Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

Mireille Mathieu ‎– Donne Ton Cœur, Donne Ta Vie (EP 1970).

sábado, 6 de junho de 2015



Mireille Mathieu ‎– Donne Ton Cœur, Donne Ta Vie (EP Barclay ‎– 71.453, 1970).


Mireille Mathieu (Avinhão, 22 de julho de 1946) é uma cantora francesa com uma carreira nacional e internacional de mais de cinquenta anos, condecorada com a Légion d'Honneur.
A biografia desta artista francesa já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 Donne Ton Cœur, Donne Ta Vie (P. Carli) 2:45
A2 C'Est La Vie Mai Je T'Aime (J.L. Dabadie, P. de Senneville) 2:57
B1 Je Ne Sais Pas, Ne Sais Plus (J. Schmitt, P. Carli) 2:55
B2 Pour Toi (J.L. Dabadie, O. Toussaint, P. de Senneville) 2:58

Mireille Mathieu acompanhada por: 
J. Bouchety Et Son Grand Orchestre (faixas/tracks: A1, B1) e J.C. Petit Et Son Grand Orchestre (faixas/tracks: A2, B2).

EP disponibilizado por Carlos Santos.

Carlos Mendes - Ex-Cravo e Malviver (LP 1977)



AQUI:     OU     ALI:

Carlos Mendes, Joaquim Pessoa ‎– Canções De Ex-Cravo E Malviver (LP Toma Lá Disco ‎– TLP 007, 1977).
Disco considerado raro.


Carlos Eduardo Teixeira Mendes, mais conhecido apenas por Carlos Mendes (Lisboa, 23 de maio de 1947) é um arquitecto, cantor, compositor e actor português. Nos anos 60, participou no fantástico grupo Sheiks (que na época foi considerado como os “Beatles portugueses”).
Em 1976 fundou, juntamente com outros autores, entre os quais Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, a primeira editora discográfica independente, “Toma Lá Disco” e nesse mesmo ano lança o álbum "Amor Combate".
No ano seguinte, lançou o LP "Canções de Ex-Cravo e Malviver" com temas como "Ruas de Lisboa", "Lisboa, Meu Amor" e "Amélia dos Olhos Doces". 
"Amélia dos Olhos Doces" ficou em 2º lugar no apuramento para o festival da Oti desse ano.
Neste álbum, Carlos surge com um magnífico trabalho assente em poemas de Joaquim Pessoa, musicados pelo próprio Carlos Mendes. É uma viagem ímpar por Lisboa, reflectindo com uma enorme dose de humanismo os mais diversos tipos de pessoas e situações citadinas.
Lisboa constitui-se como estrela principal deste álbum incontornável, quer como personagem central (“Lisboa Meu Amor” / “ Ruas de Lisboa”) quer como pano de fundo a outras histórias (como o operário do “Monólogo” que depois de banhos na Caparica vai à luz ver o Benfica ou como essa “Amélia dos Olhos Doces”, grávida de esperança, do Bairro da Lata do Cais do Sodré, que tem um gosto de flor na boca e na pele e na roupa perfumes de França). De referir também a presença dos belíssimos “Nocturno” e “No Silêncio da Espera”, dois dos poemas de amor mais conhecidos de Joaquim Pessoa.
O disco foi gravado nos estúdios da Rádio Triunfo e editado em 1977, pela cooperativa de música “Toma Lá Disco” (a crítica distinguiu-o como o Melhor Álbum do Ano). 
“Canções de Ex-Cravo e Malviver” tem arranjos e direcção musical de Pedro Osório.
São imensas as participações de intérpretes da música portuguesa, com destaque para Pedro Caldeira Cabral, Júlio Pereira, Paulo Godinho, Paulo de Carvalho, Guilherme Inês, Luisa Basto, Adelaide Ferreira, Ana Bela Chaves e Fernando Tordo, entre outros. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Lisboa Meu Amor 
A2 Palavras 
A3 Cantar De Vivo Para Um Camarada Morto 
A4 Nocturno 
A5 Monólogo Do Operário 
B1 Ruas De Lisboa 
B2 Balada Do Medo 
B3 Canto Chão 
B4 No Silêncio Da Esfera 
B5 Amélia Dos Olhos Doces

Poemas de Joaquim Pessoa, musicados por Carlos Mendes.

Músicos Intervenientes:

Hélder Reis, Pedro Caldeira Cabral, Paulo Godinho, Júlio Pereira, António Anjos, Manuel Gomes, Ilídio Gomes, Fernando Calazans, António Dias, Jorge Gonçalves, Jorge Lé, Manuel Teixeira, Ana Bela Chaves, Luís Almeida, Rogério Gomes, João Murcho, Tereza Portugal, Pedro Osório, Guilherme Scarpa Inês, Armindo Neves
Coros:
Luísa Basto, Paulo de Carvalho, Adelaide Ferreira, Fernando Tordo, Argentina Rocha, Pedro Osório
Arranjos e direcção musical – Pedro Osório

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jota/Rato, a quem agradecemos.

Deep Purple ‎– Black Night (Single 1970 - Ed. Portuguesa).

sexta-feira, 5 de junho de 2015



Deep Purple ‎– Black Night (Single 7” Stateside / V.C.‎– 8E 006-91714 M, 1970). Edição portuguesa. Disco considerado muito raro.



"Black Night" é o lado "A" deste single da banda britânica de Rock “Deep Purple”, originalmente lançado em junho de 1970. Tornou-se num dos maiores sucessos da banda, alcançando o segundo lugar nas paradas britânicas.


Faixas/Tracklist:

A - Black Night 
B - Speed King 

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

All Time Favourites Vol. VI (V/A)

quinta-feira, 4 de junho de 2015

All Time Favourites VOL. VI (V/A).

Mais um volume, agora o 6º (duplo) desta excelente série particular "All Time Favourites" (V/A), onde se podem encontrar conceituados artistas e grupos, vários estilos musicais e fantásticos êxitos que percorrem várias épocas. Como já referimos anteriormente, a série é constituída por várias compilações duplas, produzidas pelo nosso amigo Rato (João Carlos Marques).

All Time Favourites VOL. VI  - CD 1
  


Daniel Bacelar

All Time Favourites VOL. VI - CD 2



Compilação gentilmente cedida pelo nosso amigo Jota/Rato (RatoRecords), a quem agradecemos.

Manuel Freire - Dulcineia (EP 1971)

quarta-feira, 3 de junho de 2015



Manuel Freire ‎– Dulcineia (EP Zip Zip ‎– ZIP 10 022/E, 1971).

O EP “Dulcineia” é o título do poema de José Gomes Ferreira, publicado em 1971. Manuel Freire faz simultaneamente a primeira abordagem a poemas de José Saramago. O poema escolhido foi, "Fala do Velho do Restelo ao Astronauta".
Os outros poemas do disco, para os quais Manuel Freire musicou são, "Poema da Malta das Naus", de António Gedeão e "Canção", de Eduardo Olímpio.
A biografia de Manuel Freire já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 Dulcineia (José Gomes Ferreira, Manuel Freire) 2:10
A2 Canção (Eduardo Olímpio, Manuel Freire) 2:10
B1 Poema Da Malta Das Naus (António Gedeão, Manuel Freire) 2:34
B2 Fala Do Velho Do Restelo Ao Astronauta (José Saramago, Manuel Freire) 1:55

Arranjos e Direcção de Orquestra por Thilo Krasmann

EP disponibilizado por Carlos Santos.

João Carlos Callixto - Sessão de Autógrafos - Livro "Canta, Amigo, Canta - Nova Canção Portuguesa (1960-1974)".


João Carlos Callixto fará hoje uma sessão de autógrafos, do seu livro "Canta, Amigo, Canta - Nova Canção Portuguesa (1960-1974)". 

Como já foi oportunamente divulgado neste blogue aquando do seu lançamento, João Carlos Callixto é o autor do livro "Canta, Amigo, Canta - Nova Canção Portuguesa (1960-1974)", trabalho que reúne a obra discográfica de uma centena de artistas que contribuíram decisivamente para uma série de mudanças na música portuguesa nos últimos anos do Estado Novo, desde os nomes mais conhecidos da chamada canção de protesto, como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Luís Cília, José Mário Branco, Manuel Freire, Fausto, Francisco Fanhais, José Jorge Letria, Carlos Alberto Moniz ou Sérgio Godinho, e os renovadores da canção ligeira, como Paulo de Carvalho, Fernando Tordo ou Carlos Mendes, passando por uma série de cantores e grupos hoje menos divulgados, mas que foram importantes na época.


A sessão de autógrafos decorrerá hoje, quarta-feira, 3 de Junho pelas 18:30, na Feira do Livro de Lisboa (em Lisboa), no Pavilhão da Âncora Editora (B13) que fica do lado esquerdo do recinto da feira (para quem sobe).

Para o nosso amigo João Carlos Callixto desejamos os maiores sucessos.

Carlos Santos

Adam Faith ‎– From Adam With Love (LP 1962).



Adam Faith ‎– From Adam With Love (LP Parlophone ‎– PMC 1192, 1962).
Direcção de orquestra e arranjos por Johnny Keating.

Terence Nelhams-Wright, conhecido profissionalmente como Adam Faith (23 de junho de 1940 — 8 de março de 2003) foi um cantor, actor e jornalista britânico. Ídolo adolescente transformado em analista financeiro, Faith foi um dos músicos que mais obteve colocações nas paradas musicais da década de 60, sendo o primeiro artista britânico a conseguir colocar os seus primeiros cinco hits no Top 5 e um dos primeiros a gravar composições originais regularmente.
Morreu de um ataque cardíaco em 2003.
A biografia deste artista já se encontra inserida neste blogue.



Faixas/Tracklist:

A1 I Ran All The Way Home (Benjamin, Weiss)
A2 While I'm Away (Reed, Vandyke)
A3 Ballad Of A Broken Heart (Mehan-Rogers)
A4 I'm Knocking On Wood (Vandyke)
A5 Going Up (Vandyke)
A6 I Got A Woman (Charles)
B1 Swimming In Tears (Vandyke)
B2 The King's Highway (Keating)
B3 Butter Wouldn't Melt In Your Mouth (Vandyke)
B4 Learning To Forget (Kearney-Johnson)
B5 You 'N' Me (Mehan-Rogers)
B6 Goin' Home (Taylor)

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Peter Ray, a quem agradecemos.

Ten Years After - Ten Years After (LP 1967)

terça-feira, 2 de junho de 2015



Ten Years After ‎– Ten Years After (LP Deram ‎– SML 1015, 1967).
Produção de Mike Vernon e Gus Dudgeon.


Ten Years After é uma banda britânica de Rn'B formada em 1967, na cidade de Nottingham, em Inglaterra, por Leo Lyons, Ric Lee, Chick Churchill e Alvin Lee.
O grupo iniciou a sua entrada no hall da fama do rock, no lendário Club Marquee de Londres. Uma apresentação apoteótica num domingo à noite naquele clube, foi o suficiente para torná-los no grupo revelação de 1967. Então, o grupo foi convidado a participar no Windsor Jazz and Blues Festival, onde foram muito aplaudidos e com isto, marcaram a sua entrada no show business. Nesse ano, lançaram o seu álbum de estreia, “Ten Years After”, que aqui apresentamos.
O seu segundo álbum, Undead, apresentou o maior sucesso do grupo, "I'm Going Home", que foi seguido por Stonedhend e uma aparição explosiva no Festival de Woodstock. É em 1969 que participam nesse festival, onde estavam os maiores nomes do rock da época como, Jimi Hendrix ou The Who, entre muitos outros. Mesmo com uma quantidade enorme de grupos consagrados no festival, eles foram convidados para o encerramento de uma das noites do evento e, juntamente com Jimi Hendrix, Alvin Lee foi considerado o melhor guitarrista do festival, levando o grupo a colocar um de seus singles no Top 10 das paradas americanas. 
Naquele ano, lançaram ainda dois álbuns, Stonedhenge e Ssssh, que chegaram ao Top 20 nos Estados Unidos.
Mais alguns sucessos se seguiram, mas a sua fama começou a decrescer a partir dos anos 70. A banda dissolveu-se em 1974, reunindo-se em 1988 para algumas apresentações e um disco, “About Time”, de 1989.
Em 2003, Alvin Lee foi substituído por Joe Gooch, e a banda continuou a gravar e a apresentar-se ao vivo.


Faixas/Tracklist:

A1 I Want To Know (P. McLeod) 2:11
A2 I Can't Keep From Crying Sometimes (Kooper) 5:24
A3 Adventures of a Young Organ (Lee, Churchill) 2:34
A4 Spoonful (Willie Dixon) 6:05
A5 Losing The Dogs (Lee, Dudgeon) 3:03
B1 Feel It For Me (Lee) 2:40
B2 Love Until I Die (Lee) 2:06
B3 Don't Want You Woman (Lee) 2:37
B4 Help Me (Bass, Dixon, Williamson) 9:51


Músicos/Personnel:

Alvin Lee – Guitarra solo, Voz
Leo Lyons – Baixo
Ric Lee – Bateria
Chick Churchill – Órgão

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Silvester Groove, a quem agradecemos.

Manuel Freire – Canções Por Manuel Freire / Pedro Só (Single 1972).

segunda-feira, 1 de junho de 2015



Manuel Freire – Canções Por Manuel Freire / Pedro Só (Single Zip Zip, Zip 30018/S, 1972).
Arranjos e Direcção de Orquestra por Thilo Krasmann.


Faixas/Tracks:

A – Pedro Só (F.Assis Pacheco, M. Jorge Veloso)
B – Pelo Caminho (F. Assis Pacheco, M. Jorge Veloso)

A canção “Pedro Só” é originária da banda sonora da longa-metragem de Alfredo Tropa, com o mesmo nome.


Manuel Augusto Coentro de Pinho Freire, mais conhecido apenas por Manuel Freire (Vagos, 25 de Abril de 1942) é um músico e cantor português. Estreou-se na música, com um EP que continha os temas, "Dedicatória", "Eles", "Livre" e "Pedro Soldado", editado em 1968 pela Tecla. O cantor não escapou à censura da época, vindo a ser proibido outro EP com os temas "Lutaremos meu amor", "Trova", "O sangue não dá flor" e "Trova do emigrante" devido à faixa "O sangue não dá flor". É posteriormente editado um single com os dois primeiros temas.
Em 1969, Freire aparece no programa Zip-Zip onde lança "Pedra Filosofal", com poema de António Gedeão, que popularizou e cuja interpretação lhe valeu o Prémio da Imprensa desse ano, em conjunto com Fernando Tordo. Foi distinguido também com o Prémio Pozal Domingues.
No ano de 1971 foi editado o EP "Dulcineia" e em 1974 o álbum "Manuel Freire" onde aparecem os temas dos primeiros singles e EP's gravados para a editora Zip-Zip e onde musicou poemas de António Gedeão, José Gomes Ferreira, Fernando Assis Pacheco, Eduardo Olímpio, Sidónio Muralha e José Saramago.
Em 1972 colaborou na banda sonora da longa-metragem de Alfredo Tropa, "Pedro Só". Em 1973 lança o EP com os temas "Abaixo D. Quixote", "Pequenos deuses Caseiros", "Menina Bexigosa" e "ouvindo bethoven". Ainda em 1973 participou no LP "De Viva Voz" de José Jorge Letria, gravado ao vivo também com a participação de José Afonso.
A biografia deste excelente e famoso cantor português, já se encontra inserida neste blogue.

Single disponibilizado por Carlos Santos.

Sandy Nelson ‎– Drums And More Drums! (LP 1968).




Sandy Nelson ‎– Drums And More Drums! (LP Sunset Records ‎– SUS-5224, 1968).


Sander L. Nelson, mais conhecido como Sandy Nelson, nascido em Santa Monica/California (1 de dezembro de 1938), é um lendário baterista de rock. Os seus melhores amigos de escola seriam, no futuro, estrelas do rock como, Jan Berry e Dean Torrence (que viriam a tornar-se no duo Jan and Dean) e Kim Fowley, que se tornou um dos produtores de discos mais influentes da história do rock.
A biografia deste músico já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist: 

A1 No Matter What Shape (Your Stomach's In) (Granville-Sascha-Burland) 2:17 
A2 Be Bop Baby (Pearl Lendhurst) 2:05 
A3 ...And Then There Were Drums (Richard Podolor, Sander Nelson) 2:30 
A4 Let There Be Drums (Richard Podolor, Sander Nelson) 2:29 
A5 All Shook Up (Elvis Presley, Otis Blackwell) 2:11 
B1 Big Noise From The Jungle (Earl Palmer, Plas Johnson, Rene Hall) 2:52 
B2 The Charge (Lee Young) 2:01 
B3 Day Drumming (Sander Nelson) 6:05 
B4 Splish, Splash (Bobby Darin, Jean Murray) 2:15 
B5 Day Train (Edgar Redmond, Sugar Hall) 2:20

Álbum gentilmente cedido por Levy Adams, a quem agradecemos.

Hoje É o Dia Mundial da Criança, em Portugal.

Hoje É o Dia Mundial da Criança, em Portugal.

Nesta data, onde as crianças são o centro das atenções, organizam-se diversos eventos e actividades para elas, de forma a celebrar este seu especial dia
Este dia é celebrado em vários países, contudo a data de comemoração difere de país para país. Em Portugal, o Dia Mundial da Criança contempla actividades como desfiles e visitas escolares, leitura de textos, declamação de poemas, desporto, pinturas ou desenhos, entre outras. Os parques de diversões e locais de festas para as crianças enchem-se. 
As Nações Unidas aprovaram no dia 20 de novembro de 1959 a Declaração dos Direitos da Criança.

O melhor do mundo são as crianças!

Para homenagear tão importante data, postamos este single com temas retirados da respectiva série que marcou gerações e continua a encantar as crianças.




Heidi (cantado em português) ‎– Avôzinho (Single Polydor ‎– 2063 011, 1976).

Uma vez que o disco não insere algumas informações fundamentais, supomos que os temas sejam cantados por Maria João e Coro, versões de Marcelo Duran e arranjos de Luis Cobos, tendo sido lançado em 1976. 


Faixas/Tracks:

A - Avôzinho (Oshiete) - Eriko Kishida / Takeo Watanabe (versão original RTP - tema genérico); 
B - Olha o Sol (Mattete Goran) - Eriko Kishida / Takeo Watanabe.


Portugal rendeu-se aos encantos de uma pequena menina que vivia nos Alpes Suiços com o seu Avô, a Heidi. Foi presença constante na RTP durante as décadas de 70 e 80, cativando assim diversas gerações de meninos e meninas com a história enternecedora desta pequena órfã.
A escritora Suiça Johanna Spyri criou esta personagem num livro editado em 1880, e em 1974 o conhecido estúdio Nippon Animation, em conjunto com a Eizo Zuiyô, adaptou a história para um desenho animado que foi um sucesso internacional. Foram 52 episódios de fazer chorar as pedras da calçada, com cenários lindíssimos de Hayao Miyazaki (que viajou do Japão para os Alpes Suiços para desenhar os fundos da série) e banda sonora a cargo de Takeo Watanabe.
Num breve resumo, a Heidi é uma menina órfã que vive com o avô nas montanhas dos Alpes suíços. Aí conhece o novo amigo Pedro, um pequeno pastor com quem vive muitas aventuras. Ela irá compartilhar o seu amor pela natureza com os seus amigos Pedro e ainda Clara e o cão Niebla.. Esta encantadora menina vai conseguir trazer de volta a felicidade à vida do seu avô...

Single ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos.

Gala Pop Rock dos Anos 60, no Centro Cultural do Cartaxo (30 de maio de 2015)

domingo, 31 de maio de 2015

Gala Pop Rock dos Anos 60, no Centro Cultural do Cartaxo (30 de maio de 2015).

O Centro Cultural do Cartaxo foi palco ontem, sábado 30 de maio, cerca das 22H15, de uma memorável “Gala Pop Rock” de celebração dos anos 60, num ambiente divertido e caloroso.
O concerto foi apresentado pelo nosso amigo António José Portela (radialista e colecionador de vinil) e contou com as bandas Old Blues Band (que substituíram os Holygators), Odisseia, Charruas, Ekos E Amigos (Fernando Grencho, João Seixas – Petrus Castrus - e Nuno Santos), Phil Mendrix Band (Chinchilas), Guitarras de Fogo e Victor Gomes (Gatos Negros).
O objetivo da organização, a cargo de António José Portela, é recordar que o Cartaxo é uma terra de Rock, onde, em tempos, existiram os Teddyboys, um grupo de jovens desta cidade, que se reunia informalmente em redor da música, e os Hippies Club, em Vale da Pinta, que também se formavam à volta da música.
Após uma breve introdução do apresentador, António José Portela, seguiu-se, pelo jornalista João Alves da Costa (ex-baterista dos Jets) uma pequena intervenção humorística. De recordar que os Jets foi uma banda percursora do psicadelismo em Portugal, com uma sonoridade fuzz então praticamente inexplorada no nosso país.
O primeiro e maravilhoso momento musical foi proporcionado pela Jovem Maria Matilde (com acompanhamento do seu avô, João Baptista, baterista dos Charruas) que interpretou melodiosamente o tema “Pedra Filosofal”, de Manuel Freire.

Odisseia

De seguida desfilou o grupo Odisseia, com um excelente medley dos Bee Gees ou Deep Purple (Black Night).

Guitarras de Fogo com João Charana

Guitarras de Fogo (banda da Caparica) com o seu virtuoso vocalista (da formação original), João Charana, interpretaram famosos êxitos em forma de medley (She, Cin Cin, Aline, Ma Vie, entre outros e temas italianos).

Em seguida os Old Blues Band que homenagearam B.B.King, recentemente falecido.

Victor Gomes

Uma das figuras mais desejadas da noite apareceu em seguida. Victor Gomes e o seu rock cheio de fibra, cantou e encantou, apesar de algo debilitado. 
Victor Gomes e Carlos Santos

Ekos e Amigos

Ekos e Amigos não deixaram de nos recordar grandes êxitos desta excelente banda formada em 1963 (no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa) e através dos seus antigos êxitos, voltaram a mostrar a garra de outros tempos. Temas como, Só, Tristes Olhos e o famoso Esquece, não deixaram de arrebatar muitas palmas à audiência.

Discovers com Edmundo Silva (Sheiks)

Vindos de outro concerto em Sintra, desfilaram os Discovers, tendo como baixista (emprestado) o nosso amigo Edmundo Silva (ex-Sheiks), que, entre outras músicas, recordaram o tema Missing You, daquele grupo considerado como os “Beatles” portugueses.

Phil Mendrix Band


Com grande brilhantismo e virtuosismo, actuou a Phil Mendrix Band (formada apenas por 3 elementos – guitarra solo/ritmo, guitarra baixo e bateria) com o extraordinário Filipe Mendes (Phil Mendrix) que militou em bandas como os Chinchilas (banda oriunda do Porto que existiu entre 1965 a 1972, onde o guitarrista Filipe Mendes, era apelidado de "Mendrix" devido à admiração que sempre nutriu por Jimi Hendrix), Psico, Heavy Band, Roxigénio, Fluido ou Charruas, entre outras, que com os seus sons inovadores para a época (ao estilo de Jimi Hendrix), encantaram o público, mostrando que Phil (Filipe Mendes) estava muito à frente no seu tempo, considerado até por alguns, o melhor guitarrista português de todos os tempos, pelo virtuosismo na guitarra eléctrica e tendo Jimi Hendrix como referência. Interpretaram temas ao estilo de Hendrix e músicas dos Chinchilas. Phil actualmente toca com Os Charruas e com uma nova formação dos Chinchilas.

Charruas com João Charana (Guitarras de Fogo)

Finalmente e a terminar o excelente programa, surgem os Charruas (grupo formado em 1964 na Escola Agrícola de Santarém), por onde militou Dany Silva. Os Charruas lembraram-nos entre outros, de alguns famosos temas como, Pretty Woman (R. Orbison) terminando em apoteose interpretando Hey Jude, em dueto com João Charana (Guitarras de Fogo) e todos os restantes músicos presentes.
Falta acrescentar que, com a presença de Victor Gomes, a nossa amiga Ondina Pires, autora do livro "Biografia Autorizada de Victor Gomes", esteve presente no evento, apresentando o seu livro aos interessados.
Enfim, uma noite muito bem passada! Foi também gratificante verificarmos a presença de Júlio Isidro na assistência, um grande senhor da TV, fã e especial apoiante da música desta época. 
Não deixamos de valorizar o momento de sã camaradagem e o ambiente inter-geracional, assim como pudemos constatar a clara renovação das bandas, com a inclusão de alguns jovens músicos. 
Uma noite fantástica que ficará certamente na memória de todos.

Bem hajas amigo Portela! 

Abraço,

Carlos Santos