1965).


A banda The Beau Brummels era originária de San Francisco, Califórnia, EUA e formaram-se em 1964. Faziam um pop rock típico da época, conseguindo alcançar alguns êxitos nos tops e paradas. A sua formação original era composta por, Sal Valentino (vocalista), Ron Elliott (guitarra solo), Ron Meagher (guitarra baixo), Declan Mulligan (guitarra ritmo, baixo e harmónica) e John Petersen (bateria).
No início o grupo interpretava pop/rock próprio da época. No entanto, tinham uma forte influência do folk rock. E como a maioria das bandas americanas desse estilo, com o tempo foram desenvolvendo uma sonoridade que acabou por dar origem ao country rock.
Em 1968, já reduzido a um trio, The Beau Brummels sofreu mais um desfalque. O baixista Ron Meagher abandonou o grupo, mas os elementos remanescentes, Sal Valentino e o guitarrista e compositor Ron Elliott mantiveram-se em actividade, enveredando por um estilo mais country.
O seu principal período de actividade decorreu entre 1964 e 1969. Mais tarde, com nova formação, The Beau Brummels, reuniram-se na metade da década seguinte (1974-1975) para um revival sem o brilho criativo que marcou a sua carreira nos anos 60.
Voltaram a reunir-se depois, em 2013.

Fonte: Wikipedia

Formação:

Sal Valentino - vocalista
Ron Elliott – guitarra solo
Declan Mulligan – guitarra ritmo
John Petersen – bateria
Ron Meagher – guitarra baixo


Faixas/Tracklist:

A1 Laugh Laugh (Ron Elliott) 2:48
A2 Still In Love With You Baby (Ron Elliott) 2:30
A3 Just A Little (Elliott , Durand) 2:10
A4 Just Wait And See 2:16
A5 Oh Lonesome Me (D. Gibson) 2:20
A6 Ain't That Loving You Baby (D. Malone) 2:12
B1 Stick Like Glue (Ron Elliott) 1:57
B2 They'll Make You Cry (Ron Elliott) 3:03
B3 That's, If You Want Me To (Ron Elliott) 2:34
B4 I Want More Loving (Ron Elliott) 2:20
B5 I Would Be Happy (Ron Elliott) 2:35
B6 Not Too Long Ago (Ron Elliott) 3:05

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Roy Burton, a quem agradecemos.

António Calvário – O Sol Voltará (EP 1968).

sexta-feira, 7 de novembro de 2014


António Calvário – O Sol Voltará (EP Alvorada 60-1070, 1968).

A biografia deste cantor português já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracks:

Lado A:
1.O Sol Voltará
2.Um Barco Vem No Mar

Lado B:
1.Olhos de Veludo
2.Vai Mais Devagar

EP gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Gary Puckett And The Union Gap ‎– Gary Puckett And The Union Gap Featuring "Young Girl" (LP 1968).




Gary Puckett And The Union Gap ‎– Gary Puckett And The Union Gap Featuring "Young Girl" (LP Columbia ‎– CS 9664, 1968).
Produção de Jerry Fuller.

Gary Puckett and The Union Gap (1967 - 1971), foi um grupo de “Pop Rock” do final dos anos 60. Ficaram mais conhecidos especialmente pelos seus êxitos, "Woman, Woman", "Young Girl", e "Lady Willpower". "Young Girl", sem dúvida o maior êxito da banda, foi lançado em 1968. Embora não tenha sido um hit # 1 na Billboard, atingiu o # 2 na Billboard Hot 100 e alcançou a posição # 1 no UK Singles Chart e Cash Box. Mais tarde, no Reino Unido, a gravação esteve pela segunda vez numa tabela de tops em 1974, alcançando a posição # 6.


Gary Pucket, nasceu em 17 Outubro de 1942, em Hibbing, no estado de Minnesota/EUA, e cresceu em Yakima, no estado Washington, perto da cidade de Union Gap e Twin Falls, no estado Idaho. Começou a tocar guitarra quando era jovem e graduou-se na “Twin Falls High School” antes de ir para um colégio em San Diego, Califórnia. 
Em 1967, Gary Puckett formou o seu grupo na Califórnia. O primeiro nome da banda foi "The Union Gap featuring Gary Puckett". Pouco tempo depois das suas primeiras apresentações foram contratados pela Columbia Records. A banda era formada por Gary Puckett como vocalista, Dwight Bement (saxofone), Kerry Chater (guitarra baixo), Paul Wheatbread (bateria) e Gary Withem (teclados). O principal compositor era o também o produtor, Jerry Fuller.
O sucesso chegou nesse mesmo ano de 1967 com o seu primeiro single intitulado "Woman, Woman". Pouco tempo depois ocupavam já a posição 4 no Top Ten da Billboard.
No ano seguinte, seguiu-se o seu maior êxito com "Young Girl" (#1 no Reino Unido), depois "Lady Willpower" que alcançou a posição 2 e ainda, "Over You" que chegou ao nº 7 da Billboard. 
De destacar que o grupo conseguiu a sua notoriedade especialmente devido ao carisma e voz de Gary Puckett, para além de apresentarem uma música mais agradável e harmoniosa, tendo em conta que se estava numa época em que se começavam a destacar os grupos de rock mais pesado.
A partir de 1969, o sucesso do grupo começou a declinar. O seu estilo de pop melodioso contrastava muito com as novas correntes musicais que se começavam a posicionar.
Em 1971, o grupo dissolve-se e Gary Puckett lança-se numa carreira a solo mas com pouco sucesso.


Faixas/Tracklist:

A1 Young Girl (J. Fuller) 3:12
A2 Lady Madonna (J. Lennon-P. McCartney) 2:14
A3 Kiss Me Goodbye (B. Mason, L. Reed) 3:35
A4 The Pleasure Of You (G. Puckett, J. Fuller) 2:29
A5 Dreams Of The Everyday Housewife (C. Gentry) 2:43
A6 I'm Losing You (G. Puckett, J. Fuller) 2:30
B1 Honey (I Miss You) (B. Russell) 4:12
B2 The Mighty Quinn (B. Dylan) 2:46
B3 Wait Till The Sun Shines On You (K. Chater) 3:03
B4 (Sweet, Sweet Baby) Since You've Been Gone (A. Franklin, T. White) 2:14
B5 Say You Don't Need Me (G. Puckett, J. Fuller) 2:42
Bonus:
This Girl Is a Woman Now 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo George Mathias, a quem agradecemos.

Ephedra – Ephedra (2008).

quinta-feira, 6 de novembro de 2014



Ephedra – Ephedra (2008).
Produção de Xico Zé e Diogo Sotto-Mayor.
Gravação efectuada entre julho e outubro de 2008 no estúdio DSM. 
- Rock Progressivo -


No final da década de 60 um grupo de alunos do Liceu de Oeiras decide formar um grupo rock, cujas referências musicais eram os Pink Floyd, os King Crimson, os Soft Machine, Frank Zappa e músicos do “jazz-rock”, como Chick Corea, Stanley Clarke e Miles Davis. 
Ephedra, destacou-se no princípio da década de 70, tocando um "rock-progressivo" que então era uma novidade em Portugal. O grupo esteve na linha da frente da inovação durante cerca de sete anos, com actuações ao vivo de grande projecção mediática e tendo influenciado vários grupos portugueses. No entanto, a banda nunca viria a gravar qualquer disco. Quase 40 anos depois, a banda voltou a reunir-se para o lançamento do disco "Ephedra", um conjunto de 10 temas exclusivamente instrumentais baseados nas músicas originais dos anos 70, completamente reorquestradas por Xico Zé Henriques.
Em 2007, o grupo regressa ao “rock-progressivo” com Xico Zé – baixo, Paulo Viana – teclas, Manecas (António Monteiro) - guitarra eléctrica, José Machado – violino, Jorge Pinheiro - vibrafone e percussão e João Pinheiro – bateria.


Nos finais dos anos 60, um grupo de alunos do Liceu de Oeiras (Portugal), decide formar um grupo rock. A formação inicial era constituída por Xico Zé Henriques - guitarra eléctrica, Paulo Viana – teclas, Luís Piques - guitarra baixo e José Carlos Oliveira – bateria. A estes elementos juntou-se posteriormente Manuel Baião, nos sopros.
Ephedra realiza o seu primeiro concerto no local de ensaio, na cave da casa dos pais do Paulo Viana, em 1970, seguindo-se shows em diversos locais.
A banda é contactada para integrar o "Lisboa 70", um evento pluridisciplinar, comissariado por Luís Stau Monteiro, tendo participado nos ensaios. O evento não se chegou a realizar por ter sido proibido pela censura política.
Entre 1971 e 1974, a banda sofre alteração na sua composição. Com a saída do baterista, o lugar é ocupado por Xico Zé. Entram António Monteiro (Manecas), para a guitarra eléctrica e Jorge Pinheiro para as percussões e, mais tarde, para o vibrafone.
A música passa definitivamente a ser "conceitual", procurando atingir sonoridades extra-sensoriais e experimentais. Desenvolvem-se peças com diversos andamentos, à semelhança das peças clássicas. São exemplos, "Morte dos Elefantes num Templo Gótico" e "Sodoma e Gomorra", cuja duração média era de cerca de meia-hora. Simultaneamente começou a impor-se uma estética "barroca", bem representada nos cartazes publicitários do grupo e nos cenários das actuações.
O principal concerto deste período realiza-se a 22 de Maio de 1972 no Auditório do Colégio Alemão de Lisboa, do qual existe apenas uma gravação fragmentada.
Pouco depois o grupo reforça-se com a entrada de José Machado para o violino. A sonoridade torna-se cada vez mais distante das bandas convencionais de rock. O vibrafone, o violino e os sopros permitiam a utilização de sonoridades mais "jazzie" e, simultaneamente, mais psicadélicas. Essa fusão passou a ser explorada nas performances que se seguiram, em diversos espectáculos realizados.
Desde a fundação até 1974 as músicas eram exclusivamente instrumentais e a grande maioria das composições eramdo Xico Zé ou do Paulo Viana.


Entre 1974 e 1977 produziram-se alterações profundas na orientação musical da banda. Inicia-se uma viragem para as canções. As músicas passam, na sua generalidade, a ser cantadas e a ter menor duração. Surge nova alteração à formação do grupo.
Os concertos passam a ser a abordados como performances compostas, integrando, para além da música, poesia, texto, projecção de slides e pintura.
Entre 1977 e 1989, o grupo inicia um período mais intimista, mantendo uma composição activa que se manifesta na gravação de um conjunto de canções de índole mais popular e que culmina em 1984, com uma gravação produzida por José Maria Tavares Rosa: "Ephedra 84". São deste período temas como "Grilos do Campo", "Navega", "Erva do Mato" e "Martinho", de Marcial Rodrigues, "Sem Sossego" e "Beatriz", de Paulo Viana ou "Caligaera", de Luís Piques.
Em 1987 a banda está limitada a um "núcleo duro" constituído por Paulo Viana, Luís Piques, Jorge Pinheiro, Isabel Montellano e Rodrigo Montellano. É gravada uma cassete, "Ephedra 87", com músicas como "Primitivo-Futurista", "Paraíso", "O Jogo" e "O Último a Rir".
A banda mantém-se em actividade.


Nota: A biografia integral do grupo Ephedra encontra-se na sua página oficial que sugerimos seja consultada:


Faixas/Tracklist:

01 – 8765
02 – Cromatona
03 – Tanana
04 – Anjos
05 – Zagreb Blues
06 – Minha Prima
07 – Solavanco
08 – Tiruri
09 – Pré-árabes
10 – Cidade

OBS.: Neste álbum todas as músicas de autoria de Ephedra, foram reescritas e arranjadas por Xico Zé, a partir de originais dos anos 70.

Agradecimento a todos os elementos do grupo Ephedra, especialmente aos nossos amigos Manuel Mota e a Jorge Pinheiro que nos ofereceram este CD e nos prestaram toda a colaboração e apoio.

Arlo Guthrie With Shenandoah ‎– Outlasting The Blues (LP 1979).

quarta-feira, 5 de novembro de 2014



Arlo Guthrie With Shenandoah ‎– Outlasting The Blues (LP Warner Bros. Records ‎– BSK 3336, 1979).

Outlasting The Blues é o décimo álbum de estúdio do cantor e compositor americano Arlo Guthrie, lançado em junho de 1979. Produzido por John Pilla e gravado entre janeiro e março de 1979 com a digressão da banda de Guthrie Shenandoah, o álbum é composto por músicas sobre a mortalidade, a espiritualidade, o amor e a passagem do tempo. 


Arlo Davy Guthrie nascido em 10 de julho de 1947 em Coney Island, New York, EUA, é um cantor e músico (guitarra, harmónica, piano), compositor e actor americano intérprete de música folk e blues, em actividade desde 1967 até ao presente, filho do também cantor e compositor folk, Woody Guthrie.
Tal como o seu pai, Arlo é conhecido por cantar músicas de protesto contra a injustiça social, canções claramente de cunho social. A obra mais conhecida e famosa de Guthrie é "Alice’s Restaurant”, um tema satírico de blues com cerca de 18 minutos de duração (que mais tarde deu origem a um filme com o mesmo nome).
A sua canção "Massachusetts" foi nomeada a canção popular oficial do estado em que ele viveu a maior parte da sua vida adulta.

Músicos Intervenientes:

Arlo Guthrie – voz, guitarra, saxofone e arranjos
Peter Adams – guitarra "steel"
Terry A La Berry – bateria, marimba, voz
Thomas Austin – violoncelo
Dave Brooks – violino
John Culpo – acordeão
David Darling – violoncelo
Mic Gillette – violino
David Grover – banjo, guitarra, arranjos e voz
Helen Huybrechts – viola
Carol Ide – guitarra, percussão, voz
Steve Ide – guitarra, trombone, voz
Gordon Johnson – baixo, violino lider
John Pilla – pratos, guitarra, voz
John Sauer – órgão, piano
Ann Saughnessy – violino
John Saver – teclados
Ron Sloan – harmónica
Dan Velika – baixo, guitarra, voz
Paul Yarbrough – viola


Faixas/Tracklist:

A1 Prologue 
A2 Which Side 
A3 Wedding Song 
A4 World Away From Me 
A5 Epilogue 
B1 Telephone 
B2 Sailing Down This Golden River 
B3 Carry Me Over 
B4 Underground 
B5 Drowning Man 
B6 Evangelina

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Roy Burton, a quem agradecemos.

Bill Kimber and The Couriers - Shakin' Up a Storm (LP 1964).

terça-feira, 4 de novembro de 2014



Bill Kimber and The Couriers - Shakin' Up a Storm (LP RENOWN, NLP 248, 1964, South Africa).

Bill Kimber and The Couriers foi uma banda de rock/beat de garagem sul africana. O grupo foi formado em 1960 e era constituído por, Bill Kimber (voz e guitarra ritmo), Richard "Dick" Laws (voz e guitarra), Peter Fairweather (voz, baixo), Alan Turner (bateria), Barry Ashby (vocalista, 1965).
O grupo era originário de Chelsea/Londres e foram para a África do Sul em 1964. Como outros grupos e artistas ingleses que se aventuravam pelas ex-colónias inglesas nesse período, eles também tentaram a sua sorte.
Começaram a gravar pela editora “Renown” e conseguiram atingir os tops dos Hit Parades sul africanos com canções que incluíram versões (covers) dos Swinging Blue Jeans, “'Hippy Hippy Shake” ou dos Beatles, “ I Want To Hold Your Hand”, tornando-os famosos na África do Sul. Ficaram muito conhecidos os seus dois álbuns gravados neste país, Shakin' Up A Storm (1964) e Swinging Fashion (1965).
Participaram no primeiro filme de rock feito na África do Sul, “Africa Shakes” onde apoiaram Sharon Tandy em várias canções.
O grupo desfez-se em meados da década de 60, tendo alguns dos seus membros prosseguido noutros projectos musicais. Bill Kimber regressou ao Reino Unido e em 1968 gravou o single “If You Stay”, escrito por Johnny Kongos.


Faixas/Tracklist:

Side 1: 
1. I Want To Hold Your Hand
2. Johnny B. Goode
3. Misery
4. Hold Me Tight
5. Talkin' Bout You
6. Twist And Shout

Side 2:
1. Farmer John
2. I'll Never Get Over You
3. That's What I Want
4. Alright
5. Road Runner
6. Money 
7. I Wanna Be Your Man

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo sul africano, John Lyle, a quem agradecemos.

Lana Cantrell ‎– And Then There Was Lana (LP 1966).

segunda-feira, 3 de novembro de 2014



Lana Cantrell ‎– And Then There Was Lana (LP RCA Victor ‎– LSP/LSP 3755, 1966).



Lana Eleanor Cantrell, mais conhecida apenas como Lana Cantrell, nascida em 07 de agosto de 1943, é uma cantora australiana-americana, tendo sido nomeada ao Grammy Awards de 1968, para o prémio “Best New Artist “. 
Cantrell gravou para a RCA Victor Records, lançando sete álbuns. O seu estilo preferido era a música pop “standard”, mas mais tarde ela acabou por o modificar nas suas actuações. 
Cantrell era uma convidada frequente em programas de televisão, incluindo The Ed Sullivan Show, The Tonight Show Starring Johnny Carson e The Mike Douglas Show. No entanto, ela nunca conseguiu colocar um êxito seu nos tops da Billboard. 
Em 1966, Cantrell ganhou o prémio Amber Nightingale, por ter cantado no festival em Sopot, na Polónia. 
Cantrell finalmente decidiu fazer uma transição da sua música na década de 80 devido a um declínio dos locais onde normalmente cantava o seu estilo preferido e também à redução da sua plateia.
Em 1986, Cantrell matriculou-se na faculdade de Marymount Manhattan, onde se formaria em História. Depois de receber o seu diploma, frequentou ainda a Faculdade de Direito de Fordham, tendo enveredado pela advocacia na empresa Ballon Stoll Bader and Nadler, em New York City. 
Em 2003, Cantrell foi nomeada membro da Order of Australia. A homenagem foi conferida pelo seu contributo e "serviço à indústria do entretenimento, e de assistência à comunidade australiana, em Nova York." 


Faixas/Tracklist:

A1 Isn't This A Lovely Day (To Be Caught In The Rain?) 
A2 I Will Wait For You 
A3 If You Go Away 
A4 Let Yourself Go 
A5 I'm All Smiles 
A6 Stay (Reste) 
B1 Nothing Can Stop Me Now 
B2 I've Got A Penny 
B3 Breakfast At Tiffany's 
B4 Since I Fell For You 
B5 A Man And A Woman (Un Homme Et Une Femme)

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Roy Burton, a quem agradecemos.

The Happenings - The Happenings (Bye-Bye, So Long, Farewell... See You In September) (LP 1966).

domingo, 2 de novembro de 2014



The Happenings - The Happenings (Bye-Bye, So Long, Farewell... See You In September) (LP B.T. Puppy Records ‎– BTP 1001, setembro de 1966).
Produção: The Tokens.

"See You in September" é uma canção escrita por Sid Wayne e Sherman Edwards. A canção foi gravada pela primeira vez pelo grupo vocal de Pittsburgh, The Tempos. Esta primeira versão alcançou a posição nº 23 no Verão de 1959. A versão mais popular de "See You in September" foi a versão de The Happenings, em 1966, quando atingiu a posição 3. 


The Happenings foi um grupo de música pop que se formou em 1965. Originalmente chamava-se " The Four Graduates ". A banda mudou o seu nome após terem assinado contrato com a gravadora B.T. Puppy Records .
Os membros do grupo original vieram de Paterson, New Jersey e eram, Bob Miranda, David Libert, Tom Giuliano e Ralph DiVito. Em 1968, DiVito foi substituído por Bernie LaPorta. Lenny Conforti também se juntou nesta altura como baterista da banda, para uma digressão. 
De entre os seus grandes sucessos salienta-se, "See You in September" (1966) que foi originalmente gravado pelo grupo The Tempos, em 1959, e uma versão (cover) da música de George Gershwin / Ira Gershwin, "I Got Rhythm" (1967), modernizado pelo grupo em estilo pop. "See You in September" e "I Got Rhythm" entraram nos tops da Billboard Hot 100 Singles por 14 semanas em 1966 e 13 semanas em 1967, respectivamente.
Em conjunto, as vendas destes discos ultrapassaram um milhão de cópias, resultando em discos de ouro em 1969. 
A banda manteve a sua actividade realizando shows principalmente em universidades, até 1970, quando Libert deixou a banda para iniciar outros empreendimentos na indústria da música. 
The Happenings ainda se mantêm em actividade e continuam a actuar com o vocalista Miranda como único membro original remanescente.

Formação original /Original Members: Bob Miranda, Ralph Di Vito, Dave Libert, Tom Giulano


Faixas/Tracklist:

A1 See You In September 2:31
A2 Tonight I Fell In Love 2:16
A3 Girl On A Swing 2:33
A4 If You Love Me, Really Love Me 2:40
A5 What To Do 2:43
A6 You're Coming On Strong, Babe 2:49
B1 Go Away Little Girl 2:20
B2 The Same Old Story 2:26
B3 Sealed With A Kiss 2:27
B4 You're In A Bad Way 2:40
B5 Girls On The Go 2:33
B6 Tea Time 2:48

Gravado em Stea-Phillips Sound Studios.
Arranjos por:  Herb Bernstein (faixas/tracks: A1 a A4, B1 a B3), The Tokens (faixas/tracks: A5, B4 a B6)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Roy Burton, a quem agradecemos.