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Earth And Fire – Earth And Fire (LP 1970 / Holanda)

domingo, 8 de janeiro de 2023




Earth And Fire – Earth And Fire (LP Polydor – 2441 011, Series: Polydor Medium, setembro de 1970 / Holanda).
Produtor – Fred Haayen.
Género: Rock, Rock Psicadélico, Rock Progressivo, Rock Sinfónico.


Earth and Fire” é o primeiro álbum de estúdio da banda holandesa de rock sinfónico Earth and Fire. Lançado em setembro de 1970, o LP contém o primeiro single de sucesso "Seasons" escrito pelo cantor e guitarrista dos Golden Earring, George Kooymans.

Jerney Kaagman (vocalista).

Earth and Fire foi uma banda holandesa originária de Voorschoten, Voorburg/Holanda, constituída pela vocalista Jerney Kaagman, os irmãos gémeos Chris e Gerard Koerts (Chris na guitarra e Gerard nos teclados), o baixista Hans Ziech e o baterista Ton v.d. Kleij. Tiveram muito sucesso no seu país natal e também na Europa continental, principalmente nas vizinhas Bélgica e Alemanha. Do LP destacamos as faixas "Seasons", "Ruby is the One" e "Wild & Exciting" (também lançadas em single). Quando o álbum “Earth and Fire” foi editado, a banda começou a incluir o Mellotron e sintetizadores nos teclados (assim como o órgão Hammond, que usaram desde o início). Durante a sua carreira surgiram várias mudanças à sua formação original. A banda deixou oito excelentes álbuns, e um lugar definido na história do rock holandês. O grupo esteve em actividade de 1968 a 1983 e de 1987 a 1990.


Faixas/Tracklist:

A1 - Wild And Exciting (C. Koerts, G. Koerts) 4:22
A2 - Twilight Dreamer (C. Koerts) 4:10
A3 - Ruby Is The One (C. Koerts) 3:20
A4 - You Know The Way (G. Koerts) 3:40
A5 - Vivid Shady Land (C. Koerts) 4:05
B1 - 21st Century Show (C. Koerts) 4:09
B2 – Seasons (G. Kooymans) 4:08
B3 - Love Quiver (C. Koerts, G. Koerts) 7:25
B4 - What's Your Name (C. Koerts, G. Koerts) 3:29

NOTA: “Earth And Fire” é o título do álbum da banda de rock holandesa com o mesmo nome, gravado entre 1969 e 1970 e lançado em setembro deste último ano.

Músicos/Line-up:

Jerney Kaagman - Vocalista
Chris Koerts - Guitarra, Voz de apoio
Gerard Koerts - Teclados
Hans Ziech - Baixo
Ton van der Kleij – Bateria, Percussão
Músico de Apoio:
Cees Kalis – Bateria

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Paul P. Morgan, a quem agradecemos.

The Jumping Jewels – Jumping High (LP 1963/Holanda)

sábado, 20 de agosto de 2022



The Jumping Jewels – Jumping High (LP Philips – PL 08082 L, 1963/Holanda).
Género: Rock Instrumental, Rock & Roll.


O grupo de guitarras de Haia/Holanda, The Jumping Jewels, foi inspirado no som do grupo britânico The Shadows. Através do seu empresário Herman Batelaan, o grupo conseguiu alcançar fama internacional devido à sua qualidade e profissionalismo. Com o seu vocalista Johnny Lion (John van Leeuwarden), a banda teve um enorme sucesso na Holanda entre 1961 e 1965. Neste país, Johnny Lion & The Jumping Jewels era uma das principais bandas holandesas comparáveis ​​aos britânicos Cliff Richard & the Shadows. Em 1963, foi lançado o LP de estreia “Jumping High“, através do selo Philips. Nesta altura, surgiram também alterações à sua formação inicial. Na primavera de 1964, o grupo fez uma digressão pelo Extremo Oriente, cobrindo Singapura, Malásia e Paquistão. O sucesso da terra natal continuou. O grupo esteve activo de 1960 a 1965, tendo-se separado em 1966. Mais informação sobre este grupo holandês, já se encontra inserida neste blog.


Faixas/Tracklist:

A1 – Istanbul (Kennedy, Simon)
A2 - Quiereme Mucho (Yours) (Rodriguez, Roig)
A3 - Trek To Rome (Greer)
A4 - Dream Of The West (Duke)
A5 - Wild Geese (Christiani, De Groot)
A6 - South Of The Border (Kennedy, Carr)
B1 - Blue Skies (Berlin)
B2 - El Choclo (Kiss Of The Fire) (Allen, Hill)
B3 – Rumble (Isaacs)
B4 - San Antonio Rose (Wills)
B5 - Smoke Signals (Duke)
B6 - Zero-Zero (Norin, Paddock)
BONUS:
C1 – Africa (De Waal, Segal, Lorraine)

Formação/Line-Up:

Vocalista – Johnny Lion (faixa/tracks: A4)
Baixo – Joop Oonk
Bateria – Frits Tamminga
Guitarra Ritmo – Tjibbe Veeloo
Guitarra Solo – Hans Van Eyk

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Stuart Dan, a quem agradecemos.

Dizzy Man's Band – Dizzy Do Tickatoo (LP 1970 / Holanda)

terça-feira, 9 de novembro de 2021




Dizzy Man's Band – Dizzy Do Tickatoo (LP Indigo – IQ 20.001, 1970 / Holanda).
Produtor – Richard De Bois.
Género: Nederbeat, Pop Rock.


Dizzy Man's Band foi um divertido grupo pop holandês de Zaandam/North Holland, Holanda, que apoiava o cantor Jacques Kloes. A formação original era constituída por Dick Buysman, Jacques Kloes, Herman Smak, Dirk van der Horst, Klaas Versteeg, Karl Kalf, Joop Tromp e Bob Ketzer. A banda estreou-se em 1970 com a canção “Tickatoo”, com uma linha melódica reconhecível ao estilo dos Creedence Clearwater Revival (Down On The Corner). Com este tema (single) atingiram a posição nº 6, nas paradas holandesas, em 11 de julho de 1970. Tiveram também influências de outro grupo de rock, os Blood, Sweat & Tears (“A Matter of Facts”).
Em 1983, os Dizzy Man's Band separaram-se mas, mais tarde, voltaram a reunir-se para os concertos Gold of Oud de Veronica. Outros shows aconteceram em 2009.


Faixas/Tracklist:

A1. Walk Away – 3:00
A2. Tickatoo – 2:34
A3. Point of No Return – 4:09
A4. Forget It, I’ve Got It – 3:04
A5. My Opinion of Love – 2:53
B1. Truck Driver – 3:34
B2. Let Me Inside Heaven – 2:18
B3. Young Love – 3:54
B4. Pearly Queen – 2:20
B5. Go Back (To Heaven Again) – 5:29

NOTA:Dizzy Do Tickatoo” é o álbum de estreia da banda de rock holandesa Dizzy Man's Band, gravado nos Soundpush Studios, Blaricum, Holanda e lançado em 1970, através do selo Indigo.

Membros/Members:

Jacques Kloes (1948 - falecido em 2015) - voz
Dick Buijsman - baixo
Dirk van der Horst (já falecido) - guitarra solo
Karl Kalf - trompete, trompa e violoncelo
Bob Ketzer (já falecido) - voz, percussão
Herman Smak (já falecido) - teclados
Joop Tromp - bateria e percussão
Klaas Versteeg – flauta, saxofone, guitarra e voz

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Paul P. Morgan, a quem agradecemos.

The Buffoons – Lookin' Ahead (LP 1968)

domingo, 31 de outubro de 2021




The Buffoons – Lookin' Ahead (LP Imperial - SALI 8007, 1968/Holanda).
Produtor: Klaas Leyen.
Género: Pop.


The Buffoons foi um dos melhores grupos holandeses de “harmonia vocal” que se tornaram populares principalmente na parte oriental do país, como Geebros e Honestmen. A banda evoluiu de outro grupo The White Rockets, em 1966. A sua carreira decorreu entre 1966 e 1979.
A formação original era constituída por Hilco ter Heide, Ely e Gerard van Tongeren, Maarten Assink (Boy Brostowsky) Bob Luiten (Don Biesbroek) Benny de Groot (Jack van Rossum) Skip van Rooy e Koos Wiekenkamp. Foram fortemente influenciados pelos The Beach Boys e The Ivy League.
O primeiro single de 1967 “Tomorrow Is Another Day"/"My World Fell Down" (duas canções do grupo inglês The Ivy League), alcançou o 8º lugar nas paradas. O ano de 1968 foi um ano top para a banda. “It’s the End” ficou em 4º lugar nas paradas e os singles “Sister Theresa's East River Orphanage”, “Lovely Loretta” e “Goodbye My Love” também alcançaram o Veronica Top 40 e o Parool Top 20. O LP “Lookin' Ahead”, de 1968, vendeu bem. Em 1969, a maré pareceu mudar e os singles dos Buffoons não chegaram mais às paradas. Várias formações deste grupo, ocorridas em 1968 e 1969, incluíram Jack van Rossum, Bob Luiten (baixo), Gerard van Tongeren (vocalista), Maarten Assink (bateria), Bjinse de Groot (voz), Eli van Tongeren (guitarra, voz). De 1970 a 1975, Boyd Brostowsky também tocou bateria. Quando Jack, Bob e Bjinse deixaram o grupo em 1975, eles foram substituídos por Skippy van Rooy, e o guitarrista Don Biesbroek. Do álbum “Lookin' Ahead” que aqui apresentamos, lançado pelo selo Imperial , em 1968, destacamos o sucesso "Tomorrow Is Another Day", cujo single alcançou imediatamente o Top 10 e o seguinte, "It's The End" chegou ao quarto lugar.
Em 1973 a banda fez um grande sucesso com “My Girl Donna” de Ritchie Valens (número 3 no Top 40 e número 4 no Daverende 30). Os dois singles seguintes, “Arizona” e “Let It Be Me”, também alcançaram o Top 20. Depois disso, os Buffoons não obtiveram mais nenhum sucesso. Em 1979 a banda foi dissolvida.


Faixas/Tracklist:

A1 - Sister Theresa's East River Orphanage (Farquahr) 2:59
A2 - Thank You For Loving Me (Carter, Lewis) 2:03
A3 - Sunday Will Never Be The Same (Pistilli, Cashman) 2:53
A4 - Elevator Girl (Gaasbeek, Möring, Buffoons) 3:06
A5 - Maria (tema de "West Side Story") (Bernstein, Sondheim) 3:29
A6 - Lulu's Back In Town (Dubin, Warren) 1:32
A7 - It's The End (Langley, Page) 2:48
B1 - People World (Glover) 2:52
B2 - Sunday Morning (Guryan) 2:06
B3 - Wall Flower (Gaasbeek, Buffoons) 1:56
B4 - My World Fell Down(Stephens, Carter) 2:59
B5 - You Still Believe In Me (Wilson, Asher) 2:49
B6 - Tomorrow Is Another Day (Ford) 2:41
B7 - Bye Bye Blackbird (Dixon, Henderson) 1:07

Músicos/Personnel:

Hilco ter Heide (voz, composição)
Gerard van Tongeren (voz, guitarra)
Ely van Tongeren (guitarra, voz)
Maarten Assink (bateria, voz)
Bob Luiten (baixo, voz)
Benny de Groot (teclados, voz)
Arranjos por Wim Jongbloed.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Paul P. Morgan, a quem agradecemos.

The Jumping Jewels – Guitars About Town (LP 1964)

terça-feira, 11 de maio de 2021




The Jumping Jewels – Guitars About Town (LP Music De Wolfe – DW/LP 2821, 1964).
Género: Pop/Rock, Instrumental.


Inicialmente formado como Johnny & The Jewels, The Jumping Jewels foi um grupo holandês de guitarras, activo de 1960 a 1965. Fortemente influenciado pelo som de The Shadows e liderado por Johnny Lion ("o Cliff Richard holandês"), The Jumping Jewels foi possivelmente a banda holandesa mais popular da era 'pré-Beatles' (os Fab Four visitaram a Holanda em junho de 1964, um evento considerado por muitos holandeses como o advento da cultura jovem dos anos 1960). Posteriormente Johnny & The Jewels, mudou o seu nome para The Jumping Jewels, na época em que lançou o seu maior sucesso no seu país, “Wheels” (nº 1 nas tabelas da Holanda, em 1961). “Africa” (1963) e “Irish Washerwoman” (1964) foram outros êxitos da banda. Estranhamente, a versão do grupo, editada em 1964, da canção dos Beatles, “I Saw Her Standing There”, alcançou o primeiro lugar no Peru. Em 1963, o grupo The Jumping Jewels lançou o seu primeiro álbum, "Jumping High". Em 1964, fizeram uma digressão pelo Paquistão, Malásia e Singapura. O crescente sucesso a solo de Johnny Lion (vocalista), bem como a decisão da banda acompanhar e gravar com outro cantor, a estrela em ascensão Rob de Nijs, marcaram o fim de The Jumping Jewels. No entanto, em 1966, eles mudaram o seu nome para The Jay-Jays, substituíram Hans van Eijk por Leo Bennink e tornaram-se uma nova banda.

Formação/Line-Up:

Johnny Lion (nome real: Jan van Leeuwarden): vocalista
Hans van Eijk: guitarra solo
Tjibbe Veelo: guitarra ritmo
Joop Oonk: baixo
Frits Tamminga: bateria (1960-1963)
Kees Kranenburg Jr .: bateria (1963-1965)


Faixas/Tracklist:

A1 - Black Twist (Jack Trombey) 2:56
A2 – Utopia (Keith Papworth) 2:42
A3 – Footloose (Anthony Mawer) 2:35
A4 – Lullaby (Jack Trombey) 2:33
A5 - Guitars About Town (Anthony Mawer) 1:37
A6 – Motorway (Keith Papworth) 2:00
B1 - Night People (Keith Papworth) 2:45
B2 - Twist And Shake (Wayne Hill) 2:00
B3 - Rock-A-Bye Baby (Jack Trombey) 2:09
B4 – Tombola (Jack Trombey) 3:03
B5 - Shaking And Breaking (Wayne Hill) 2:25
B6 - Twisting Jewels (Jack Trombey) 2:53
BONUS (1961):
C1 - Wheels (Norman Petty) 1:56
C2 - Geisterreiter (Ghostriders In The Sky) (Jones) 2:35

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Stuart Dan, a quem agradecemos.

Golden Earrings ‎– Miracle Mirror (LP Polydor ‎– 184 120, 1968 / Netherlands)

sábado, 30 de novembro de 2019
 



Golden Earrings ‎– Miracle Mirror (LP Polydor ‎– 184 120, 1968 / Netherlands). 
Produção: Fred Haayen. 
Género: Pop Rock. 


Miracle Mirror” é o terceiro álbum da banda de rock holandesa Golden Earring, lançado em 1968 pela Polydor Records. No entanto, este é o primeiro álbum do grupo onde surge o novo vocalista Barry Hay, que substituiu Frans Krassenburg, o seu anterior vocalista, entre 1964 e 1967. 
“Miracle Mirror” foi um álbum muito do seu tempo e, sem dúvida, contém um som diferente dos seus dois anteriores LPs. O disco reflecte claramente o que estava a acontecer na cena musical britânica na época (embora a banda fosse holandesa), mas a atmosfera inebriante dessa altura abriu espaço para os músicos seguirem vários caminhos diferentes. 
O disco reflecte também o talento das composições do baixista Rinus Gerritsen e do guitarrista George Kooymans e a excelência uniforme do grupo em estúdio. 
Do álbum destacamos fabulosos temas como, “Must I Cry?” (interpretado pelo vocalista Barry Hay , com a sua voz verdadeiramente singular) ou “Born a Second Time” (com um excelente trabalho das guitarras acústicas e da flauta). 


Golden Earring é uma excelente banda de rock holandesa formada em 1961 em Haia/Holanda por George Kooymans e Rinus Gerritsen. Originalmente chamava-se The Tornados, mas alteraram a designação do grupo para The Golden Earrings quando descobriram que o nome The Tornados já estava a ser usado por um outro grupo. 
Desde o início dos anos sessenta, a banda prolongou, com êxito, a sua carreira durante cinco décadas. Editaram um total de 33 álbuns oficiais, sem contar com múltiplas compilações. No seu país de origem conseguiram mais de 30 discos de ouro e platina e venderam milhões de cópias por todo o mundo, ao longo da sua carreira. Segundo alguns, Golden Earring é considerada, na actualidade, como a banda de rock mais antiga que existe em actividade, superando inclusive, por um ano, os Rolling Stones. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - The Truth About Arthur – 2:54 
A2 - Circus Will Be in Town in Time – 3:25 
A3 - Crystal Heaven – 3:50 
A4 - Sam and Sue – 1:41 
A5 - I've Just Lost Somebody – 3:05 
A6 - Mr. Fortune's Wife – 3:15 
B1 - Who Cares? – 3:44 
B2 - Born a Second Time – 2:38 
B3 - Magnificent Magistral – 2:43 
B4 - Must I Cry? - 2:16 
B5 - Nothing Can Change This World of Mine - 3:22 
B6 - Gipsy Rhapsody - 3:19 

Todas as faixas foram compostas por Marinus Gerrisen e George Kooymans. "Miracle Mirror" é o terceiro álbum da banda, tendo sido gravado nos GTB Studios, em Haia/Holanda, durante o inverno de 1967/1968. 

Músicos/Personnel: 

Voz, guitarra e flauta – Barry Hay (substituiu Frans Krassenburg que foi o vocalista entre 1964 e 1967) 
Guitarra, Voz – George Kooymans 
Baixo e teclados – Marinus “Rinus” Gerritsen 
Bateria – Jaap Eggermont 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Alan Lee, a quem agradecemos. 

John Lamers With Cees and His Skyliners - The Story Of... John Lamers With Cees and His Skyliners (1961-1965)

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018



John Lamers With Cees and His Skyliners - The Story Of... John Lamers With Cees and His Skyliners (1961-1965).
Género: Pop, Rock ‘n’ Roll, Beat.


A compilação “John Lamers With Cees and His Skyliners - The Story Of…“ reúne 28 faixas originais, dando uma visão global da carreira desta banda, com temas de Indo Rock e rock and roll, incluindo alguns singles de sucesso, como por exemplo, "Crazy Love". Lamers ficou também conhecido pelo seu sucesso "Ik bewonder jou", de 1966.
A banda foi formada em 1959, em Eindhoven, Noord-Brabant, Países Baixos quando Lamers se juntou a Cabaret der Onbekenden, e teve contacto com o Skyline Quartet. Eles decidiram manter-se juntos como “John Lamers With Cees and His Skyliners”, em que Lamers era o vocalista e guitarrista. Cees Dingen era o guitarrista original dos Skyliners. Inicialmente só tocavam músicas em inglês, mas acabaram por interpretar também em holandês. Isso permitiu-lhes o seu primeiro sucesso. No outono de 1961, "Crazy Love (Oh wat een nacht)" consegue atingir a posição nº 22 nas paradas de êxitos. 
Oscar Remeeus era cantor/guitarrista do grupo de Indorock “The Dynamites”, de Eindhoven, em 1960, tendo cedido a Lamers, então acompanhado por “Cees and his Skyliners”, o seu primeiro êxito de 1961, “Crazy Love, composto por Oscar. The Dynamites foi a banda original do tema Crazy Love, que o gravou no Phonogram Studio, em 1961. O disco nunca foi lançado, mas algum tempo depois, a banda de John Lamers, editou-o sob o selo CNR.
Depois, lançaram vários singles em holandês, inglês e dois em alemão, mas já não tiveram tanto sucesso. No mesmo período, “Cees and his Skyliners”, sem Lamers, também gravaram dois singles instrumentais.
Em 1965, John Lamers with Cees and his Skyliners, decidiram separar-se. 
Então, Lamers muda definitivamente para um repertório em holandês. Entre 1966 e 1968, três dos seus singles entram no Top 40 da Holanda: em 1966 com "Ik bewonder jou", que chegou à posição nº 13, e em 1968, com "Roosmarie" (nº 25) e "Costa Brava" ( nº 17). Em 1969, Lamers ainda concorre ao “National Song Contest”, mas a sua participação com "If a Thunderclap" termina com 0 pontos, em último. Depois de 1972, Lamers termina a sua carreira de cantor quando teve um acidente de bicicleta que lhe afectou a laringe. Após a sua desafortunada queda, Lamers começou a trabalhar como redactor no mundo da publicidade.
A partir de 1966, a banda ainda continuou sem Lamers, terminando definitivamente em 1977.


Faixas/Tracklist:

01 Crazy Love [dutch] 2:21
02 Waarom Krijg Ik Geen Gehoor (I'm Gonna Knock On Your Door) 1:54
03 crazy love [english] 2:21
04 I'm Gonna Knock On Your Door 1:55
05 Yours 3:02
06 Don't You 2:58
07 Y'arriva 3:51
08 Kom Terug 2:30
09 Een Kusje Voor Een Klusje 2:23
10 Dat Blauwe Meer 2:56
11 Als Ik Een Hamer Had (If I Had A Hammer) 2:34
12 America [dutch] 3:00
13 If I Had A Hammer 2:31
14 America [english] 2:57
15 Als Je Me Zou Verlaten 2:35
16 Wat Wil Je van Mij 2:14
17 Carina 2:30
18 Ik Neem Het Johnny Niet Kwalijk 2:27
19 Jongedame 2:56
20 Kitty, Ik Breng Jou Naar Huis 2:43
21 My Bonnie 2:34
22 Please Please Me 2:03
23 Twist Vannacht 2:46
24 Liefdestwist 2:41
25 Twist A Night 2:50
26 No Love Without Twist 2:41
27 My Little Countess 2:07
28 Let's Make Love 2:43

Músicos Intervenientes/Members:

John Lamers (vocalista, 1960-66), 
Cees Dingen (guitarra, 1959-65, 1966-72), 
Antoine Dujardin (piano, 1959-62), 
Harry van den Akker (baixo, 1959-?), 
Jack Bierens (bateria), 
Tony Wullems (piano, 1962-72), 
Henk Spaan (guitarra, 1965-66, 1972-75), 
Jan de Natris (vocalista, 1966-77), 
Jan van Donk (baixo, ?-1977), 
Theo Verheyen (teclados, 1972-77), 
Tony van Hoppe (saxofone, 1975-77)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Focus - Moving Waves (LP 1971)

segunda-feira, 10 de abril de 2017



Focus - Moving Waves (LP Polydor/Blue Horizon 2931-002, 1971). 
Produtor: Mike Vernon.
Género: Rock, Prog Rock.


Focus é uma banda holandesa de rock progressivo, fundada em 1969 pelo organista e flautista Thijs van Leer, sendo hoje considerada como uma das maiores e mais importantes desse estilo musical. As suas extensas e quase exclusivas composições instrumentais e improvisações continham várias referências à música erudita. 
"Moving Waves" (Focus II, 1971), é o segundo álbum da banda, verdadeiramente o primeiro álbum de grande impacto do grupo, recebendo críticas muito positivas ao nível internacional. Obteve um disco de ouro e simultaneamente chegou aos tops de álbuns na posição nº 8 nos EUA e nº 2 no UK. 
A biografia desta banda holandesa já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 Hocus Pocus (Jan Akkerman, Thijs van Leer) 6:35
A2 Le Clochard ("Bread") (Jan Akkerman) 1:55
A3 Janis (Jan Akkerman, Thijs van Leer) 3:00
A4 Moving Waves (Thijs van Leer, Inayat Khan) 2:30
A5 Focus II (Thijs van Leer) 4:00
B – Eruption (22:35):
B1 i Orfeus, Answer, Orfeus (Thijs van Leer)
B1 ii Answer, Pupilla, Tommy, Pupilla (Thijs van Leer, T. Barlache) 
B1 iii Answer, The Bridge (Thijs van Leer, Jan Akkerman)
B1 iv Euridice, Dayglow, Endless Road (Pierre van Der Linden, Thijs van Leer, E. Nobel)
B1 v Answer, Orfeus, Euridice (Thijs van Leer, E. Nobel)

Álbum gravado entre 13 de abril e 14 de maio de 1971 nos Sound Techniques e Morgan Studios, em Londres. 

Músicos/Personnel:

Thijs van Leer (órgão, "harmonium", mellotron, piano acústico, flautas e voz), 
Jan Akkerman (guitarra solo, guitarra acústica e baixo), 
Cyriel Havermans (baixo e voz) 
Pierre van der Linden (bateria).

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Robbie Van Buren, a quem agradecemos.

Focus ‎– Focus Plays Focus (LP 1970)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017



Focus ‎– Focus Plays Focus (LP Imperial ‎– 5C 054-24192, 1970).
Produção de Hubert Terheggen.
Género: Rock, Prog Rock.

Focus Plays Focus” (também editado como “In and Out of Focus”), é o primeiro álbum de estúdio da banda de rock holandesa Focus, lançado em 1970 pela Imperial Records. Foi o único álbum da banda gravado com a formação original constituída por, Thijs van Leer, Jan Akkerman, Martin Dresden e Hans Cleuver.
O álbum sofreu fortes influências do folk rock, blues e música clássica, além de ocasionais sons de jazz.


Focus é uma banda holandesa de rock progressivo, fundada em 1969 pelo organista e flautista Thijs van Leer, sendo hoje considerada como uma das maiores e mais importantes desse estilo musical. As suas extensas e quase exclusivas composições instrumentais e improvisações continham várias referências à música erudita. 
A banda surgiu em 1969 composta pelo organista e flautista Thijs van Leer, pelo baixista Martin Dresden e pelo baterista Hans Cleuver. Em 1970, já com a presença de Jan Akkerman na guitarra, editaram o seu álbum de estreia, “Focus Plays Focus”, também conhecido por “In And Out of Focus”, mas o disco não alcançou sucesso fora da Holanda.
Posteriormente, o quarteto gravou o álbum "Moving Waves" (Focus II, 1971), verdadeiramente o primeiro álbum de grande impacto da banda, recebendo críticas muito positivas no âmbito internacional, obtendo um disco de ouro e simultaneamente chegando aos tops de álbuns na posição nº 8 nos EUA e nº 2 no UK. A banda sofreria muitas alterações à sua formação inicial, durante a sua carreira.
No final de 1970, conheceram o produtor Mike Vernon, que ajudou a promover a banda pelo mundo. A expansão começou em Inglaterra em 1972, no mesmo ano do álbum Focus 3, um disco duplo que continha o èxito "Sylvia", fazendo sucesso nas paradas musicais do mundo inteiro. Em maio de 1973 a banda fez uma grande apresentação no Rainbow Theatre em Londres, o que resultou no álbum Live at the Rainbow.
Em 1974, foi a vez do álbum “Hamburger Concerto”. Em 1975, o grupo lançou o álbum “Mother Focus” com a participação de Jan Akkerman, Colin Allen, Bert Ruiter, Thijs van Leer e apresentando um segundo baterista David Kemper, assim como foram lançadas colectâneas como “Focus – Special Polydor” e “Dutch Masters 1969-1973”. Um ano depois, em 1976, foi lançado o disco “Focus – Ship of Memories”.
Em 1976, Jan Akkerman deixou a banda devido às diferenças musicais entre ele e Thijs, iniciando o fim gradual da banda até ao anúncio da separação em 1978.
Ainda em 1977, a banda retomou a actividade, integrando o vocalista P. J. Proby, que nessa época contava com os músicos, Thijs Van Leer, Bert Ruiter, o guitarrista Eef Albers, o também guitarrista Phillip Catherine e o baterista Steve Smith.
Os anos 80 foram marcados somente pela reunião temporária da banda em 1985.
Dessa reunião também resultou o álbum Focus, que não atingiu sucesso comercial. Voltaram a reunir-se em 2001, com a banda reformulada. Em 2011 nova formação e partiram em digressão para comemorar os 40 anos do lançamento do álbum Moving Waves. 
Depois de algumas interrupções e algumas alterações à sua formação durante a sua carreira, a banda permanece activa até aos dias de hoje.


Faixas/Tracklist:

A1. Focus (Instrumental) (Thijs van Leer) 9:45
A2. Why Dream (van Leer, Hans Cleuver) 3:57
A3. Happy Nightmare (van Leer, Martin Dresden, Mike Hayes) 3:56
A4. Anonymus (van Leer, Jan Akkerman, Dresden) 7:00
B1. Black Beauty (van Leer, Cleuver) 3:05
B2. Sugar Island (van Leer, Dresden, Staal) 3:03
B3. Focus (Vocal Version) (van Leer, Cleuver) 2:44

Músicos/Line-Up:

Thijs van Leer – voz, flauta, órgão, piano, piano eléctrico, mellotron, cravo, vibrafone, trompete;
Jan Akkerman – guitarras eléctricas e acústicas;
Martin Dresden – guitarra baixo, voz (faixas/tracks A2, A3, B1, B2 e B3)
Hans Cleuver – bateria, percussão/bongos, voz (faixas/tracks A2, A3, B1, B2 e B3)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Robbies Van Buren, a quem agradecemos.

Ekseption ‎– Ekseption (LP 1969)

sexta-feira, 21 de outubro de 2016



Ekseption ‎– Ekseption (LP Philips ‎– 873 003 UBY, 1969/Holanda).
Produtor: Tony Vos
Género: Rock clássico, sinfónico e progressivo.

Ekseption” foi o álbum de estreia deste grupo, com um título homónimo da banda, lançado em 1969, contendo interpretações de rock e jazz de temas clássicos, dois covers e apenas uma música de autoria da banda. 
É um disco excelente, proporcionando agradáveis momentos de entretenimento e acima de tudo pela ousadia e irreverência da banda ao interpretar obras consagradas mundialmente, compostas por personagens históricos como, Bach, Beethoven, Gershwin, Khachaturian's, Saint-Saëns e outros mestres da música clássica que tiveram as suas peças reconfiguradas.


Ekseption foi uma banda holandesa que ficou famosa no final dos anos 60 e início dos anos 70 pela forma única de combinar temas de compositores eruditos com rock e jazz contemporâneo, fazendo um som dominado por teclados, trompete e sax virtuosos, dando uma nova roupagem com este sofisticado e moderno estilo de reinterpretação das obras dos grandes compositores clássicos do passado. 
Com a presença fundamental e carismática de Rick Van Der Linden à frente da criação dos novos arranjos e liderando os teclados, os Ekseption cumprem de forma excepcional e criativa os seus objectivos musicais. 
Ekseption foi uma banda formada na Holanda em 1967 e teve uma carreira activa até 1989, deixando um legado de 14 álbuns editados.
A história dos Ekseption começa quando o grupo ganhou o primeiro lugar no "Loordrecht Jazz Festival" de 1968, sendo premiado com um contrato com a gravadora Philips. Por sugestão de Rick van der Linden, tecladista da banda, eles decidiram gravar versões rock da "5ª Sinfonia" de Beethoven e "Sabre Dance" de Khachaturian. Inicialmente o single, denominado "The Fifth" não chamou muita a atenção do público ou da crítica mas, três meses depois, repentinamente, começou a vender muito bem, e a fórmula base para os Ekseption estava estabilizada, ou seja, música erudita com rock sinfónico e jazz. Em seguida, depois do sucesso do single, foi lançado o primeiro disco auto-titulado, em 1969, que aqui apresentamos, contendo interpretações de rock e jazz de temas clássicos, dois covers e apenas uma música de autoria da banda.
Já em 1971, os Ekseption lançaram um disco mais próximo do rock sinfónico que contou com a colaboração da Royal Philarmonic Orchestra. Em 1976 gravaram "Back to the Classics", mas já não conseguiram repetir o sucesso dos discos anteriores, o que ocasionou o fim da banda (tendo alguns ex-membros formado outro grupo, os Spin).
No entanto, em 1978, Rick van der Linden reuniu os Ekseption novamente, e gravou o álbum "Ekseption '78". Porém, nessa época, o Rock Sinfónico estava já fora de moda e o álbum foi um fracasso comercial. Rick ainda tentou, sem sucesso, regressar com os Ekseption em 1981, lançando o álbum "Danse Macabre", e em 1989, "Ekseption '89".
A banda terminou em 1989.


Faixas/Tracklist:

A1. The 5th (Ludwig van Beethoven) 3:23
A2. Dharma For One (I. Anderson, C. Bunker) 3:28
A3. Little x plus (Ekseption) 3:31
A4. Sabre dance (Aram Khachaturian) 3:46
A5. Air (J.S. Bach) 2:50
B1. Ritual firedance (Manuel de Falla) 2:15
B2. Rhapsody in blue (George Gershwin) 4:00
B3. This here (Bobby Timmons, Jon Hendricks) 4:12
B4. Dance macabre opus 40 (Camille Saint-Saëns) 2:21
B5. Canvas (Brian Bennett) 2:31

Músicos Intervenientes/Personnel:

Bateria, voz – Peter de Leeuwe
Guitarra – Cor Dekker
Guitarra, Saxofone – Huib Van Kampen
Piano, ógão – Rick Van Der Linden
Saxofone, Flauta, Guitarra, Voz – Rob Kruisman
Trompete – Rein van den Broek

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Tom Baker, a quem agradecemos.

The Bintangs ‎– Blues On The Ceiling (LP 1969)

sexta-feira, 30 de setembro de 2016


AQUI:    ou    ALI:

The Bintangs ‎– Blues On The Ceiling (LP Decca ‎– 6440 676, 1969).
Produção de Tony Vos.


The Bintangs é uma banda holandesa de R’n’B, formada em 1961 em Beverwijk, como banda de Indo Rock que, em seguida, começou a tocar um estilo mais áspero, um R’n’B mais duro. 
Este é o seu álbum de estreia que apresenta excelentes versões/covers de blues. Mais tarde, tornou-se num dos grandes grupos de rock/blues da Holanda.
Na instrumentação dos seus temas, o grupo integrava flauta e com isso, os sons produzidos davam um toque psicadélico, com uma certa influência “Jethrotulliana” primária. 
Uma execução instrumental perfeita, onde a guitarra e a flauta conseguem realçar ainda mais os temas do álbum.
A banda teve um interregno de quatro anos na década de 80, mas voltou a reunir-se e ainda está em actividade. O grupo teve várias formações ao longo da sua carreira e por isso, muitos membros.


Faixas/Tracklist:

A1 Smokestack Lightning (Chester Burnett) 2:16
A2 Louisiana (Blues) (Muddy Waters) 4:08
A3 Fighting A Losing Battle (Sonny Terry, Brownie McGhee) 3:50
A4 Three Hundred Pounds Of Joy (Willie Dixon) 3:07
A5 Still A Fool (Muddy Waters) 6:30
A6 Little By Little (Nanker Phelge, Phil Spector) 2:27
B1 Blues With A Feeling (Walter Jacobs) 4:34
B2 St. Louis Blues (William Christopher Handy) 6:15
B3 My Babe (G. Stone, Willie Dixon) 4:20
B4 Blues On The Ceiling (Fred Neil) 4:17
B5 It's All Over Now (Bobby Womack, Shirley Womack) 3:17

Formação/Members:

Baixo e voz – Frank Kraaijeveld
Bateria – Aad Hooft
Guitarra, voz – Gus Pleinus
Teclados, harmónica, flauta e guitarra – Jan Wijte

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Mitch Pride, a quem agradecemos.

Lenny Kuhr ‎– Lenny Kuhr (LP 1969)

sexta-feira, 6 de maio de 2016



Lenny Kuhr ‎– Lenny Kuhr (LP Philips ‎– 849 007 PY, 1969).
Produção de Bert Schouten.


Lenny Kuhr (Eindhoven, 22 de fevereiro de 1950) é uma cantora e compositora holandesa.
Em 1967, Lenny Kuhr iniciou a sua carreira de cantora nos Países Baixos, interpretando temas da "chanson" tradicional francesa. No Festival Eurovisão da Canção de 1969 representou a Holanda com a canção "De Troubadour", de sua autoria e letra de Davis Hartsema, sendo a orquestração conduzida por Franz de Kok. Kuhr foi uma das quatro vencedoras que excepcionalmente ganharam o Festival desse ano (as outras três foram, a espanhola Salomé com a canção "Vivo Cantando", a britânica Lulu com a canção "Boom Bang-A-Bang" e a francesa Frida Boccara com a canção "Un Jour, Un Enfant").
No início da década de 70, Kuhr foi mais bem sucedida em França que no seu próprio país. Ela subiu ao top francês em 1972 com a canção "Jesus Cristo", interpretada nos espectáculos de Georges Brassens, onde fazia as primeiras partes.
Em 1980, Lenny teve o seu primeiro êxito nos Países Baixos com "Visite", uma canção que ela interpretou com o grupo francês Les Poppys. Lenny tinha lançado diversos discos, mas sem obter grande sucesso de vendas. Em 1982, Kuhr fez a apresentação do National Songfestival, o festival nacional da canção nos Países Baixos para escolher a música representante daquele país ao Festival Eurovisão da Canção.
Lenny Kuhr converteu-se ao judaísmo. Foi casada com Rob Frank e teve duas filhas de um casamento anterior que vivem em Israel. Ela própria viveu em Israel durante alguns anos.


Faixas/Tracklist:

A1 Geef Mij Een Lied (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
A2 't Winkeltje (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
A3 Geen Eeuwig Gouden Bergen (Jules De Corte, Lenny Kuhr)
A4 Eiland In De Storm (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
A5 De Oude Harmonicaspeler (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
A6 De Staking Van De Dichters (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B1 De Troubadour (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B2 De Ballade Van Li-Po (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B3 In De Ogen Van De Nacht (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B4 De Straten (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)
B5 Voorbij (David Hartsema, Lenny Kuhr)
B6 De Vogels (Condutor – Bert Paige, David Hartsema, Lenny Kuhr)

Músicos Intervenientes:
Guitarra acústica - Piet Souer (faixas/tracks: A1, A3 B1, B3, B5)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.