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Beatlemania Brasileira - Brasil Plays The Beatles (V/A 60’s)

sábado, 22 de fevereiro de 2014



Beatlemania Brasileira - Brasil Plays The Beatles (V/A 60’s) 
(a música dos The Beatles, interpretadas por artistas brasileiros) 

Beatlemania é um termo criado originalmente para descrever o intenso frenesi dos fãs dos Beatles, demonstrado principalmente por garotas adolescentes, nos locais em que a banda se apresentava durante os seus anos iniciais de sucesso. O termo adquiriu um significado mais amplo, referindo-se ao forte interesse mundial pela banda. 

Os Brazilian Bitles

Influência no Brasil 

Nomes de brasileiros como Arnaldo Baptista, Belchior, Roupa Nova, Caetano Veloso, Carlos Drummond de Andrade, Cássia Eller, Erasmo Carlos, Fernanda Takai, Gilberto Gil, Lulu Santos, Mauricio de Sousa, Milton Nascimento, Paulo Leminski, Pedro Bial, Raul Seixas, Renato Russo, Serginho Groisman, Rita Lee, Ronnie Von, Sávio Rangel, Zé Ramalho e muitos outros estão, de alguma forma, relacionados aos Beatles. 
No início em que a banda causava muito sucesso na cena musical da época, e que o termo "beatlemania" já era lançado aos quatro ventos, a mídia brasileira intitulou-os de "Reis do Iê iê iê", derivado à letra da canção "She Loves You". A primeira aparição do grupo em território brasileiro foi pelo cinema, com A Hard Day's Night. Passando pelos terríveis momentos da política a partir da implantação da ditadura militar, o Brasil via surgir, pouco a pouco, os Beatles nas suas maiores cidades. 
A revista nacional Fatos e Fotos tinha contratado o jornalista Janos Lengyel que, em 1966, realizou a primeira entrevista dos Beatles para a imprensa brasileira. Big Boy, como agora Newton Duarte era conhecido, começou a introduzir os Beatles nas rádios e a transmitir ao Jornal Hoje, da Rede Globo, informações sobre o quarteto. 
Assim, com a banda cada vez mais popularizada, pouco a pouco os grupos brasileiros começaram a adaptar-se aos novos ritmos e realidades. 
Enquanto os Beatles faziam sucesso nos Estados Unidos e em Inglaterra, o Brasil passava pelo Golpe militar de 1964, que mudou a concepção do país. Embora tenha sido empregue no país uma política controlada e censurada, o Brasil não estancou, nem cultural ou economicamente e foi nessa época que a música do Brasil se desenvolveu com intensidade. Em 1967, nasce um movimento no país, tendo como precursores Caetano Veloso e Gilberto Gil, denominado Tropicália, que possuía o intuito da modificação cultural. Apoiando-se na ideia da antropofagia promovida pelo modernista Oswald de Andrade, a Tropicália começou a popularizar a guitarra e o rock and roll no Brasil, sob forte influência dos Beatles. Antes do movimento, o baiano Raul Seixas foi o pioneiro do rock brasileiro e frequentemente citava Lennon, que era um dos seus maiores ídolos, juntamente com Elvis Presley. 
Na prática, a canção Senhor F, do grupo Os Mutantes, teve o seu arranjo inspirado no álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. A última faixa do disco lançado em 1968 pelos tropicalistas, "Ave Gencis Khan", modelou o estilo que Harrison tocava instrumentos orientais. 

Fonte: Texto parcialmente retirado e adaptado de Wikipedia 

The Jet Black's

Faixas/Tracklist: 

1. RENATO E SEUS BLUE CAPS - SOU FELIZ DANÇANDO COM VOCÊ (I’m Happy Just To Dance With You) 
2. OS VIKINGS - O SEGREDINHO (Do You Want To Know A Secret?) 
3. THE YOUNGSTERS - A HARD DAYS NIGHT 
4. TRIO ESPERANÇA - NOSSO AMOR (I’ll Follow The Sun) 
5. THE CLEVERS - SEM RESPOSTA (No Reply) 
6. THE BELLS - DON’T BOTHER ME 
7. THE FEVERS - AQUELA GAROTA LINDA (She’s A Woman) 
8. GOLDEN BOYS - TE ADORO (I Need You) 
9. PRINI LOREZ - I WANT TO HOLD YOUR HAND 
10. THE JET BLACK’S - MEU SOL É VOCÊ (World Without Love) 
11. OS SANTOS - A NOITE QUE PASSOU (The Night Before) 
12. OS CORDS - TODO MEU AMOR (All My Loving) 
13. MEIRE PAVÃO - CHAME O TAXI (Taxman) 
14. LENO E LILIAN - O SOL SE PÕE NO HORIZONTE (I’ll Be On My Way) 
15. DENI E DINO - MEU BEM (Girl) 
16. RONNIE VON - POBRE DE AMOR (Norwegian Wood) 
17. OS VIPS - SUBMARINO AMARELO (Yellow Submarine) 
18. THE SUNSHINES - SOZINHO (You Want See Me) 
19. SÉRGIO REIS - AMOR, NADA MAIS (Here, There And Everywhere) 
20. THE BRAZILIAN BITLES - QUAL A RAZÃO (Day Tripper) 
21. ED CARLOS - OB LA DI-OB LA DA (Ob La Di-Ob La Da) 
22. ED WILSON - ELA ME DEIXOU CHORANDO (Lucy In The Sky With Diamonds) 
23. OS RUBIS - GOOD DAY SUNSHINE 
24. MÁRCIO GREYCK - MINHA MENINA (Eleanor Rigby) 
25. THE SPOKES - THE FOOL ON THE HILL 
26. MARTINHA - YESTERDAY 
27. THE GHOSTS - WHEN I’M SIXTY FOUR 
28. EMBALO R - EU TE AMO (And I Love Her) 
29. SILVINHA - ADEUS (Goodbye) 
30. PAULO CESAR BARROS - FECHE OS OLHOS (All My Loving) 

Agradecimento ao blog Mr. Five, por esta excelente compilação.

Tonicha - Os Novos Pobres (Single 1974)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014


Tonicha – Os Novos Pobres (Single Sassetti/Zip Zip 30061/S, 1974).

Faixas/Tracks: Canto da Primavera / Os Novos Pobres

Letra: José Carlos Ary dos Santos
Música: Pedro Osório

Os Novos Pobres é uma das canções de combate mais emblemáticas do pós 25 de Abril. Fazia parte da revista "Uma No Cravo Outra Na Ditadura", onde Tonicha entrava como atracção musical. 
O single é composto por dois temas escritos por J.C.Ary dos Santos; um com música de Fernando Tordo e outro de Pedro Osório. Foi produzido e editado pela Sassetti para a marca Zip Zip. Este tema também fazia parte do LP "As Duas Faces de Tonicha".

Tonicha - Os Novos Pobres (from Youtube)

No ano de 1974, Tonicha participou pela primeira e última vez numa revista do Parque Mayer. A revista "Uma no cravo outra na ditadura", que esteve em cena no Teatro ABC, foi criada por César de Oliveira, Rogério Bracinha e Ary dos Santos.
De acordo com a base de dados do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, do elenco inicial faziam parte, Aida Baptista, Ivone Silva, Tonicha ou Fernando Tordo entre muitos outros, assim como um grupo de autores conceituados como José Carlos Ary dos Santos, César de Oliveira, Rogério Bracinha, Thilo Krasmann, Fernando Tordo e Nuno Nazareth Fernandes. Herman José, na altura em início de carreira, também participava.
A biografia de Tonicha já se encontra inserida neste blog.

Tonicha com J.C. Ary dos Santos

Fonte: Blog do Clube de Fãs da Tonicha (http://tonicha-clube-de-fas.blogspot.pt/) .

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Francisco Marzia, do Clube de Fãs da Tonicha, a quem agradecemos.

Springbok 35 - Hit Parade S.A. Top 14 (LP 1977)




Springbok 35 - Hit Parade S.A. Top 14 (LP MFP 54781, 1977).

Mais um fantástico álbum de "covers" de famosos êxitos internacionais de 1977, interpretados por excelentes artistas/grupos sul africanos.


LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Victor Ribeiro, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Arte & Oficio - Faces (LP 1979)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014



Arte E Ofício ‎– Faces (LP Orfeu ‎– STAT-085, 1979).

Arte E Ofício foi um grupo português que surgiu em 1976, quando o baixista Sérgio Castro e o vocalista António Garcez, dois antigos elementos dos Psico, decidem formar um grupo de rock. A este núcleo inicial juntam-se Álvaro Azevedo (ex-Pop Five Music Inc), na bateria e os guitarristas Fernando Nascimento e Serginho. O seu som caracteriza-se por uma mistura de hard rock com jazz rock, na linha dos Gentle Giant, mas com estéticas originais... 
A biografia deste grupo português já se encontra inserida neste blog.


Faixas/Tracklist:

A1 Young Chicks (Sérgio Castro) 2:48
A2 Contradiction (Garcez, Castro) 4:28
A3 Follow Me Over Via Dover (Garcez, Cordeiro) 4:20
A4 Lobster Society (Sérgio Castro) 4:46
A5 All We Have To Do (Garcez, Nascimento, Castro) 4:52
B1 Trip (Fernando Nascimento) 4:34
B2 Turn The Light (Garcez, Castro, Cordeiro, Azevedo) 5:36
B3 Endless Way (Fernando Nascimento) 3:42
B4 Sea Of Monsters (Garcez, Nascimento) 4:30
B5 Finally (Garcez, Castro) 2:31


Intervenientes:

Vocalista – António Garcez
Saxofone [Soprano] – Rui Cardoso (faixas/tracks: A3, A4, B2, B5)
Voz de Apoio – Dulce (faixas/tracks: A1, A5)
Baixo, guitarra, percussão e voz – Sérgio Castro
Bateria – Álvaro Azevedo
Guitarra – Fernando Nascimento, Sérgio Cordeiro
Piano, piano eléctrico [Rhodes], Sintetizador [Mini-moog, Poly-moog] – António Pinho (faixas/tracks: A4, A5, B1, B2, B3, B4, B5)
Arranjos por Arte e Oficio
Produção de Jorge Barata

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Nuno Filipe - Tema para Um Discurso (EP 1967)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014



Nuno Filipe - Tema para Um Discurso (EP Philips 431911 PE, 1967).

Faixas/Tracks: 

01 - Tema para um discurso
02 - Os Gatos
03 - Cantiga à mulher e à criança
04 - Poema para os meus amigos

Intervenientes:

Nuno Filipe - Voz e viola ritmo
Carlos Jorge - Viola solo
Sá Nogueira - Viola baixo
Fernando Cardoso - Órgão
Domingos Costa Pinto - Bateria

Nuno Filipe e Maria Teresa Horta

Nuno Filipe (pseudónimo de José Manuel Souto Guerra de Barros), foi um cantor e compositor português, nascido a 27 de Janeiro de 1947, em Angeja e falecido em 2002, em Lisboa. Foi um cantor e compositor dos anos 60, tendo editado 4 discos do melhor que se fez em Portugal no Pop/Rock psicadélico.
Começou a interessar-se pela música ainda estudante e enfileirou, desde logo, no grupo dos jovens que procuravam novos rumos para a canção portuguesa, de colaboração com a poetisa Maria Teresa Horta.
Deixou apenas quatro discos (3 EP's e 1 single), e ainda 3 canções suas que constituem um EP de Teresa Paula Brito, sempre a partir de poesia de Maria Teresa Horta.
O seu EP “Nossas Canções” é um exemplo da qualidade que Nuno Filipe desejava para o seu trabalho. É considerado um trabalho notável dentro do rock português (com aproximações ao psicadelismo e prenunciando já algum hard rock, em "As Barcas") da década de 60 pela destreza e talento com que combinou excelentes poemas de Maria Teresa Horta com a música inspirada de Nuno Filipe. 
Na altura, gerou controvérsia a letra de "Cantiga da Manhã", mas passados mais de 40 anos bem precisamos de lavar "os olhos com a sua lã". Ou, como se pergunta em "Canção à Maneira de Saudade” com base em poema de El-Rei D. Diniz": "Notícias aqui do meu país / novas daquilo que se não diz?"

Discografia a solo:

EP "Tema para um Discurso", Philips, 1967
EP "A Feira", Philips, 1968
EP "Nossas Canções/1", 1969, Sonoplay
Single "Nossas Canções/2", 1970, Movieplay

Escrita conhecida para outros artistas:

- Teresa Paula Brito, 3 canções no EP "Minha Senhora de Mim", 1971, Movieplay
- Sexteto Vocal Garvaya, canção "Deserto", 3º lugar no XI Festival da Figueira da Foz, em 1971 (não editada em disco)

Fontes: João Carlos Callixto - Nas Terras do Fim do Mundo / Os Reis do Yé Yé , Luís Futre e blog de Albergaria.

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

The Best Of Springbok Vol. 1 e 2 (1971 - 1973)




The Best Of Springbok Hit Parade Vol. 1 (1971-1972) - LP MFP 54515, 1972). Edição moçambicana da Somodiscos/LM.
O disco contém temas de vários LPs Springbok Hit Parade desde o Volume 1 ao 7.
trata-se de um álbum de covers de famosos êxitos internacionais excelentemente  interpretados por artistas/grupos sul africanos.
The cover contains photos and songs from Springbok Hit Parade Volume 01 to Volume 07.




ALI: .... OU .... LÁ:

Best Of Springbok Hit Parade Top Hits Vol. 2 (1972-1973) - LP MFP 54532A, 1973. 
Edição sul africana.
O álbum contém algumas das canções inseridas nos LPs Springbok Hit Parade, do volume 7 ao 11.
The album contains songs from Springbok Hit Parade Volume 07 to Volume 11. 


LPs disponibilizados por Carlos Santos com a colaboração do nosso amigo Jota/Rato do blog Ratorecords.
Ripado do vinil e masterizado por Carlos Santos.

O Controle - Flor Serena (EP 1970)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014



O Controle – Flor Serena (1º EP ZIP/Movieplay - 10.006/E, 1970).
Supervisão de Thilo Krasmann.


Faixas/Tracks:

Flor Serena (M. Junça/O Controle) 
Cinzeiro (M. Junça/O Controle) 
Um Mundo Novo (M. Junça/O Controle) 
Nada Se Perde (M. Junça/O Controle)

Sem informação biográfica.

EP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Digitalização por Carlos Santos.

Springbok Hit Parade 34 - Top Hits 77 - V/A (LP 1977)




Springbok Hit Parade 34 - Top Hits 77 - V/A (LP MFP 54768, 1977). 
Edição moçambicana da Somodiscos e distribuída pela Discoteca Bayly.

Volume nº 34 desta popular série sul africana, constituída por "covers" de famosos êxitos internacionais, excelentemente interpretados por artistas/grupos sul africanos.
A série Springbok Hits foi iniciada por Ken Talbot, Michael Eve, Robert Schroeder, Peter Vee e Bill Fraser, como produtores. A primeira edição foi lançada sem numeração, um começo humilde para uma série que se estendeu mais do que se imaginava e ainda favorita para muitos! 
Há uma exposição dos Springbok Hits no Castelo da Cidade do Cabo/África do Sul. 

LP disponibilizado por Carlos Santos.
Scanner das capas, digitalização áudio e sua masterização, por Carlos Santos.

Intróito - Recado (Single 1974)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014



Intróito – Recado (Single DECCA - SPN 1749, 1974).

Faixas/Tracks: 

01 - Recado (Nuno Gomes dos Santos) 
02 - Manuel (Ermelinda Duarte)

Músicos: Rui Cardoso (sax, flauta e clarinete baixo), José Machado (órgão), Vítor Mamede (baixo, bateria e percussão), Jorge Palma (piano).
Orquestra e direcção de Jorge Palma, produção de Jaime Queimado.

O quarteto Intróito foi formado no final dos anos sessenta a partir de 4 vozes solistas do coro do Orfeão Académico de Lisboa, dirigido pelo maestro Vasco Brederode.
Formou-se um grupo de espirituais negros que cantava harmonizações a 4 vozes de John Work (Steady, Poor me, Everytime I feel the Spirit, Swing low sweet chariot). O objectivo era diversificar os espectáculos do Orfeão.
O quarteto era formado pelo soprano Isabel Pires, contralto Ana Maria Pires, tenor Nuno Gomes dos Santose baixo Luis Pedro Faro.
O nome Intróito saiu dum debate dos membros do grupo com os autores do programa "Zip-Zip" Carlos Cruz, Fialho Gouveia e Raul Solnado e o director musical, Thilo Krassmann, e significava o início de uma intervenção activa por um mundo novo.
No "Zip-Zip" cantaram canções populares harmonizadas por Fernando Lopes Graça e espirituais negros. Aparecem em disco da editora Zip-Zip.
O grupo fez uma incursão pela música ligeira participando no programa "Zip-Zip", em 1969, no programa "Curto circuito" em 1970 e nos festivais da canção da RTP de 1970 e 1971, sempre com a preocupação original de cantar “a vozes”.
No Festival RTP da Canção de 1970 cantaram "Verdes Trigais", poema de Fernando Vieira e musica de Fernando Poitier. Cantaram também com o “Nuestro pequeño mondo”, em Madrid, em 1970.
No ano seguinte regressaram ao Festival RTP da Canção com "Palavras Abertas", poema de José Carlos Ary dos Santos e música de Nuno Gomes dos Santos. Ary dos Santos chamava ao Intróito “os meus sabonetes”.
Até Abril de 1974, o Intróito dedicou-se a participar por todo o país na luta pela democratização e contra a guerra colonial, em espectáculos de resistência e de canções de intervenção, com nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Fausto, Francisco Fanhais, José Jorge Letria, Manuel Freire, Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo, José Manuel Osório, Ana Maria Teodósio, José Barata Moura, Samuel, Carlos Paredes e Fernando Alvim, Pedro Barroso, entre outros.
Participaram no grande espetáculo da canção de intervenção realizado no Coliseu dos Recreios, em 30 de Março de 1974, com José Afonso, perante a impotência da polícia política.
Logo depois do 25 de Abril de 1974, o Intróito participou com todos os cantores de intervenção no grande espectáculo no S.Luiz e, em seguida, por todo o país, em sessões de canto livre e de dinamização cultural.
Não sendo o grupo imune a divergências sobre a orientação da sua intervenção política, Luis Pedro Faro foi substituído por Filipe Gomes dos Santos. Lançaram o seu último em 1974. Um single com os temas "Recado" e "Manuel (parte p’ra guerra)".
O grupo dissolveu-se em princípios de 1975.

Fonte: Wikipedia. 

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Lindomar Castilho - Grandes Sucessos




Lindomar Castilho - Grandes Sucessos

Trata-se de uma excelente compilação que reúne alguns dos maiores sucessos deste cantor brasileiro. Entre outros, salientam-se os temas "Eu Amo Sua Mãe," "Adeus Mariana" ou "Cabecinha No Ombro.


Lindomar Cabral, mais conhecido por Lindomar Castilho, nasceu no então distrito de Santa Helena, pertencente a Rio Verde, em Goiás. Mudando-se para Goiânia, entrou para a Faculdade de Direito e em 1960 começou a trabalhar na Secretaria de Segurança Pública do estado, após ter prestado concurso público, deixando a faculdade no segundo ano do curso.
Lindomar é um cantor brasileiro e instrumentista, sendo mais conhecido pela música-baião "Chamarada", pelos bem-humorados boleros "Você é doida demais", "Eu amo a sua mãe" e também pelo samba-canção “Tudo Tem a Ver”. Lindomar também ficou conhecido por estar relacionado com o assassinado da sua segunda esposa, Eliana de Gramond (a primeira faleceu em um acidente de trânsito).
Ficou anos na cadeia por esse facto. Enquanto estava preso gravou um disco com o título "muralhas da solidão" na penitenciária goiana.
A sua entrada na música deu-se através do convite feito pelo diretcor musical da gravadora Copacabana, Diogo Mulero, que numa reunião em casa do compositor e escritor Bariani Ortêncio ouviu Lindomar cantar. Prontamente Mulero convidou-o para gravar um disco e sugere-lhe o nome artístico de Lindomar Castilho, que o adopta para a sua carreira. No final de 1962, Lindomar grava o seu primeiro álbum, intitulado "Canções Que Não Se Esquecem".
Lindomar construiu uma carreira de sucesso com os seus boleros e samba-canções românticos. Foi considerado um dos maiores vendedores de discos no Brasil na década de 70. O seu estilo influenciou toda uma geração de cantores. Os seus discos eram lançados simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos.
Atualmente retirado da vida musical, Lindomar vive sozinho em Goiás.

Fonte: Wikipédia

Faixas/Tracklist:

01. Eu Amo Sua Mãe
02. Eu Canto O Que O Povo Quer
03. Você É Doida Demais
04. Eu Vou Rifar Meu Coração
05. Coração Vagabundo
06. Ébrio De Amor
07. Mamarracho
08. Adeus Marina
09. Camas Separadas
10. Nós Somos Dois Sem Vergonhas
11. Mal Amada
12. Vou Tirar Você Deste Lugar
13. Feiticeira
14. Estou Perdendo A Cabeça Por Você
15. O Andarilho
16. O Rico Pobre
17. Alma Latina
18. Doce Memória
19. O Bebum (um ébrio a mais)
20. Quem Será?
21. Cabecinha No Ombro
BONUS:
22. Muralhas da solidão

Álbum cedido por cortesia pelo nosso amigo Estanislau Garcia, a quem agradecemos.

Springbok Hits Vol. 21 (V/A) - Top Hits 75 (LP 1975)

domingo, 16 de fevereiro de 2014



Springbok Hits Vol. 21 (V/A) - Top Hits 75 (LP MFP 54645, 1975). Edição moçambicana. 
LP fabricado em Moçambique por Somodiscos e distribuição pela Discoteca Bayly/L.M..
Produção de Robert Schroder.

Os discos da série Springbok Hit Parade não apresentam artistas originais, mas sim "covers". Este L.P. reúne famosos êxitos internacionais de 1975, magnificamente interpretados por excelentes grupos/artistas sul africanos. Esta série, na época, era top de vendas na África do Sul e países vizinhos. Destacamos os temas "Only You", "Magic" ou "Love Hurts".

Faixas/Tracklist:


LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Victor Ribeiro, a quem agradecemos.
Ripado do vinil, scanner das capas e masterização, por Carlos Santos.