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This Is Cinema - Session 13 (Rato Cinéfilo)
sábado, 30 de abril de 2011Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 17:44 0 comentários
Mário Bessa e Os Vikings (EP 1971)
Mário Bessa e Os Vikings (EP Rapsódia EPF 5.532, 1971).
Não conhecemos informação sobre este grupo.
EP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.
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Etiquetas: Mário Bessa e Os Vikings, Portugal
Os Demónios Negros - Os Demónios Negros (EP 1965)
Eram formados por Alberto Manso, vocalista e baterista, Tiago Camacho, viola baixo, Luís Jardim, viola ritmo, e Óscar Gonçalves, viola solo.
Luís Jardim (os Demónios Negros foi a sua primeira banda), músico madeirense, filho de um médico, mudou-se mais tarde para o Reino Unido onde teve oportunidade de conhecer e trabalhar com músicos importantes como por exemplo o ex-Beatle Paul McCartney, Cat Stevens e outros.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 17:14 0 comentários
Etiquetas: Os Demónios Negros, Portugal
Los Ovnis - Hippies (LP 1968)
sexta-feira, 29 de abril de 2011Surgen en 1961 como Los Teddy Bears, integrando a tal grupo los hermanos Héctor e Ismael Velázquez, Jorge del Razo, Jaime Pérez Ruiz y Armando Vázquez. Se conocen como Los Ovnis desde 1965 tras cambios en la agrupación inicial, y se integra al grupo, Jorge Gutierrez, buen guitarrista, proveniente de Los Blue Caps. Con él se inicia la época más importante del grupo Los Ovnis, y se consolida con el ingreso de Ernesto de León en 1966 (al salirse de Los Ovnis, participa con La Máquina del Sonido y posteriormente, con el grupo Three Souls in my Mind/El Tri, de Alex Lora). En 1967, vuelven a cambiar músicos, quedando: Armando Vázquez, director y cantante; Jaime Rogelio Pérez, armonía; Guillermo Soto, batería; Antonio García, bajo y Agustin Anaya, requinto. No obstante, no se debe menospreciar ni olvidar a otro de los antiguos integrantes, al gran baterista Armando Carmona Méndez y al bajista Mario Covarrubias, que aunque no permanecieron en el grupo por mucho tiempo, grabaron junto con los Ovnis, el LP "Los Ovnis" en el que fueron grabados varios de sus éxitos. Su ultimo LP, "Hippies", salió en 1968 y es uno de sus discos mas aclamados y buscados por los coleccionistas. Después de este LP, el grupo se desintegró. En el año 2010 Los Ovnis aún continúan tocando en salones y restaurantes-bar en México, D.F. manteniéndose Armando Vázquez con la misma vitalidad que hace más de 40 años.
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Springbok Hits - Sucessos Em Moçambique VOL. 25 (LP 1975)
Edição de Moçambique da Teal Discos, Lda/LM.
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Etiquetas: Moçambique, South Africa, Springbok Hits, Springbok Hits 25
Os Vips - Os Vips (LP 1966)
quinta-feira, 28 de abril de 2011Os Vips (com os Jordans) em 1966 lançaram um dos seus maiores sucesso, "A Volta", de Roberto Carlos e Erasmo Carlos.
Outro álbum gentilmente cedido por Miguel Nunes (do Brasil). Nossos melhores agradecimentos pela excelente colaboração.
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 15:20 1 comentários
Etiquetas: Brasil, Jovem Guarda, Os Vips
Springbok Hits Vol. 13 - Sucessos de Moçambique (LP 1974)
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 11:00 0 comentários
Etiquetas: Moçambique, South Africa, Springbok Hits, Springbok Hits 13
The Bubbles - Raw and Unreleased (LP 1966/71)
quarta-feira, 27 de abril de 2011O disco apresenta também algumas músicas inéditas, incluindo “covers” dos Beatles e dos Yardbirds, além de duas músicas da banda sonora do filme "Salário Mínimo", e que mostra a transição da banda do estilo garage-beat para um som mais hard-psych.
Como bónus, duas faixas retiradas do primeiro single gravado como A Bolha, em 1971.
Biografia:
The Bubbles (mais tarde A Bolha) é uma banda de rock brasileira constituída em 1965. Criada pelos irmãos César e Renato Ladeira, que no início tocavam apenas covers, em 1966 lançam seu primeiro disco The Bubbles, composto por duas versões de hits das bandas The Rolling Stones (Inglaterra) e Los Shakers (Uruguai). Em 1970, após acompanhar Gal Costa em apresentações em Portugal, passaram pelo Festival da Ilha de Wight, onde foram espectadores e decidiram reformular a banda, mudando seu nome para A Bolha.
Vários componentes de "A Bolha" tocaram com músicos famosos da MPB, como Gal Costa, Erasmo Carlos, Caetano Veloso e Raul Seixas. Além disso outros grupos surgiram a partir da desfragmentação, como A Cor do Som, Herva Doce, A Outra Banda da Terra (que acompanhou Caetano Veloso) e Hanói-Hanói, entre outros.
Em 2007 regressaram ao ativo.
A Bolha (1970): Renato Ladeira (teclados), Pedro Lima (guitarra), Arnaldo Brandão (baixo) e Gustavo Schroeter (bateria).
A Bolha (2005): Arnaldo Brandão (baixo), Pedro Lima (guitarra), Renato Ladeira (teclados) e Gustavo Schroeter (bateria).
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 15:18 4 comentários
Etiquetas: Brasil, Jovem Guarda, The Bubbles
King Dave and The Rebels - King Dave and The Rebels (LP 1963)
King Dave and The Rebels (com Dave Gordon) - (LP Kartaz LPC 5017, 1963).
Disco considerado raro.
Gravaram o LP, King Dave and The Rebels (com Dave Gordon), em 1963, pela Editora Kartaz.
O grupo ainda participou no filme Noite Vazia, de Walter Hugo Khoury (com Mario Benvenutti, outro irmão de Nenę), em 1964, e apresentou-se ao vivo em Buenos Aires em Janeiro de 1965. Neste ano Nenę e Nino saíram do grupo e formaram os Beatniks; foram substituídos por Luiz Carlos (contrabaixo) e Rubinho (bateria). O grupo passou a dedicar-se mais a shows e bailes (inclusive apresentando-se com frequência no Restaurante Tremendão, de Erasmo Carlos, em São Paulo), gravando apenas mais um LP antes de encerrar definitivamente as atividades em 1969.
Dave Gordon, nascido na ex-Guiana Inglesa, chegou ao Brasil em 1958, como solista do quarteto "The Four Lords", acompanhado pela "Steel Band Trinidad".
O grupo fez tanto sucesso que alcançou as grandes capitais como Rio de Janeiro e São Paulo, onde começava um dos mais importantes e criativos momentos da Música Popular Brasileira: "Eu vi como tudo aconteceu. Vi nascer a Bossa Nova e tive oportunidade de cantar com Tom Jobim, Dick Farney e muitos artistas brasileiros", conta Gordon.
Depois de partir para uma carreira solo, na década de 60, Dave Gordon teve o privilégio de cantar com Sarah Vaughan, Billy Eckstine, Ray Brown (um dos maiores contrabaixistas do jazz) e de gravar com o pianista Earl Fatha Hines, num disco ao vivo que incluía a canção "You’ll never know".
Em seguida, começaram as turnês pela América Latina, que o consagraram como o grande intérprete do Jazz e das baladas americanas. Cantou nas mais renomeadas casas noturnas do Brasil, dentre elas "Stardust", "Baiúca", "Gallery" e "150 Night Club", do Maksoud Plaza.
Dave Gordon é conhecido no Brasil e América Latina pela voz de veludo que interpreta canções de Frank Sinatra, Nat King Cole, Cole Porter, Ray Charles, Harry Bellafonte e muitos outros.
01 - Juanita
02 - Shame and Scandal in The Family
03 - Matilda
04 - We're Gonna Teach You to Rock
05 - King Creole
06 - Hard Headed Woman
07 - Barril de Chopp
08 - Train of Love
09 - China Surf
10 - Amapola
11 - Muchacha
12 – Flipper
Masterização dos temas (tratamento/melhoria do áudio), por Carlos Santos.
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 14:53 3 comentários
Etiquetas: Brasil, Dave Gordon, Jovem Guarda, King Dave and The Rebels
Os Vips - Os Vips (LP 1965)
Os Vips, foi uma dupla vocal brasileira formada por Ronaldo Luís Antonucci e Márcio Augusto Antonucci. Este LP é o primeiro título da colecção que se poderia classificar tipicamente como de “jovem guarda” ou “iê-iê-iê”. Os irmãos paulistas Ronald e Márcio Antonucci (futuro diretor musical da Globo) traziam à “música jovem” um quê de dupla "caipira", mas já sob o formato (sedimentado por Renato e Seus Blue Caps, na CBS) da paráfrase subtropical dos Beatles...
Discografia em: http://www.jovemguarda.com.br/discografia-vips.php
Álbum gentilmente cedido por Miguel Nunes (do Brasil). Agradecimento e abraços pela excelente colaboração.
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 13:31 2 comentários
Etiquetas: Brasil, Jovem Guarda, Os Vips
Luiz Piçarra - Saudade (LP)
O futuro tenor, frequentava na altura o 1º ano de Arquitectura da Escola de Belas Artes de Lisboa, mas já a sua atracção pelo canto começava a ser mais forte. Começou por ter aulas com o barítono D. Fernando de Almeida e, mais tarde com a cantora lírica Hermínia de Alagarim, estreando-se em público, num concerto na Academia dos Amadores de Música em que participaram alunos desta professora, onde cantou uma selecção de árias do “ Barbeiro de Sevilha”. A esse propósito Luís de Freitas Branco escreveu no “O Século”: “ Rossini teria encontrado no nosso compatriota a voz modelada e maleável com que sonhou quando escreveu a difícil partitura”. Embora tenha frequentado ainda durante mais dois anos as Belas Artes, Luís Piçarra acaba por se dedicar inteiramente como profissional à sua vocação.
Começa assim uma carreira que o levou às sete partidas do mundo, Brasil, Argentina, Egipto, Líbano, Grécia, Itália, Espanha, Suiça, França, Moçambique, África do Sul , Angola…dando centenas de concertos, passando pelo teatro ( ópera e, sobretudo, dezenas de operetas e revistas), pelo cinema (como entre outros o filme “Pão Nosso” de Armando de Miranda), em que interpretou pela primeira vez “ O meu Alentejo”.
Em Portugal foi actuando ao longo de toda a sua carreira pela maior parte das salas de espectáculo do país.
Gravou, por esse mundo fora várias centenas de discos, obras de vários géneros, como ,” Fiandeira”, “Granada”, “Amor é Lume”,( da ópera “Salúquia” ,de João Camilo) “Santa Maria dos Mares”, “Colorado”,” Pourquoi me reveiller”, “L´Amour est si près de la peine”, “Copacabana”, “Questa o quella”, “Avril au Portugal” ( versão francesa de “Coimbra “ de Raúl Ferrão), “Una furtiva lacrima”, “Aguarela do Brasil” e muitos mais, sem esquecer o “Ser Benfiquista” , claro…
Em Paris actua com Edit Piaff, em 1950 no show ”This is Europe”, transmitido pela ECA ,em cadeia para emissores de todo o mundo. Em Novembro de 1950 , fixa-se em Paris, onde interpreta o principal papel na opereta “Colorado” no teatro municipal “Gaitè Lyrique”, na altura o mais famoso teatro de opereta da capital Francesa. Curiosamente, foi editado em França em 2005, um CD intitulado “La Grande Époque de l`Opérette” no qual, uma das faixas reproduz “ Colorado”, a marcha de abertura da opereta do mesmo nome, cantada pelo cantor português. Nos períodos que está em Portugal, embora tenha a sua casa no Príncipe Real em Lisboa, passa largas temporadas com a família, em casa dos sogros, na Rua Manuel de Arriaga, 46, que pertencendo já à freguesia da Parede, fica na prática em Carcavelos. Aí vivem, com os avós maternos os seus dois filhos , quando os pais se ausentam para o estrangeiro, excepto durante o período em que a família viveu na casa de Paris. Nos finais da década de 50 , Luís Piçarra manda construir uma casa em Carcavelos , projecto seu, nos Lombos, R. Eduardo Maria Rodrigues, onde a família passa a residir. Em 1968, numa altura em que cumpria um contrato em Luanda faleceu Masita, que ficara dessa vez em Carcavelos, de doença súbita, apenas com 48 anos.
Depois de uma curta estadia , Luís “ refugia-se” em Luanda tentando esquecer. Aí desempenha o papel de director do Centro de Preparação de Artistas da Rádio e é professor de canto teatral na Academia de Música durante alguns anos. Casa pela segunda vez em 1972 com Maria Beatriz Navarro y Rosa. Em 1975 regressa a Portugal. Doente, acaba por perder a voz. Entretanto ainda publica um livro de memórias e escreve e compõe uma opereta , inspirada no “Mário” de Silva Gayo, que nunca chega a ser posta em cena.
Em 1985, recebe a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.
Faleceu em 1999, em Lisboa , de cancro. Seus filhos, netos e um bisneto, bem como os familiares mais chegados de sua mulher ainda residem Carcavelos.
Em 2004, foi dado o seu nome a uma das novas ruas da Quinta do Barão.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.
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Etiquetas: Luiz Piçarra, Portugal
Os Jatos Negros da Jovem Guarda (A lenda dos The Jet Black's)
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Etiquetas: Brasil, Jatos Negros, Jovem Guarda, The Jet Black's
Os Pholhas no Programa Eli Corrêa na Rede TV!
terça-feira, 26 de abril de 2011No dia 1º de maio, às 12h30, Eli Corrêa receberá em seu palco o grupo “Pholhas”. Sucesso nas rádios na década de 70, o LP Dead Faces com as músicas “My Mistake”, “Pop” e “My First Girl” rendeu a banda o 1º disco de ouro da carreira com 450 mil cópias vendidas.
Ainda no domingo, a partir do meio dia, o programa “Deus Médico dos Médicos” apresentado por Dom Fernando Figueiredo vai abordar um assunto que aflige muitos brasileiros, o Mal de Alzheimer. Para esclarecer dúvidas e falar sobre os tipos de tratamento, o Dr. Nelson Assis foi convidado para conversar com Dom Fernando sobre o tema.
Os programas são produzidos e patrocinados pela Ultrafarma e vão ao ar pela Rede TV!
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Etiquetas: Brasil, Jovem Guarda, Os Pholhas
Les Charlots - Anthologie Vol. 1 (1966-1967)
Selon les époques, la formation évolue avec trois, quatre ou cinq membres, dont deux seulement laisseront une trace : Luis Rego et Gérard Rinaldi. Au Golf Drouot, en 1965, ils se produisent, en amateurs, sous le nom des Tarés. Ils rencontrent Antoine, qui les engage comme accompagnateurs sous le nom des Problèmes. Ils ont pas mal bourlingué, ils savent jouer, c'est indiscutable. Le chanteur chevelu aux chemises fleuries leur fait confiance. Ce sont leurs premiers pas vers la gloire.
N'allez pas croire que le chanteur Antoine et ses accompagnateurs sont fâchés, au contraire (d'ailleurs, à l'occasion d'une escale, lorsque le navigateur décide de reprendre sa guitare comme c'est le cas en 1988 à l'Olympia, l'équipe se retrouve au grand complet). Les Charlots ont tout simplement été piégés par leur humour... Et nul ne saurait s'en plaindre. Ils reprennent alors à leur sauce le tube Hey Joe, transformé en Hey Max. Les succès s'enchaînent à partir de Paulette, la reine des paupiettes -sans doute le seul hit culinaire de toute la chanson française- , Merci patron qui colle si bien à l'esprit de mai 68, Derrière chez moi... Et puis Il était une fois dans le Sud, parodie de L'Homme à l'harmonica, musique du film Il était une fois dans l'Ouest. Car les Charlots sont un groupe visuel. Leur jeu de scène s'inspire librement de celui des Brutos, groupe peu connu dans lequel s'illustra Aldo Maccione avant qu'il ne se tourne vers le cinéma. Et justement, à leur tour, les Charlots ne vont pas tarder à faire un malheur au box-office.
Pour éviter de rapidement tourner en rond en parodiant systématiquement les tubes du moment, les Charlots enregistrent en 1968 un album de vieilles chansons françaises à peine remises au goût du jour. Contre toute attente, La Route de Pen'zac et Cache ton piano connaissent le succès ; il est vrai qu'à l'époque, la France s'enflamme pour Riquita par Georgette Plana, autre artiste de la maison de disques Vogue qui dépoussiérait des chansons du début du vingtième siècle.
Luis Rego se tourne vers le café-théâtre et la radio (Le Tribunal des flagrants délires, avec Claude Villers sur France Inter). A son départ, les Charlots ne sont plus que quatre et tournent, de 1970 à 1984, une dizaine de films à succès : Les Fous du stade (plus de cinq millions d'entrée en 1972), Le Grand Bazar, Les Bidasses en folie, Quatre Charlots mousquetaires, Les Bidasses s'en vont en guerre, Les Charlots en délire, Les Charlots contre Dracula, etc. puis à trois ils animent une série d'émissions télévisées.
Le groupe est composé de :
Gérard Rinaldi : le chanteur leader et joli coeur de service, beau brun à la voix de velours, ce sont généralement ses flirts contrariés qui fournissent l’argument moteur des films.
Jean Sarrus : le moustachu à l’accent parigot. Bassiste, pivot du groupe, c'est aussi sa mémoire au travers de son livre de souvenirs.
Gérard Filippelli dit Phil : Le grand blond lunaire, personnalité fantasque et bricoleur de talent mais aussi considéré comme le meilleur musicien du groupe, que ce soit à la guitare ou à l’accordéon.
Jean-Guy Fechner : le grand brun frisé, le batteur, le plus effacé du groupe. C’est le frère de Christian Fechner, leur premier manager.
Luis Rego : Second guitariste, le petit Portugais à l’air endormi, qui a fuit la dictature de Salazar et surtout un service militaire de deux ans dans les guerres coloniales d’Angola ou du Mozambique.
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Etiquetas: France, Les Charlots
Telly Savalas - Telly Savalas (LP 1973)
Serviu como soldado na 2ª Guerra Mundial e estreou-se como ator tardiamente em séries televisivas no final dos anos 50. Antes de ser escolhido como Kojak, era conhecido apenas por papéis de bandido, muitos deles rodados na Itália. Também foi indicado para o Oscar, em 1963, pela sua atuação coadjuvante em Birdman of Alcatraz.
Através do detetive Kojak, em 1973, que Telly Savalas tornou-se internacionalmente conhecido, além de ganhar um Emmy pela atuação na série. A fama fez com que chegasse a gravar dois discos de canções românticas. Com o fim da série, retirou-se da vida artística e passou a dedicar-se ao golfe, seu hobby favorito. Além de interpretar Kojak, também interpretou Ernst Stavro Blofeld no filme de James Bond On Her Majesty's Secret Service. Em 1979 teve papel relevante no filme "Dramático Reencontro no Poseidon", sequência de "O Destino de Poseidon".
Morreu em 1994 devido a complicações de um cancro na bexiga. Foi enterrado na ala George Washington do Forest Lawn Memorial Park, em Los Angeles. Na sua lápide, uma conhecida citação de Platão: "A hora da partida chegou, e seguimos os nossos caminhos: eu para morrer, e você para viver. O que é melhor só Deus sabe"
Recebido em MP3, ripado do vinil.
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 11:29 0 comentários
Etiquetas: Telly Savalas
João Maria Tudela - Grandes Sucessos
segunda-feira, 25 de abril de 2011João Maria Tudela - Grandes Sucessos
Trata-se de uma compilação pessoal e é, simultaneamente, a nossa humilde mas sincera forma de homenagear este grande Senhor da música portuguesa.
A biografia deste cantor já se encontra inserida e disponível neste blog.
Alguns dos temas foram ripados e masterizados do vinil, por Carlos Santos.
Agradecimento ao nosso amigo Magno/Malhanga pelo oportuno alerta!
C.S. e J.R.
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Etiquetas: João Maria Tudela, Moçambique, Portugal
Os Taras e Montenegro - Autocarro do Amor (EP 1968)
Os Taras e Montenegro - Autocarro do Amor (EP Orfeu ATEP 6314, 1968).
Faixas / Tracks: O Autocarro do Amor / When / Vous Permetez Monsieur / Longe de Ti.
EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.
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Etiquetas: Os Taras e Montenegro, Portugal, Taras e Montenegro
Joe Meek - Freak Beat (V/A)
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Marisol - Sus Canciones Para Niños
Foi descoberta pelo seu futuro produtor e marido Manuel J. Goyanes na exibição de Coros y Danzas de Malaga na TVE, em 1959. Estreou-se no cinema em 1960. A sua actividade artística era complementada com discos, recitais e shows de TV. Quando menina contracenou em filmes e canções com o cantor Joselito.
Casou com o seu produtor Carlos J. Goyanes em 1982, e de quem se divorciou em 1986.
O seu segundo casamento foi com Antonio Gades em Cuba, em 1969. Os padrinhos deste casamento, uma cerimónia íntima e discreta, foram Fidel Castro e a bailarina cubana Alícia Alonso. Teve 3 filhos deste casamento, divorciando-se em 1972. Mãe de Maria Esteve.
Mantém constante actividade artística até hoje.
Marisol (juntamente com Joselito, e anteriormente Pablito Calvo) , contribuiu para divulgar o cinema espanhol infanto-juvenil pelo mundo.
Prémios:
1960 - Prémio à melhor actriz infantil no Festival de Cinema de Veneza pelo filme "Un rayo de luz".
1972 - Prémio OTI, pela sua canção "Niña"
1978 - Prémio Melhor Actriz do Festival de Karlovy Vary pelo filme "Los días del pasado", de Mario Camus.
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Faleceu João Maria Tudela
domingo, 24 de abril de 2011Faleceu João Maria Tudela! Esse grande cantor, "entertainer" e apresentador, um marco histórico da música nacional. O nosso "Sinatra" desapareceu fisicamente mas ficará para sempre nos nossos corações.Esta a nossa humilde homenagem a este grande Senhor da música portuguesa.
Biografia:
João Maria Tudela (Lourenço Marques, Moçambique, 27 de Agosto de 1929 - Cascais, 22 de Abril de 2011) foi um cantor, músico e artista português
Filho de família brasonada e de haveres, João Maria Tudela nasce em Moçambique, em 1929. Até aos 13 anos estudou na África do Sul. Mais tarde, em Lourenço Marques, começa a actuar como solista no Liceu Salazar. Tocava piano, guitarra, viola e harmónica vocal. A sua vinda para Coimbra, como estudante, veio a acentuar a sua tendência artística.
Por imposição familiar volta a Moçambique, empregando-se primeiro na "Companhia de Seguros Império" e depois na "Shell", onde permanecerá durante uma década como responsável comercial. É por essa altura que desenvolve o seu talento como jogador de ténis, chegando a ser um dos melhores atletas de Moçambique naquela modalidade.
Mas Tudela tinha a música dentro de si. Nunca deixou de cantar, sobretudo o fado de Coimbra, e a sua fama tornou-se grande em todo o território moçambicano. Começa, também, a interessar-se pela música africana. Nos anos seguintes continuou a gravar e a actuar naquele país, iniciando uma parceria com a orquestra de Dan Hill, que o acompanhou nos principais êxitos da época. Em 1959 João Maria Tudela cria então o seu primeiro e maior êxito de sempre, Kanimambo, que fez grande carreira em Portugal continental, nos Estados Unidos e na América do Sul.
Defendendo sempre o seu estatuto de amador, é convidado para uma digressão ao Brasil. No regresso passa por Portugal, onde a pressão para que "o maior cartaz turístico de Moçambique" aqui se instale é tal que, poucos meses depois, retorna para ficar, definitivamente como profissional. No início da década de sessenta, João Maria Tudela entra no meio artístico português pela porta grande. O seu estilo elegante conquistou-lhe uma legião de adeptos, e uma carreira coroada por inúmeros prémios, entre os quais o Prémio da Crítica O Melhor da TV, em 1962. Em 1968, após ter sido proibido de voltar à RTP na sequência da interpretação de Cama 4, Sala 5 de José Carlos Ary dos Santos e Nuno Nazareth Fernandes, Tudela resolve terminar a sua carreira. Os seus últimos anos de intervenção artística são marcados por uma crescente exigência quanto aos temas, (letras e composições), e por uma aproximação aos autores mais críticos do regime.
Participou no Festival RTP da Canção 1966 e de 1968.
Faleceu no dia 22 de Abril de 2011, vítima de um Acidente Vascular Cerebral
Principais êxitos, entre outros, Kanimambo, Hambanine, O Meu Chapéu, Diz que Gostas de Mim, Menina das Tranças, No País do Sol, Soldado Português, Moçambique, Liberdade.
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 20:16 7 comentários
Etiquetas: João Maria Tudela, João Tudella, Moçambique, Portugal