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Tito Madi – De Amor Se Fala (LP 1964).

sábado, 6 de dezembro de 2014



Tito Madi – De Amor Se Fala (LP Odeon MOFB 3361, 1964).

Excelente álbum de Tito Madi, talvez um dos seus melhores discos, lançado em 1964, pela Odeon. Foi o seu álbum de estreia nesta gravadora. O LP contou com a direcção musical, orquestração e a regência de Lyrio Panicalli, que por sua vez teve a assistência do então jovem Eumir Deodato. Eumir também participa no disco tocando órgão. Neste LP encontramos algumas músicas que marcaram a carreira de Tito Madi, como é o caso da nova versão do seu maior êxito “Chove lá fora”, originalmente lançado em 1957. Outro tema a destacar é “Balanço Zona Sul”, que viria a ser mais um dos seus grandes sucessos.


Chauki Maddi, de nome artístico Tito Madi (Pirajuí, 12 de julho de 1929) é um cantor romantico e compositor brasileiro que teve relativo sucesso durante as décadas de 50 e 60 como intérprete e escritor de sambas-canções e bossa nova. É ainda lembrado como compositor significativo nas carreiras de vários cantores, como Roberto Carlos e Wilson Simonal. Compositor da geração pré-bossa nova, teve influência sobre o movimento, com sambas-canções de harmonização moderna como "Cansei de Ilusões", "Sonho e Saudade", "Carinho e Amor", "Fracassos de Amor", "Gauchinha Bem-Querer", "Não Diga Não", "Balanço Zona Sul" e seu maior sucesso, "Chove lá Fora". Nos seus lançamentos teve sempre sucesso e boas vendas.
A biografia deste excelente artista brasileiro já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

1 Ah! Eu não sei (Tito Madi)
2 Se meu coração pedir (Tito Madi)
3 Balanço zona sul (Tito Madi)
4 Final sem adeus (Romeo Nunes)
5 Canção praieira (Tito Madi, Luiz Peixoto)
6 Chove lá fora (Tito Madi)
7 Vai e diz adeus (Tito Madi)
8 Garota paulista (Tito Madi)
9 Rio triste (Tito Madi)
10 Meu mar (Romeo Nunes, Tito Madi)
11 De amor se fala (Tito Madi)
12 Rio moço (Tito Madi, Luiz Peixoto)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Getúlio Nunes, a quem agradecemos.

Mike d'Abo ‎– Down At Rachel's Place (LP 1972)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014



Mike d'Abo ‎– Down At Rachel's Place (LP A&M Records ‎– AMLH 68097, 1972).
Produção de Chris Demetriou.

Excelente álbum de d’Abo com canções originais suas, salientando-se a fantástica balada, "Belinda".

Michael David "Mike" d'Abo (nascido em Betchworth, Surrey, a 01 de março de 1944) é um cantor e compositor Inglês, mais conhecido como o ex-vocalista dos Manfred Mann e como o compositor da canção pop "Handbags and Gladrags".
A biografia deste cantor, músico e compositor inglês já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 Rachel's Place 3:03
A2 Belinda (guitarra acústica - John Kongos, arranjos de Tony Cox) 3:30
A3 Poor Man's Son (percussão Ray Cooper) 3:39
A4 You Are The Singer (arranjos por Tony Cox, guitarra – Mike Lentin) 3:56
A5 My Life (Is Starting From Today) (guitarra acústica - John Kongos, órgão - Mike Moran) 5:42
B1 Little Miss Understood 4:35
B2 Salvation Song (trombone – Keith Christie) 3:33
B3 Battlefield (concertina – Jimmy Robertson, percussão - Ray Cooper) 4:55
B4 Tomorrow On My Mind (guitarra acústica - John Kongos, guitarra - Mike Lentin) 6:33

Outros Intervenientes:

Voz, teclados e composições – Mike d'Abo
Guitarra acústica - Mike Jopp
Baixo – Mo Foster
Bateria – Grant Serpell
Harmónica, Saxofone Tenor, Saxofone soprano, Flauta – Lyn Dobson

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Roy Burton, a quem agradecemos.

Morreu Ian McLagan, Ex-Teclista dos Faces, Aos 69 anos.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Morreu Ian McLagan, ex-teclista dos Faces, aos 69 anos, nos EUA.

O músico sofreu um derrame cerebral nesta quarta-feira, dia 3, no Texas. 
Ian também colaborou com os Rolling Stones no disco 'Some Girls'.

O teclista Ian McLagan morreu nesta quarta-feira, aos 69 anos, nos EUA. Ian ficou famoso nas bandas Small Faces e Faces, ao lado de Rod Stewart e Ron Wood. O músico também colaborou com os Rolling Stones.
Um comunicado no site oficial de Ian diz que ele morreu em Austin, no Texas, depois de sofrer um derrame.
Ian McLagan foi membro do grupo britânico Small Faces nos anos 60. A banda mais tarde mudou o nome para Faces, quando Rod Stewart e Ron Wood se juntaram em 1969.
McLagan também tocou com os Rolling Stones, no disco de 1978 "Some Girls", inclusive no solo de órgão no hit "Miss you". Ele gravou vários discos a solo, assim como o tributo a Ronnie Lane, que foi dos Small Faces, em 2008. McLagan foi indicado ao Hall da Fama do Rock em 2012.
Ian tinha marcada uma digressão pela América do Norte, que começaria nesta quarta. 

The Librettos - Let's Go With The Librettos (1964-1966, New Zealand).




The Librettos - Let's Go With The Librettos (1964-1966, New Zealand).

The Libretos foi um excelente grupo pop / R‘n’B da Nova Zelândia, ao nível do que de melhor se fazia na época, activo de 1960 a 1966 Eles foram uma das bandas mais populares da Nova Zelândia entre 1964-65, e depois de se mudarem para Sydney/Austrália ganharam reconhecimento neste país pelas suas extraordinárias actuações ao vivo, e também pela sua versão da canção “Kicks”, de 1966, tema de Paul Revere and The Raiders. Vários membros do grupo passaram por outras bandas notáveis ​​dos anos 60 e 70. O baixista Brian Peacock co-fundou um grupo de pop/rock progressivo “Procession”, banda anglo-australiana altamente reconhecida. Rod Stone juntou-se ao popular grupo australiano de soul dos anos 60, The Groove, e o baterista Craig Collinge (o único membro nascido na Austrália) tocou com os Manfred Mann e outras bandas.
O grupo separou-se em 1966.



Formação:

Lou Parun (guitarra ritmo, piano e voz) 1963-66
Dave Diver (bateria) 1963-65
Rod Stone (guitarra solo, teclas e voz) 1960-66
Brian Peacock (baixo e voz) 1964-66


Outros Membros:
Roger Simpson (vocalista), 1960–64
Dave Clark (piano), início dos anos 60.
Johnny England (guitarra) 1960-63
Paul Griffin (baixo) 1960-64
Andy Shackleton (bateria) 1960-61(?)
Gordon Jenkins (bateria) 1961-1963
Craig Collinge (bateria, voz) 1965-66


Faixas/Tracklist: 

1. Let's Go (Duncan/Duncan)
2. Pride and Joy (Stevenson/Whitfield/Gaye)
3. I'm a Dog (Peacock/Stone)
4. Mary Mary (Peacock/Stone)
5. I'm Gonna Say Yeah (Peacock/Stone)
6. Crying For You (Peacock/Stone)
7. The Girl Can’t Help It (Troup)
8. My Babe (Johnson)
9. Twilight Time (Ram/Nevins/Nevins/Dunn)
10. Fine and Mellow (McKay)
11. Everything’s Alright (Crouch/Konrad/Stavely/James/Karlson)
12. Got You on My Mind (Peacock/Stone)
13. Baby It’s Love (Peacock/Stone)
14. Walking the dog (Thomas)
15. It’s Alright (Andrews)
16. Funny Things (Blyth)
17. I’ll Send it Your Way (Peacock/Stone)
18. Young Blood (Lieber/Stoller)
19. That’s Alright With Me (Peacock/Stone)
20. Great Balls of Fire (Hammer/Blackwell)
21. Ella Speed (Ledbetter -Arr.Stone)
22. I Want Your Love (Peacock/Stone)
23. I Cry (Peacock/Stone)
24. She’s au Go Go (Peacock/Stone)
25. Watcha Gonna Do About It? (Samwell/Potter)
26. Kicks (Mann/Weil)
27. Loving Time (Peacock) – (voz adicional de Pat Aulton ) – previsivelmente não editado.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Bobby Keys, saxofonista dos Rolling Stones, morre aos 70 anos.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Bobby Keys, saxofonista dos Rolling Stones, morre aos 70 anos.

O saxofonista Bobby Keys, que tocava com os Rolling Stones, morreu aos 70 anos em Tenessee, nos EUA, anunciou a banda na passada terça-feira, dia 2, vítima de doença.
Keys é um dos saxofonistas mais importantes do rock. Além da longa parceria com os Rolling Stones, também tocou com John Lennon, Eric Clapton, Buddy Holly, The Who, Lynard Skynard e outros, durante os 55 anos da sua carreira.
"Brown Sugar" é uma das músicas mais conhecidas dos Rolling Stones com o sax de Bobby Keys. Bobby nasceu no Texas, nos EUA. O músico colaborava com a banda desde os anos 60 e fez digressões com eles até 2013.

Os Flintstones (de Lourenço Marques/Moçambique)



Hoje apresentamos um grupo moçambicano que me é especialmente grato. Os Flintstones, grupo por onde fiz uma breve passagem de poucos meses, do qual guardo excelentes recordações e que me deu especial e enorme prazer.

Os Flintstones foi um grupo pop/beat de Lourenço Marques/Moçambique, originalmente formados cerca de 1966. Inicialmente, o grupo foi criado pelo Hélder Sousa, o Vasquinho (Vasco Duque Fonseca) e o Zé Mesquita. O viola solo era o Renatinho e o vocalista, o "Papaia". Mais tarde, tendo o Ivo Tocha chegado de Quelimane, ingressou na banda passado alguns meses, mas aí com uma nova formação.Em 1967 a sua formação era constituída por, Ivo (Ivo Tocha, vocalista e viola ritmo) que era de Quelimane e residia em Lourenço Marques, Hélder Sousa (viola baixo), Joca (Jorge Soares, viola solo) e Vasquinho (Vasco Fonseca, bateria). Também passaram pelo conjunto o falecido organista Zeca Pires (Pirex, já falecido) e o José Carlos Bacelar Martins (guitarra).
De recordar que os "velhos" amigos Jorge Soares (Joca, viola solo) e Carlos Santos (viola ritmo), que começaram por tocar juntos durante bastante tempo, ambos estudantes no Liceu Salazar em Lourenço Marques, foram na mesma altura levados juntamente para os ensaios, por um dos elementos do grupo, num apartamento/varanda (do Ivo Tocha), relativamente perto de uma das principais artérias daquela cidade, a Avenida Pinheiro Chagas. Estávamos já em 1967. Carlos Santos (viola ritmo) acabou por ter uma breve e temporária passagem de poucos meses pelos ensaios do conjunto enquanto Jorge Soares se tornou o viola solo residente do grupo, saindo mais tarde para ingressar numa outra banda, os Ópus 79. Por vezes, integrava esporadicamente o grupo o Zé Mesquita (guitarra ritmo), apenas como "outsider". 
O ponto mais alto da banda foi a sua participação numa das eliminatórias regionais do Concurso Yé Yé (1965/66), em Lourenço Marques, não tendo sido apurada. 
Nesta primeira fase, há uma nota curiosa a salientar…só o Ivo tinha microfone… ! Segundo Jorge Soares, uma importante falha dos Flintstones... nunca teve coros, nem segundas vozes ou vozes de apoio. 



Em 1970, já haviam ocorrido algumas alterações à formação original. Nessa altura os Flintstones eram constituídos por, Ivo Tocha (vocalista), Pires (teclados), José Carlos (viola ritmo), Mané (bateria), Hélder (viola baixo) e um viola solo que veio substituir o Joca. 
Nesse ano, o grupo concorreu às Olimpíadas da Música, uma das grandes competições de conjuntos promovida pela "Onda Pop" e que aconteceu no Cinema Nacional (junto à Casa das Beiras), tendo-se classificado em 3º lugar. Em 1º ficaram os Ópus 79 (grupo onde se encontrava Jorge Soares, viola solo) e em 2º, os Monstros. Algum tempo depois o grupo desfez-se.
A título de curiosidade e segundo Jorge Soares (Joca), o referido apartamento/varanda no primeiro andar onde ocorriam os ensaios, pertencia ao Ivo Tocha. Em frente, morava um jornalista que detestava o barulho dos chamados “rouxinóis da varanda” como chegou a apelidar o conjunto num artigo de jornal. Um dia, chamou a polícia que entrou em rusga na casa, e nos levou a todos para uma esquadra ali perto onde fomos registados e “amedrontados”...mas os ensaios nunca pararam…! 
Já José Carlos Bacelar Martins, conta-nos que entrou para os Flintstones depois da saída do Joca. Segundo ele, "quando lá cheguei, o viola solo era o Rodolfo Couto e ainda toquei com ele. Veio depois o tal Rabietas (não é o nome próprio). Portanto, a formação quando integrei o grupo era constituída por, Rodolfo Couto (viola-solo e depois o Rabietas); José Carlos Bacelar Martins (viola ritmo), Mané (baterista), Ivo (vocalista) e o Hélder (viola baixo). Mais tarde entrou o Zeca Pires, organista. Eu integrei o grupo mais ou menos em 1969, e saí em Setembro de 1970, quando fui para a tropa".
Os elementos dos Flintstones partiram de Moçambique rumo à chamada Metrópole. O “outsider” Zé Mesquita, entretanto já faleceu. 
Nunca gravaram qualquer disco.

Ivo Tocha, membro deste grupo, passou por várias outras bandas como, I Davoli (de Quelimane) ou os 1580 Royal Portuguese Band (de Nampula). Regressou também à “metrópole” e dedicou-se à música, em carreira a solo, no Algarve/Portimão, onde reside actualmente. 
Dele, apresentamos aqui uma espécie de “mini-EP” com apenas 3 canções e com capas “produzidas” por Carlos Santos, em sua homenagem e amizade.




Faixas/Tracklist: 

01 - Ivo Tocha - Sha La La I Need You 
02 - Ivo Tocha - I'd Love To Want Me
03 - Ivo Tocha - Release Me

Ivo Tocha

1580 Royal Portuguese Band (Nampula):  Aquino (Bateria), Franco (Viola Ritmo), Ivo Tocha, Luciano Roncon e Abel Frank (Viola Solo).


Agradecimento ao meu amigo de longa data Joca (Jorge Soares) que nos forneceu as fotos, a informação complementar e as canções do Ivo, ao amigo Hélder Sousa que nos facultou mais alguns esclarecimentos adicionais e aos nossos amigos e companheiros Vasquinho e Ivo Tocha (pelas excelentes melodias aqui apresentadas).

Carlos Santos

The Fevers – The Fevers (LP 1970).




The Fevers – The Fevers (LP London Records ‎– LLB 1064-S, 1970).

The Fevers é uma banda brasileira de pop/rock formada no Rio de Janeiro em 1964 e associada ao movimento da Jovem Guarda. 
A banda originalmente chamava-se The Fenders e os seus membros originais eram Almir Bezerra (voz e guitarra), Liebert (contrabaixo), Lécio do Nascimento (bateria), Pedrinho (guitarra), Cleudir (teclados) e Jimmy Cruise (vocalista). Em 1965, Jimmy saiu do grupo e os membros remanescentes decidiram mudar o nome para The Fevers, foi quando entraram mais dois componentes, Miguel Plopschi, em 1965 e Luiz Claudio, em 1969.
O grupo fez muito sucesso na segunda metade da década de 60 e início da década de 70, vindo a consagrar-se nos anos 80 com os temas de abertura das novelas (Elas por Elas e Guerra dos Sexos, da Rede Globo). O grupo continua em plena actividade até aos dias de hoje.
A biografia deste excelente grupo já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

01. Você Morreu Pra Mim (Miguel - Almir Bezerra - Rossini Pinto)
02. Cândida (Wine - Levine Versão Rossini Pinto)
03. Reflections Of My Life (Campbell - McAleese)
04. Não Tenho Medo (Nuevo Laredo)(Sahm - Versão Rossini Pinto)
05. Esse Mundo Louco (Almir Bezerra)
06. Urucubaca (Rossini Pinto)
07. Yellow River (Christie)
08. Promessa É Dívida (You've Guessed) (Shapiro - Reza - Versão Rossini Pinto)
09. Bridge Over Troubled Water (Paul Simon)
10. My Baby Loves Loving (Greenaway - Cook)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Sérgio da Rocha (Brasil), a quem agradecemos.

The Staccatos - Come Back Silly Girl + The Second Sin (LPs 1965-1966).

terça-feira, 2 de dezembro de 2014



The Staccatos - Come Back Silly Girl + The Second Sin (LPs 1965/1966).

Excelente compilação referente ao grupo sul africano “The Staccatos” que reúne basicamente 2 LPs num só CD. Os referidos álbuns são:

LP Come Back Silly Girl, RCA Victor, 33.042, 1965
LP The Second Sin, PYE, PL 2091, 1966

The Staccatos foi um excelente grupo sul africano formado em Novembro de 1961, em Joanesburgo/South Africa.
Originalmente a formação era constituída por Brian Le Gassick (voz e guitarra ritmo), John Leach (guitarra solo) Willie van der Walt (baixo) e Ian Miller (bateria).
Um dos seus grandes êxitos foi "Cry To Me" (1968), produzido por Billy Forrest, que provou ser um dos singles de maior sucesso da história do rock Sul-Africano e que ficou nas paradas de sucessos durante 34 semanas, pelo que venceram um disco de ouro. 
O grupo teve várias alterações à sua formação inicial até 1979, quando terminaram.
Vasta discografia de singles, álbuns e compilações.
A biografia deste excelente grupo já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist: 

LP Come Back Silly Girl, RCA Victor, 33.042, 1965

Come back silly girl
Sloop John B
Mr Tambourine man
Crying in the rain
Romeo and Juliet/ My mom
Ain't no way I'm gonna change
You were on my mind
Houston
Little girl
The one to lose
Don't ask me

LP The 2nd Sin, PYE, PL 2091, 1966

Bless you
Thou shalt not steal
Then you can tell me goodbye
Everybody loves a lover
What have they done to the rain
All the winds
Sounds of glory
Everybody knows
Secret love
Power of love
Summertime
It's just gotta be
Bonus: 
Spicks and Specks

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Luis Cilia ‎– Contra A Ideia Da Violência, A Violência Da Ideia (LP 1974).

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014



Luis Cilia ‎– Contra A Ideia Da Violência, A Violência Da Ideia (LP Le Chant Du Monde LDX 74538, 1974 – edição francesa). 
A edição portuguesa tem a referência, LP O Canto Do Mundo ‎– G. U. OCM 2, 1974.

Capa da edição portuguesa.

Luís Cília nasceu em Nova Lisboa (Angola), em 1943. Veio para Portugal em 1959,para prosseguir os seus estudos.
É um cantor de intervenção que no exílio, em França, denunciou a guerra colonial e a falta de liberdade em Portugal. 
Em 1962 conheceu o poeta Daniel Filipe que o incentivou a musicar poesia. Datam desse ano as suas primeiras experiências nesse campo ("Meu País", " O Menino Negro Não Entrou Na Roda", etc.), mais tarde incluídos no seu primeiro disco gravado em França, para a editora Chant du Monde. Em Abril de 1964 partiu para Paris, onde viveu até 1974.


Em França estudou guitarra clássica com António Membrado e composição com Michel Puig.
Entre 1964 e 1974 realizou recitais em quase todos os países da Europa.
Depois do seu regresso a Portugal continuou a gravar discos, como compositor e intérprete e a realizar recitais. Como intérprete, gravou dezoito discos, alguns dos quais dedicados exclusivamente a poetas tais como Eugénio de Andrade ("O Peso da Sombra"), Jorge de Sena ("Sinais de Sena") ou David Mourão Ferreira ("Penumbra").
Nos últimos anos tem-se dedicado apenas à composição, nomeadamente para Teatro, Bailado e Cinema.

Fonte: Wikipedia.


Faixas/Tracklist:

A1 Pátria Lugar De Exílio 
A2 Gabriel 
A3 Cantiga De Amigo 
A4 Fecundou-Te 
A5 Canto De Esperança 
B1 Contra A Ideia Da Violência, A Violência Da Ideia 
B2 Voz Suspensa 
B3 Caminho Longe 
B4 O Poema Original 
B5 Sei Que Me Esperas 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Allex Freitas, a quem agradecemos. Agradecimento também a João Carlos Callixto pela colaboração. 
Masterização por Carlos Santos.

Orlando Alvarado - 20 Super Sucessos (1960-1968)

domingo, 30 de novembro de 2014



Orlando Alvarado - 20 Super Sucessos (1960-1968).

Trata-se de uma compilação particular que compreende trabalhos deste excelente cantor argentino, entre 1960 e 1968, que ficou famoso no Brasil, alguns deles retirados do vinil.


Orlando Alvarado é um cantor argentino com carreira e gravações no Brasil. Natural de Buenos Aires/Argentina, fez carreira no teatro, TV, no cinema, na dança e na música. O seu primeiro sucesso foi a canção, "Bienevido Amor".
Dos seus maiores sucessos destacamos ainda, “Como te estranho mi amor, La professora, Camélia e o referido grande êxito, Bienvenido Amor, este com vendas superiores a um milhão de discos, um autêntico fenómeno de vendas na época.


Orlando Alvorado, marcou com profissionalismo e competência os anos 60, fazendo sucesso no Brasil em pleno movimento da Jovem Guarda, juntamente com os Clevers e Antonio Aguilar. O seu tema “La Professora”, esteve também entre os discos mais vendidos em meados dos anos 60.
Continua activo cantando tanto no Brasil como no Exterior e actuando em teatros e em shows.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Allan Caetano, a quem agradecemos.
Adaptação das capas por Carlos Santos.