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Brigitte Bardot – B.B. (LP 1964)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026




Brigitte Bardot – B.B. (LP Philips – B 77.984 L, 20 de Janeiro de 1964).
Produtor: Claude Dejacques.
Género: Pop, Chanson.


B.B.” é o segundo álbum de estúdio da cantora e actriz francesa Brigitte Bardot, gravado nos dias 17, 18, 23, 26, 27 e 30 de Dezembro de 1963 / 2 de Janeiro de 1964 no Studio Blanqui (Paris) e lançado em 1964 pela Philips Records. O álbum sucedeu à sua estreia em 1962 e conta com uma selecção de canções pop francesas com arranjos de Alain Goraguer e a sua orquestra. O lançamento inclui os singles "Moi Je Joue" e "Ne Me Laisse Pas L'aimer", que chegaram à tabela “Salut Les Copains” no início de 1964. "Moi Je Joue" tornou-se posteriormente uma das faixas mais reconhecidas de Bardot deste período. Entre as canções do LP aparece "Maria Ninguém", uma bossa nova brasileira interpretada por Bardot em português. O álbum reflecte tanto a crescente carreira musical de Brigitte Bardot como a sua exposição a influências internacionais no início da década de 60.
Brigitte Bardot (Brigitte Anne-Marie Bardot) foi uma actriz, cantora e activista francesa. Nasceu a 28 de Setembro de 1934 em Paris/França; tendo falecido a 28 de Dezembro de 2025 em Saint-Tropez, França. A maior parte da sua carreira musical resultou de colaborações, principalmente com Serge Gainsbourg, Jean-Max Rivière e Gérard Bourgeois. Após terminar a sua carreira de actriz em 1973, dedicou-se sobretudo ao activismo pelos direitos dos animais.


 Faixas / Tracklist:

A1 - Moi Je Joue (Bourgeois, Rivière) 1:43
A2 - Une Histoire de Plage (Bourgeois, Rivière, Spannos) 1:50
A3 - Ça Pourrait Changer (Don't Your Ever Change Your Mind) (Barret, Bourgeois, Rivière) 1:40
A4 - A La Fin de L'Été... (Tu Sais) (G. Bourgeois, J.M. Rivière) 2:17
A5 - Ne Me Laisser Pas L'aimer (Fumière, Rivat) 1:45
A6 - Maria Ninguém (Lyra) 2:32
B1 - Je Danse Donc Je Suis (Popp, Massoulier) 1:52
B2 – Mélanie (Bourgeois, Rivière) 2:02
B3 - Ciel de Lit (Lasso, Bourgeois, Rivière) 1:40
B4 - Un Jour Comme Un Autre (Bourgeois, Rivière) 2:18
B5 - Les Cheveux Dans Le Vent (Bourgeois, Rivière, Calvet) 1:40
B6 - Jamais Trois Sans Quatre (Bourgeois, Rivière) 2:15

Músicos / Musicians:

Brigitte Bardot - voz
Regência de Orquestra - Alain Goraguer
Orquestra - Alain Goraguer Et Son Orchestre

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo René Morin, a quem agradecemos.

Morreu a artista Brigitte Bardot, ícone do cinema francês, aos 91 anos

domingo, 28 de dezembro de 2025


Morreu a artista Brigitte Bardot, ícone do cinema francês, aos 91 anos.

Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, Île-de-France / França, 28 de Setembro de 1934 / Toulon / França, 28 de dezembro de 2025), mais conhecida apenas por Brigitte Bardot, frequentemente referida também pelas suas iniciais "B.B.", foi uma actriz, modelo e activista francesa. Famosa por interpretar personagens emancipados e hedonistas, ela foi considerada um dos maiores símbolos sexuais das décadas de 50 e 60. Figura feminina de destaque durante esse período, Bardot tornou-se mundialmente conhecida em 1957, após protagonizar o polémico filme “E Deus Criou a Mulher”. BB marcou os últimos 60 anos da cultura pop com tendências de moda e papéis provocativos. Nascida Brigitte Anne-Marie Bardot em Paris, a actriz começou como dançarina e tornou-se modelo em 1949. Bardot abandonou as telas nos anos 70 para se dedicar à proteção animal. 


BB também gravou inúmeras canções e músicas pop nas décadas de 60 e 70, incluindo com Serge Gainsbourg e Sacha Distel. Como modelo, foi musa de estilistas de grandes casas de moda, incluindo Dior, Balmain e Pierre Cardin. Devido ao seu estilo de vida hedonista, tornou-se um ícone da revolução sexual da época. Brigitte Bardot faleceu aos 91 anos em Toulon, França, no dia 28 de Dezembro de 2025.

R.I.P.

Brigitte Bardot – B.B. (LP 1964)

segunda-feira, 7 de abril de 2025




Brigitte Bardot – B.B. (LP Philips – B 77.984 L, 20 de Janeiro de 1964).
Produtor – Claude Dejacques.
Género: Pop, Chanson.


"B.B." é o segundo álbum de estúdio da cantora e actriz francesa Brigitte Bardot, gravado em 17, 18, 23, 26, 27, 30 de Dezembro de 1963 e 2 de Janeiro de 1964, no Studio Blanqui em Paris, e lançado em 20 de Janeiro de 1964, através do selo Philips Records. Deste segundo álbum de Bardot, destacamos a versão da cantora, da bossa nova "Maria Ninguem" (Maria Ninguém), também gravada por nomes como João Gilberto, Herbie Mann e Cliff Richard, e o animado single "Moi Je Joue".
Brigitte Bardot (Brigitte Anne-Marie Bardot) cantora, actriz, artista musical e activista francesa nasceu em 28 de setembro de 1934 em Paris, França. A maior parte da sua carreira musical resulta de colaborações, nomeadamente com Serge Gainsbourg, Jean-Max Rivière e Gérard Bourgeois. Não sendo já uma artista ativa, dedica agora a maior parte do seu tempo ao seu papel de importante activista dos direitos dos animais. Mais informação sobre esta artista francesa, já se encontra inserida neste blog.


Faixas / Tracklist:

A1 - Moi Je Joue (Bourgeois, Rivière) 1:43
A2 - Une Histoire de Plage (Bourgeois, Rivière, Spannos) 1:50
A3 - Ça Pourrait Changer (Don't Your Ever Change Your Mind) (Barret, Bourgeois, Rivière) 1:40
A4 - A La Fin De L'Été... (Tu Sais) (G. Bourgeois, J.M. Rivière) 2:17
A5 - Ne Me Laisser Pas L'aimer (Fumière, Rivat) 1:45
A6 - Maria Ninguém (Lyra) 2:32
B1 - Je Danse Donc Je Suis (André Popp, Massoulier) 1:52
B2 – Mélanie (Bourgeois, Rivière) 2:02
B3 - Ciel de Lit (Lasso, Bourgeois, Rivière) 1:40
B4 - Un Jour Comme Un Autre (Bourgeois, Rivière) 2:18
B5 - Les Cheveux Dans Le Vent (Bourgeois, Rivière, Calvet) 1:40
B6 - Jamais Trois Sans Quatre (Bourgeois, Rivière) 2:15

Músicos / Musicians:

Bigitte Bardot - voz
Alain Goraguer – regência de orquestra
Alain Goraguer Et Son Orchestre - orquestra

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo René Morin, a quem agradecemos.

Brigitte Bardot Et Serge Gainsbourg – Bonnie and Clyde (LP 1968)

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024




Brigitte Bardot Et Serge Gainsbourg – Bonnie and Clyde (LP Fontana – 885.529 MY, 2 de Janeiro de 1968).
Produtor: Claude DeJacques.
Género: Chanson, Pop Rock, Pop Barroco, Compilação.


Bonnie and Clyde” é uma compilação de Serge Gainsbourg e Brigitte Bardot, lançada através do selo Fontana Records em 2 de Janeiro de 1968. É uma colaboração incrível entre Serge e Brigitte. Trata-se de um dos primeiros álbuns de dueto de Serge e uma preciosidade do começo ao fim! No ano anterior à gravação de "Je T'aime Moi Non Plus" com Jane Birkin, Serge gravou este excelente álbum com Brigitte Bardot, no qual desenvolveu muitas das mesmas ideias. O álbum é provavelmente mais conhecido pelo tema "Bonnie & Clyde", que teve bastante sucesso. As diversas faixas apresentam uma mistura de estilos que une os anos jazzísticos de Serge com seu softcore dos anos 70. Algumas faixas são duetos e outras são cantadas individualmente por Serge ou Brigitte. Do LP, para além de “Bonnie and Clyde”, destacamos também, "Intoxicated Man", "L'eau A La Bouche", "Un Jour Comme Un Autre" ou "Comic Strip". Os arranjos são de Alain Gourager, Michel Colombier e Claude Bolling. Em 1968 o álbum chegou à posição nº 12 na lista da Billboard 200.


Faixas/Tracklist:

A1 - Bonnie and Clyde - Brigitte Bardot Et Serge Gainsbourg (Serge Gainsbourg) 4:19
A2 - Bubble Gum - Brigitte Bardot (Serge Gainsbourg) 1:48
A3 - Comic Strip - Serge Gainsbourg (Serge Gainsbourg) 2:14
A4 - Un Jour Comme Un Autre – Brigitte Bardot (Gérard Bourgeois, Jean-Max Rivière) 2:23
A5 - Pauvre Lola - Serge Gainsbourg (Serge Gainsbourg) 2:24
A6 - L'Eau à la Bouche - Serge Gainsbourg (Serge Gainsbourg, Alain Goraguer) 2:33
B1 - La Javanaise - Serge Gainsbourg (Serge Gainsbourg) 2:31
B2 - La Madrague – Brigitte Bardot (Gérard Bourgeois, Jean-Max Rivière) 2:36
B3 - Intoxicated Man - Serge Gainsbourg (Serge Gainsbourg) 2:40
B4 - Everybody Loves My Baby – Brigitte Bardot (Jack Palmer, Spencer Williams) 2:14
B5 – Baudelaire - Serge Gainsbourg (Serge Gainsbourg, Charles Baudelaire) 2:30
B6 - Docteur Jekyll et Monsieur Hyde - Serge Gainsbourg (Serge Gainsbourg) 2:00

Músicos / Les Musiciens:

Serge Gainsbourg e Brigitte Bardot – voz
Michel Colombier, Alain Goraguer, Harry Robinson, Claude Bolling – orquestração e regência
David Whitaker – arranjos e direcção musical
Arthur Greenslade – direcção musical.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Pierre Lacroix, a quem agradecemos.

Brigitte Bardot – Show (LP 1968)

domingo, 2 de fevereiro de 2014



Brigitte Bardot ‎– Show (LP Disc'AZ ‎– STEC LP 41, 1968).

Brigitte Bardot, actriz e cantora francesa, considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60. Nasceu Brigitte Anne-Marie Bardot em 28 de Setembro de 1934, em Paris. Os seus principais filmes são “O Desprezo”, de Jean-Luc Godard, e “Vida Privada”, de Louis Malle. 


Muito popular nas décadas de 60 e 70, em 21 anos de carreira participou em 48 filmes e interpretou mais de 80 canções. Além de actriz, Brigitte também era cantora. Foi namorada do cantor Serge Gainsbourg, que inspirado nela escreveu dezenas de canções e com quem gravou alguns duos como Harley Davidson, Bonnie and Clyde, Contact, Comic Strip e Je t'aime... moi non plus. 
Apesar da sua trajectória de sucesso, afastou-se do cenário artístico em 1973 para presidir à Fundação Brigitte Bardot que luta em prol dos direitos do animais, causa que ela abraça até hoje.


Faixas/Tracklist:

A1 Harley Davidson 2:30
A2 Marseillaise Générique 2:10
A3 Mister Sun 3:12
A4 Ay Que Viva La Sangria 2:30
A5 Ce N'est Pas Vrai 1:38
A6 Gang Gang 2:00
A7 Saint-Tropez 1:10
A8 Port Grimaud 0:30
B1 Oh Qu'il Est Vilain 2:25
B2 Paris 1:35
B3 Je Reviendrai Toujours Vers Toi 2:23
B4 On Déménage 2:03
B5 Le Diable Est Anglais 2:40
B6 David B... 1:10
B7 Contact


LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Joseph Claude Bissert, a quem agradecemos.

Brigitte Bardot - Brigitte (LP 1963)

terça-feira, 2 de julho de 2013
 



Brigitte Bardot ‎– Brigitte (LP Philips 76.569 R, 21 Março de 1963/France).

Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de Setembro de 1934) mais conhecida por Brigitte Bardot ou B.B. é uma cantora e ex-atriz francesa. É considerada o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60. Tornou-se activista dos direitos animais, após ter-se retirado do mundo do entretenimento e afastar-se da vida pública.
Ícone de popularidade da década de 60, foi eleita pela revista americana TIME um dos cem nomes mais influentes da história da moda. Brigitte Bardot tornou-se mundialmente conhecida em 1957, após protagonizar o polémico filme "E Deus Criou a Mulher", produzido pelo seu então marido, Roger Vadim. Bardot chamava a atenção da intelectualidade francesa, Simone de Beauvoir, grande intelectual e escritora, a descreveu como "uma locomotiva da história das mulheres", além de ter sido considerada a mulher mais livre do Pós-Guerra na França.


Mesmo sem ganhar grandes prémios no cinema, Brigitte causava histeria na imprensa mundial, era uma das poucas actrizes não americanas que recebiam grande atenção da imprensa dos Estados Unidos da sua época, e onde surgiu o termo "Bardot mania", para qualificar a adoração que ela suscitava. O seu estilo natural, incorporado a uma mistura de "ninfeta" com "femme fatale", juntamente com os seus cabelos longos e loiros, tornaram-se mania ou moda entre as mulheres e influenciou todo o estilo e o comportamento feminino das gerações das décadas de 50 e 60.
Em 1985 ela foi premiada com a Legião de Honra Francesa, mas causou polémica ao recusar o prémio.

Fonte: Wikipedia.


Faixas / Tracklisting:

A1 - L'Appareil À Sous (1:28)
A2 - Invitango (2:33)
A3 - Les Amis De La Musique (2:55)
A4 - Pas D'Avantage
B1 - La Madrague (2:35)
B2 - El Chuchipe
B3 - Everybody Loves My Baby (2:11)
B4 - C'Est Rigolo (2:51)

Músicos/Musicians:

Orchestra – Claude Bolling Et Son Orchestre (da faixa A1 a A3,), François Rauber Et Son Orchestre (faixa A4), Los Colombianos.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo René Morin, a quem agradecemos.

Brigitte Bardot - Brigitte Bardot (EP 1963)

quinta-feira, 30 de junho de 2011





Brigitte Bardot - L'Appareil a Sous (EP Philips Medium 432.874 BE, 1963).

Brigitte Bardot, nascida Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris, 28 de Setembro de 1934) é uma atriz e cantora francesa. Conhecida mundialmente pelas suas iniciais, BB, é considerada o grande símbolo sexual dos anos 1960 e 70. Tornou-se activista dos direitos animais, após se ter retirado do mundo do entretenimento e de se afastar da vida pública.
Em 1947, foi aceite no conservatório de dança e música de Paris (Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Paris) e esteve num curso de ballet por três anos.
Com o apoio e incentivo da mãe, começou a fazer trabalhos de moda em 1949, aos quinze anos, e em 1950 foi capa da edição de Março da revista francesa Elle, trabalho que chamou a atenção do então jovem cineasta Roger Vadim. Vadim mostrou a capa da revista ao cineasta e roteirista Marc Allégret, que convidou Brigitte para um teste para o seu filme "Les lauriers sont coupés". BB foi escolhida para o papel, mas o filme acabou não sendo realizado. Mesmo assim, esta oportunidade fez com que ela pensasse em se tornar atriz. Mais do que isso, o seu encontro com Vadim, que assistiu ao teste, iria influenciar a sua carreira e a sua vida.
 Brigitte Bardot estreou-se no cinema aos 17 anos no filme Le Trou Normand (1952) e no mesmo ano, após dois anos de namoro à revelia dos pais, casou-se com Roger Vadim. No seu segundo filme, Manina, la fille sans voile , as suas cenas de biquíni fizeram com que o seu pai recorresse à Justiça para impedir que as cenas fossem levadas ao cinema, sem sucesso.
 Entre 1952 e 1957 ela fez dezassete filmes, nenhum de grande sucesso, dramas românticos ou históricos, sendo três filmes em inglês, entre eles Helena de Tróia, mas foi o grande centro de atenção dos mídia presentes ao Festival de Cannes de 1953. Vadim não estava contente com isso e achava que Bigitte estava sendo subestimada pela indústria. A nouvelle vague francesa, inspirada no neo-realismo italiano, estava começando a crescer internacionalmente e ele, acreditando que Bardot poderia atingir o estrelato em filmes de arte nessa linha, a indicou para o papel principal do seu novo filme, E Deus Criou a Mulher (1956), com a então jovem sensação masculina do cinema francês, Jean-Louis Trintignant. O filme, sobre uma adolescente amoral numa pequena e respeitável cidade do litoral, fez um grande sucesso e causou grande escândalo mundial, transformando BB num sex-symbol, com as suas cenas de nudez correndo as telas de cinema de todo o mundo.
 Na moralista Hollywood dos anos 1950, onde o maior símbolo sexual, Marilyn Monroe, no máximo havia aparecido nas telas de fato de banho, o seu perfil erótico transformou-a numa aposta arriscada para os estúdios, e isso, além do seu sotaque e do seu inglês limitado, impediram-na de fazer uma grande carreira no cinema norte-americano. De qualquer modo, ela tornou-se a mais famosa atriz europeia nos Estados Unidos e permanecer na França beneficiou a sua imagem. Durante a década de 1960, quando a Europa, principalmente Londres e Paris, começou a ser o novo centro irradiador de moda e comportamento e Hollywood saiu por um tempo da luz dos holofotes, ela acabou eleita a deusa sexual da década. Verdadeiro ou falso, nesta época dizia-se que Brigitte Bardot era mais importante para a balança comercial francesa que as exportações da indústria automobilística do pais.
 Bardot divorciou-se de Vadim em 1957 e dois anos depois casou-se com o ator Jacques Charrier, que lhe deu o seu único filho, Nicolas-Jacques Charrier. O seu casamento foi alvo constante dos paparazzi e houve choques e mudanças no rumo da sua carreira. Os seus filmes tornaram-se mais substanciais, mas isto trouxe uma grande pressão tornando dúbio o seu status de celebridade do cinema, pois ao mesmo tempo em que tinha aclamação da crítica na França, continuava sendo a bombshell glamourosa para o resto do mundo.
 Em 1962, filmou com Louis Malle e Marcello Mastroianni Vida Privada, um filme quase autobiográfico sobre uma celebridade do cinema sem vida pessoal, graças à perseguição constante da imprensa. Pouco depois deste filme, BB retirou-se da vida agitada das metrópoles europeias para uma vida de semi-reclusão, mudando-se para uma mansão (La Madrague) em Saint Tropez, no sudoeste da França.
Em 1963 ela estrelou o aclamado filme de Jean-Luc Godard, O Desprezo, e pelo resto da década o seu mito de ícone sexual foi alimentado por filmes como Histórias Extraordinárias, com Alain Delon, Viva Maria!, com Jeanne Moreau e As Noviças, com Annie Girardot, entre outros e vários musicais de televisão e gravações de discos produzidos por Sacha Distel e Serge Gainsbourg.
 Ela é reconhecida por ter popularizado o biquíni usando-o nos seus primeiros filmes, nas aparições em Cannes e em dezenas de fotos de revistas.
Bob Dylan dedicou-lhe, como consta nos créditos do seu primeiro disco, a primeira música que compôs na vida. Além disso, o seu nome consta em dezenas de músicas feitas por artistas tão diversos como Elton John, Billy Joel, Red Hot Chili Peppers, The Who e Caetano Veloso, entre outros. 

Fonte: Wikipedia.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem muito agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.