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Los Relámpagos ‎– Páginas Musicales De La Historia De España (LP 1969)

quinta-feira, 20 de junho de 2019
  


Los Relámpagos ‎– Páginas Musicales De La Historia De España (LP RCA Victor ‎– LSP 10397-N, Serie Noble, 1969) 
Produtor – J. L. Armenteros. 
Género: Rock, Pop, Prog Rock, Instrumental. 


Se este LP fosse assinado por Emerson, Lake and Palmer, Ekseption, Focus ou qualquer outro famoso grupo de rock sinfónico, estaríamos a falar sobre uma das primeiras obras-primas do estilo mas, assinado pelos Relámpagos, foi um álbum que passou praticamente despercebido na época do seu lançamento mas que, ao longo do tempo, tem vindo a ser de novo apreciado e reavaliado. 
Neste álbum, Los Relámpagos fazem uma música descritiva que nos mergulha nas profundezas históricas da Idade Antiga e Média espanhola, com coros medievais como na faixa “Cristo”. Os instrumentos e materiais técnicos que eles usam são os mais avançados para o seu tempo em Espanha e o resultado é um grande trabalho, sem fissuras ou comercialismo. Já incorporam efeitos sonoros e as guitarras estão carregadas de efeitos que não estão ao alcance de qualquer guitarrista, como em “Covadonga”, sempre acompanhadas por um grande trabalho do órgão. 
Infelizmente, foi um projecto de qualidade instrumental ao qual não se deu o devido valor e não teve continuidade subsequente, tendo sido incompreendido na época e quase esquecido depois. 

Traduzido e adaptado parcialmente de um texto de Julián Molero. 

Los Relámpagos foi um mítico grupo instrumental espanhol formado em Madrid, em 1961, com o nome de “Dick y Los Relámpagos”. Em 1962 mudaram o nome para apenas Los Relámpagos
A banda, no plano do rock dos anos 60 e outros ritmos da época, criaram interessantes temas como "Babieca", "Vacaciones en España", "Constelación" (do género de "Telstar" dos Tornados). Separaram-se em 1974, tendo-se reencontrado em 2001. 
Mais informação sobre este excelente conjunto espanhol, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Pistas/Tracklist: 

A1 Anibal 4:35 
A2 S.P.Q.R 3:45 
A3 Cristo 5:00 
B1 Los Barbaros 4:35 
B2 Covadonga 5:20 
B3 Abderraman 4:50 
B4 Jaime I 2:50 

Arranjos e Direcção por C. Montero. 


Formação Original / Formación original de Los Relámpagos: 

- Pablo Herrero: órgão eléctrico (usava geralmente um Éminent holandês ou um Farfisa Pro Compact Duo italiano). 
- José Luis Armenteros: guitarra solo (falecido em 11 de junho de 2016). 
- Ignacio Sánchez Campins: guitarra ritmo e órgão, a partir de 1969. 
- Juan José Sánchez Campins: baixo e guitarra solo desde 1964 (falecido em 23 de agosto de 2008). 
- Ricardo López Fuster: bateria (primeira época) 
- Francisco Romero García-Prieto: baixo (primera época 1961-1963) 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Juan Ramirez, a quem agradecemos.

Los Relámpagos - Sus Grandes Éxitos Instrumentales

sexta-feira, 9 de novembro de 2012



Excelente compilação com temas instrumentais, deste fantástico grupo espanhol dos anos 60.

Los Relámpagos foi um grupo musical espanhol de rock, formado em Madrid em 1961 sob o nome de Dicky e Los Relámpagos . 
Entre os anos 50 e o início dos anos 60 surgiu um novo estilo na cena da música moderna internacional que prescinde do vocalista para se dedicar unicamente a aproveitar ao máximo as possibilidades sonoras dos instrumentos electrónicos como os órgãos e as guitarras. Surge assim o rock instrumental, o "surf", o "raw” e outros sub-estilos de música, todos eles instrumentais. 
Em Espanha, o rock instrumental é inicialmente interpretado com muito entusiasmo por Los Estudiantes e Los Sonor . Naquela época também surgem Los Relámpagos, chamados a serem líderes neste tipo de música. 
A partir de 1965, Los Relámpagos, com os instrumentos musicais em voga e simultaneamente introduzindo os ritmos modernos, dedicam-se a antigas melodias espanholas de composições clássicas como, Albéniz, Turina, Granados, etc. Esta música era dançada por jovens e escutada pelos mais velhos que reconheciam nela as suas melodias clássicas favoritas. "La danza del fuego", fantástica criação pré-psicadélica, "Limosna de amores" e "En Aranjuez con tu amor", são exemplos deste estilo popular excelentemente interpretados com instrumentos eléctricos. 
Em 1968 , deixaram o grupo dois dos seus membros, Pablo Herrero e JL Armenteros, mas continuam a tocar e a gravar até 1972 , quando o grupo foi dissolvido. 
Em 2001 voltam a reunir-se e gravaram um novo álbum, "Ontem, hoje e sempre", composto por temas inéditos, quatro dos quais são composições originais dos irmãos Sanchez-Campins e as outras faixas são versões de canções de música clássica espanhola 
A biografia deste grupo já se encontra inserida neste blog. 

Fonte: Wikipedia.

Formação: 

Paul Smith: órgão eléctrico 
José Luis Armenteros: guitarra solo. 
Ignacio Sanchez Campins: guitarra e órgão, a partir de 1969. 
Juanjo Sanchez Campins: baixo e guitarra a partir de 1969. (faleceu em 23 de agosto 2008 ). 
Ricardo López Fuster: bateria (1ª formação) 
Francisco Romero: baixo (1ª formação) 
Marechal Fernando Jimeno: bateria (2ª formação) 
Juanjo Sanchez Campins jr:. Guitarra ritmo (2ª formação). 

Faixas / Tracklist: 

01 Nit de Llampecs 
02 Dulcinea 
03 El Arlequín de Toledo 
04 La Santa Espina 
05 Brazo de Gitano 
06 Recuerdos de la Alhambra 
07 Seguidillas 
08 Córdoba 
09 Danza del Fuego 
10 Bailarina de España 
11 Granada 
12 Danza del Molinero 
13 El Baile del Bufón 
14 El Torneo 
15 Noches de Andalucía 
16 Dos Cruces 
17 Sevilla 
18 Alborada Gallega 
19 El Himno de las Galaxias 
20 Sonido del Mediterraneo 

Bonus: 
21 Cadiz 
22 Luna de España 
23 Himno de Valencia 
24 Vacaciones En España 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Juan Ramirez, a quem agradecemos.
Capas e grafismo por João Romão.

Los Relámpagos: Sus Mejores EP’s (1962-1965)

sábado, 4 de fevereiro de 2012



Los Relámpagos - Sus Mejores EP’s (1962-1965).

Los Relámpagos fue un conjunto musical de rock español creado en Madrid en 1961 con el nombre de Dick y los Relámpagos. Entre finales de los 50 y principios de los 60 surge en el panorama musical moderno internacional un tipo de música que prescinde de la voz cantante para dedicarse únicamente a aprovechar al máximo las posibilidades sonoras de los instrumentos electrónicos como órganos y guitarras. Surgen así el rock instrumental, el "surf", el "raw", "crude" y otros sub-estilos de música, todos ellos instrumentales. 
En España la música rock instrumental es inicialmente interpretada con enstusiasmo por Los Estudiantes y Los Sonor. En ese momento surgen también Los Relámpagos, llamados a ser líderes en éste tipo de música. 


Los Relámpagos se definen inicialmente como admiradores del grupo de rock instrumental estadounidense Johnny and the Hurricanes y de hecho los primeros temas del grupo español son muy parecidos en estética y sonoridad al grupo americano, pero Los Relámpagos aprovecharán un tipo de narrativa musical muy utilizada en la música instrumental: narrar melódicamente historias y viejas canciones populares. Surge así a partir de 1965 un estilo propio del grupo que definiría muy personalmente a Los Relámpagos: interpretar con instrumentos y ritmos modernos viejas melodías españolas y composiciones clásicas de Albéniz, Turina, Granados, etc. 


Música que era bailada por jóvenes y escuchada por mayores que reconocían en ella sus melodías clásicas favoritas. "La danza del fuego", estupenda creación pre-psicodélica, "Limosna de amores" y "En Aranjuez con tu amor" son ejemplos de este estilo popular español en que Los Relámpagos crean paisajes musicales redefinidos con instrumentos eléctricos. 
En el plano de rock sesentero y ritmos del momento, Los Relámpagos crean muy interesantes temas como "Babieca", rememorando el caballo del Cid, al igual que The Shadows hacen con el caballo "Mustang"'. Otro tema, "Vacaciones en España", se encuentra dentro del mismo ritmo. Aprovechando el tirón de la era espacial, Los Relámpagos crean el tema "Constelación", parecido a "Telstar" de The Tornados. Aunque fue menos conocido, este tema de los relámpagos está grabado poco antes que Telstar. En respuesta al tema americano "If I Had a Hammer" ("Si yo tuviera un martillo"), Los Relámpagos crean un simpático y logrado tema de creación propia titulado "Toma el Martillo". 


En 1968, dos de sus miembros, Pablo Herrero y J.L. Armenteros se marchan del grupo, pero éste sigue tocando y grabando hasta 1972, año en que se disuelve. Ignacio Sánchez Campins pasa a tocar el órgano, interpretando también de una forma magistral, y el grupo lanza dos LPs y un single nuevos entre 1969 y 1971. "Páginas musicales de la Historia de España" y "Piel de Toro" son los dos trabajos más destacados en éste periodo. En este último LP, así como en dos singles más, cuentan con la colaboración de un joven valenciano que más tarde sería conocido dentro del mundo musical como Juan Camacho, llegando a poner voz a uno de sus singles: "Sobre el andén / Ella" de 1971. 


En 1982 dos de sus miembros son contratados para hacer la banda sonora de la serie de dibujos animados Futbol en acción. No se vuelve a ver juntos a Los Relámpagos hasta 1987, cuando actúan en el programa de TVE "Qué noche la de aquel año". En 1990 los hermanos Sánchez Campins, miembros del grupo, refundan el conjunto con otros músicos de la época, sustituyendo a Ricardo López Fuster (batería), Fernando Mariscal Jimeno, fundador de Los Polaris (grupo que acompañaba al cantante francés Robert Jeantal) junto a Juanjo Sánchez-Campins,en los albores de los años sesenta, en una etapa previa de éste, uniéndose más tarde al mítico grupo. Asimismo , en la segunda guitarra aparece Juanjo Sánchez-Campins jr, junto a músicos más jóvenes y sacan un nuevo disco, aunque ya dentro de un sonido diferente más moderno pero sin dejar su característico estilo. De éste disco titulado Nuevas canciones, nuevas versiones quizá la canción más destacable es "Lancelot". En la década de 1990 aparecen en el programa de TVE "Qué pasó con" y entre 1994 y 1996 tocan anualmente en directo en las fiestas de Navalcarnero (Madrid). 

En 2001 graban un nuevo disco, "Ayer, hoy y siempre", compuesto por temas absolutamente inéditos, cuatro de los cuales son composiciones propias de los hermanos Sanchez-Campins, y el resto versiones de temas de la música clasica española, de la copla y de la zarzuela, en el que se ha recuperado plenamente el sonido clasico relampaguero. 


Los Relámpagos son referencia obligada para quien le guste la música instrumental de los 60, no sólo española sino en general, pues su estilo es muy personal e inigualable. Igualmente a quien le guste el sonido del órgano electrónico de los 60, disfrutará enormemente escuchando a los Relámpagos, pues aprovechan notablemente las variedades tímbricas del instrumento, desde los trombones-vibrato en "Nit de Llampecs" y "Babieca" hasta los flautados mordientes en "El paso de los Urales" y el órgano pleno y brillante en "Nocturno", "Alborada gallega" y muchas otras. 

Componentes fundadores: 

Pablo Herrero: órgano eléctrico (Éminent holandés o un Farfisa Compact Duo" italiano). 
José Luis Armenteros: guitarra solista. 
Ignacio Sánchez Campins: guitarra rítmica, y órgano desde 1969. 
Juanjo Sánchez Campins: bajo, y guitarra solista desde 1969. (fallecido el 23 de agosto de 2008). 
Ricardo López Fuster: batería (primera época) 
Fernando Mariscal Jimeno: batería (segunda época) 
Juanjo Sánchez Campins jr.: guitarra rítmica (segunda época)

Fonte: Wikipedia.

Compilação disponibilizada por Carlos Santos.