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This Is Cinema - Session 13 (Rato Cinéfilo)

sábado, 30 de abril de 2011

Mais uma excelente compilação que recebi do meu amigo Jota/Rato (Rato Cinéfilo), com temas de bandas sonoras de vários filmes. Esta já é a sessão 13!
Como sempre um trabalho de qualidade. Poderão visitar e consultar este Blog em: 
 
 
onde poderão encontrar este e os restantes volumes desta série. 

C.S.

Mário Bessa e Os Vikings (EP 1971)



Link retirado a pedido da Editora.

Mário Bessa e Os Vikings (EP Rapsódia EPF 5.532, 1971).

Não conhecemos informação sobre este grupo.

EP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.

Os Demónios Negros - Os Demónios Negros (EP 1965)




Os Demónios Negros - Os Demónios Negros (1º EP Alvorada 60690, 1965).

Faixas/Tracks:

A1 - Bailinho da Madeira
A2 - Shakin Ol Over
B1 - Coimbra
B2 - Boys

Os madeirenses Demónios Negros, eram todos estudantes e participaram no Concurso YéYé, vencendo a 2ª eliminatória deste Concurso, em 04 de Setembro de 1965, no Teatro Monumental, em Lisboa. Obtiveram 35 pontos.
Eram formados por Alberto Manso, vocalista e baterista, Tiago Camacho, viola baixo, Luís Jardim, viola ritmo, e Óscar Gonçalves, viola solo.
Luís Jardim (os Demónios Negros foi a sua primeira banda), músico madeirense, filho de um médico, mudou-se mais tarde para o Reino Unido onde teve oportunidade de conhecer e trabalhar com músicos importantes como por exemplo o ex-Beatle Paul McCartney, Cat Stevens e outros.
Gravaram dois EPs, respectivamente em 1965 e 1966.

EP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.

Los Ovnis - Hippies (LP 1968)

sexta-feira, 29 de abril de 2011


AQUI:

Los Ovnis - Hippies (LP Peerless - ECO-703, 1968).

Los Ovnis es un grupo mexicano de rock surgido en 1961 con el nombre de Los Teddy Bears. En 1964 cambian su nombre a Los Ovnis, cambiando también algunos integrantes. Realizan excelentes covers al español de grandes temas, adaptando las letras con singular cuidado. Durante los años 60 se presentan en varias ocasiones en televisión y son contratados en cafeterías juveniles de la época.
Surgen en 1961 como Los Teddy Bears, integrando a tal grupo los hermanos Héctor e Ismael Velázquez, Jorge del Razo, Jaime Pérez Ruiz y Armando Vázquez. Se conocen como Los Ovnis desde 1965 tras cambios en la agrupación inicial, y se integra al grupo, Jorge Gutierrez, buen guitarrista, proveniente de Los Blue Caps. Con él se inicia la época más importante del grupo Los Ovnis, y se consolida con el ingreso de Ernesto de León en 1966 (al salirse de Los Ovnis, participa con La Máquina del Sonido y posteriormente, con el grupo Three Souls in my Mind/El Tri, de Alex Lora). En 1967, vuelven a cambiar músicos, quedando: Armando Vázquez, director y cantante; Jaime Rogelio Pérez, armonía; Guillermo Soto, batería; Antonio García, bajo y Agustin Anaya, requinto. No obstante, no se debe menospreciar ni olvidar a otro de los antiguos integrantes, al gran baterista Armando Carmona Méndez y al bajista Mario Covarrubias, que aunque no permanecieron en el grupo por mucho tiempo, grabaron junto con los Ovnis, el LP "Los Ovnis" en el que fueron grabados varios de sus éxitos. Su ultimo LP, "Hippies", salió en 1968 y es uno de sus discos mas aclamados y buscados por los coleccionistas. Después de este LP, el grupo se desintegró. En el año 2010 Los Ovnis aún continúan tocando en salones y restaurantes-bar en México, D.F. manteniéndose Armando Vázquez con la misma vitalidad que hace más de 40 años.

Fonte: In Wikipedia

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Springbok Hits - Sucessos Em Moçambique VOL. 25 (LP 1975)




Springbok Hits - Sucessos Em Moçambique Vol. 25 (LP MvN 3489, 1975).
Edição de Moçambique da Teal Discos, Lda/LM.

Trata-se de uma compilação de "covers" de êxitos internacionais, interpretados por grupos e artistas sul africanos.

LP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.

Os Vips - Os Vips (LP 1966)

quinta-feira, 28 de abril de 2011




Os Vips - Os Vips (LP Continental PPL - 12.285 - Julho 1966)

Os Vips (com os Jordans) em 1966 lançaram um dos seus maiores sucesso, "A Volta", de Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

Outro álbum gentilmente cedido por Miguel Nunes (do Brasil). Nossos melhores agradecimentos pela excelente colaboração.

Springbok Hits Vol. 13 - Sucessos de Moçambique (LP 1974)




Springbok Hits Vol. 13 - Sucessos de Moçambique (LP Teal/MVN 3468, 1974).
Edição de Moçambique da Teal Discos.

Trata-se de uma compilação de "covers" de famosos êxitos internacionais, interpretados por grupos/artistas sul africanos.

LP disponibilizado por Carlos Santos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.

The Bubbles - Raw and Unreleased (LP 1966/71)

quarta-feira, 27 de abril de 2011


AQUI:

The Bubbles - Raw and Unreleased (LP 1966/71).

O LP "Raw And Unreleased" da banda The Bubbles, contém faixas raras, gravadas por este grupo carioca que, tempos depois da sua formação, mudou o seu nome para A Bolha e que se tornou numa das mais importantes bandas do rock brasileiro dos anos 70 que, depois de alguns anos de separação, voltou ao activo em 2007.
Este álbum contém músicas lançadas em singles, em 1966, como o soberbo “cover” the Break It all, gravado originalmente pela banda uruguaia Los Shakers.
O disco apresenta também algumas músicas inéditas, incluindo “covers” dos Beatles e dos Yardbirds, além de duas músicas da banda sonora do filme "Salário Mínimo", e que mostra a transição da banda do estilo garage-beat para um som mais hard-psych.
Como bónus, duas faixas retiradas do primeiro single gravado como A Bolha, em 1971.

Biografia:
The Bubbles (mais tarde A Bolha) é uma banda de rock brasileira constituída em 1965. Criada pelos irmãos César e Renato Ladeira, que no início tocavam apenas covers, em 1966 lançam seu primeiro disco The Bubbles, composto por duas versões de hits das bandas The Rolling Stones (Inglaterra) e Los Shakers (Uruguai). Em 1970, após acompanhar Gal Costa em apresentações em Portugal, passaram pelo Festival da Ilha de Wight, onde foram espectadores e decidiram reformular a banda, mudando seu nome para A Bolha.
Vários componentes de "A Bolha" tocaram com músicos famosos da MPB, como Gal Costa, Erasmo Carlos, Caetano Veloso e Raul Seixas. Além disso outros grupos surgiram a partir da desfragmentação, como A Cor do Som, Herva Doce, A Outra Banda da Terra (que acompanhou Caetano Veloso) e Hanói-Hanói, entre outros.
Em 2007 regressaram ao ativo.

Formações:
The Bubbles (1966): César e Renato Ladeira (guitarra e teclados), Lincoln Bittencourt (baixo) e Ricardo (bateria).
A Bolha (1970): Renato Ladeira (teclados), Pedro Lima (guitarra), Arnaldo Brandão (baixo) e Gustavo Schroeter (bateria).
A Bolha (2005): Arnaldo Brandão (baixo), Pedro Lima (guitarra), Renato Ladeira (teclados) e Gustavo Schroeter (bateria).

Fonte: Por Francisco Henrique Ribeiro e Wikipedia


LP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

King Dave and The Rebels - King Dave and The Rebels (LP 1963)



AQUI:

King Dave and The Rebels (com Dave Gordon) - (LP Kartaz LPC 5017, 1963).
Disco considerado raro.

The Rebels, foi um dos primeiros e mais importantes grupos brasileiros. Formado em São Paulo, SP, em 1959 por Zezinho (vocais), Romeu Benvenutti (guitarra-solo), seu irmão Lídio "Nenę" (bateria), José Carlos Camargo (+c. 2005) (contrabaixo), Gaspar (piano) e Zezinho (guitarra-base); Zezinho era o mesmo José Gagilardi Jr. que nos anos 1960 se tornaria muito mais famoso com o nome Prini Lorez. Segundo Nene, o nome do grupo não se inspirou nos Rebels, grupo de apoio do guitarrista norte-americano Duane Eddy. O grupo apresentou-se em programas de TV como os de Celly Campello (Crush Em Hi-Fi), Ademar Dutra, Jair de Taumaturgo (Os Brotos Comandam) e Abelardo "Chacrinha" Barbosa e fez a abertura de shows brasileiros de artistas internacionais de pop-rock comercial como Johnny Restivo e Frankie Lymon. Em 1961 o grupo interrompeu as atividades, voltando no ano seguinte: Nenę se transferiu para o contrabaixo, o baterista passou a ser Nino e Zezinho deu lugar a Constantino. Com esta formação o grupo gravou três LPs, cada um para uma gravadora: Rua Augusta, Zero Hora (VS), The Rebels (Caritas, notável por uma versão humorística feita por Camargo, principal compositor do grupo, de "I Want To Hold Your Hand" dos Beatles, "O Bode E A Cabra") e Twist, Hully Gully, Surfin' (Imperial, selo da Odeon - por sinal, este LP foi o primeiro disco produzido por Tony Campello); este último LP inclui Rodolfo Pavali (guitarra) e participações de Gato (órgao) e Nestico (saxofone).
Gravaram o LP, King Dave and The Rebels (com Dave Gordon), em 1963, pela Editora Kartaz.
O grupo ainda participou no filme Noite Vazia, de Walter Hugo Khoury (com Mario Benvenutti, outro irmão de Nenę), em 1964, e apresentou-se ao vivo em Buenos Aires em Janeiro de 1965. Neste ano Nenę e Nino saíram do grupo e formaram os Beatniks; foram substituídos por Luiz Carlos (contrabaixo) e Rubinho (bateria). O grupo passou a dedicar-se mais a shows e bailes (inclusive apresentando-se com frequência no Restaurante Tremendão, de Erasmo Carlos, em São Paulo), gravando apenas mais um LP antes de encerrar definitivamente as atividades em 1969.

Fonte: Arquivo do Rock Brasileiro

Dave Gordon, nascido na ex-Guiana Inglesa, chegou ao Brasil em 1958, como solista do quarteto "The Four Lords", acompanhado pela "Steel Band Trinidad".
O grupo fez tanto sucesso que alcançou as grandes capitais como Rio de Janeiro e São Paulo, onde começava um dos mais importantes e criativos momentos da Música Popular Brasileira: "Eu vi como tudo aconteceu. Vi nascer a Bossa Nova e tive oportunidade de cantar com Tom Jobim, Dick Farney e muitos artistas brasileiros", conta Gordon.
Depois de partir para uma carreira solo, na década de 60, Dave Gordon teve o privilégio de cantar com Sarah Vaughan, Billy Eckstine, Ray Brown (um dos maiores contrabaixistas do jazz) e de gravar com o pianista Earl Fatha Hines, num disco ao vivo que incluía a canção "You’ll never know".
Em seguida, começaram as turnês pela América Latina, que o consagraram como o grande intérprete do Jazz e das baladas americanas. Cantou nas mais renomeadas casas noturnas do Brasil, dentre elas "Stardust", "Baiúca", "Gallery" e "150 Night Club", do Maksoud Plaza.
Dave Gordon é conhecido no Brasil e América Latina pela voz de veludo que interpreta canções de Frank Sinatra, Nat King Cole, Cole Porter, Ray Charles, Harry Bellafonte e muitos outros.

Faixas/Track List:

01 - Juanita
02 - Shame and Scandal in The Family
03 - Matilda
04 - We're Gonna Teach You to Rock
05 - King Creole
06 - Hard Headed Woman
07 - Barril de Chopp
08 - Train of Love
09 - China Surf
10 - Amapola
11 - Muchacha
12 – Flipper

Agradecimento ao blog "60anosdourados.blogspot.com", por este fabuloso disco.
Masterização dos temas (tratamento/melhoria do áudio), por Carlos Santos.

Os Vips - Os Vips (LP 1965)





Os Vips - Os Vips (originalmente lançado em LP Continental PPL-12.244, 1965).

Os Vips, foi uma dupla vocal brasileira formada por Ronaldo Luís Antonucci e Márcio Augusto Antonucci.  Este LP é o primeiro título da colecção que se poderia classificar tipicamente como de “jovem guarda” ou “iê-iê-iê”. Os irmãos paulistas Ronald e Márcio Antonucci (futuro diretor musical da Globo) traziam à “música jovem” um quê de dupla "caipira", mas já sob o formato (sedimentado por Renato e Seus Blue Caps, na CBS) da paráfrase subtropical dos Beatles... 
Mais informação sobre Os Vips em Dicionário Cravo Albin, da Música Popular Brasileira.


Fonte: Texto parcialmente retirado do blog Ruído (de Pedro Alexandre Sanches).

Discografia em: http://www.jovemguarda.com.br/discografia-vips.php

Luiz Piçarra - Saudade (LP)





AQUI:

Luiz Piçarra - Saudade (LP VC 1654201 - Reedição de 1983).

Luís Piçarra - Biografia pelo seu filho:

Nascido em Moura, Alentejo na véspera de São João, em 23 de Junho de1917, a relação de Luís Piçarra com Carcavelos, começa quando seu pai, Luíz da Costa de Aguilar Piçarra, de uma família de grandes proprietários alentejanos, compra em 1934, as Quintas das Palmeiras e das Forras, a Maria da Conceição de Pinho, viúva de Emídio Augusto Pimentel de Figueiredo. É então que Luís conhece Maria da Conceição Ramil de Figueiredo- Masita- , neta dos antigos proprietários, com quem viria a casar em 1941.

O futuro tenor, frequentava na altura o 1º ano de Arquitectura da Escola de Belas Artes de Lisboa, mas já a sua atracção pelo canto começava a ser mais forte. Começou por ter aulas com o barítono D. Fernando de Almeida e, mais tarde com a cantora lírica Hermínia de Alagarim, estreando-se em público, num concerto na Academia dos Amadores de Música em que participaram alunos desta professora, onde cantou uma selecção de árias do “ Barbeiro de Sevilha”. A esse propósito Luís de Freitas Branco escreveu no “O Século”: “ Rossini teria encontrado no nosso compatriota a voz modelada e maleável com que sonhou quando escreveu a difícil partitura”. Embora tenha frequentado ainda durante mais dois anos as Belas Artes, Luís Piçarra acaba por se dedicar inteiramente como profissional à sua vocação.

Começa assim uma carreira que o levou às sete partidas do mundo, Brasil, Argentina, Egipto, Líbano, Grécia, Itália, Espanha, Suiça, França, Moçambique, África do Sul , Angola…dando centenas de concertos, passando pelo teatro ( ópera e, sobretudo, dezenas de operetas e revistas), pelo cinema (como entre outros o filme “Pão Nosso” de Armando de Miranda), em que interpretou pela primeira vez “ O meu Alentejo”.

Em Portugal foi actuando ao longo de toda a sua carreira pela maior parte das salas de espectáculo do país.

Gravou, por esse mundo fora várias centenas de discos, obras de vários géneros, como ,” Fiandeira”, “Granada”, “Amor é Lume”,( da ópera “Salúquia” ,de João Camilo) “Santa Maria dos Mares”, “Colorado”,” Pourquoi me reveiller”, “L´Amour est si près de la peine”, “Copacabana”, “Questa o quella”, “Avril au Portugal” ( versão francesa de “Coimbra “ de Raúl Ferrão), “Una furtiva lacrima”, “Aguarela do Brasil” e muitos mais, sem esquecer o “Ser Benfiquista” , claro…

Em Paris actua com Edit Piaff, em 1950 no show ”This is Europe”, transmitido pela ECA ,em cadeia para emissores de todo o mundo. Em Novembro de 1950 , fixa-se em Paris, onde interpreta o principal papel na opereta “Colorado” no teatro municipal “Gaitè Lyrique”, na altura o mais famoso teatro de opereta da capital Francesa. Curiosamente, foi editado em França em 2005, um CD intitulado “La Grande Époque de l`Opérette” no qual, uma das faixas reproduz “ Colorado”, a marcha de abertura da opereta do mesmo nome, cantada pelo cantor português. Nos períodos que está em Portugal, embora tenha a sua casa no Príncipe Real em Lisboa, passa largas temporadas com a família, em casa dos sogros, na Rua Manuel de Arriaga, 46, que pertencendo já à freguesia da Parede, fica na prática em Carcavelos. Aí vivem, com os avós maternos os seus dois filhos , quando os pais se ausentam para o estrangeiro, excepto durante o período em que a família viveu na casa de Paris. Nos finais da década de 50 , Luís Piçarra manda construir uma casa em Carcavelos , projecto seu, nos Lombos, R. Eduardo Maria Rodrigues, onde a família passa a residir. Em 1968, numa altura em que cumpria um contrato em Luanda faleceu Masita, que ficara dessa vez em Carcavelos, de doença súbita, apenas com 48 anos.

Depois de uma curta estadia , Luís “ refugia-se” em Luanda tentando esquecer. Aí desempenha o papel de director do Centro de Preparação de Artistas da Rádio e é professor de canto teatral na Academia de Música durante alguns anos. Casa pela segunda vez em 1972 com Maria Beatriz Navarro y Rosa. Em 1975 regressa a Portugal. Doente, acaba por perder a voz. Entretanto ainda publica um livro de memórias e escreve e compõe uma opereta , inspirada no “Mário” de Silva Gayo, que nunca chega a ser posta em cena.

Em 1985, recebe a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.
Faleceu em 1999, em Lisboa , de cancro. Seus filhos, netos e um bisneto, bem como os familiares mais chegados de sua mulher ainda residem Carcavelos.

Em 2004, foi dado o seu nome a uma das novas ruas da Quinta do Barão.

Fonte: Luís Piçarra (filho), in http://www.lastfm.com.br

Curiosidade:
Poucos saberão, mas Luís Piçarra foi o criador da famosa "Granada", que lhe foi oferecida pelo compositor Agustin Lara. O tenor cometeu o seu primeiro erro: não salvaguardou os direitos da canção e a máquina de Hollywood lançou-a na voz de Mario Lanza. Assim passou a ser conhecida como "a Granada do Lanza".
Fonte: Revista Nova Gente
Mais informações: Livro de Alberto Franco, "Luís Piçarra - A voz imensa"

Gravações actuais: Luis Piçarra e Domingos Marques (O Melhor dos Melhores - Movieplay 1994), Piçarra Luis / Julia Barroso - EMI, "Ser Benfiquista" - Luiz Piçarra. 
Em1996 foi também lançada uma compilação na série “Caravela”.

LP gentilmente cedido por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.

Os Jatos Negros da Jovem Guarda (A lenda dos The Jet Black's)


 The Jet Black's (Brasil - Jovem Guarda)

Do blog http://jatosnegros.blogspot.com/2010_05_01_archive.html, retirámos esta informação por a acharmos bastante importante. Parece ser um livro muito interessante e que estamos curiosos por o adquirir.

"Os dados deste blog foram compilados do livro “Os Jatos Negros da Jovem Guarda (A lenda dos The Jet Black’s)”.
Este livro contém histórias e dados técnicos compilados durante anos de pesquisas e com base na grande coletânea musical e de documentos, que o autor possui.
Este livro, em suas mais de duzentas paginas, retrata bem o grupo e sua interação com os outros membros do movimento da Jovem Guarda.
Trás dados de cada um dos seus componentes, desde a sua formação até a morte do Jurandi em 2004.
Tive o prazer de fazer a primeira correção ortográfica do livro (a segunda foi feita pelo Sr. Márcio Herdade, que também fez a correção histórica do livro).
Este blog, apenas contempla as gravações dos The Jet Black’s, com base na coleção do Edu Reis, que ao meu ver é a mais completa existente."
Célia Talavera

Agradecimento a Franarts e ao blog (jatosnegros.blogspot.com) pela informação.

 

Os Pholhas no Programa Eli Corrêa na Rede TV!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Os Pholhas no Programa Eli Corrêa na Rede TV!

Com mais de 40 anos de carreira, o grupo relembra os sucessos que foram destaque nos anos 70


No dia 1º de maio, às 12h30, Eli Corrêa receberá em seu palco o grupo “Pholhas”. Sucesso nas rádios na década de 70, o LP Dead Faces com as músicas “My Mistake”, “Pop” e “My First Girl” rendeu a banda o 1º disco de ouro da carreira com 450 mil cópias vendidas.

Ainda no domingo, a partir do meio dia, o programa “Deus Médico dos Médicos” apresentado por Dom Fernando Figueiredo vai abordar um assunto que aflige muitos brasileiros, o Mal de Alzheimer. Para esclarecer dúvidas e falar sobre os tipos de tratamento, o Dr. Nelson Assis foi convidado para conversar com Dom Fernando sobre o tema.

Os programas são produzidos e patrocinados pela Ultrafarma e vão ao ar pela Rede TV!

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Les Charlots - Anthologie Vol. 1 (1966-1967)


 
AQUI:

Les Charlots - Anthologie Vol. 1 (1966/1967).

Luis Rego, Gérard Rinaldi et leurs camarades commencèrent leur carrière en 1965 au sein de groupes de rock mais connurent la notoriété en pratiquant la parodie à outrance.

Selon les époques, la formation évolue avec trois, quatre ou cinq membres, dont deux seulement laisseront une trace : Luis Rego et Gérard Rinaldi. Au Golf Drouot, en 1965, ils se produisent, en amateurs, sous le nom des Tarés. Ils rencontrent Antoine, qui les engage comme accompagnateurs sous le nom des Problèmes. Ils ont pas mal bourlingué, ils savent jouer, c'est indiscutable. Le chanteur chevelu aux chemises fleuries leur fait confiance. Ce sont leurs premiers pas vers la gloire.

N'allez pas croire que le chanteur Antoine et ses accompagnateurs sont fâchés, au contraire (d'ailleurs, à l'occasion d'une escale, lorsque le navigateur décide de reprendre sa guitare comme c'est le cas en 1988 à l'Olympia, l'équipe se retrouve au grand complet). Les Charlots ont tout simplement été piégés par leur humour... Et nul ne saurait s'en plaindre. Ils reprennent alors à leur sauce le tube Hey Joe, transformé en Hey Max. Les succès s'enchaînent à partir de Paulette, la reine des paupiettes -sans doute le seul hit culinaire de toute la chanson française- , Merci patron qui colle si bien à l'esprit de mai 68, Derrière chez moi... Et puis Il était une fois dans le Sud, parodie de L'Homme à l'harmonica, musique du film Il était une fois dans l'Ouest. Car les Charlots sont un groupe visuel. Leur jeu de scène s'inspire librement de celui des Brutos, groupe peu connu dans lequel s'illustra Aldo Maccione avant qu'il ne se tourne vers le cinéma. Et justement, à leur tour, les Charlots ne vont pas tarder à faire un malheur au box-office.


La parodie à outrance commence à leur peser:
Pour éviter de rapidement tourner en rond en parodiant systématiquement les tubes du moment, les Charlots enregistrent en 1968 un album de vieilles chansons françaises à peine remises au goût du jour. Contre toute attente, La Route de Pen'zac et Cache ton piano connaissent le succès ; il est vrai qu'à l'époque, la France s'enflamme pour Riquita par Georgette Plana, autre artiste de la maison de disques Vogue qui dépoussiérait des chansons du début du vingtième siècle.

Luis Rego se tourne vers le café-théâtre et la radio (Le Tribunal des flagrants délires, avec Claude Villers sur France Inter). A son départ, les Charlots ne sont plus que quatre et tournent, de 1970 à 1984, une dizaine de films à succès : Les Fous du stade (plus de cinq millions d'entrée en 1972), Le Grand Bazar, Les Bidasses en folie, Quatre Charlots mousquetaires, Les Bidasses s'en vont en guerre, Les Charlots en délire, Les Charlots contre Dracula, etc. puis à trois ils animent une série d'émissions télévisées.

Le groupe est composé de :
Gérard Rinaldi : le chanteur leader et joli coeur de service, beau brun à la voix de velours, ce sont généralement ses flirts contrariés qui fournissent l’argument moteur des films.
Jean Sarrus : le moustachu à l’accent parigot. Bassiste, pivot du groupe, c'est aussi sa mémoire au travers de son livre de souvenirs.
Gérard Filippelli dit Phil : Le grand blond lunaire, personnalité fantasque et bricoleur de talent mais aussi considéré comme le meilleur musicien du groupe, que ce soit à la guitare ou à l’accordéon.
Jean-Guy Fechner : le grand brun frisé, le batteur, le plus effacé du groupe. C’est le frère de Christian Fechner, leur premier manager.
Luis Rego : Second guitariste, le petit Portugais à l’air endormi, qui a fuit la dictature de Salazar et surtout un service militaire de deux ans dans les guerres coloniales d’Angola ou du Mozambique.

Fonte: In Suite 101.Fr

Faixas/Tracklist:

01 - Je dis n’importe quoi, je fais tout ce qu’on me dit (chauffe Marcel…)
02 - Quand je pense à toi
03 - Psychose (toujours)
04 - Pas de problèmes
05 - Elle a gagné le yoyo en bois du Japon,avec la ficelle du même métal
06 - Charlots pub’s
07 - Der Noël von Scharlots
08 - Elle avait du poil au ventre
09 - Les plais-bois
10 - Les cha-cha typiques
11 - Cet été, c’était toi
12 - L’amour avec toe
13 - Hey Max. Mange ta soupe, Herman
14 - Gros bébé
15 - Albert
16 - Marcel is back
17 - Sous les drapeaux
18 - Relax

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Telly Savalas - Telly Savalas (LP 1973)


AQUI:

Telly Savalas - Telly Savalas (LP AFE, AFSD-6271 - 1973)

Telly Savalas (Aristotles Savalas, Garden City, Long Island, Nova Iorque, 21 de Janeiro de 1924 — Universal City, Califórnia, 22 de Janeiro de 1994) foi um ator de televisão e cinema dos Estados Unidos filho de imigrantes gregos.

Serviu como soldado na 2ª Guerra Mundial e estreou-se como ator tardiamente em séries televisivas no final dos anos 50. Antes de ser escolhido como Kojak, era conhecido apenas por papéis de bandido, muitos deles rodados na Itália. Também foi indicado para o Oscar, em 1963, pela sua atuação coadjuvante em Birdman of Alcatraz.

Através do detetive Kojak, em 1973, que Telly Savalas tornou-se internacionalmente conhecido, além de ganhar um Emmy pela atuação na série. A fama fez com que chegasse a gravar dois discos de canções românticas. Com o fim da série, retirou-se da vida artística e passou a dedicar-se ao golfe, seu hobby favorito. Além de interpretar Kojak, também interpretou Ernst Stavro Blofeld no filme de James Bond On Her Majesty's Secret Service. Em 1979 teve papel relevante no filme "Dramático Reencontro no Poseidon", sequência de "O Destino de Poseidon".

Morreu em 1994 devido a complicações de um cancro na bexiga. Foi enterrado na ala George Washington do Forest Lawn Memorial Park, em Los Angeles. Na sua lápide, uma conhecida citação de Platão: "A hora da partida chegou, e seguimos os nossos caminhos: eu para morrer, e você para viver. O que é melhor só Deus sabe"

In Wikipedia 
Algumas notas do nosso amigo Cassio:  
Trata-se de um LP meio raro de 1973 e gravado por ninguém menos que Telly Savalas (vocês se lembram do velho e bom Kojak da TV?). Ele cantava também? Perguntarão vocês. Eu deixo o julgamento para vocês mesmos depois de baixarem e escutarem o disco. Ele, às vezes, mais recitava que cantava mas tinha, assim mesmo, uma boa voz e boa afinação. O repertório também é bom, com boas baladas.
A bela e nostálgica "Try to Remember" é de 1960, e originada daquela pequena pérola musical da Off-off Broadway, "The Fantasticks", fruto do talento de Tom Jones & Harvey Schmidt. Ou então a não menos bela, de 1964, "Yesterday When I Was Young" (de Charles Aznavour & Herbert Kretzmer) ou "Didn't We" (1969) do então jovem compositor Jimmy Webb.


Este LP foi gentilmente enviado por Cassio Queirós (do Brasil), a quem agradecemos a colaboração.  
Recebido em MP3, ripado do vinil. 
Masterização (melhoria do som) por Carlos Santos.

João Maria Tudela - Grandes Sucessos

segunda-feira, 25 de abril de 2011
 


AQUI:

João Maria Tudela - Grandes Sucessos

Trata-se de uma compilação pessoal e é, simultaneamente, a nossa humilde mas sincera forma de homenagear este grande Senhor da música portuguesa. 

A biografia deste cantor já se encontra inserida e disponível neste blog.


Alguns dos temas foram ripados e masterizados do vinil, por Carlos Santos.
As capas foram trabalhadas por João Romão.
Agradecimento ao nosso amigo Magno/Malhanga pelo oportuno alerta!

C.S. e J.R.

Os Taras e Montenegro - Autocarro do Amor (EP 1968)



AQUI:

Os Taras e Montenegro - Autocarro do Amor (EP Orfeu ATEP 6314, 1968).

Faixas / Tracks:  O Autocarro do Amor / When / Vous Permetez Monsieur / Longe de Ti.

Os Taras e Montenegro foram um daqueles grupos em que se utiliza bem a expressão inglesa "one-hit wonder". Um tema que ficou para a história da música ligeira portuguesa, quiçá o primeiro registo pimba do nosso nacional cançonetismo. Quem diria que, mais de 40 anos depois de ser gravada, "O Autocarro do Amor" continua a ser uma música contagiante, bem disposta e exalando juventude! Para os mais quarentões e cinquentões, ouvir de novo este tema é recordar os bailes de garagem, as festas dos santos populares e os bailaricos nas aldeias ao som dos altifalantes ou dos tais conjuntos de fora. Não é de estranhar pois que um dos elementos que chegou a integrar Os Taras e Montenegro ainda ande por aí em tudo o que é festa e queima das fitas. Falamos obviamente de Quim Barreiros, um músico com um longo percurso na música ligeira de raiz popular. Dos quatro temas que compõem o único EP que a banda editou, só "Vous Permetez Monsieur" não era original do grupo mas uma versão de um tema composto por Salvatore Adamo, em 1966. [Artur Ribeiro, CDGO]


Fonte: Under Review.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Joe Meek - Freak Beat (V/A)


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Joe Meek Freakbeat - You're Holding Me Down

Here's a new compilation of obscure freakbeat and rhythm-n-blues 45s recorded by the one-and-only sonic innovator Joe Meek in 1965 and 66 in his home-made studio famously located high above the traffic roar of London's Holloway Road. I think most of these singles are collected together here for the first time. Admittedly some of the material and playing, by largely unknown UK bands, is less than stellar on occasion, but most of the productions are nothing short of magical and on a Joe Meek comp thats what matters. Vocals weave in and out of the mix; drums are compressed within an inch of their lives; strange sound effects are layered on top of each other; guitars have more fuzz than ever before (check the rabid solos on "Crawdaddy Simone") and there's enough echo and reverb on everything to cause a world shortage. And all this was done on a pair of two-track machines. Nobody else was making records like this at the time, and nobody can do it now either. Jaw-dropping!

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.

Marisol - Sus Canciones Para Niños





Marisol , cujo nome de batismo é Josefa Flores González e apelido Pepa Flores nasceu em Málaga/ Andaluzia, em 4 de Fevereiro de 1948. É uma cantora e actriz espanhola.
Foi descoberta pelo seu futuro produtor e marido Manuel J. Goyanes na exibição de Coros y Danzas de Malaga na TVE, em 1959. Estreou-se no cinema em 1960. A sua actividade artística era complementada com discos, recitais e shows de TV. Quando menina contracenou em filmes e canções com o cantor Joselito.
Casou com o seu produtor Carlos J. Goyanes em 1982, e de quem se divorciou em 1986.
O seu segundo casamento foi com Antonio Gades em Cuba, em 1969. Os padrinhos deste casamento, uma cerimónia íntima e discreta, foram Fidel Castro e a bailarina cubana Alícia Alonso. Teve 3 filhos deste casamento, divorciando-se em 1972. Mãe de Maria Esteve.
Mantém constante actividade artística até hoje.
Marisol (juntamente com Joselito, e anteriormente Pablito Calvo) , contribuiu para divulgar o cinema espanhol infanto-juvenil pelo mundo.

Prémios:
1960 - Prémio à melhor actriz infantil no Festival de Cinema de Veneza pelo filme "Un rayo de luz".
1972 - Prémio OTI, pela sua canção "Niña"
1978 - Prémio Melhor Actriz do Festival de Karlovy Vary pelo filme "Los días del pasado", de Mario Camus.
In Wikipedia


C.S.

Faleceu João Maria Tudela

domingo, 24 de abril de 2011






Infelizmente e devido a umas mini-férias só agora nos foi possível dar esta triste notícia que nos surpreendeu inesperadamente.

Faleceu João Maria Tudela! Esse grande cantor, "entertainer" e apresentador, um marco histórico da música nacional. O nosso "Sinatra" desapareceu fisicamente mas ficará para sempre nos nossos corações.Esta a nossa humilde homenagem a este grande Senhor da música portuguesa.

Kanimambo Tudela!

Biografia:
João Maria Tudela (Lourenço Marques, Moçambique, 27 de Agosto de 1929 - Cascais, 22 de Abril de 2011) foi um cantor, músico e artista português

Filho de família brasonada e de haveres, João Maria Tudela nasce em Moçambique, em 1929. Até aos 13 anos estudou na África do Sul. Mais tarde, em Lourenço Marques, começa a actuar como solista no Liceu Salazar. Tocava piano, guitarra, viola e harmónica vocal. A sua vinda para Coimbra, como estudante, veio a acentuar a sua tendência artística.

Por imposição familiar volta a Moçambique, empregando-se primeiro na "Companhia de Seguros Império" e depois na "Shell", onde permanecerá durante uma década como responsável comercial. É por essa altura que desenvolve o seu talento como jogador de ténis, chegando a ser um dos melhores atletas de Moçambique naquela modalidade.

Mas Tudela tinha a música dentro de si. Nunca deixou de cantar, sobretudo o fado de Coimbra, e a sua fama tornou-se grande em todo o território moçambicano. Começa, também, a interessar-se pela música africana. Nos anos seguintes continuou a gravar e a actuar naquele país, iniciando uma parceria com a orquestra de Dan Hill, que o acompanhou nos principais êxitos da época. Em 1959 João Maria Tudela cria então o seu primeiro e maior êxito de sempre, Kanimambo, que fez grande carreira em Portugal continental, nos Estados Unidos e na América do Sul.

Defendendo sempre o seu estatuto de amador, é convidado para uma digressão ao Brasil. No regresso passa por Portugal, onde a pressão para que "o maior cartaz turístico de Moçambique" aqui se instale é tal que, poucos meses depois, retorna para ficar, definitivamente como profissional. No início da década de sessenta, João Maria Tudela entra no meio artístico português pela porta grande. O seu estilo elegante conquistou-lhe uma legião de adeptos, e uma carreira coroada por inúmeros prémios, entre os quais o Prémio da Crítica O Melhor da TV, em 1962. Em 1968, após ter sido proibido de voltar à RTP na sequência da interpretação de Cama 4, Sala 5 de José Carlos Ary dos Santos e Nuno Nazareth Fernandes, Tudela resolve terminar a sua carreira. Os seus últimos anos de intervenção artística são marcados por uma crescente exigência quanto aos temas, (letras e composições), e por uma aproximação aos autores mais críticos do regime.

Participou no Festival RTP da Canção 1966 e de 1968.

Faleceu no dia 22 de Abril de 2011, vítima de um Acidente Vascular Cerebral

Principais êxitos, entre outros, Kanimambo, Hambanine, O Meu Chapéu, Diz que Gostas de Mim, Menina das Tranças, No País do Sol, Soldado Português, Moçambique, Liberdade.

In Wikipedia