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Os Diamantes - O Telefone (EP 1966)

sábado, 26 de março de 2011


AQUI:

Os Diamantes (EP Marfer M.E.L. 2.022, 1966).
Acompanhados pelo Conjunto "Os 6 Latinos" (temas 1 e 2) e 
por Leo e o Seu Conjunto (temas 3 e 4).

Os Diamantes, um dos poucos duos de rock que existiu (em Portugal) em meados de 60 chamava-se os Diamantes, nome que se tornou bastante popular, não só pelos temas de Henrique da Fonseca Garcia, um dos elementos do duo, mas também pela figura extremamente “simpática” e apresentação dos rapazes.
Os Diamantes (de cabelo sempre cortado) actuavam, na maioria das vezes, com fatos azul-claros bordados a ouro, camisas brancas e laços tipo “gato”. Eram acompanhados, normalmente, pelos grupos os 6 Latinos e Leo Tino e o Seu Conjunto e deixaram para a posteridade, no acetato, alguns temas de boa disposição e despreocupação. As únicas preocupações eram os amores não correspondidos, como uma adaptação deliciosa duma composição de Charley Kurt, A Yenka (dança nórdica).

"Texto parcialmente retirado do livro de António A. Duarte, A Arte Eléctrica de Ser Português – 25 Anos Rock’n de Portugal".

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Los Knacks - Los Knacks (1967-1971, Argentina)

sexta-feira, 25 de março de 2011



Los Knacks, banda de garage y beat argentina.
Parece increible que una banda de la calidad de estos muchachos hoy esté totalmente olvidada y ninguneada sólo por haber cantado en inglés.
Cantaban predominantemente en inglés y presentaban un sonido muy ajustado generalmente acelerado, aunque no faltan temas melódicos, con excelente manejo de voces.
Sin embargo uno la escucha y encuentra un combo explosivo de garage y beat a la altura de los mejores exponentes del mundo. 
Membros: Charly en primera guitarra, Armi en segunda guitarra, Mossy en bajo, Robbie en la batería y Chito en los teclados.

In Garage Latino

Temas:
1- Me siento mal y deprimido
2- Te extrañaré
3- Algas y veneno
4- Escuchen payasos, yo amo
5- El amor viene y va
6- Tírenme con todo lo que tengan
7- Déjame en el pasado
8- Sí, quiero vivir
9- Mama bruja
10- Tengo miedo de estar enamorado
11- Abuelo Klein
12- Después de un día de trabajo
13- No tengo ojos para tu amor
14- Déja soñar al muchacho que te ama
15- Carta al amigo perdido
16- El curioso mundo de Lady Christian

Bonus:
17- Niña azul
18- Rene
19- Yellow Submarine
20- Norweigian wood
21- Después de un día de trabajo (original)
22- No podré soportarlo mucho tiempo más
23- Can´t buy me love
24- Hurting inside

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre

Les 5 Rocks - Avec Eddy Mitchell (Inedit Live - 1961/63)






Les 5 Rocks - Avec Eddy Mitchell (Inedit Live - 1961/63).

Avant de s'appeler les « Chaussettes Noires » le groupe se produisait en 1959 au Golf Drouot sous le nom de Les «Fives Rocks», en compagnie des « Aristocrates », des « Pinguoins », des « Pirates et Dani Logan », etc....

Les « Cinq rock »» devinrent pour Barclays : « Les Chaussettes Noires avec Eddy Mitchell », qui en Décembre 60 sortirent leur premier disque : un super 45 t comportant bien sûr « Be-Bop-a-Lula », Tant Pis Pour Toi, adaptés de « Be-Bop and Wild Cat » de Gene Vincent, Tu Parles Trop, « You Talk to much » de Jo Jones et Si Seulement, d' après le « Dirty, Dirty Feeling » d' Elvis. Les Chaussettes Noires deviennent rapidement, grâce à un son particulier, à des arrangements bien ficelés et à un chanteur au loock d'enfer bougant à contre temps, le plus grand groupe de Rock - Live en France dans les années 60.
Le groupe rivalise en tête des Hits - Parade avec les Chats Sauvages et Dick Rivers, qui ne manquent pas de talent non plus. Jean Philipe Smet, servi par un physique avantageux s'impose d'emblée avec Laisse les Filles.

Álbum gentilmente cedido por João Romão

Les 5 Gentlemen - Plus Grands Succés (1965-68)




Les 5 Gentlemen - Plus Grands Succés (1965-68).

Les 5 Gentlemen foi uma banda de rock "psychedelic" e de garagem dos anos 60, originária de Marselha. Lançaram 6 EPs em França entre 1965 e 1968, além de alguns no exterior. Também tentaram entrar no mercado britânico e lançaram um 45 RPM sob o nome "Darwin's Theory", com o tema "Dis-Nous Dylan", em inglês, que não causou qualquer impacto. Destaque para as faixas "LSD 25", "Si Tu Reviens Chez Moi" e "Twiggy" nesta compilação. 

Formação/Membros/Members:
Jean Fredenucci (baixo e voz), Claude Olmos (viola solo e voz), François Paoli (viola ritmo e voz), Guy Matteoni (teclados), Michel Donat (bateria).

Faixas/Tracklist:

01- Cara-Lin
02- Hosanna
03- Dis-Moi
04- Je Te Veux
05- Prie!
06- Lsd 25
07- Dis-Nous Dylan
08- Si Tu Reviens Chez Moi
09- Cette Fille-La
10- Trop Tard
11- Ces Mots
12- Oum Tse Oum Papa
13- Olivier
14- Longue, Longue Nuit D'Amor
15- Twiggy
16- Mets Du Sucre Dans Ton Café

J.R.
 

Demétrius - Viver por Viver (1968)




Demétrius - Viver por Viver (originalmente lançado em LP Continental PPL-12.366, 1968).

A biografia deste cantor brasileiro já se encontra inserida neste blogue.

Faixas/Tracklist:

01 Um Homem Chora por Amor (Un Uomo Piange Solo Per Amore)
02 Mais Ainda (Todavia)
03 Carro de Boi
04 Verás, Verás (Vedrai, Vedrai)
05 Sem Amor Pra Dar [No Love to Give]
06 Dia Dez
07 Viver por Viver (Vivre por Vivre)
08 Qualquer Coisa Serve
09 O Rei Da Estrada [King of the Road]
10 Muito Amor (Love)
11 Tenho Que Contar Pra Ela
12 Esta Tarde Vi Chover (Esta Tarde VI Llover)

Mais um álbum gentilmente cedido por Miguel Nunes (do Brasil). Para ele, o nosso especial agradecimento e um abraço, pela colaboração.

Chubby Checker - The Best Of (1959-1963)





Chubby Checker - The Best Of  (1959-1963).

Chubby Checker (nascido Ernest Evans, Spring Gulley, 3 de Outubro de 1941) é um cantor-compositor norte-americano, conhecido por popularizar o twist com a sua gravação feita na década de 60, do sucesso de R'N'B composto por Hank Ballard, "The Twist". Em Setembro de 2008 a canção chegou ao topo da lista, feita pela revista Billboard, dos singles mais populares a terem aparecido nas paradas de sucessos da mesma revista, Hot 100, desde que ela começou a ser feita, em 1958.
Durante o auge do seu sucesso, na década de 60, lançou os seus discos pela Cameo-Parkway Records que, juntamente com todo o resto do material da gravadora, tornou-se indisponível depois do início da década de 1970 por disputas legais internas da companhia. Por décadas, quase todas as compilações dos sucessos de Checker eram feitas a partir de regravações.
Checker lançou uma versão dançante de "Back in the USSR", dos Beatles, em 1969, que alcançou apenas o segundo lugar nas paradas de sucesso. Foi a sua última aparição nas paradas até 1982. Também gravou um álbum psicadélico no início dos anos 70 que foi lançado inicialmente apenas na Alemanha. O lançamento original não recebeu um nome específico, porém a frase Chubby Checker Goes Psychedelic, escrita na contracapa, passou a ser tomada como o título. Chubby Checker continua a apresentar-se em público regularmente.
Esta excelente compilação abarca o período dourado deste cantor americano, 1959-1963.

From Youtube - Let's Twist Again

Chubby Checker, Singer. Born October 3, 1941, in Spring Gulley, South Carolina, the son of a tobacco farmer. His family moved to Philadelphia, and as a young boy, Checker worked various jobs shining shoes, selling ice and assisting in a butcher's shop. Because of his heavy build, he got his nickname, Chubby, while working as a teen at Tony Anastazi's Produce Store. With a natural gift for imitation, he enjoyed impersonating the styles of his musical heroes Fats Domino, Jerry Lee Lewis, and Elvis Presley. He began performing in churches and on the streets with his singing group, The Quantrells, and soon attracted the attention of music executives in Philadelphia.
Checker signed with Cameo-Parkway Records in 1959. His first two singles, "The Class" and "Dancing Dinosaur" were minor hits. Cameo encouraged him to make his own version of "The Twist," a song originally written and performed by Hank Ballard, which was already having modest success on the charts. But it was Checker's version and his accompanying dance routine that gave the song new life. He was dubbed "The King of the Twist." In fact, it was Dick Clark's wife who came up with the name Checker, a reference to the similarity between the portly singer and Fats Domino.

As a dance movement, the Twist revolutionized popular culture by giving couples the freedom to break apart on the dance floor. An appearance on Dick Clark's American Bandstand launched Checker's version of "The Twist" to the No. 1 billboard spot in August 1961, where it remained on the charts for 18 straight weeks. In November of that year, it reentered the charts again for a record-breaking 21 weeks. With this formidable achievement, "The Twist" became the first and only 45 single to ever appear in the No. 1 spot in two different years.
Although Checker recorded many more songs in the following years, none ever matched the success of "The Twist." He continued to capitalize on the twist theme with similarly titled songs, such as "Twistin' U.S.A." and "Twist it Up" in the early 1960s, and even "Let's Twist Again" in 1999. He also starred in two films featuring the twist sensation, Twist Around the Clock (1961) and Don't Knock the Twist (1962).
Prominent advertisers have also borrowed the twist concept. In the early 1990s, for instance, Nabisco featured Checker twisting the Oreo cookie, resulting in one of the company's most successful promotions ever.
He married Rina Lodder in 1964, and the couple has three children.

Álbum gentilmente cedido por Manuel Alves. Agradecimento pela sua habitual colaboração.

Beatniks - Cristine Goes To Town (EP 1971)



AQUI:

Beatniks - Cristine Goes To Town (EP Tecla TE 1077 - 1971)

O primeiro grito de rebelião pós-Hippie em Portugal. Influenciados pela parte mais bluesy dos Black Sabbath e Cream, os Beatniks davam o pontapé de saída para um dos primeiros discos de Hard Rock da história neste país, hoje em dia considerado uma mega raridade.
Os Beatnicks (mais tarde Beatniks), um dos grupos importantes do Pop/Rock nacional, passaram pelas décadas de 60, 70 e 80. Com diferentes formações e diferentes estilos de música, os Beatnicks começaram em 1965 como um projecto incipiente, incluindo João Ribeiro e Manuel Paulo, que apenas efectuaram alguns espectáculos. Inspiravam-se na psicadelia-hippie (rock-psicadélico).
A segunda fase dos Beatnicks começa em 1971, com Ribeiro, Rui Pipas (precocemente falecido num acidente de viação), Mário Ceia (que mais tarde pertenceria a uma formação dos Hosanna) e José Diogo.
O grupo elege o inglês como língua das suas canções. Tocam no Festival de Vilar de Mouros e em Vigo (Espanha). Gravam em 1971 um EP "Christine Goes To Town", que é complementado com "Little School Baby" e "Sing it Along". Nesta fase, o grupo está próximo de uma corrente hard Rock.
Ramiro (que tinha entrado no grupo algum tempo antes em substituição de Pipas) reforma o grupo (que esteve parado por problemas relacionados com o serviço militar) já depois do 25 de Abril de 1974. Entram Jorge Casanova e uma jovem actriz, filha do futebolista José Águas. Esta última era Helena Águas (mais tarde conhecida por Lena D'Água). O grupo tinha 2 vocalistas e actuava , sobretudo, em Festas de Finalistas, com incidência no distrito de Castelo Branco.
A partir de 1976 a banda envereda por um estilo "progressivo", muito próximo de uns Yes, Genesis, ou, em Portugal, Tantra. Jorge Casanova começa a compor temas como "Cosmonicação", "Somos o Mar" e os espectáculos do grupo incluem projecção de slides e fumos carbónicos, uma novidade total em Portugal, só vista no concerto que os Genesis deram em 1975, no Pavilhão de Cascais.
A banda actua em vários festivais ao lado de Tantra, Hosanna, Psico, Arte & Ofício e WaveBand. Este último grupo constituído por músicos alemães que se radicam em Portugal, tem a participação de membros dos Beatnicks como músicos convidados. São inúmeros os espectáculos que os dois grupos fazem em conjunto. Os Beatnicks gravam, finalmente, um single com "Somos o Mar" e "Jardim Terra", durante a fase "progressiva", em 1977.
Em 1978 Lena D'Água abandona o grupo e este entra em colapso. Ramiro lança-se num projecto efémero chamado Doyo, que grava um dos piores discos da fase do "boom" do Rock português, em 1981.
Os Beatnicks, com Ramiro, ainda regressarão para gravar um single "Blue Jeans" e "Magia", (aproveitando a avalanche de bandas de Rock que se seguiu ao êxito de Rui Veloso), com o qual não conseguirão nenhum sucesso. Em 1982 ainda editariam um LP intitulado "Aspectos Humanos", na linha do "single" anterior. Completamente desactualizados e com o público mais interessado em Rui Veloso, GNR ou UHF, os Beatnicks acabam por morrer de morte natural. Importante foi, sobretudo, a sua fase "progressiva".
A colectânea "Biografia do Pop-Rock", publicada pela Movieplay em 1997, incluiu “Cristine Goes To Town” dos Beatnicks
Fonte: Aristides Duarte in Nova Guarda

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Hair - Versão Brasileira, V/A (LP 1969 / Brasil)

quinta-feira, 24 de março de 2011





Hair - Musical Hair (Versão Brasileira) - LP Fermata FB 265, 1969). Disco considerado raro.

Hair foi um espectáculo encenado com retumbante sucesso na Broadway, no final dos anos 60 e montado no Brasil em 1969 por Ademar Guerra, com tradução e adaptação de Renata Pallottini, reunindo 30 actores, músicos e bailarinos. O elenco era composto por vários nomes hoje bem conhecidos, Araci Balabanian, Sônia Braga, Armando Bogus, Bete Faria, Marilia Pêra, Rosa Maria, Laerte Morrone, Ariclê Perez, Ricardo Petraglia, Bibi Vogel, José Wilker, Nuno Leal Maia, Ney Latorraca, entre outros.

Este musical – Hair (versão brasileira) estreou-se em São Paulo, no palco do Teatro Aquarius, mais tarde Teatro Zaccaro, no bairro do Bixiga, em plena ditadura.
A iniciativa, ousada para a época, deveu-se a Ademar Guerra, responsável por várias realizações pioneiras do teatro brasileiro e que vinha de uma temporada de sucesso com a polémica peça Marat/Sade, de Peter Brook.
Ademar e o produtor Altair Lima tiveram que vencer várias dificuldades. Primeiro, a descrença dos empresários teatrais de que era possível montar um musical do porte de Hair no Brasil. Depois de vencida esta resistência, apareceu outro problema: a censura.
A montagem original era repleta de cenas em que os atores apareciam nus, o que desagradou a censura. Seguiu-se uma penosa negociação e, no final, os censores concordaram em que a nudez dos atores seria mostrada apenas uma única vez na peça, numa cena com apenas um minuto de duração e na qual os atores deveriam permanecer absolutamente imóveis.
Apesar das restrições, Ademar deu um tratamento requintado à cena, que caiu no gosto do público e da crítica e é lembrada até hoje como um dos grandes momentos do teatro brasileiro.
Hair marcou a estreia de vários jovens atores e atrizes, que depois se tornaram famosos pelas suas actuações no teatro, cinema e televisão. O elenco inicial era composto por Armando Bogus, Sónia Braga, Maria Helena, Altair Lima, Benê Silva, José França, Neusa Maria, Maria Regina, Marilene Silva, Laerte Morrone, Aracy Balabanian, Gilda Vandenbrande, Bibi Vogel e Acácio Gonçalves.
Sónia Braga, então com 18 anos, foi a grande estrela da peça, mas quase que ficou de fora do elenco, pois não contava com a simpatia do director Ademar Guerra e só foi aceitedevido à insistência de Altair Lima. Entre os que se encantaram com Sónia, estava Caetano Veloso que compôs Tigresa em sua homenagem. Sónia era a tigresa de unhas negras e íris cor de mel, que trabalhou no Hair.
Ao longo da carreira da peça, que se estendeu até 1972, entraram as atrizes Ariclê Perez e Edyr Duqui (que depois faria parte do grupo musical As Frenéticas) e os atores Antonio Fagundes, Nuno Leal Maia, Ney Latorraca, Denis Carvalho, Buza Ferraz e Wolf Maia.
A direcção musical da peça foi de Cláudio Petraglia, a coreografia, de Márika Gidali e a tradução das músicas para o português, de Renata Pallotini.

Fonte: Texto extraído e adaptado de Wikipedia.


Faixas/Tracklist:

01 Aquarius - Maria Helena e Elenco 
02 Donna - Altair Lima 
03 Ás De Espadas (Colored Spade) - Bene Silva 
04 Manchester, Inglaterra - Armando Bogus e Elenco 
05 Sou Preto (I'm Black) + Não Tenho (Ain't Got No) - Bene Silva, Jose Franca, Neusa Maria e Elenco 
06 Ar - Maria Regina, Marilene Silva e Neusa Maria 
07 Tenho Vida (I Got Life) - Armando Bogus e Elenco 
08 Hair - Armando Bogus e Elenco 
09 Minha Convicção (My Conviction) - Laerte Morrone 
10 Facil Dizer Nao (Easy To Be Hard) - Araci Balabanian 
11 Pra Onde Vou (Where Do I Go) - Armando Bogus e Elenco 
12 Hare Krishna - Elenco 
13 Frank Mills - Gilda Vandenbrande 
14 Crioulos (Black Boys) - Maria Regina, Sonia Braga, Marilene Silva 
15 Olhos Abertos (Walking In Space) - Bibi Vogel, Jose Franca, Maria Helena e Elenco 
16 Que obra de arte o homem é (What a piece of work is man) - Acacio Goncales, Gilda Vandenbrande e Elenco 
17 Bom Dia, Estrela (Good Morning Starshine) - Elenco 
18 Deixe O Sol Entrar (Let The Sunshine In) - Armando Bogus e Elenco

Agradecimento ao blog Brazilian Nuggets
Masterização por Carlos Santos. 

Daniel Bacelar (com os Fliers - EP 1967 )



Daniel Bacelar e The Shadows



Daniel Bacelar, acompanhado pelo Conjunto Os  Fliers (EP Marfer MEL. 2-055, 1967). 
É o seu último EP.

Agradecimento especial a Daniel Bacelar pelo apoio e as facilidades concedidas.
Capas cedidas por Daniel Bacelar. Digitalização das capas por Fernanda Bacelar.
Faixas masterizadas por Carlos Santos. 

The World Ends: Afro Rock And Psychedelia in 1970's Nigeria (Vol. 1 and 2)


The World Ends - Afro Rock and Psychedelia in 70's (Nigeria).

The World Ends is a wave of guitar driven and psychedelic groups that sprung up in Nigeria during the early 1970s. Featuring 32 electrifying and funk laden grooves, this is the sound of a generation attempting to pick up the pieces after the devastation of the Nigerian civil war. 
Spread over 2 CDs and 2 triple gatefold LPs, this bumper collection is brimming with youthful exuberance, fuzzed out guitar and cosmic organ vibes and owes much to the psychedelic sounds of Jim Morrison, Santana, Hendrix, Jefferson Airplane and James Brown. 
As the summer of love was blossoming in London and San Francisco, Nigeria was imploding into civil war. Also known as the Biafran war of 1967, it was a grisly conflict taking over three million lives yet at the same time as the country was being pulled apart there was a new world beginning. The tracks featured represent a forgotten chapter in Nigeria’s musical history when the youth threw their varied morsels into the pot from hard rock to psychedelic soul when guitars were cherished instruments, symbolic of a new movement, when highlife and Afrobeat played second fiddle to ‘the beat’. 

Faixas/Track Listing:

CD1 

Ify Jerry Krusade – Nwantinti / Die Die
The Hygrades – Rough Rider
The Hykkers – Deiyo Deiyo (Akpuwunlobi)
Wrinkar Experience – Soundway
The Funkees – Breakthrough
The Mebusas – Mr. Bull Dog (45 version)
Foundars 15 – Don’t Take Me For A Ride
Ceejebs – Eti Ufok
Tony Grey Super 7 – Yem Efe
The Identicals – Akwa Kayi Ji Bia Nuwa
P.R.O. – Blacky Joe
Cicada – Oli Nkwu
The Lijadu Sisters – Life’s Gone Down Low
Eppi Fanio – Ikoko Ti Yio Jata (On Perseverance)
Bongos Ikwue – All Night Long


CD2 

The Thermometers – Babalawo
Colomach – Ottoto Shamoleda
The Black Mirrors – The World Ends
The Semi Colon – Isi Agboncha
Lawrence Amavi Group – Money That’s What I Want
The Hygrades – Somebody’s Gonna Lose Or Win
Ofege – In Concert
The Elcados – Chokoi and Oreje
Sonny Okosuns and Paperback Limited – Ohomi
Chuck Barrister and The Voices Of Darkness – Be Kind, Be Foolish, Be Happy 
Tony Grey and The Black 7 – Ugbo Ndoma
Reme Izabebo’s Music Research – (Ayamayama) The Same Man
Action 13 – Active Action
The Actions – Kpokposikposi
The Strangers – Onye Ije
The Comrades – Bullwalk
Ofo The Black Company – Egwu Aja 

J.R.

I Cinque Di Roma - At The Polana L.M. (EP 1964)

quarta-feira, 23 de março de 2011


AQUI:

I Cinque Di Roma - At The Polana L.M. (EP 1964). Contracapa infelizmente muito degradada.

Faixas: I Watussi / Casa da Mariquinhas / Oliver Twist / La Bamba

EP gentilmente cedido por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por João Romão.

Love, Peace & Poetry - Turkish Psychedelic Music (60's)




Love, Peace and Poetry - Turkish Psychedelic Music (60's)

The 60's spread their fuzzy day-glo tentacles in some surprizing corners of the globe. Turkey was one of those corners, where the touch of peace, love, and mind-altering substances sparked a rich and vibrant psychedelic scene. Imagine Harrison going after the turkish ethnic music instead of the indian ragas. Great pop songs, processed guitars (e.g. phasers and fuzzes going wild), Farifsa organs etc.etc., but still clearly growing from the anatolian folk tradition.
Love, Peace and Poetry show us the 60's psychedelic music of the non-english-speaking lands. This album is dedicated to the turkish scene.

Faixas/Track List:

1. Selda - Bundan Sonra
2. Özdemir Erdogan ve Orkestrasi - Uzun Ince Bir Yoldam
3. Alpay - Kirpiklerin Ok Ok Eyle
4. Mazhar ve Fuat - Sür Efem Atini
5. Erkin Koray - Yagmur
6. Ersen - Kara Yazi
7. Edip Akbayram - Yakar Inceden Inceden
8. Hardal - Bir Yagmur Masali
9. Selda - Ince Ince Bir Kar Yagar
10. Erol Büyükburç - Hop Dedik
11. Cem Karaca - Tatli Dillim
12. Üç Hürel - Aglarsa Anam Aglar
13. Baris Manço - Kirpiklerin Ok Ok Eyle
14. Mogollar - Haliçte Günesin Batisi
15. Bülent Ortaçgil - Sen Varsin
16. Erkut Taçkin - Gitmek Düstü Bana

Álbum gentilmente cedido por Daniel Góis.

The Rapiers (1959-1963 - The Best British Invasion Band Since The 60's!)



AQUI:

The Rapiers - The Best British Invasion Band Since The 60's! (1959-1963)
Genre: Modern Merseybeat / British Invasion

Formed in the early eighties in the north of London, The Rapiers gained much influence and credibility for a sound that resemble a classic Merseybeat rock and roll sound like Cliff Richard and his backing group The Shadows. Known for being a great live act, magazines such as The Face and New Musical Express reported on the group.

"The current line-up of The Rapiers is Colin Pryce-Jones, lead guitarist, vocalist and founder member of the group, Dave Lawes, rhythm guitarist and vocalist who has been with Colin from the outset, Bradley Dallaston, bass guitarist and John Tuck, drummer. As for their music, As Colin says, "Over the years we've tried to put together an act which is based on memories of the Fentones, the Shadows and early sixties bands like the Gladiators and Johnny Kidd and the Pirates, rather than stylising purely on the Shadows. The band really relates to a period between '59 and '63." The Rapiers also specialize in other respects. They perform numbers which have long since lapsed into obscurity. They don't merely concentrate on big hits. There were many fine recordings issued during 1959-1963 which were either minor hits or chart failures. In this respect, The Rapiers are unearthing a veritable treasure trove of long lost classics and re-presenting them to a new audience."

Tracklist:

01. Doing the Hully Gully (2:01)
02. A Shot of Rhythm And Blues (2:47)
03. A Certain Girl (2:06)
04. Jack’s Good (2:27)
05. Move It Baby (2:35)
06. Lies (2:11)
07. I Pretend I’m With You (2:04)
08. Growl (2:26)
09. So What (2:40)
10. Still I Cry (2:49)
11. That’s Alright (2:02)
12. Don’t Leave Me Now (2:39)
13. I’m A Moody Guy (2:48)
14. Feelin’ (2:48)
15. It’s Gonna Take Magic (1:52)
16. Make It Up (2:11)
17. (I Feel Like) I'm Losing You (2:49)
18. Shadowland (3:27)
19. The Closing Theme (3:01)

Total Playing Time: 55:42

Fonte: Rapid.org


Álbum gentilmente cedido por Pedro Alexandrino / F.F.

Rika Zarai - Alors Je Chante (LP 1969)



AQUI:   

Rika Zaraï - Alors Je Chante (LP Philips 844 973 BY / 1969 - disco considerado muito raro) .
Edição Original Francesa.
(Alors je chante, 1969 - adaptation française de la chanson espagnole de l'Eurovision)

Rika Zaraï, cantora israelita, nasceu em Jerusalém no dia 19 de Fevereiro de 1938. É filha de pais judeus, de origem russa e polaca. Foi para França com o sonho de começar uma carreira de cantora. Inicialmente Rika cantou em vários cabarets durante dois anos e meio. Encontrou num deles Eddie Barclay, que procurava precisamente cantoras “com sotaque estrangeiro”.
Gravou vários sucessos, vendendo milhões de discos, sobretudo no final dos anos 60 e na década seguinte. Popularizou, igualmente em francês, vários clássicos de reportório israelita, como “Hava Naguila”, “Yerushalayim shel zahav” (“Jerusalém cidade de ouro”) e “Hallelujah” (Grande Prémio da Eurovisão em 1979). Em Novembro de 1969, foi vítima de um acidente de automóvel, estando em coma durante seis dias e imobilizada durante oito meses num aparelho de gesso. Apesar do prognóstico reservado por parte dos médicos, conseguiu recuperar totalmente ao fim de três anos. 
Em Junho de 2008, foi hospitalizada de urgência, vítima de um AVC, sendo colocada nos “Cuidados Intensivos” do Hospital da Salpêtrière, com paralisia parcial do lado esquerdo do corpo. Em Julho voltou para casa, começando uma fase de reeducação. A carreira estava, no entanto, definitivamente comprometida.


Rika Zaraï, nom d'épouse de Rika Gozman (née le 19 Février 1938 à Jérusalem), est une chanteuse et écrivain israélienne.
Son père venait de Russie et sa mère de Pologne. Elle décroche son bac à 17 ans et obtient de faire immédiatement sa période militaire, devançant l'appel d'un an. Elle a suivi le conservatoire de musique de Jérusalem où elle a obtenu un premier prix de piano. Au cours des 18 mois d'armée, elle est désignée productrice de musique dans un groupe de l'armée du centre. Elle produit une comédie musicale Cinq sur cinq qui aura un grand succès dans les camps militaires, comédie qui fut également montée au Grand-Théâtre d'Israël.
Venue en France pour poursuivre ses études du métier de chanteuse, alors maman depuis quelques mois, elle se présente devant Bruno Coquatrix qui est à l'époque le directeur artistique de l'Olympia. Elle ne sait parler à ce moment-là que l'anglais et l'hébreu. Bruno Coquatrix refuse de l'engager tant qu'elle ne sait pas parler français. Elle chante alors dans des cabarets pendant deux ans et demi. Elle rencontre alors Eddie Barclay en quête de chanteuses « avec accent ».
Casatschok (adaptation de la chanson russe Katioucha), Sans chemise sans pantalon, Alors je chante (l'adaptation française de Vivo Cantando, une des quatre chansons gagnantes de l'Eurovision 1969), Michael, Balapapa et Tante Agathe comptent parmi les succès de cette artiste qui vendit plusieurs millions de disques, principalement à la fin des années 1960 et durant la décennie suivante. Elle popularisa également en francophonie les classiques du répertoire israélien, tels que Hava Naguila, Yerushalayim shel zahav (Jérusalem ville d'or) et Hallelujah (Grand Prix Eurovision 1979).
Le 9 Novembre 1969, elle est victime d'un accident de voiture. La chanteuse sombre dans le coma durant six jours et reste immobilisée pendant huit mois dans une coquille de plâtre. Malgré un pronostic médical réservé, elle récupère totalement au bout de trois ans.
Outre sa carrière musicale, Rika Zaraï s'illustre donc dans la promotion de la médecine par les plantes à partir des années 1980. Elle publie un livre qui se vendit très bien sur la médecine naturelle, la médecine par les plantes » qui sont un grand succès en librairie. Ses prises de position dans ce domaine rencontrèrent de vives oppositions, notamment de la part des pharmaciens français, et firent l'objet de railleries des humoristiques et chansonniers du moment, en particulier "le bain de siège". A plusieurs reprises elle indique dans l'émission des Grosses Tetes qu'elle emploie une cinquantaine de personnes dans une société de fabrication de produits à base de plantes.
En 2008, Rika Zaraï fête ses cinquante ans de carrière dans la chanson, avec la sortie d'un nouvel album Quand les hommes… où l'on retrouve des reprises de titres de Georges Brassens notamment ou encore d'Yves Duteil, ainsi que des inédits. Des concerts sont prévus à l'Olympia en novembre. Cette même année, elle effectue des récitals dans de nombreuses discothèques en province. Elle y fait la connaissance d'un Brestois dans le Finistère dans la discothèque Le Mylord. Son prénom serait Éric. Celui-ci devient son conseiller artistique.
Le 3 Juin 2008, Rika Zaraï est hospitalisée en urgence à la suite d'un AVC (accident vasculaire cérébral) et est placée en soins intensifs à l'hôpital de la Salpêtrière, souffrant notamment d'une paralysie partielle du côté gauche du corps (hémiplégie). À la mi-juillet elle regagne son domicile et entame une phase de rééducation.

LP disponibilizado por Carlos Santos. 
Capas e som digitalizados por João Romão.

Cyro Aguiar - Jovem Guarda (1967 /1969)





Cyro Aguiar (Cyro Mendes de Aguiar, Salvador, nascido em  09/12/1942) é um cantor, e compositor, brasileiro, notável pela sua fusão do rock com os ritmos brasileiros como o samba e o maracatu desde cerca de 1966. Em 1961 mudou-se para o Rio de Janeiro e apresentou-se no programa de rádio Hoje É Dia de Rock. O seu primeiro disco foi um compacto para a RCA, com uma versão rock de "Mona Lisa", um sucesso de Nat King Cole, e a sua própria composição "Itaparica". Os seus êxitos incluem "Rei do Maracatu" (parceria de Jorge Ben e Gilbeto Gil; Continental, 1970), "Do You Like Samba" (composição de Marcelo Duran, satirizando o modismo de gravar pop-rock em inglês; Sinter, 1974), "Crítica" (samba dele mesmo, Som Livre, 1975). Em 1974 gravou pela RCA o compacto "Rock Nas Quebradas", com o pseudónimo de Cris McClayton e produção de Tony Campello. Continua a apresentar-se em shows e ocasionalmente gravando discos.


Actualmente apresenta dois programas de grande sucesso na rádio Tropical Fm: Samba show e Éramos todos jovens. A sua carreira musical continua com um novo trabalho em fase de lançamento. Destaque para a música "Me ilumina", o seu recente sucesso em execução nas rádios do Brasil.

Mais um álbum gentilmente cedido por Miguel Nunes (do Brasil). Agradecimento e um abraço pela sua habitual colaboração.

Os Álamos (Single 1969)



AQUI:

Os Álamos (Single Sonoplay SN-20191, 1969).

Faixas/Tracks:  Stop That Game Back / It's a New Day

Álamos é um grupo português da década de 60. Dedicavam-se ao ié-ié.
Grupo de Coimbra formado em 1963. José Luís Veloso (viola baixo), Francisco Faria (vocalista), Luís Colaço (viola-solo), Duarte Brás (viola-ritmo) e José António F. Pereira (bateria) eram os elementos do grupo.
Em 1966 gravaram o EP "O Comboio" para a editora Rapsódia.
Mais tarde entrou Carlos Correia (Bóris) para o lugar de Faria e António José Albuquerque (órgão). Em 1969 lançam dois singles através da Movieplay.
Discografia:
O Comboio/Baby It's You/Taste Of Honey/Night Before (EP, Rapsódia, 1966) EPF 5305
Stop That Game (Single, Sonoplay, 1969) SN 20191.
Peter And Paul/Flip Side (Single, Sonoplay, 1969)SP 20.002

Fonte: Wikipedia

Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Paula Ribas - Pena Verde (EP 1970)

terça-feira, 22 de março de 2011


AQUI:

Paula Ribas - Pena Verde (EP Belter 51.988 - 1970)

Paula Ribas é uma cantora portuguesa. Os pais de Ilídia Dias Ribas (o seu verdadeiro nome) viviam em Lisboa mas fizeram questão que a sua filha nascesse em Faro.

Com 17 anos pede o apoio do Maestro (Nóbrega e Sousa) na preparação para o concurso da Emissora Nacional. Em 1952 tem a sua estreia, actuando no programa "Ouvindo as Estrelas", ao lado de nomes como Luís Piçarra e Margarida Amaral.

Após o casamento abandona a vida artística que retomará três anos mais tarde.

Faz várias digressões pelo estrangeiro, nomeadamente, Europa, Médio Oriente, Estados Unidos e Canadá, onde actua para as colónias portuguesas. Participa no filme “Amor do Céu em Pára-quedas” e grava discos em Barcelona para a Belter.

Em 1965 estava na editora Alvorada.Em 1970 participou no Festival Internacional da Canção com a "Canção da Paz Para Todos Nós" de Jorge Costa Pinto.

Nesta altura, tinha já mais de 20 discos gravados e tinha actuado em 17 países, cantando em várias linguas (inglês, francês, português, italiano e espanhol). O seu repertório incluia do "Hino ao Amor" a versões da dupla Bacharach/David.

Estabeleceu-se no Brasil, em 1972, com Luis N'Gambi (ex-Os Rocks) e a sua mãe. Fixa-se em São Paulo onde foi contratada pelo restaurante "Abril em Portugal".

Em 1974 grava, para a editora Discos Marcus Pereira, o LP "Fados Brasileiros" (com composições e poemas de Vinicius de Moraes, Cecília Meireles, Marcos Calazans, Chico Buarque, Chico Alves, Carlos Pena Filho, Caco Velho, Dorival Caymmi e Caetano Veloso.

Pela mesma editora foi editado, ainda nesse ano, o disco "Portugal Hoje", feito em colaboração de Luis N’Gambi, composto apenas por versões de temas de José Afonso.

Em 1981 gravou o disco "Tudo Isto É Fado".

Com Luis N'Gambi lança o disco "Navegar é preciso". Regressa a Portugal em meados da década de 1980.

"Eu e Você", versão do tema de Elisa na telenovela Tieta, da autoria de Renato Barros e Vadinho, foi editado em single pelo duo Paula Ribas e Luís N'Gambi. No lado B do disco aparece "Felizes Seremos", uma adaptação portuguesa da música Happy "Together", do filme Tartarugas Ninja.

Vasta discografia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Virginia Lee - Greatest Hits (1959-1967 South Africa)





South Africa's Singing Sweetheart, The Girl with the Golden Voice, South Africa's Queen of Song, South Africa's female Jim Reeves and South Africa's First Lady of Song. These were titles bestowed on Virginia Lee. "Ginny" as she was affectionately known, was South Africa's best selling female recording artist of the late Fifties, Sixties and early Seventies. She was the first South African female vocalist to receive a gold disc, for the equivalent of a million sales for her hit "Goodbye My Love". She followed that up with a second gold disc only seven months later for "Darling It´s Wonderful".
She sang in both English and Afrikaans and was once massive! Also step mother to SA country singer Clive Bruce.


Ripped from vinyl by Carlos Santos.
The covers of the album were produced by João Romão.
Many thanks to John Lyle, my dear South African friend.

Nana Mouskouri - Dans Le Soleil...Et Dans Le Vent (LP 1969)

segunda-feira, 21 de março de 2011




Nana Mouskouri - Dans Le Soleil...Et Dans Le Vent (LP Fontana 885.558 MY, 1969).

Produtor – André Chapelle.

Nana Mouskouri, em grego Nανά Μούσκουρη, (nascida Ioanna Mouskouri, Chania, 13 de Outubro de 1934) é uma cantora e política grega.
A sua família viveu em Chania, Creta, enquanto o seu pai trabalhou como projeccionista num cinema local. A sua mãe trabalhou no mesmo cinema. Quando Nana completou 3 anos, a sua família mudou-se para Atenas. A família trabalhou duro para mandar Nana e a sua irmã mais velha, Jenny, para o famoso Conservatório de Atenas. Nana demonstrou possuir um talento musical excepcional aos 6 anos de idade, apesar da sua irmã ter parecido a mais talentosa das duas. Na verdade, Nana possui uma corda vocal mais grossa do que a outra, o que contribuiu para sua voz única, seja cantando ou falando.
A sua infância foi marcada pela invasão nazi na Grécia. O seu pai tornou-se integrante do movimento da resistência antinazi em Atenas. Nana começou a ter lições de canto aos 12 anos. Porém, devido à ocupação nazi, a sua família não possuía mais recursos para continuar a financiar as suas aulas. A sua professora, por achar que ela possuía um talento inigualável, ofereceu-se para continuar as aulas sem nenhum pagamento.
Em 1950, Nana foi aceite no conservatório. De 1959 em diante, Nana começou a obter alguns êxitos, graças às suas experiências com diversos géneros musicais (Pop, Jazz, Folk, Clássico, Gospel, etc), ganhando alguns prémios na Grécia. O seu primeiro sucesso internacional foi em 1960 no Festival Internacional do Mediterrâneo, em Barcelona. Premiada com a sua canção Never on Sunday. Um ano mais tarde, seguiu-se o Leão de Ouro da música de Cinema de Berlim, (Grécia Terra dos Sonhos / "Greece Land of Dreams" - Ελλάδα, η χώρα των ονειρών). Nesse mesmo ano ganhou o seu primeiro disco de ouro com o tema Weisse Rosen aus Atenas (A Rosa Branca de Atenas).
Em 1963, representou Luxemburgo no Festival da Canção da Eurovisão com o tema "À force de prier", ficando na 8ª posição.


Desde então, Nana transformou-se numa celebridade mundial, ganhando inúmeros prémios. Gravou mais de 300 álbuns entre 1980 e 1990, consolidando a sua carreira. A sua característica mais marcante é ter gravado inúmeras canções em grego, Inglês, francês, espanhol, latim, alemão, hebraico, japonês, entre outras.
Mais tarde, ela aventurou-se pela política, renegando a ditadura militar grega e apoiando a democracia até à sua restituição em 1974.
O seu amor pelas crianças levou-a a ser nomeada embaixatriz pela UNICEF em 1993 e, em seguida, foi representar a Grécia no Parlamento Europeu, em 1994.
Na cena musical, fez várias apresentações em todos os continentes, o que lhe valeu o reconhecido apoio do público.
De 1961 a 1972 pertenceu à Fontana e Philips. De 1972/73 em diante, gravou pela Philips Records e Mercúrio, respectivamente.
Alcançou grande popularidade em Espanha na década de 80, sendo uma convidada frequente nos programas de televisão de José Luís Moreno.
Em 2006 foi como convidada especial ao Festival Eurovisão da Canção, realizada na sua Grécia natal.
Vasta discografia.
Fonte: Wikipedia.

LP disponibilizado por Olga Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.