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Patsy Cline - Showcase (LP 1961)

sábado, 2 de novembro de 2013



Patsy Cline ‎– Showcase (LP Brunswick, LAT 8394, 1961 UK).



"Patsy Cline Showcase" é um álbum de estúdio lançado nos EUA em 27 de Novembro de 1961 pela Decca Records e no Reino Unido pela Brunswick Records. O álbum produziu dois singles que se tornaram grandes êxitos, tanto nos tops da Billboard Country como na Billboard Pop Charts, " I Fall To Pieces " e o single seguinte " Crazy" . A gravação iniciou-se em 16 de Novembro de 1960 no Bradley Film and Recording Studios em Nashville, Tennessee, em cinco sessões, terminando em 25 de Agosto de 1961 . " Showcase" pertenceu à primeira série de sessões, depois do acidente de automóvel quase fatal que Cline sofreu em 1961.
A capa original mostra três fotos de Cline em 1957, retiradas de uma fotografia promocional. Após a sua morte, o álbum foi relançado pela Decca em 1963, tendo sido alterada a capa, com Cline vestindo uma blusa branca, umas calças vermelhas capri, e o título foi também mudado para “Patsy Cline Showcase with the Jordanaires".


Patsy Cline, (8 de Setembro de 1932 – 5 de Março de 1963) foi uma cantora norte-americana de música country.
Nascida Virginia Patterson Hensley em Winchester, na Virgínia, Estados Unidos, Cline assinou o seu primeiro contrato como cantora country em 1953 e, apesar da sua curta vida, tornou-se uma das intérpretes mais influentes da história da música popular norte-americana.
O seu primeiro sucesso foi "Walkin' After Midnight" (1957), escrito por Don Hecht e Alan Block. Embora tenha começado a carreira gravando rockabilly, era evidente que a sua voz combinava mais com os sucessos pop/country. Outros dos seus sucessos foram "Crazy", "She's Got You" ou "I Fall To Pieces".
Cline morreu num acidente de aviação em Camden, Tennessee, aos 30 anos, em 1963. No avião com ela estavam outras figuras conhecidas do country da época, como Hawkshaw Hawkins e Randy Hughes, entre outras. Hughes, então companheiro e empresário de Cline, era o piloto do avião. Ela foi sepultada no cemitério Shenendoah Memorial Park, na sua cidade natal.


Faixas / Tracklist:

A1 Fall To Pieces (Hank Cochran, Harlan Howard)
A2 Foolin' Round (Buck Owens, Harlan Howard)
A3 The Wayward Wind (Herb Newman, Stan Lebowsky)
A4 South Of The Border (Down Mexico Way) (Jimmy Kennedy, Michael Carr)
A5 I Love You So Much It Hurts (Floyd Tillman)
A6 Seven Lonely Days (Alden Shuman, Earl Shuman, Marshall Brown)
B1 Crazy (Willie Nelson)
B2 San Antonio Rose (Bob Wills)
B3 True Love (Cole Porter)
B4 Walkin' After Midnight (Alan Block, Don Hecht)
B5 A Poor Man's Roses (Or A Rich Man's Gold) (Bob Hilliard, Milton DeLugg)
B6 Have You Ever Been Lonely (Have You Ever Been Blue) (George Brown, Peter DeRose)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Cláudio Viegas, a quem agradecemos.

Os Gambuzinos - Kalumba (Single 1972-Angola)




Os Gambuzinos - Kalumba (Single RCA Victor 30.002, 1972 - Angola). 
Single considerado raro.


Faixas/Tracks:

01 - Kalumba
02 - Este Bairro

Os Gambuzinos foi um célebre trio angolano, formado por Filipe Vieira Lopes (posteriormente substituído por José Manuel Pedrinho “Pedrito”), com Dualy Jair na guitarra e Freitas Sebastião na percussão/pandeireta.
Este excelente disco apresenta-nos de forma agradável o contraste da música ligeira angolana com os “metais” (instrumentos de sopro), o que permite dar-nos a percepção da evolução e a notoriedade de uma musicalidade mais estereotipada.

Single ripado e disponibilizado pelo nosso amigo António Portela, a quem agradecemos.

Shegundo Galarza E Orquestra - Saudades de Moçambique

sexta-feira, 1 de novembro de 2013



Shegundo Galarza E Orquestra - Saudades de Moçambique / Interpreta o Melhor de Artur Fonseca.
Arranjos e Direcção de Orquestra pelo Maestro Shegundo Galarza.

Trata-se de um fantástico álbum ao estilo de Shegundo Galarza, interpretando de forma magistral e melodiosa alguns dos mais emblemáticos temas do Maestro Artur Fonseca e da sua equipa de poetas e compositores como, Vasco M. Sequeira, Reinaldo Ferreira, Eduardo Paixão, Pimentel Costa, entre outros.


Shegundo Ramón Galarza, mais conhecido apenas por Shegundo Galarza (1924 – Lisboa, 2003) foi um Maestro e compositor português de origem basca. Em Portugal teve uma longa carreira de 54 anos. Tudo começou em 1948 (25 de Novembro), com apenas 24 anos, no Casino Estoril onde actuou diariamente até Maio de 1950.
Depois, e até 1951, actua nos restaurantes “ A Choupana” e “Aquarium” e grava os seus 3 primeiros discos para a editora “Melodia”.
A 21 de Outubro de 1951, parte para Luanda onde permaneceu até Abril de 1952, seguindo para Lourenço Marques/Moçambique onde actuou no “Hotel Polana” durante 6 meses.
Entre 1952 e 1954 esteve em Joanesburgo, África do Sul, com contratos na Springbok Radio e no Du Barry Restaurant. Neste período grava 6 discos para a editora “Decca”.
Em 1954 regressa a Lourenço Marques e novamente ao “Hotel Polana” onde esteve até Maio de 1955.
A partir desta data, volta definitivamente para Lisboa, actuando no Hotel Palácio”. Assinou com a editora “Estoril”, a gravação de 4 LPs.
Forma a orquestra de Shegundo Galarza que lhe trará o reconhecimento do grande público (mais de 300 apresentações na RTP e cerca de 50 álbuns gravados, em Portugal e Espanha, chegando também a trabalhar com Edmundo Ross e Xavier Cugat). Mas o bichinho de África nunca o abandonou, como o prova este álbum, “Saudades de Moçambique”, todo preenchido com música de Artur Fonseca, com canções compostas no final dos anos 50, tendo a grande maioria delas sido celebrizada pela voz moçambicana de João Maria Tudella.

Fonte: Texto retirado parcialmente de Wikipedia e RatoRecords.

Faixas/Tracklist:

01. Kanimambo 3:58
02. Holiday in Lourenço Marques 3:00
03. Moçambique 3:01
04. Uma Casa Portuguesa 3:26
05. Lourenço Marques 4:21
06. Lourenço Marques Cidade Feitiço 4:42
07. Lourenço Marques Bonita 3:29
08. Canção de Angola 3:57
09. Lourenço Marques Menina 4:20
10. Uma Estrela Falou 3:28
11. O Meu Chapéu 3:55
12. Natal Negro 3:43

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Livro de Abel Rosa - Os Beatles Ilustrados / Os Beatles na Imprensa Portuguesa 1963-1972



Um novo livro de Abel Rosa, "Os Beatles Ilustrados - Os Beatles na Imprensa Portuguesa 1963-1972", com introdução de Hunter Davies e Luis Pinheiro de Almeida, será lançado a 16 de novembro.
A apresentação será no Ponta do Sal Cafetaria Lounge em S. Pedro do Estoril., no dia 16 de novembro, pelas 16h.


Um certo olhar Português das décadas de sessenta e setenta, através de uma selecção de páginas das revistas e publicações da época sobre os Beatles, em Portugal.
Capa e adaptação gráfica de Duarte Vilardebó Loureiro.

O livro irá estar à venda nas lojas FNAC ou pedidos para: abelrosa@netcabo.pt

http://www.lifecooler.com/artigo/fazer/ponta-do-sal-cafetaria-lounge/428474/

Black Widow - Sacrifice (LP 1970)




Black Widow – Sacrifice (LP Earmark  41046 , 1970).
Produção de Pat Meehan Junior.

Black Widow é uma banda de rock progressivo formada das cinzas dos Pesky Gee, em Leicester/UK , em 1966, tendo mantido a sua actividade até 1973 e reatando-a em 2007 até à actualidade. A banda foi conhecida principalmente pelo uso precoce de imagens satânicas e ocultismo (incluindo o sacrifício simbólico de uma virgem nua no palco), na sua música e nas actuações em palco. Foram frequentemente comparados com outra banda mais conhecida, The Black Sabbath , mas as bandas eram apenas superficialmente similares.


Faixas / Tracklist:

A1 In Ancient Days (Jim Gannon)
A2 Way To Power (Jim Gannon)
A3 Come To The Sabbat (Clive Jones/Jim Gannon)
A4 Conjuration (Jim Gannon)
B1 Seduction (Jim Gannon)
B2 Attack of The Demon (Jim Gannon)
B3 Sacrifice (Jim Gannon)


Músicos:

Vocalista – Kip Trevor
Guitarra baixo e voz – Bob Bond
Bateria e percussão – Clive Box
Flauta, Saxofone, Clarinete – Clive Jones
Guitarra solo, guitarra espanhola, vibrafone e voz – Jim Gannon
Orgão, Piano – Zoot Taylor

LP gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo Bobby Chinn, a quem agradecemos.

Big Ben Banjo Band - Happy Banjos Play The Beatles (LP 1967)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013



Big Ben Banjo Band - Happy Banjos Play The Beatles (LP Capitol ST 2642, 1967 - USA).

Happy Banjos Play The Beatles, é um interessante álbum que reúne 30 dos maiores sucessos dos Beatles, misturados e interpretados em forma de medley por Big Ben Banjo Band, um grupo musical do Reino Unido, sob a direcção de Norrie Paramor.
Mas, não se pense que se trata de música banjo apenas do tipo bluegrass (banjo com cinco cordas). Na verdade, os banjos tornam-se realmente harmoniosos sob a orientação e os arranjos de Paramor, inseridos nos metais e noutros instrumentos rítmicos, deslizando suavemente de uma melodia para a outra, nos três temas que estão dentro de cada medley, numa recriação de certa forma estranha, num universo alternativo.


Faixas / Tracks:

01. All My Loving/She's A Woman/You Can't Do That (3:58)
02. World Without Love/Anytime At All/And I Love Her (3:36)
03. Ticket To Ride/Happy Just To Dance With You/Things We Said Today (3:25)
04. I Should Have Known Better/I'm A Loser/It Won't Be Long (2:40)
05. A Hard Day's Night/I Feel Fine/Can't Buy Me Love (3:16)
06. Paperback Writer/Eight Days A Week/I'll Get You (3:14)
07. Michelle/This Boy/Yesterday (4:04)
08. Norwegian Wood/Rain/Nowhere Man (3:03)
09. Don't Bother Me/No Reply/Little Child (3:31)
10. Tell Me Why/The Word/I'll Be Back (2:34)

LP gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo João Pimentel (blog do Pimentel), a quem agradecemos.

Los Crazy Boys Con Sus Exitos

quarta-feira, 30 de outubro de 2013



Los Crazy Boys Con Sus Exitos, é uma fantástica compilação que reúne os grandes êxitos desta banda roqueira do México. 



Los Crazy Boys e Luis 'Vivi' Hernández

Los Crazy Boys foi um grupo de sucesso nos primeiros anos do rock and roll mexicano, altura que mais tarde se chamaria "A Época Dourada". O seu vocalista principal, Luis 'Vivi' Hernández, que ficará para sempre associado ao grupo, deu-lhes a “garra” necessária para os temas de rock.
Eram seis jovens estudantes universitários quando formaram este conjunto que se colocou rapidamente na preferência da juventude latino-americana, graças ao êxito obtido pelas suas versões de canções como, "Niño Popis", "Niña Rebelde", "Corina, Corina" ou "La Novia de mi Mejor Amigo", entre muitas outras.
Diz-se que foi o primeiro grupo a usar violinos num tema de rock no México (a sua versão/cover do tema "Corina, Corina"). Triunfaram em actuações ao vivo e participaram no filme “A ritmo de twist”, onde interpretaram um dos seus melhores êxitos com o vocalista Vivi, 'La Pulga'. Outro grande tema foi o cover "Leroy". Depois de gravarem o segundo LP, Vivi Hernández sai do grupo e inicia uma breve carreira a solo, e quando tenta de novo regressar aos Crazy Boys, estes negam-lhe a reentrada no grupo. Gravam em seguida o 3º e último LP, reagrupando-se, e conseguindo um breve sucesso, com a sua nova versão de 'La Pulga', antes de se separarem.
Enquanto isso, Vivi, o emblemático vocalista de Los Crazy Boys, forma um outro grupo 'Los Crazy Birds', gravando de novo na editora Discos Orfeón. Posteriormente forma 'Los Fratelos', gravando no selo Discos Cisne, antes de seguir definitivamente a sua carreira como solista. Participa em eventos “roqueiros” em televisão, principalmente Orfeon A Go-Go e escreve uma coluna em diversas revistas, especialmente na "México Canta".
Nos anos 70 Vivi procura imitar o seu grande ídolo, Elvis Presley.
Participa no Festival OTI e consegue uma muito boa actuação, mas infelizmente morre em 1977, curiosamente, a pouco tempo de falecer também o seu ídolo, Elvis Presley.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luiz Alvarez, a quem agradecemos.
Agradecimento simultâneo ao nosso amigo Tamalon.

The Crickets – The Chirping Crickets [LP 1957]




The Crickets - The "Chirping" Crickets (LP Brunswick BL 54038, US 1957).

The "Chirping" Crickets é o álbum de estreia da banda americana de rock The Crickets, liderada por Buddy Holly. Em 2003, o álbum foi classificado em número 421 na revista Rolling Stone, na lista dos 500 maiores álbuns de todos os tempos. O LP foi gravado entre 25 de Fevereiro e 28 de Setembro de 1957 e lançado nos EUA ainda nesse ano.



Charles Hardin Holley (Lubbock, 7 de Setembro de 1936 – Clear Lake, 3 de Fevereiro de 1959), mais conhecido apenas como Buddy Holly, foi um influente guitarrista, cantor e compositor americano e pioneiro do rock and roll.
Embora o seu sucesso tenha durado apenas um ano e meio antes da sua morte, num acidente de aviação em 1959, conhecido como “O Dia Em Que A Música Morreu” (The Day the Music Died), em que faleceram também os cantores Ritchie Valens e J.P. Richardson, Holly é descrito pelos críticos como "a força criativa mais influente dos primórdios do rock". Os seus trabalhos e inovações inspiraram e influenciaram tanto os seus contemporâneos como futuros músicos como, The Beatles, The Rolling Stones, Eric Clapton, Don McLean e Bob Dylan, exercendo uma contribuição significativa para a música pop.
O nome de Holly foi um dos primeiros a serem incluídos no Hall da Fama do Rock and Roll aquando da sua fundação em 1986. Em 2004, ele foi referenciado pela revista Rolling Stone na 13ª posição entre os "Maiores Artistas de Todos os Tempos". Foi considerado o 80º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Em 7 de Setembro de 2011, dia em que completaria 75 anos de idade, Buddy Holly finalmente ganha a sua estrela na Calçada da Fama, em Hollywood.


Faixas / Track listing:

Lado/Side 1

Oh, Boy! (Sonny West, Bill Tilghman, Norman Petty) – 2:07
Not Fade Away (Buddy Holly, Petty) – 2:21
You've Got Love (Roy Orbison, Johnny Wilson, Petty) – 2:05
Maybe Baby (Holly, Petty) – 2:01
It's Too Late (Chuck Willis) – 2:22
Tell Me How (Holly, Jerry Allison, Petty) – 1:58

Lado/Side 2

That'll Be the Day (Holly, Allison, Petty) – 2:14 (May 27, 1957 Brunswick version)
I'm Looking for Someone to Love (Holly, Petty) – 1:56
An Empty Cup (And a Broken Date) (Orbison, Petty) – 2:11
Send Me Some Lovin' (John Marascalco, Leo Price) – 2:33
Last Night (Joe B. Mauldin, Petty) – 1:53
Rock Me My Baby (Shorty Long, Susan Heather) – 1:47

The Crickets - That'll Be the Day (from Youtube)

Intervenientes/Personnel:

Buddy Holly – vocalista, guitarra solo, guitarra acústica no tema 5, voz de apoio na faixa 2;
Jerry Allison – bateria, percussão e voz de apoio na faixa 2;
Joe B. Mauldin – contrabaixo, excepto nas faixas 7 e 8;
Niki Sullivan – guitarra ritmo, excepto nas faixas 1, 2, 5, 7, 8 e 11, voz de apoio nas faixas 2, 7 e 8;

Outros músicos:

Larry Welborn – baixo na faixa 7 e contrabaixo na 8;
The Picks (Bill Pickering, John Pickering e Bob Lapham) – vozes de apoio, excepto nas faixas 2, 7 e 8;
Ramona e Gary Tollett – vozes de apoio nas faixas 7 e 8.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Daniel Legrant, a quem agradecemos.

Golden Hit Parade VOL. 8 (1972 /1973) V/A

terça-feira, 29 de outubro de 2013


V/A - Golden Hit Parade Vol. 8 (1972/73) - LP Reader's Digest RDS 9037 - RDES 2839/2840, 1978.

8º volume de uma fantástica compilação da R.D., de música pop dos anos 70 que reúne alguns dos maiores artistas e sucessos do início daquela década.


Faixas / Tracklisting:

Lado 1

01. Son Of My Father - (Moroder, Holm, Bellotte) - Chicory Tip (1972)
02. Without You - (Nilsson) - Harry Nilsson (1973)
03. Come What May - (Monro, Panas, Newell, Desla) - Vicky Leandros (1972)
04. Rocket Man - (Taupin, John) - Elton John (1972)
05. Mouldy Old Dough - (Fletcher, Woodward) - Lieutenant Pigeon (1972)
06. You're A Lady - (Skellern) - Peter Skellern (1972)
07. I'd Like To Teach The World To Sing - (Backer, Davis, Cook/Greenaway) - The New Seekers (1971)

Lado 2 

08. Part Of The Union - (Ford, Hudson) - The Strawbs (1973) 
09. Sylvia - (Van Leer) - Focus (1972)
10. Welcome Home - (Aeldone, Blackburn, Dupree) - Peters And Lee (1973)
11. Yesterday Once More - (Bettis, Carpenter) - The Carpenters (1973) 
12. Monster Mash - (Pickett, Capizzi) - The Bobby Pickett And Crypt Kickers (1962)
13. Ballroom Blitz - (Chapman, Chinn) - The Sweet (1973)
14. Caroline - (Young, Rossi) - Status Quo (1973)

Agradecimento ao nosso amigo Carlos, do blog Baú de Long Playing.
Masterização por Carlos Santos.

Paulo Alexandre - Agora ou Nunca (EP 1964)




Paulo Alexandre - Agora Ou Nunca (EP Alvorada AEP 60533, 1964).
Acompanhado pela orquestra de João Nobre.


Faixas/Tracks:

01 – Agora ou Nunca (Nóbrega e Sousa/António José);
02 – Ana Cristina (Nóbrega e Sousa/Jerónimo Bragança);
03 – Escravo (Paulo Alexandre);
04 – Nocturno (Wolmar Silva/Manuel Lereno).

Paulo Alexandre (pseudónimo de Modesto Pereira da Silva Santos), é um cantor português que nasceu em Vouzela no dia 16 de Fevereiro de 1931. 
Aos 12 anos foi viver para Lisboa e começa a trabalhar num banco, como groom (grumete), fazendo pequenos recados. Nunca abandonará a sua actividade de bancário, chegando a director de relações internacionais da instituição onde trabalhava.
A sua carreira artística inicia-se em 1954, na extinta Emissora Nacional, onde se estreia ao lado de Luís Piçarra e Maria de Lourdes Rezende, entre outros. Quatro anos depois integra o grupo 4 de Espadas. 

Com os Telestars lança um EP que incluía temas como "Dancemos o Twist" e "Horizonte de Esperança". 
Paulo Alexandre mantém também uma carreira a solo, com êxitos como Agora ou Nunca, Escravo, Rosas Vermelhas Para o Meu Amor, O Gaiato de Lisboa, entre outros. Actua regularmente em programas musicais da Emissora Nacional e protagoniza a opereta Romance na Serra, de José de Oliveira Cosme e Alves Coelho Filho, para a RTP.
Grava versões dos temas das bandas sonoras dos filmes "Love Story" e "Romeu e Julieta".
Com António Sala foi um dos fundadores da editora Rossil. Em 1978 surge o maior êxito deste cantor “Verde Vinho”, com letra de sua autoria e que viria a vender mais de 200.000 cópias em Portugal e a tornar-se um sucesso estrondoso no Brasil, levando-o a ser atracção especial nos principais programas de televisão brasileiros. A canção abre-lhe as fronteiras e actuará em múltiplos países como verdadeiro embaixador da música popular portuguesa.
Paralelamente, Paulo Alexandre prossegue a sua carreira com outras actividades, onde se destacam as de locutor e produtor radiofónico de diversos programas, entre os quais A Vida Continua e Rua da Saudade na Rádio Renascença e Canções da Minha Saudade na RDP e na RDP Internacional.
Autor e produtor de séries documentais de televisão, Paulo Alexandre deixou uma marca única na história da música popular portuguesa.
Fonte: Wikipedia

EP disponibilizado por Carlos Santos. 
Agradecimento ao nosso amigo António Portela, pela participação.

Golden Hit Parade VOL. 7 - V/A (1970/1971)

segunda-feira, 28 de outubro de 2013



Golden Hit Parade VOL. 7 - V/A (1970-1971) - LP Reader’s Gigest RDS 9037 - RDES 2837/2838, 1978.

7º volume desta fantástica e nostálgica compilação da R.D., de música pop dos anos 70 que reúne alguns dos maiores artistas e os grandes sucessos do início daquela época.

Faixas / Tracklisting:

Lado 1

M01. That Same Old Feeling - (MacLeod, Macauly) - Pickettywitch (1970) 
M02. House Of The Rising Sun - (Adapted By Price) - Frijid Pink (1970)
M03. Yellow River - (Christie) - Christie (1970)
M04. Groovin' With Mr. Bloe - (Gentry, Laguna, Naumann) - Mr. Bloe (1970)
M05. In The Summertime - (Dorset) - Mungo Jerry (1970)
M06. Neanderthal Man - (Stewart, Godley, Creme) - Hotlegs (1970)
M07. Voodoo Chile - (Hendrix) - The Jimi Hendrix Experience (1971) 


Lado 2 

N01. The Pushbike Song - (E. Jones, I. Jones) - The Mixtures (1970)
N02. Hot Love - (Bolan) - T. Rex (1971)
N03. Rose Garden - (South) - Lynn Anderson (1971)
N04. Never-Ending Song Of Love - (Bramlett) - The New Seekers (1971) 
N05. Maggie May - (Quittenton, Stewart) - Rod Stewart (1971)
N06. Coz I Love You - (Lea, Holder) - Slade (1971)
N07. Tokoloshe Man - (Kongos) - John Kongos (1971)

Agradecimento ao nosso amigo Carlos, do blog Baú de Long Playing.
Masterização por Carlos Santos.

João Maria Tudella - Kanimanbo (Single 1959)




João Maria Tudella – Kanimambo (Single Decca/London, PN 118, 1959) – 2ª edição portuguesa.
Disco considerado raro.

João Maria Tudella é acompanhado pela Orquestra e coro do Rádio Clube de Moçambique/RCM, em Lourenço Marques, dirigidos pelo Maestro Artur Fonseca.

Com os mesmos temas também foram editados:

Single Gallotone GFE.6703, 1959. Edição Sul Africana.
Single Decca/London, LA 100, 1959 - 1ª edição portuguesa.



Faixas / Track listing:

A – Kanimambo (M.Sequeira, A.Fonseca e F.Ferreira);
B - Holiday in Lourenço Marques (C.Vieira e A.Fonseca)

Kanimambo é uma canção que foi popularizada por João Maria Tudella.
Em dialecto Changane (do sul de Moçambique, também grafado "khanimambo") significa «obrigado»
Quando a cantou pela primeira vez, em Fevereiro de 1959, teve de repetir oito vezes, tantas quantas foram as chamadas ao palco. A discográfica Valentim de Carvalho edita o disco em Setembro desse mesmo ano.
Segundo Tudella abriram mais de duas centenas de casas de comércio com o nome da canção.


João Maria Tudella nasceu em 27 de Agosto de 1929, na capital moçambicana, Lourenço Marques, hoje Maputo. 
Foi um cantor, músico e artista português. Desenvolveu uma intensa actividade como cantor, conhecido intérprete de êxitos como, Lourenço Marques, Moçambique e Kanimambo, entre outros, produtor e apresentador de programas de televisão.
Tudella estudou em Coimbra e, embora não tivesse terminado o seu curso, aprendeu a tocar harmónica e a cantar o fado de Coimbra. Estreou-se aos microfones do R.C.M. em solos de harmónica e só um ano depois começou a sua vida de cantor. Primeiramente fez-se ouvir em fados de Coimbra e obteve muito sucesso. 
Em 1952, João Maria dá uma série de concertos nas principais cidades moçambicanas, que são bem acolhidos pela crítica. Num desses espectáculos, recebe mesmo um convite para gravar para uma editora sul-africana, a Gallo. Assim, é editado "Pôr Do Sol", o seu primeiro single, ao qual se seguirá "Fados E Guitarradas Portuguesas". Na mesma década, mantém uma actividade constante, editando um terceiro disco intitulado "Festa Tropical".
Em 1959, grava o tema "Kanimambo", escrito para si por Artur Fonseca, uma canção que se tornará o seu maior sucesso e que lançará definitivamente a sua carreira. Assim, João Maria, internacionaliza-se, ganha popularidade, penetrando no mercado europeu e brasileiro.
Essa popularidade cresceu de disco para disco o que fazia prever o enorme sucesso que ele realmente viria a ter, até pelo valor dos autores das suas composições.
João Maria Tudella faleceu em Cascais, no dia 22 de Abril de 2011.
A biografia deste cantor português já se encontra inserida neste blog.

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo António Portela, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Morreu Lou Reed, aos 71 anos

domingo, 27 de outubro de 2013

Morreu, este domingo, aos 71 anos Lou Reed, de acordo com a edição americana da revista “Rolling Stone”. 
O músico nova-iorquino foi um dos fundadores do mítico grupo Velvet Underground. Em Maio, o cantor passou por um transplante de fígado e foi internado em Julho com uma desidratação severa. Segundo o seu agente literário, Andrew Wylie, a morte está relacionada com o problema no fígado.



Lou Reed (Brooklyn, New York, 2 de Março de 1942 — 27 de Outubro de 2013) foi um cantor, guitarrista e compositor norte-americano. Foi considerado o 81º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.
É por alguns considerado o pai da música alternativa, poeta das esquinas de Nova Iorque. Foi uma das vozes dos The Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls e David Bowie e mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. Foi admirador de Edgar Allan Poe e Raymond Chandler, além de James Joyce, a quem faz referências em Blue Mask.
Em Maio de 2013 passou por um transplante de fígado. Voltou a ser internado em Julho com um quadro de desidratação severa, vindo a falecer hoje, 27 de Outubro/2013.

Fonte: Wikipedia

Dave Lithins Quintet - In Johannesburg (1987)




Dave Lithins Quintet - In Johannesburg 1987 (gravação de estúdio).
Gravação considerada muito rara.

A cena do jazz na África do Sul desenvolveu-se muito, tal como nos Estados Unidos. Através de actuações em casas nocturnas, bailes e outros locais, os músicos sul africanos tiveram a oportunidade de tocar este tipo de música com frequência.
Um dos primeiros grandes grupos de Jazz na África do Sul na década de 50 foi Jazz Epistles. Este grupo era composto pelo trompetista Hugh Masekela , o saxofonista Kippie Moeketsi e o pianista Abdullah Ibrahim (então conhecido como Dollar Brand ). O grupo trouxe os sons dos Estados Unidos, criados por artistas como Dizzy Gillespie, Charlie Parker e Thelonious Monk , para a Cidade do Cabo com Moeketsi modelando o seu som ao estilo de Parker . 
A utilização precoce do jazz foi considerada uma ferramenta anti-apartheid através da produção de um musical intitulado King Kong. Escrito como um comentário social sobre os jovens negros sul-africanos, grande parte da música foi arranjada e executada por famosos músicos de jazz Sul Africanos, incluindo todos os membros dos Jazz Epistles, menos o “bandleader” Abdullah Ibrahim. 
Com a evolução política muitos destes músicos abandonaram a África do Sul, à procura de trabalho. Entre estes estavam o pianista Abdullah Ibrahim, a sua esposa e vocalista de jazz Sathima Bea Benjamin, o trompetista Hugh Masekela e a vocalista Miriam Makeba.
Com o fim do apartheid aconteceu de novo um revival da música jazz no país.


Um dos excelentes músicos de Jazz muito reconhecido na África do Sul foi o popular pianista Dave Lithins (já falecido), originário de Cape Town, integrante do Dave Lithins Trio que se formou em 1970. Originalmente o trio era constituído por, Dave Lithins (Saxophone/ piano), Basil Moses (Baixo), Maurice Gawronsky (Bateria). 
Dave Lithins morreu em 10 de Julho de 1999, após uma longa luta com um enfisema. Nascido em Port Elizabeth, Dave Lithins realizou-se e foi muito bem sucedido na África do Sul bem como no exterior, por mais de 35 anos, tendo tocado no Standard Bank Jazz Festival, em Grahamstown, desde 1994. 
Nesta gravação de 1987, efectuada num estúdio em Johannesburg, o músico apresenta-se desta vez com o seu fantástico Dave Lithins Quintet, formado por, três sul africanos e dois portugueses. A sua extraordinária qualidade é bem evidente e ao nível do que de melhor se fazia nessa altura em todo o mundo.
 
A formação do quinteto em 1987 era a seguinte:

Dave Lithins – Piano
Carlos Bordalo – Guitarra
Miguel de Almeida – Baixo
Duke Makasi – Sax
Neill Ettridge – Bateria

Faixas / Tracks:

01 – Satin Doll
02 – On Green Dolphin Str
03 – Like Someone In Love
04 – The Days Of Wine and Roses

Gravação que nos foi gentilmente cedida pelo nosso amigo Miguel Almeida, a quem agradecemos.

Los Jaguars - Sus Grabaciones (Peru 60's)




Los Jaguars, foi um dos mais destacados e importantes grupos instrumentais do Peru nos anos 60. Eram originários do distrito de Breña em Lima/Peru.
Gravaram vários discos de 45 rpm para o selo Sono Radio. O primeiro em 1966 com os temas “Melodía Apache” e “Te Quiero”. Outro dos seus discos foi "La Ciudad Perdida", tendo gravado também o LP “De Fiesta Con Los Jaguars”. A popularidade do grupo levou-os rapidamente à TV e como era habitual na época, às matinés, a festivais e a outros eventos para a juventude.


Dentro do espírito e ambiente da “nueva ola”, não há qualquer dúvida quanto à supremacia instrumental dos Jaguars. Quando começaram a ser notados e a trilharem o cenário do êxito, eram relacionados como os irmãos mais novos de um outro grupo, Los Doltons. Com efeito, os integrantes de ambos os conjuntos tinham entre si distintos graus de parentesco, mas Los Jaguares não necessitaram desse pretexto para dar o salto ao topo da fama e da popularidade, e com razão, pois estes jovens sobredotados para a execução da música instrumental moderna provaram por mérito próprio ter condições para se imporem no duro caminho pela preferência da juventude.
Depois de um par de singles que arrasaram o mercado ("Amelia"; "Lo bueno, Lo malo y lo feo"), a procura da juventude obriga-os a apresentarem-se com uma selecção das mais modernas e alegres melodias com as quais fariam explodir de entusiasmo os espectadores nas suas actuações ao vivo. 


Breve resumo de uma nota publicada em 1968 pela revista Ecran:

"Estamos descobrindo um grande fenómeno da música ”nuevaolera” peruana. São Los Jaguars. Uma noite destas fomos a um baile de estudantes, uma festa beat e foi uma loucura.
São quatro rapazes com rostos de passarinhos assustados, mas que não sabemos de onde vem aquela garra para tocarem tão bem.
Não têm vocalista mas são magníficos instrumentistas e só tocam há um ano juntos.
O seu estilo é latino, ainda que com influências dos Ventures e Beatles, e, como é evidente, de Los Doltons. 
As suas idades estão compreendidas entre os catorze e os dezasseis anos e estudam nos colégios Salaverry e Latinoamericano. Quanto ao vestuário, têm adoptado um estilo muito em voga, o tipo Bonnie and Clyde, ou seja, chapéu ao estilo espanhol, colete…E muito em breve estão pensando em comprar um daqueles velhos Ford para passearem pela cidade de Lima”. 


Formação/Line Up:

Tito Bolarte (Baixo), irmão de Walter Bolarte (guitarra solo dos Doltons);
Paco Andia (Guitarra solo), irmão de Tito Andía (guitarra ritmo dos Doltons);
Cesar Bolarte (Guitarra ritmo), irmão de Fernando Bolarte (baterista dos Doltons);
Abel la Torre (Baterista), amigo do bairro de Breña.

Compilação ripada do vinil e gentilmente cedida pelo nosso amigo Luiz Alvarez, a quem agradecemos.