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Brazilian 60's Nuggets VOL. II (V/A)

sábado, 16 de novembro de 2013



Brazilian 60's Nuggets VOL. II (V/A).

Mac Rybell.

Este é o Vol II de uma interessante compilação que mergulha no beat e no rock de garagem do Brasil dos anos 60, cheio de material há muito esquecido e com temas fantásticos. 
Esta compilação não é nada mais do que uma homenagem a todos aqueles que apoiaram e participaram do rock ‘n’ roll brasileiro nos anos 60, sem o esquecer nunca!.
Nestas 23 faixas, poderemos reviver excelentes bandas de pop/rock como, os Analfabitles, Os Lobos, Os Brasas, entre outras. 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Agradecimento a Comunidade Brazilian 60's Nuggets.

Wild Things Vol. 2 – V/A (1966/1968 - New Zealand)



Wild Things Vol. 2 – V/A (Garage Pop 1966 – 1968) - LP Zero Records / ZERO 0001, 1966-1968 / New Zealand.

Bandas de rock/garagem da Nova Zelândia, algumas delas quase desconhecidas, marcam presença nesta excelente e rara compilação que reúne vários grupos daquele país.
Uma fantástica mescla de temas originais e covers. Faixas como "Go Go" e "One Track Mind" pelos The Four Fours são irresistíveis, assim como as dos The Chicks, que têm um deslumbrante hino anti-conformidade, "Rebel Kind" ou The Clevedonaires, com um empolgante "He's Ready”.

The Gremlins

Faixas/Tracks:

Side 1

1 The Pleazers - Security (Brisbane, Australia)
2 The Rayders - A Working Man (Auckland, New Zealand)
3 The Four Fours - Go-Go (Tauranga, New Zealand)
4 The Four Fours - One Track Mind (Tauranga, New Zealand)
5 The Action - Day By Day (Auckland, New Zealand)
6 The Spectres - Anything You Like (Auckland, New Zealand)
7 The Gremlins - Never You Mind (Auckland, New Zealand)
8 The Gremlins - Listen To Me (Auckland, New Zealand)

Side 2

1 The Chicks - The Rebel Kind (Henderson, New Zealand)
2 The Clevedonaires - He's Ready (Clevedon, New Zealand)
3 The Tunespinners - You Were Born For Me (New Zealand)
4 The Principals - Woman (Auckland, New Zealand)
5 Jay Epae - The Creep (New Zealand)
6 Ray Columbus - We Want A Beat (Christchurch, New Zealand)
7 Larry's Rebels - Painter Man (Christchurch, New Zealand)
8 The Music Convention - Belly Board Beat (Hamilton, New Zealand)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Novo Livro de Abel Soares Rosa - Os Beatles Ilustrados - Os Beatles na Imprensa Portuguesa 1963-1972.



Novo Livro de Abel Soares Rosa - Os Beatles Ilustrados - Os Beatles na Imprensa Portuguesa 1963-1972.

É já hoje, sábado (dia 16) que é lançado o novo livro de Abel Soares Rosa que recorda a forma como a imprensa portuguesa deu a conhecer o fenómeno gerado pelos fab four entre a revelação do grupo e inícios dos anos 70. Um certo olhar Português das décadas de sessenta e setenta, através de uma selecção de  páginas das revistas e publicações portuguesas da época sobre os Beatles.
Com uma ilustração maravilhosa, um grafismo espectacular, o novo livro de Abel Rosa versa sobre a imprensa portuguesa que acompanhava então o fenómeno do vendaval Beatles sempre com a presença tutelar da feroz censura da época. Fotos, depoimentos, textos, tudo meticulosamente explicado e mostrado através de imagens da época.
Nós já temos o livro...!


O lançamento do livro será efectuado no dia 16 de novembro, pelas 16h , na PONTA DO SAL Cafetaria Lounge - S. Pedro do Estoril (Centro de interpretação Ambiental). 
De recordar que o livro tem uma introdução de Hunter Davies e de Luis Pinheiro de Almeida. 

Como lá chegar:
Na marginal, no sentido Lisboa/Cascais, quando chegar à rotunda de S. Pedro do Estoril do seu lado esquerdo está o parque de estacionamento (grande) da praia e do seu lado direito está uma Bomba de gasolina da BP também com alguns lugares de estacionamento, pode parar o carro num destes dois parques e andar uns metros (poucos) na marginal até ao Ponta de Sal Cafetaria Lounge.
Se preferir pode continuar a viagem de carro, após a rotunda, e um pouco mais à frente voltar novamente para o sentido Cascais/lisboa e do seu lado direito (Mar) vai aparecer a Placa a dizer “Centro de Interpretação Ambiental Ponta do Sal” , também tem um parque de estacionamento , é aí o “local do crime”, vista fantástica...
Desejamos o maior sucesso.

Carlos Santos

Los Rockets - Surf Shake (LP 1965)

sexta-feira, 15 de novembro de 2013



Los Rockets - Surf Shake (LP RCA, CML-2254-X, 1965).

Los Rockets foi um excelente grupo rock de garagem chileno que se formou em 1963. Rapidamente este conjunto se destacou pelo seu virtuosismo musical, o que lhe valeu passar a ser a banda de apoio de diversos músicos como Antonio Zabaleta ou El Clan 91. Em 1965, lançaram alguns singles e gravariam o seu primeiro LP que seria instrumental. Destacou-se o single "Playa Solitaria", que se transformou num clássico pela excelente interpretação.
No início, a formação do quarteto era constituída por Horacio Saavedra, Nano Vicencio, "Gomina" Sánchez e o seu irmão Héctor Sánchez.

Na foto, da esquerda para a direita:

Bateria, Sergio "Gomina" Sánchez
Baixo, Horacio Saavedra
Guitarra solo, Juan Angel
Guitarra ritmo, Héctor Saavedra
Ao fundo, entre Horacio e Juan Angel, o animador Miguel Davagnino.
Em falta, Raúl "Conejo" Morales)


Faixas/Tracklisting:

1. Caravana
2. Dulce Septiembre
3. Jarrito de Cerveza
4. Candy
5. Leyenda India
6. Desesperado
7. Amor En Venta
8. Romance
9. Jada
10. Zumba
11. No Es Necesariamente Asi
12. Hola Ximena
13. Playa Solitária (bónus)

Ripado do LP, gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Derek Petersen And The Escapades - Derek Petersen And The Escapades (LP 1968 - South Africa)



Derek Petersen And The Escapades - Derek Petersen And The Escapades (LP Meteor MLP 1150, 1968/South Africa).
Trata-se de um álbum muito raro.

Fantástico grupo sul africano interpretando excelentes instrumentais e vocais, com um toque claro e expressivo da música popular sul africana, o Kwela. 


Faixas/Tracks:

01 - For The Touch Of Your Lips
02 - Please Excuse Me
03 – Nashville
04 - Only Yesterday
05 - Side One, Track Five
06 - You Turn To Cry
07 - On Top Of The World
08 - Hippy Flower Girl
09 – Ebony
10 - The Plea
11 - Just In
12 - Blue Waters

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Michael van der Brook, a quem agradecemos.

Pat Henry y Los Diablos Azules - Antologia (1961-1969)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013



Pat Henry y Los Diablos Azules - Antologia (1961-1969), é uma excelente compilação que reúne, entre outros, temas populares como “Juntos y Felices (Happy Together)” ou “El bueno, el malo y el feo”, gravados entre 1961 e 1969. 

Pat Henry (Patricio Enriquez Nuñez) é um cantor que fez parte definitivamente da chamada “ Nueva Ola chilena” do início dos anos 60. Pat Henry e Los Diablos Azules, é considerado um dos grupos pioneiros do rock no Chile.


Em 1960, e quando ainda era conhecido apenas por Patricio Enríque Núñez, foi convidado a integrar como vocalista o grupo The Blue Devils.
No início de 1961, o grupo iniciou programas ao vivo em várias rádios. Posteriormente foram convidados a gravarem para a EMI-Odeon.
O single "Poesía en movimiento" ("Poetry in motion") foi o primeiro registo de Pat Henry (1961).
Um ano depois, Pat juntou-se a Los Diablos Azules, formados em 1963 pelos guitarristas Rigo Ragona e Hugo Matus, e o baterista Lucho Ortiz.
Pat Henry era já um ídolo adolescente, definido pelas revistas como "o Bill Haley chileno". 
Casou com a cantora Gloria Benavides, em 1964, matrimónio que durou apenas quatro anos.
Foi em 1965 que Pat Henry gravou o seu primeiro LP com Los Diablos Azules, um disco homónimo que integrou uma mescla de originais e covers de êxitos internacionais.
Em 1967, tinham já um vasto repertório de grande qualidade, incluindo excelentes instrumentais. Gravaram vários discos de 45 rpm e destacamos alguns dos seus grandes temas como, "Era un muchacho como yo que quería ser Beatle o Rolling Stone" (1967), "El sonido del silencio" (1969) e "Yo fui asistente del Kayser" (1967), editados todos pela Odeón, e recompilados para o LP "Pat Henry y Los Diablos Azules (1969)".
Mas com Los Diablos Azules a história terminaria quando no ano seguinte Pat Henry começou a cantar com Los Carr Twins (o duo dos irmãos Carrasco). 
Quando sentiu que havia cumprido uma etapa importante da sua vida no Chile, decidiu partir para o estrangeiro e radica-se nos EUA, aonde permanecerá até hoje trabalhando na sua profissão de técnico de iluminação.

Formação/Integrantes:

Pat Henry (Patricio E. Nuñez), vocalista (1963 - 1969).
Sergio Cabello, teclas (1960 - 1969).
Fernando Subercaseaux, baixo (1960 - 1969).
Sergio "Gomina" Sánchez, bateria (1960 - 1963).
Luis Ortiz, bateria (1960 - 1963).
Hugo Matus, guitarra (1963 - 1969).
Rigoberto Ragona, guitarra (1963 - 1969).
José Arturo Giolito Valenzuela, bateria (1964 - 1966).

Agradecimento ao Blog MRFIVEMUSIC

Banda do Casaco - No Jardim da Celeste (LP 1980)




Banda Do Casaco ‎– No Jardim Da Celeste (LP EMI ‎– 11C 074 40541, 1980).
LP de Folk progressivo português.

A Banda do Casaco foi um grupo musical português, nascido da junção de alguns elementos vindos do jazz.
Depois do projecto Filarmónica Fraude, António Pinho (vocalista) e Luís Linhares (teclas) juntam-se ao ex-Música Novarum Nuno Rodrigues (vocalista, guitarra) e ao ex-Plexus Celso de Carvalho (violoncelo, contrabaixo), para formar o grupo Banda do Casaco.
É em 1973 que se dá o encontro entre Pinho e Rodrigues, que iniciam de imediato a escrita do seu primeiro álbum, Dos Benefícios dum Vendido no Reino dos Bonifácios, apenas editado em 1975. O nome do álbum denotava já o tom surrealista que vai acompanhar toda a obra do grupo, surrealismo esse acentuado pelos desenhos de Carlos Zíngaro na capa do LP. No ano anterior saíra um single com os temas Ladainha das Comadres e Lavados Lavados Sim. No disco colaboravam Judi Brennan e Helena Afonso nas vozes, Carlos Zíngaro, Luís Linhares, José Campos e Sousa e Nelson Portelinha. António Pinho, assina todas as letras e Nuno Rodrigues compôs os temas (excepto Aliciação e Opúsculo).
Este grupo juntou uma pesquisa etnográfica à música pop, criando um trabalho de grande qualidade a nível musical e em que não foi descurada a crítica social, como aliás já tinha acontecido com a Filarmónica Fraude. Durante a sua existência (1974 a 1984) passaram pelas suas fileiras inúmeros músicos de grande nível, tendo algumas vezes a sua passagem pela Banda do Casaco sido o trampolim para uma carreira a solo. 
No Jardim da Celeste, o álbum trazia duas novidades: uma sonoridade mais "urbana", aproximando-se do rock, e a participação de duas notáveis figuras, Né Ladeiras, na voz, após ter colaborado com a Brigada Victor Jara e os Trovante e Jerry Marotta, baterista de Peter Gabriel, de reputação internacional, que gostou tanto da banda que veio a Portugal gravar com ela. Do disco sobressai o tema 'Natação Obrigatória', presença regular nas rádios da época.
Contam com vários álbuns/LPs e 45's editados.

Fonte: Wikipedia


Intervenientes / Ficha técnica:

Nuno Rodrigues – vocalista, guitarra
Né Ladeiras – vocalista
Celso de Carvalho – guitarra baixo, violoncelo
António Pinho – guitarra, flauta
António Pinheiro da Silva
Jerry Marotta – bateria
Emília (Mila Ferreira) – vocalista
José Machado – violino

Produzido por António Pinho e Nuno Rodrigues

Faixas/Tracklist:

A1 Argila De Luz 
A2 Estranha Força 
A3 Barquinha De Lua 
A4 Ai Se A Luzia 
B1 Natação Obrigatória 
B2 Liliana Nibelunga 
B3 Madrasta 
B4 É Ouvi-los

LP disponibilizado por Carlos Santos. Agradecimento pela colaboração ao nosso amigo António Portela.

Los Pick Ups - Con Todo (LP 1963 - Argentina)

quarta-feira, 13 de novembro de 2013



Los Pick Ups – Con Todo (LP Music Hall 12289, 1963).
(inclui 2 faixas instrumentais) 

Los Pick Ups, foi um dos grupos mais destacados e importantes da primeira metade da década de 60, na Argentina. O grupo vocal/instrumental, esteve activo desde o início de 1962 até 1964.
Eram seus integrantes, Alberto Comte (viola solo), Horacio Ascheri, vocalista e guitarra ritmo, Basilio Uhryniuk no baixo, Manuel Antonio López nos teclados e Nestor Luis Trozzi na bateria.
Gravaram para a editora Music Hall durante os anos de 1962 e 1963, os LP "Es la Locura", "Con Todo" e "Buscados". 
Em 1964 Ascheri iniciou a sua carreira a solo, sendo substituído por Juan Manuel 'Tony' González, que vinha de um outro grupo (ex-guitarra solo de Los Wonderful 's). Saiu também Uhryniuk e ingressou para o baixo, Tonino Armentano. Esta formação gravou em 1964 o LP "Al Abordaje", último do grupo. Posteriormente houve mais alterações, incluindo o vocalista do grupo, tendo sido incorporado Cacho Barguini (o Borghini). 
Para além dos temas incluídos nos LPs já referidos, gravaram ainda outros como, "La Pecosita", "Palabras", "Un Lugar en el Sol", "Date Cuenta", "Nunca Nadie Como Tú", "Re Bueno", "Es un Rayo", "Ahora Sé que No", "Tan Solo un Niño", "Repican las Campanas", "Santa Claus Viene a la Ciudad", "Rodolfo, el Reno de la Nariz Roja", "Podemos Solucionarlo", "Loco por las Muchachas", "Así Como Yo", "Los Muchachos Lloran", "Musica de Rock And Roll", "Porque", "He de Volver a Verte".

Faixas / Tracklist:

Susy La Coqueta 
Un Tema para mi Madre 
El Vuelo del Moscardón (instro)
En la Oscuridad 
Linda Nena 
Bromitas 
Que se Mueran los Feos 
Vida (Canta Vida) 
Gully-Ver (instro)
Mechitas 
Mi Promesa 
Twist '63

LP ripado do vinil. Agradecimento ao nosso amigo Luíz Alvarez, pelas disponibilização e partilha deste álbum.

Brazilian Bitles - É Onda (LP 1967)

  




The Brazilian Bitles - É Onda (LP CBD/Polydor ‎– LPNG 44004, 1967).

The Brazilian Bitles é uma das bandas mais emblemáticas e menos reconhecidas do rock brasileiro. Tanto pelo nome, como pelo repertório é directamente vinculada à "beatlemania" e à Jovem Guarda. De facto, a banda foi uma das primeiras a introduzir o som dos Beatles na cena carioca. Também fizeram sucesso com uma inusitada versão pop de "Gata" (Wild Thing - Troggs/Jimi Hendrix). Mas, The Brazilian Bitles foi mais do que apenas uma banda cover. No seu repertório estão presentes raras pérolas do melhor rock dos anos sessenta, permeadas de climas modernos, garageiros e psicodélicos, como 'Dedicado a quem amei', 'Deixe em paz meu coração', 'Preciso seguir' e 'Decisão'. 


A história da banda começa em 1965, quando o guitarrista Vitor Trucco e o cantor e guitarra ritmo Jorge ainda tocavam nos The Dangers, uma das inúmeras bandas de garagem do Rio de Janeiro. A banda apresentava-se na televisão e especialmente em clubes, às vezes acompanhada de um cantor chamado Ely Barra. Um dia, Ely, mais o baterista Luiz Toth, juntamente com o paulista recém chegado Fábio Block convidaram Vitor para formar uma banda ao estilo dos Fab Four. Assim, estava formada The Brazilian Bitles, com Luiz Toth (bateria), Fábio Block (baixo e, depois, guitarra), Eliseu da Silva Barra (cantor e teclados), Vitor Trucco (guitarra solo e, depois, baixo) e Jorge Eduardo de Almeida (voz e guitarra ritmo). Em 1968, Luiz Toth, Fábio Block e Ely Barra deixaram a banda, entrando Ricardo, ex-baterista dos The Bubbles, e Rubens, ex-integrante do grupo uruguaio The Innocents, na guitarra solo e novos vocais.


The Brazilian Bitles estreou-se apenas quatro dias depois, na boate "La Candelabre, com grande divulgação dos mídia, graças ao empresário da nova banda, Glauco Pereira. O sucesso foi imediato, devido a música que interpretavam. O repertório refinado trazia Beatles, Rolling Stones, rock clássico (Chuck Berry, Little Richard) e outras novidades da "invasão inglesa", e ao visual da banda, que já usava cabelos compridos. No dia seguinte, a banda estava nas páginas dos jornais como grande novidade da cena carioca, e daí para a televisão foi um pulo, onde apresentavam o programa "BBC - Brazilian Bitles Club", na TV Excelsior, do Rio de Janeiro.
O programa, que ia para o ar aos sábados à tarde, fez grande sucesso, chegando a segundo lugar nas pesquisas de audiência, e serviu de vitrina para divulgar diversos artistas que vieram a consagrar-se posteriormente. Em seguida, gravam seu disco de estreia, abrindo caminho para uma carreira que durou até 1969, incluindo diversos compactos, mais dois LPs, outros sucessos nas paradas, como "Não Tem Jeito" (versão de Rossini Pinto para "Satisfaction", dos Rolling Stones) e centenas de apresentações ao vivo país afora.

Texto retirado e adaptado, de Flávio Ohno e Fernando Rosa, originalmente publicado no site do Senhor F.


Músicos/Members:

Baixo – Fábio Block
Bateria – Luiz Toth
Teclas – Ely Barra
Guitarra solo – Vitor Trucco
Vocalista – Jorge Eduardo

Faixas/Tracklist:

A1 É Onda (Fábio Block) 2:57 
A2 Rainha Dos Meus Sonhos (Fábio Block) 1:58 
A3 Louco De Amor (Fábio Block) 2:30 
A4 Faz Feliz Assim (A Groovy Kind Of Love) (Lilian Knapp, C. Bayer, T. Wine) 2:15 
A5 Qual A Razão (Day Tripper) (Fred Jorge, Lennon/McCartney) 2:55 
B1 Cabelos Longos, Idéias Curtas (Cheveux Longs, Idées Courtes) (F. Jorge, G. Thibaut, J. Hallyday) 3:16 
B2 O Papagaio (Fábio Block) 2:18 
B3 Não Tem Jeito (Satisfaction) (Rossini Pinto, Jagger/Richards) 3:03 
B4 Se Você Me Pegar (Ipiranga) 1:51 
B5 Vem, Meu Amor (Fábio Block) 2:24 
B6 O Homem Só (Nowhere Man) (Lilian Knapp, Lennon/McCartney) 2:33 

LP gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo Kléber Andrade, a quem agradecemos.

Chinese Rocks - V/A (60's Garage, Surf, Trash, Rock 'n' Roll A Go Go From Southeast Asia)

terça-feira, 12 de novembro de 2013



Chinese Rocks (60's Garage, Surf, Trash, Rock 'n' Roll A Go Go From Southeast Asia) – LP Outhouse Records ‎– OH-001/USA.

Raro LP com uma baixa prensagem de 500 cópias. Interessante compilação que nos apresenta vários grupos dos anos 60 quase desconhecidos oriundos do sul da Ásia como Singapura e Malásia, entre outros, que estão aqui reunidos produzindo um rock de garagem selvagem e psicadélico. 

The Quests (Singapore)

Faixas/Tracklist:

A1 The Stylers – Hey! Hey! Hey! 
A2 The Siglap 5 – Hey Girl 
A3 The Quests – Ding Dong Twist 
A4 Johnny Tan – Shakin' All Over 
A5 The Bakar Hamid and Hawks – Di-Kau-Tetap Ku Kenang 
A6 The Thunderbirds – Call My Name 
A7 Shao Fong Fong – I Love A Go Go 
A8 The Hi-Fi Twins and The Kings – Papa Oom Mow Mow 
A9 Blue Lake Combo – Bombora 
B1 The Steps – Steps Theme 
B2 S. Suri and Les Sea King – Suasana Alam 
B3 The Fabulous Falcons – Midnight Express 
B4 The Saints – Unknown (???) 
B5 The Hi-Fi Twins and The Kings – Lies 
B6 The Helen Velv and Silvertones – Hot Pants 
B7 The Quests – Pop In Theme 
B8 The Jamalia Hani and Pelikans – Gadis Di-Ibu Kota 
B9 4 Biol – Tukang Telek

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Beatles Em Tudo - Curiosidades Inéditas Sobre a Maior Banda da História (Livro)


Recebemos hoje este interessante livro sobre The Beatles, oferecido pelo meu sobrinho que reside no Rio de Janeiro. Para ele um grande beijinho de agradecimento e aquele abraço.

João Resende, publicitário, um estudioso e apaixonado pelos Beatles desde a sua adolescência.

Por acaso sabe que os Beatles já encenaram Shakespeare na TV? Ou que o poeta Carlos Drummond de Andrade já traduziu letras de algumas músicas deles? Todas essas curiosidades estão reunidas neste livro "Beatles em tudo", um cuidadoso trabalho de pesquisa do publicitário João Resende que descreve, com textos divertidos, a influência que o quarteto de Liverpool teve em diversas áreas, como literatura, cinema, ciências, geografia, desportos (esportes) e muitas outras...


Com este interessante livro "Beatles Em Tudo" (Curiosidades Inéditas Sobre a maior Banda da História), Resende dedica-se a encontrar relações da banda com os mais diferentes assuntos possíveis. Lá poderemos descobrir e apreciar centenas de factos, como por exemplo, os estádios brasileiros em que Paul McCartney tocou, os desportos (esportes), a moda, os filmes, a astronomia e a paleontologia e até o seu contacto com o "Tropicalismo", entre muitos outros.


Mais de 40 anos após o fim da banda, o universo de coisas relacionadas com os Beatles não pára de crescer. Os Fab Four ainda estão nas bancas, nos programas de TV, em covers feitos por músicos do mundo todo. E assim, a Beatlemania vai passando de geração em geração e se associando a tudo e a todos.

Agradecimento muito especial ao meu sobrinho residente no Rio de Janeiro que nos ofertou este livro como presente de Natal.
Carlos Santos

Instrumentales Chilenos De Los 60 (V/A)

 



Instrumentales Chilenos de los 60 (V/A) 

Excelente compilação que reúne 31 temas de alguns dos melhores grupos instrumentais chilenos dos anos 60.

Los Sonnys

O rock instrumental foi um género musical que explodiu na América no final dos anos 50, caracterizado pela ausência de voz, sendo valorizada somente a condução instrumental. O estilo foi um dos principais responsáveis pelo surgimento do surf rock, e da continuidade do rock nos anos 60.
O rock instrumental fortaleceu-se definitivamente, com a contribuição e a evolução do baixo e da guitarra eléctrica. Entre muitos outros, foram claros exemplos Link Wray, Duane Eddy, Santo e Johnny ou The Fireballs. Outros grupos ganharam destaque em 1959 como The Ventures ou os ingleses The Shadows. 
O rock instrumental e o surf rock dos anos 50, tiveram continuidade nos anos 60, principalmente na primeira metade dessa década.

Los Rockets

Também o Chile não foi excepção. Neste país da América Latina surgiram os primeiros grupos, especialmente nos finais dos anos 50, que se dedicaram a este género musical e que posteriormente se intensificaram com o ressurgimento do movimento musical conhecido como “La Nueva Ola Chilena”. De entre eles destacamos Los Ramblers, Pat Henry e Sus Diablos Azules (grupo aos estilo dos Beach boys mas com alguns instrumentais que fizeram furor nos finais dos anos 60), Los Rockets (considerado um dos melhores conjuntos do Chile de surf e rock instrumental, de grande qualidade) ou Los Fénix, formados em 1966 e que também apresentavam um repertório de excelente qualidade instrumental.

The Rockets - Playa Solitaria (from Youtube

Pat Henry e Sus Diablos Azules

Faixas/Tracklist:

01.- Jugando en la playa – Los Diablos Azules
02.- Desesperado – Los Rockets
03.- El amor es azul – la,la,la – Los Fénix
04.- Sabor a miel – Los Ramblers
05.- Cabalgata – Tito Reyes y Los Rockets
06.- El bueno, el malo y el feo – Los Sonnys
07.- Bailamos….gracias – Los Diablos Azules
08.- Playa solitaria – Los Rockets
09.- La pulga española – Los Ramblers
10.- Salvaje – Miguel Zabaleta y los Topsies
11.- Búscame y me encontrarás – Los Diablos Azules
12.- Ramblering – Los Ramblers
13.- Pájaro carpintero – Los Fénix
14.- Tema de Batman – Michel y su Conjunto
15.- Un poco de acción – Los Diablos Azules
16.- Bonanza – Los Sonnys
17.- Y la amo – Los Primos
18.- Juanita banana – M. Contardo y su Orquesta
19.- Morir un poco – Nano Vicencio
20.- Sol de invierno – Los Diablos Azules
21.- Ruedas – Oscar Arriagada
22.- Tema de New Love – The Grasshoppers
23.- Tema de Django – Los tres Gigantes
24.- Dulce septiembre – Los Rockets
25.- El bueno, el malo y el feo – Los Diablos Azules
26.- Apache – Los Sonnys
27.- Danza de las horas – Tito Reyes y Los Rockets
28.- La pulga española – Los Ramblers
29.- El vuelo del moscardón – Los Fénix
30.- Romance – Los Rockets
31.- Tres son multitud – Los Diablos Azules

Álbum partilhado pelo nosso amigo Luiz Alvarez, a quem agradecemos.
Grafismos e capas por Carlos Santos

Morreu Rui Valentim de Carvalho.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Rui Valentim de Carvalho e Amália Rodrigues

Morreu hoje, aos 82 anos, Rui Valentim de Carvalho, editor discográfico e administrador da empresa Valentim de Carvalho durante mais de meio século. Rui Valentim de Carvalho nasceu em Lisboa a 9 de Abril de 1931. 
A Casa Valentim de Carvalho surgiu em 1914 na Rua da Assunção, na baixa de Lisboa, vendendo instrumentos musicais, gramofones e pautas de música.
Em 1920 tornou-se a primeira editora discográfica portuguesa, ao comprar o Salão Neuparth aos descendentes do maestro Eduardo Neuparth, com as gravações de Maria Alice. Durante quatro décadas a Valentim foi autorizada a distribuir conteúdos da multinacional EMI para Portugal. Dessa forma, apoiou a carreira de várias gerações de artistas e grupos portugueses, colaborando de certa fora para o desenvolvimento da música nacional.
Em meados da década de 60, surge a descoberta da música africana, materializada quer no lançamento de nomes como Duo Ouro Negro, Elias Dia Kamuezo, Teta Lando e, mais tarde, de Filipe Mukenga e Waldemar Bastos e quer na reprodução, em Angola, dos estúdios de gravação e fábricas de discos que já havia construído em Portugal.
O estúdio Valentim de Carvalho, em Paço d’Arcos, foi criado em 1963, inspirado nos de Abbey Road, que se tornou num dos maiores complexos audiovisuais do país e numa referência junto de grandes artistas e grupos internacionais. Por ele passaram Júlio Iglésias, Cliff Richard, Shadows, Vinícius de Moraes ou os Rolling Stones.
Em 1994, depois da parceria EMI-Valentim de Carvalho, a empresa vende a sua participação na multinacional inglesa e volta a estar em nome próprio no panorama musical, apoiando novas bandas portuguesas. 
O funeral será realizado amanhã, seguindo para o Cemitério dos Prazeres.

Fonte:  Parcialmente transcrito de Ionline (Ana Tomás) e Wikipedia

Parafuso - A Saudade (Single 1981)




Parafuso – A Saudade (Single Fontana 6031 192, 1981).

Faixas/Tracks:

01 – A Saudade (Romão Félix) – acompanhado por Armando Gama ao piano;
02 – Radiografia do Parafuso (Romão Félix) – acompanhado pelo Conjunto de Renato Silva.


Em meados da década de 70 Portugal vivia a euforia da liberdade e uma série de transformações sociais motivadas pelo regresso de milhares de portugueses vindos das ditas "ex-colónias", na época apelidados de “retornados”.
Mas nem o constrangimento motivado por esta situação evitou a continuação do sucesso de um humorista moçambicano em terras da “metrópole”, 
Romão Félix (Parafuso) neste single, apresenta dois lados substancialmente diferentes no seu contexto e conteúdo. Em "Saudade", uma espécie de melancólica despedida definitiva, retrata a mágoa e a saudade da terra e das gentes que deixou, assim como a forma como alguns foram encarados no seu regresso. 
O lado B, "Radiografia do Parafuso", é um tema mais brejeiro e mais ao estilo descontraído de Romão Félix, com o seu humor e alegria inseridos numa fantástica marrabenta bem batida, com o acompanhamento do excelente Conjunto de Renato Silva.
A biografia deste artista já se encontra inserida neste blog.


Este disco foi gentilmente cedido pelo nosso amigo Victor Ribeiro, a quem agradecemos.
Single ripado do vinil e masterizado por Carlos Santos.

27 Clássicos do Rock Nacional (V/A, Brasil)



AQUI: ou ALI:

27 Clássicos do Rock Nacional (V/A, Brasil), é uma excelente compilação que reúne e desfila alguns dos maiores e raros sucessos do rock brasileiro, nos seus primórdios, e de onde se destacam entre muitos outros, Cauby Peixoto, Celly Campello, que foi uma cantora e precursora do rock no Brasil, Carlos Gonzaga, que fez sucesso nacional com a versão Diana (gravação original de Paul Anka) em 1958, Tony Campello, intérprete de vários sucessos no final da década de 50 e na década de 60, como "Lobo Mau"" e ""Boogie do Bebê" ou Erasmo Carlos, quando ainda fazia parte do grupo "The Snakes, com Calypso Rock.


No Brasil, nos anos 50 surgiram os primeiros acordes de rock. Uma das primeiras gravações foi uma cover de "Rock Around the Clock", o hit de Bill Haley and His Comets que espalhou o rock ‘n’ roll pelo planeta. Essa versão intitulada "Ronda das Horas", mas com a letra original em inglês, foi gravada em Outubro de 1955 por Nora Ney, especialista em sambas-canção.

Cauby Peixoto

Em 1957 surgiram as duas primeiras gravações de rock totalmente composto no Brasil. Segundo o especialista Marcelo Fróes, no seu livro Jovem Guarda - Em Ritmo de Aventura (2000), a honra cabe a "Rock and Roll em Copacabana", de Miguel Gustavo, autor da marchinha "Pra Frente, Brasil", que embalou a seleção de futebol na Copa de 1970. "Rock and Roll em Copacabana" foi gravada por Cauby Peixoto em Janeiro e lançada em Maio de 1957, pelo que se poderá deduzir que Cauby Peixoto terá sido o primeiro roqueiro brasileiro, cantando em português. Porém, também em Março desse ano, a veterana pianista Carolina Cardoso de Menezes gravou o seu tema "Brasil Rock". No entanto, é impossível precisar qual das canções foi composta primeiro.
Como nenhum destes artistas se especializou em rock e apenas tiveram incursões esporádicas pelo ritmo, poder-se-á considerar que os títulos de primeiro cantor e de primeiro grupo de rock do país cabem a Betinho e Seu Conjunto, que gravaram, em Abril de 1957, "Enrolando o Rock", composto pelo líder da banda, em parceria com Heitor Carillo. 

Fonte: Parcialmente retirado e adaptado de um texto de José Augusto Lemos.

Álbum gentilmente partilhado pela nossa amiga Georgina Andrade, a quem agradecemos.

Rita Olivaes - Noite de Renascer (EP 60's)

domingo, 10 de novembro de 2013



Rita Olivaes - Noite de Renascer (EP A Voz do Dono, 8 E 0164-0008 M, 196X).
Arranjos e direcção de orquestra por Jorge Machado.
Todas as canções são de autoria de Rita Olivaes.

Rita Olivaes é uma cantora folk e poetisa portuguesa.

Faixas/Tracks:

01 - Céu Rasgado
02 - Cantiga Leve
03 - Noite do Renascer
04 - Doçura, Fundura, Sepultura

EP ripado e gentilmente cedido pelo nosso amigo António Portela, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.