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Pedro Barroso ‎– Lutas Velhas Canto Novo (LP Ao Vivo, 1976)

sábado, 25 de abril de 2020



Pedro Barroso ‎– Lutas Velhas Canto Novo (LP Diapasão/Sassetti ‎– DIAP 16003/T - Ao Vivo, 1976). 
Género: Intervenção, Folk. 

Lutas Velhas Canto Novo“ é o primeiro álbum de Pedro Barroso, que tem a participação de Pedro Osório, José Luís Iglésias, Carlos Alberto Moniz, Guilherme Inês e Hélder Reis, gravado ao vivo e editado em 1976 pela Diapasão/Sassetti. A capa e o arranjo gráfico são de Victor Mesquita, um conhecido autor de BD portuguesa. 
“Lutas Velhas Canto Novo”, foi gravado ao vivo e editado pós-revolução, em 1976. O LP abre com o tema que dá nome ao disco. Ladeado por acordes de guitarra portuguesa, Pedro Barroso discorre versos em rima de índole contestatária política. O disco é testemunho do activo empenhamento cívico e político de Barroso que, apesar disso, não se reduz a um disco de simplistas canções panfletárias. Como disse Mário Correia, «"Lutas Velhas Canto Novo" introduz-nos um autor diferente do que nos era dado ouvir: musicalmente mais complexo, menos directo e circunstancial nas palavras, pesquisando grandes espaços sonoros, por vezes quase epopeicos/sinfónicos, a inserção de um canto que mais tarde, se viria a revelar profundamente ligado à terra» (in "Música Popular Portuguesa: Um Ponto de Partida", Centelha/Mundo da Canção, 1984). 

Pedro Barroso, 1974.

António Pedro da Silva Chora Barroso (Lisboa, 28 de novembro de 1950), mais conhecido apenas por Pedro Barroso, é um cantor português, tendo editado nove discos de longa-duração. 
Em 1965 estreou-se na Emissora Nacional fazendo Teatro radiofónico com Odette de Saint-Maurice. Foi um dos muitos cantautores revelados no programa Zip-Zip de Fialho Gouveia, Raul Solnado e Carlos Cruz. Apresentou-se num dos últimos programas, em dezembro de 1969. 
Em 1970 gravou o seu disco de estreia, o EP "Trova-dor" (1970). Entrou para o Teatro Experimental de Cascais, sob a direcção de Carlos Avilez, onde participa como actor, músico e cantor em várias peças como "Fuenteovejuna", "Sotoba Komachi", "Breve Sumário da História de Deus" (Gil Vicente), esta com José Jorge Letria e António Macedo. Colaborou ainda com o Orfeão Académico de Lisboa. 
Gravou alguns singles para a Valentim de Carvalho. O seu primeiro álbum de longa duração é editado em 1976, pela Diapasão/Sassetti, com o título "Lutas Velhas, Canto Novo", seguido do álbum "Água Mole Em Pedra Dura", de 1978. No ano de 1979 lança o single "Em Ferrel/Canção Para o Rio Almonda". Seguem-se outros discos. Participa no Festival da Nova Canção de Lisboa. 
Mantém-se em actividade, desde 1969. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Lutas Velhas, Canto Novo (Pedro Barroso) 3:48 
A2 – Autobiocanção (Pedro Barroso) 3:19 
A3 - Canção da Ti Angelina (Pedro Barroso) 3:02 
A4 - O 25 De Novembro (Pedro Barroso) 2:50 
A5 - O Capital Tem Mil Caras (Pedro Barroso, Ti Angelina) 5:31 
B1 - As Pombinhas da Cat'rina (Pedro Barroso) 3:13 
B2 - Sai Um Voto Puladinho (O Pula-Pula Do Voto) (Pedro Barroso) 3:26 
B3 - Os Caciques e o Povo Trabalhador (Pedro Barroso) 2:59 
B4 - Hino dos Explorados (Pedro Barroso) 3:13 
B5 - Canção Longe (Pedro Barroso) 2:26 
B6 - Post Scriptum (Pedro Barroso) 0:58 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz, Viola Acústica e Percussão - Pedro Barroso 
Acordeão - Hélder Reis 
Guitarra Acústica – Carlos Alberto Moniz, Zé Luís Iglésias 
Percussão (Bombo) – Guilherme Batum 
Piano e acordeão – Pedro Osório 
Vozes de Apoio – Pedro Barroso 
Arranjos por Pedro Barroso, Pedro Osório (tracks: A3, B1, B3) 
Poemas, composições e direcção musical por Pedro Barroso. 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos. 
Masterização por Carlos Santos. 

The Jet Black’s ‎– Other Famous Twists (LP 1963 / Brasil)

sexta-feira, 24 de abril de 2020



The Jet Black’s ‎– Other Famous Twists (LP Chantecler ‎– CMG – 2223, setembro de 1963 / Brasil) 
Género: Instrumental, Pop/Rock, Pré-Jovem Guarda. 


"Other Famous Twists" foi o terceiro álbum do grupo brasileiro The Jet Black's em menos de 18 meses (apenas três meses depois do anterior lançamento). Este foi o primeiro conjunto de rock instrumental a chamar a atenção da juventude e do público em geral, especialmente o seu guitarrista principal, Gatto. 
Os Jet Black's, formaram-se no início dos anos 60 em São Paulo e tinham como influências as bandas instrumentais da época como The Shadows ou The Ventures. Neste disco, com um excelente repertório totalmente instrumental, escolheram o Twist como referência para as suas fantásticas versões. Foi um sucesso de vendas. Mais informação sobre este fantástico grupo, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1. Ring of fire (Duane Eddy) 
A2. Riders in the sky (Stan Jones) 
A3. Love boat (D. Covery, Ivan Mogull) 
A4. Ram bunk shush (Millinder, Glover, Mundy) 
A5. Lullaby of the leaves (Petkere, Young) 
A6. Guitar twist (Willi Martinez) 
B1. Bobbie (J. Winn, E.L. Alperson) 
B2. Peter Gunn (Henry Mancini) 
B3. Whole lotta shakin' goin' on (S. Williams, S. David) 
B4. Fallin’ (Neil Sedaka, Howard Greenfield) 
B6. Tiro liro liro (tradicional) 
B6. Bongo blues (Paramor) 

Músicos/Members: 

Gatto - Guitarra solo 
Jurandi - Bateria 
José Paulo - Baixo 
Orestes - Guitarra ritmo 
Nestico – Saxofone 

LP gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo Aristides Cássio, a quem agradecemos. 

The Rolling Stones ‎– Bravo (LP 1965)




The Rolling Stones ‎– Bravo (LP HÖR ZU ‎– SHZT 531, 1965). 
Compilação considerada rara. 
Género: Rock, Blues, Rhythm ‘n’ Blues, Garage Rock. 


Bravo” é uma rara compilação que reúne alguns dos sucessos iniciais dos Rolling Stones, gravados entre 1963 e 1965, lançada pelo selo alemão TELDEC, juntamente com a Hör-Zu Magazine, em dezembro de 1965. 
The Rolling Stones é uma banda de rock britânica formada em Londres em 1962 e considerada um dos maiores e mais bem sucedidos grupos musicais de todos os tempos. Ao lado dos Beatles, são considerados como a banda mais importante da chamada Invasão Britânica ocorrida nos anos 60. A banda e os seus membros ocuparam uma posição de destaque nas alterações musicais e comportamentais dos anos 60 e são frequentemente relacionados com a contracultura, rebeldia e juventude. 
O grupo já vendeu mais de 240 milhões de álbuns no mundo inteiro. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Satisfaction (Jagger-Richard) – 12 e 13 de maio de 1965 
A2 She Said Yeah (Christy, Jackson) - 6 e 7 de setembro de 1965 
A3 Time Is On My Side (intro órgão) (Meade-Norman) – maio de 1964 
A4 I'm Alright (ao vivo) (Nanker-Phelge) – março de 1965 
A5 I'm Free (Jagger-Richard) – 6 e 7 de setembro de 1965 
A6 Gotta Get Away (Jagger-Richard) - 6 e 7 de setembro de 1965 
A7 Stoned (Nanker-Phelge) - 7 de outubro de 1963 
B1 Get Off Of My Cloud (Jagger-Richard) - 6 e 7 de setembro de 1965 
B2 Talkin' 'Bout You (Berry) - 6 e 7 de setembro de 1965 
B3 Come On (Berry) - 10 de maio de 1963 
B4 The Last Time (Jagger-Richard) – 17 e 18 de janeiro de 1965 
B5 The Under-Assistant West Coast Promotion Man (Nanker-Phelge) – 10 e 11 de maio de 1965 
B6 I Want To Be Loved (Dixon) – 10 de maio de 1963 
B7 Singer Not The Song (Jagger-Richard) – 6 e 7 de setembro de 1965 
BONUS: 
C1 – Under the Boardwalk (Arthur Resnick, Kenny Young) – 1965 
C2 – Tell Me (Jagger, Richards) 1964. 

Formação Inicial/Initial Line-Up: 

Vocalista - Mick Jagger 
Guitarra ritmo e harmónica – Brian Jones 
Guitarra solo e voz de apoio – Keith Richards 
Baixo – Bill Wyman 
Bateria – Charlie Watts 
Piano - Ian Stewart (saiu do grupo em 1963). 

LP gentilmente disponibilizado por Bob Adams, a quem agradecemos.

Tony Campello – Tony Italiano (LP 1964 / Brasil)

quinta-feira, 23 de abril de 2020



Tony Campello – Tony Italiano (LP Odeon MOFB 3397, julho de 1964 / Brasil). 
Diretor musical: Maestro Lyrio Panicalli. 
Diretor artístico: Milton Miranda. 
Género: Latino, Pop. 


No álbum “Tony Italiano“, lançado em julho de 1964 pela Odeon, Tony Campello interpreta famosas canções da época, em italiano. De recordar que Tony é descendente de italianos o que certamente lhe permitiu facilitar a sua tarefa ao gravar este LP. Sérgio Beneli Campelo (São Paulo, 24 de fevereiro de 1936), mais conhecido como Tony Campelo, é um cantor e produtor musical brasileiro. Tony, irmão de Celly Campello, começou a estudar piano e violão com apenas nove anos. Era autodidata e em meados da década de 50 participou nos conjuntos Ritmos OK e Mário Genari Filho e Conjunto. Iniciou a sua carreira profissional em 1958, quando lançou com a irmã o single "Perdoa-me (Forgive Me)/Belo Rapaz (Handsome Boy)", sendo a última interpretada por ela, com arranjos de Mario Gennari Filho. No ano seguinte passou a apresentar juntamente com a irmã, na TV Record de São Paulo, o programa "Celly e Tony em Hi-Fi", com grande audiência para os padrões da época. No mesmo ano gravou o rock balada "Oh! Baby", de Mário Gennari Filho e Ed Rossi. A partir daí foram lançados diversos discos. Com grande êxito gravou vários LPs e singles, sempre com versões de sucessos internacionais e apresentou-se em shows e programas de TV por todo o Brasil. 
O seu maior sucesso a solo na década de 60 foi o rock "Boogie do Bebê", em 1963, versão de Fred Jorge. Durante o período da Jovem Guarda, Tony destacou-se como produtor, trabalhando na RCA e na Odeon e lançou, entre outros, artistas como Sérgio Reis, Silvinha, Os Incríveis, Carlos Gonzaga, a dupla Deny e Dino e Luís Fabiano. Ao longo da sua carreira ganhou vários prémios. 

Fonte de Pesquisa: http://www.dicionariompb.com.br 

Celly e Tony Campello.

Faixas/Tracklist: 

A1 - Stasera No No No (Pallavicini/Roncarati) 
A2 - Uma Lágrima No Rosto (Una Lacrima Sul Viso) (Lunero/Mogol/Vrs. Fred Jorge) 
A3 - Un Bacio Piccolissimo (G. Ornati/G. Mescoli) 
A4 - Que Vou Fazer Para Esquecer-te (Come Potrei Dimenticarti) (Ezio Leoni/Vito Pallavicini/Vrs. Fred Jorge) 
A5 - Ogni Volta (Toda Vez) (R. Ferrante/Carlo Rossi/Vrs. Fred Jorge) 
A6 - Ieri Ho Incontrato Mia Madre (G. Paoli) 
B1 - Tema de Amor (Motivo D'amore) (P. Donnaggio/Vrs. Fred Jorge) 
B2 - L'inverno Cosa Fai (Nisa/Colonnello) 
B3 - E Se Amanhã (E Se Domani) (Giorgio Calabrese/Carlo Alberto Rossi/Vrs. Fred Jorge) 
B4 - Sempre Feliz (Cosi Felice) (Giorgio Gaber/Vrs. Fred Jorge) 
B5 - Non Ho L'eta (Per Amarti) (Mario Panzeri/Nisa) 
B6 - Quando Vedrai La Mia Ragazza (Enrico Ciacci/Giangrano) 

Ficha Técnica/Personnel: 

Voz: Tony Campello 
Orquestrações: Maestro Peruzzi 
Diretor musical: Maestro Lyrio Panicalli 
Diretor artístico: Milton Miranda 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo B.V., a quem agradecemos. 

Jorge Ben ‎– Samba Esquema Novo (LP 1963, Brasil)




Jorge Ben ‎– Samba Esquema Novo (LP Philips ‎– P - 632.161 – L, 1963, Brasil). 
Produção: Armando Pittigliani. 
Género: Bossa Nova, MPB. 

Samba Esquema Novo” é o álbum de estreia do cantor, violonista e compositor brasileiro Jorge Ben. O LP foi lançado em 1963 pela Philips, contando com o grupo de samba jazz Meirelles e os Copa 5, como banda de apoio. 
O álbum que aqui apresentamos, não é um disco de Samba, Jazz e nem mesmo um disco de Bossa Nova. O seu nome já diz tudo: ele foi um novo esquema musical. Os arranjos para metais não são por acaso, pois contam com a mini orquestra de jazz de J.T. Meirelles e os Copa 5, por isso algumas vezes o álbum soa mais a Jazz do que samba, no entanto o violão de Ben transporta-nos para um ambiente mais de Samba do que Jazz. 
Todas as faixas são da autoria de Ben, excepto “Tim, Dom, Dom” que tem como autor João Mello. 
Este álbum está na lista dos 100 melhores discos da música brasileira, na 15º posição. 


Jorge Duílio Lima Meneses (Rio de Janeiro, 22 de março de 1945), conhecido como Jorge Ben ou Jorge Ben Jor, é um violonista, pandeirista, guitarrista, percussionista, cantor e compositor brasileiro. 
O seu estilo característico possui diversos elementos, entre eles o rock and roll, samba, samba rock, bossa nova, jazz, maracatu, funk, ska e até mesmo hip hop, com letras que misturam humor e sátira, além de temas esotéricos. A sua obra incorpora elementos novos, tanto no estilo como na maneira de tocar violão, com características do rock, soul e funk norte-americanos. Além disso, trouxe influências árabes e africanas, oriundas de sua mãe, nascida na Etiópia. Influenciou o sambalanço e o samba-rock e muitas bandas/artistas posteriores. 
O seu grande sucesso foi sem dúvida "Mas Que Nada" e, logo em seguida, voltou a ter êxito com "Chove Chuva". Duas canções que nada tinham a ver com a bossa nova, nem com o samba. Era difícil para os músicos da época acompanhá-lo, tanto assim que seus primeiros discos foram gravados com um conjunto que tocava jazz no Beco das Garrafas, o Meirelles e os Copa 5, liderado pelo saxofonista J. T. Meirelles. 
Em 2008 a revista Rolling Stone Brasil nomeou-o como o 5º maior artista da história da música brasileira. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Mas, Que Nada! (Jorge Ben) 3:04 
A2 - Tim Dom Dom (Clodaldo Brito (Clodó), João Mello) 2:21 
A3 - Balança Pema (Jorge Ben) 1:34 
A4 - Vem, Morena, Vem (Jorge Ben) 2:03 
A5 - Chove Chuva (Jorge Ben) 3:02 
A6 - É Só Sambar (Jorge Ben) 2:09 
B1 - Rosa, Menina Rosa (Jorge Ben) 2:15 
B2 - Quero Esquecer Você (Jorge Ben) 2:21 
B3 - Uála Uálalá (Jorge Ben) 2:42 
B4 - A Tamba (Jorge Ben) 3:03 
B5 - Menina Bonita Não Chora (Jorge Ben) 2:11 
B6 - Por Causa de Você, Menina (Jorge Ben) 2:58 

Músicos participantes/Personnel: 

Jorge Ben Jor: Voz, Violão 
J.T. Meirelles: Flauta e saxofone 
Luís Carlos Vinhas: Piano 
Pedro Paulo: Trompete 
Manuel Gusmão: Baixo 
Dom Um Romão: Bateria 
Arranjos: Carlos Monteiro de Souza, Gaya, J. T. Meirelles, Luís Carlos Vinhas e Jorge Ben Jor 
Condução de Orquestra: Carlos Monteiro de Souza e Gaya. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos.

Sam Cooke ‎– Hits Of The 50's (LP 1960)

quarta-feira, 22 de abril de 2020



Sam Cooke ‎– Hits Of The 50's (LP RCA Victor ‎– LSP-2236, Agosto de 1960). 
Produção: Hugo, Luigi. 
Género: Soul, Rhythm and Blues. 

Hits of the 50's” é o segundo LP pela gravadora RCA e o quinto álbum de estúdio da carreira do cantor e compositor americano Sam Cooke. Produzido por Hugo e Luigi, o álbum foi lançado em agosto de 1960 nos Estados Unidos. Trata-se de um disco em que Sam interpreta temas famosos de artistas como Nat King Cole, Frankie Avalon e Doris Day. Sam Cooke, como cantor de boate, canta versões suaves de clássicos dos anos 50. Com uma voz suave e relaxada, interpreta-as de uma forma mais lenta e baixa que o habitual, acompanhado por uma banda harmoniosa. Sam Cooke, uma das vozes mais bonitas de todos os tempos, canta neste álbum temas como, "Hey There" e "Cry", de Johnny Ray, "Mona Lisa", de Nat King Cole, "The Great Pretender", de The Platters, e por último, mas não menos importante, uma das músicas com mais versões de sempre, "Unchained Melody". 


Sam Cooke (Clarksdale, 22 de janeiro de 1931- Los Angeles, 11 de dezembro de 1964) foi um artista, cantor e empresário americano muito reconhecido e estimado. Hoje em dia, muitos consideram-no o fundador da soul music, conhecido como “The King of Soul”. É considerado pela revista Rolling Stone como o 4º maior cantor de todos os tempos, e pela mesma revista, o 16º maior artista de todos os tempos. 
Sam morreu assassinado por Bertha Franklin à porta de um motel na cidade de Los Angeles, mas as circunstâncias da morte nunca foram completamente esclarecidas. Mais informação sobre este cantor americano, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Hey There (Richard Adler, Jerry Ross) – 2:32 
A2 - Mona Lisa (Ray Evans, Jay Livingston) – 2:34 
A3 - Too Young (Sidney Lippman, Sylvia Dee) – 2:08 
A4 - The Great Pretender (Buck Ram) – 3:02 
A5 - You, You, You (Olias Lotar, Robert Mellin) – 2:45 
A6 - Unchained Melody (Alex North, Hy Zaret) – 3:24 
B1 - The Wayward Wind (Stanley Lebowsky, Herbert Newman) – 3:10 
B2 - Secret Love (Sammy Fain, Paul Francis Webster) – 2:46 
B3 - The Song from Moulin Rouge (Georges Auric, William Engvick) – 2:30 
B4 - I'm Walking Behind You (Billy Reid) – 2:45 
B5 - Cry (Churchill Kohlman) – 2:13 
B6 - Venus (Ed Marshall, Peter DeAngelis) – 2:53 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz – Sam Cooke 
Al Casamenti, Barry Galbraith, Charles Macey, Clifton White, Arthur Ryerson – guitarras 
Lloyd Trotman – guitarra baixo 
Bunny Shawker – bateria 
George Gaber – percussão 
Andy Ackers – piano 
James Buffington, Anthony Miranda – trompa 
Julius Baker, Jerome Weiner – flauta 
Eddie Costa – vibrafone 
Gloria Agostini, Laura Newell – harpa 
Arranjos e Condução por Glen Osser. 

LP gravado em 23 e 24 de março de 1960 no RCA Victor's Studio B, New York City e lançado em agosto do mesmo ano. 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Ralph Bell, a quem agradecemos. 

John Rowles ‎– John Rowles (LP 1968 / New Zealand)




John Rowles ‎– John Rowles (LP CBS ‎– SBP473597, 1968/New Zealand) 
Produtor – Mike Leander. 
Género: Pop. 


Sir John Edward Rowles, mais conhecido apenas por John Rowles (nascido em Whakatane, Nova Zelândia, em 26 de março de 1947) é um cantor neozelandês, muito popular no final dos anos 60, 70 e início dos anos 80, famoso na Nova Zelândia pela sua música de 1970, "Cheryl Moana Marie", que John escreveu sobre a sua irmã mais nova. 
Segundo alguns, John foi um dos cantores mais populares dos "dourados anos 70" e foi comparado a Tom Jones e Engelbert Humperdinck. Também, pelo seu estilo, foi considerado o "Elvis" da Nova Zelandia. 
A carreira deste cantor desenrolou-se principalmente na sua terra natal (NZ), na Australia e, ocasionalmente nos Estados Unidos, especialmente em Las Vegas, Nevada e Hawai. 
Um dos temas que marcou significativamente a sua carreira foi a canção “If I Only Had Time”, que no Reino Unido alcançou a posição nº 3 na lista de singles deste país, na primavera de 1968, e permaneceu na tabela durante dezoito semanas. O tema é uma versão da canção francesa "Je n'Aurai Pas le Temps" com a qual o cantor francês Michel Fugain obteve sucesso em 1967. 
Rowles teve outro êxito Top 20 no Reino Unido com "Hush....Not a Word to Mary", também nos Estados Unidos, "Cheryl Moana Marie" foi lançada no Verão de 1970 por algumas estações de rádio da Costa Oeste e, em finais desse ano, conseguiu sucesso nacional, alcançando a posição nº 64 na tabela da Billboard Hot 100 e nº 78 no Cash Box Top 100, no início de 1971. 
Em 1974 Rowles recebeu o Prémio Benny, do Clube de Artistas de Variedades da Nova Zelândia, o mais alto galardão disponível para um animador de variedades daquele país. 
A sua canção de maior sucesso encontra-se inserida neste álbum, "If I Only Had Time". 


Faixas/Tracklist: 

A1 - By The Time I Get To Phoenix 
A2 - Domino 
A3 - If I Only Had Time 
A4 - It Takes Two 
A5 - Lonely Street 
A6 - Only You 
B1 - Honey 
B2 - Walk In The Sun 
B3 - I Really Don't Want To Know 
B4 - Do It 
B5 - Love In The World 
B6 - Dock Of The Bay 

Arranjos por Mike Leander. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Mick Palmer, a quem agradecemos. 

Donovan ‎– Barabajagal (LP 1969)

terça-feira, 21 de abril de 2020



Donovan ‎– Barabajagal (LP Epic ‎– BN 26481, 11 de Agosto de 1969). 
Produtor – Mickie Most. 
Género: Pop, Folk. 

"Barabajagal" é uma música do cantor / compositor britânico Donovan Leitch (mais conhecido apenas por Donovan), lançada em 1969. Posteriormente, foi usada como faixa-título do álbum que aqui apresentamos, “Barabajagal”. O suporte instrumental é fornecido por The Jeff Beck Group. A canção atingiu o número 12 na parada de singles do Reino Unido e o número 36 na tabela dos EUA. Foi a última entrada no top 40 de Donovan em ambos os países.


Barabajagal” é o sétimo LP de estúdio e o oitavo álbum de Donovan, lançado nos Estados Unidos em 11 de agosto de 1969, mas que não foi editado no Reino Unido devido a disputas contratuais. 
Nesta altura, Donovan estava numa fase muito criativa, especialmente durante os últimos meses de 1968, devido a uma digressão pelos Estados Unidos. Assim, o trabalho de Donovan floresceu em várias direcções diferentes no álbum “Barabajagal”. O disco ainda parecia de folk, mas na faixa-título e em "Superlungs My Supergirl", Donovan foi bem apoiado pelo Jeff Beck Group, fazendo a diferença. Em “Barabajagal”, Donovan mesclou rimas suaves e harmoniosas, com um psicadélico duro, canções infantis, hinos ao amor livre e até sentimentos anti-guerra. O resultado foi o álbum mais desafiador até então lançado pelo cantor, mas também um dos mais bem sucedidos, com as vendas dos seus álbuns impulsionadas pela presença do sucesso nos EUA da canção "Atlantis". O LP também marcou o fim de um relacionamento bem sucedido com o produtor Mickie Most. 


Faixas/Tracklist: 

A1 – Barabajagal (com The Jeff Beck Group + vozes de apoio: Lesley, Madeleine) 3:22 
A2 - Superlungs My Supergirl 2:40 
A3 - Where Is She 2:46 
A4 - Happiness Runs 3:29 
A5 - I Love My Shirt 3:38 
B1 - The Love Song 3:17 
B2 - To Susan On The West Coast Waiting 3:13 
B3 - Atlantis 4:58 
B4 – Trudi (com The Jeff Beck Group + vozes de apoio: Lesley, Madeleine) 2:25 
B5 - Pamela Jo 4:25 

Nota: Todas as faixas foram compostas por Donovan Leitch. 

Donovan - Atlantis (live, 29/07/2012), from Youtube.

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Donovan – guitarra, voz 
Jeff Beck – guitarra 
Ronnie Wood – baixo 
Madeline Bell, Suzi Quatro e Lesley Duncan – vozes de apoio 
Micky Waller – bateria 
Nicky Hopkins – teclados 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Roy Burton, a quem agradecemos. 

The Pretty Things ‎– Get The Picture? (LP 1965)

segunda-feira, 20 de abril de 2020



The Pretty Things ‎– Get The Picture? (LP Fontana ‎– TL 5280, dezembro de 1965). 
Produção: Bobby Graham, Glyn Johns. 
Género: Blues Rock, Rock, Rock Psicadélico. 

Get the Picture?” é o segundo álbum de estúdio do grupo de rock inglês The Pretty Things, lançado em dezembro de 1965. Este LP já reflectia os novos sons de soul e mod que estavam a influenciar a banda nessa época. Agora, o estilo da banda já era diferente, afastando-a do R’nB que dominou o primeiro álbum, e explorando áreas mais emocionantes como o Freakbeat, com o uso da distorção nas partes de guitarra e baixo. O LP foi gravado nos estúdios da Philips, em Londres, durante o ano de 1965 e lançado em dezembro do mesmo ano. 
Quando foi editado, devido a vários problemas, o baterista Viv Prince já havia sido demitido da banda, tendo deixado o grupo sem baterista por algumas semanas, até ser substituído por Skip Alan. 


The Pretty Things foi uma banda britânica de rock dos anos 60 e 70 formada em setembro de 1963 em Sidcup, Kent/UK. O nome da banda tem origem na canção "Pretty Thing" de Bo Diddley. No início da sua carreira, o som que apresentavam era um explosivo R’nB, ainda muito longe do estilo psicadélico e hard rock que viriam a ter posteriormente. O guitarrista Dick Taylor fez parte da primeira formação dos Rolling Stones antes de formar a banda com o vocalista Phil May. O seu único sucesso nos Estados Unidos foi com o primeiro single, "Rosalyn", em 1964, mas o grupo obteve êxito considerável no Reino Unido, assim como na Austrália, Nova Zelândia, Alemanha e nos Países Baixos. 
Mais informação sobre esta excelente banda, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Track Listing: 

A1 - You Don't Believe Me (Phil May, Bobby Graham, Jimmy Page, Willie Morrell) – 2:24 
A2 - Buzz the Jerk (May, Dick Taylor) – 1:55 
A3 - Get the Picture? (May, Taylor) – 1:56 
A4 - Can't Stand the Pain (May, Taylor, Graham) – 2:42 
A5 - Rainin' in My Heart (James Moore, Jerry West) – 2:33 
A6 - We'll Play House (May, Taylor) – 2:34 
B1 - You'll Never Do It, Baby (Brian Smith, Terry Fox) – 2:29 
B2 - I Had a Dream (Jimmy Witherspoon) – 2:59 
B3 - I Want Your Love (Johnnie Dee, Johnny Tarr) – 2:18 
B4 - London Town (Tim Hardin) – 2:28 
B5 - Cry to Me (Bert Russell) – 2:53 
B6 - Gonna Find Me a Substitute (Ike Turner) – 2:59 
BONUS:
C1 - Come See Me (Pierre Tubbs, J.J. Jackson, Sidney Barnes) – 2:41 


Line-up / Musicians: 

Phil May / vocalista 
Dick Taylor / guitarra solo, voz de apoio 
Brian Pendleton – guitarra ritmo, voz de apoio 
John Stax – baixo, voz de apoio 
Viv Prince (Vivian Martin Prince) - bateria 
Art Podell – arranjos e condução. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Johnny Clarke, a quem agradecemos.

The Roemans – Anthology (1964-1966)

domingo, 19 de abril de 2020



The Roemans – Anthology (1964-1966).
 

Anthology” é uma compilação privada que reúne os 12 temas lançados em 6 singles, entre 1964 e 1966, pelo grupo de pop/rock americano, The Rormans. 

A banda que se chamava originalmente Lanny e The Impressions, foi formada em novembro de 1963, em Clearwater, Flórida, EUA, tendo sido notada por Felton Jarvis, gestor da ABC-Paramount Records em Nashville, que assinou com o grupo um contrato de gravação. O cantor Tommy Roe também participou nos testes com os músicos da banda, tendo gostado da sua actuação. Assim, Roe convidou-os a fazerem em conjunto uma digressão pelo Centro-Oeste americano, em setembro de 1964. Nessa altura, quando se juntaram ao ídolo pop Tommy Roe, ajustaram a ortografia do nome em sua homenagem e passaram a chamar-se The Roemans. A turnê foi um enorme sucesso. Então The Roemans fizeram outra digressão pelo Sudeste com Tommy Roe em outubro e voltaram ao Centro-Oeste em dezembro. Em janeiro de 1965, foram para a Grã-Bretanha e fizeram uma turnê com Tommy Roe, Cilla Black, P.J. Proby, Sounds Incorporated, Fourmost, Remo Four e Tommy Quickly. 
A ABC-Paramount lançou o primeiro single dos Roemans em 1964, "Don't", pouco antes da viagem britânica e atingiu o Top Ten nas estações de rádio da Flórida. Foram convidados a passar mais uma semana na Grã-Bretanha para fazerem programas de TV e a regressarem no final do ano para outra turnê. 
A banda nunca lançou um álbum, mas editaram 6 singles que agora estão reunidos nesta compilação. O grupo terminou em 1970. 


Faixas/Tracklist: 

01 - Your Friend (1964) 
02 - Give Me A Chance (1964) 
03 – Miserlou (1965) 
04 - Don't (1965) 
05 - Universal Soldier (1965) 
06 - Lost Little Girl (1965) 
07 - Listen to Me (1965) 
08 - You Make Me Feel Good (1965) 
09 - When the Sun Shines in The Mornin' (1966) 
10 - Love (That's All I Want) (1966) 
11 - All the Good Things (1966) 
12 - Pleasing You Pleases Me (1966) 

Membros/Band Members: 

Lanny Langford (vocalista) 
Bertie Higgins (baterista) 
Bo Glover [aka Bo Jicada] (guitarra solo) 
Ronnie “Ron” Swartzkopf (guitarra ritmo) 
Joe Pappalardo (guitarra baixo, 1963-1966), substituído por Berry Oakley (baixo, 1966-1970) 

Nota: Joe Pappalardo foi posteriormente substituído por Berry Oakley quando Joe foi convocado para a guerra do Vietnam. Lanny Langford morreu num acidente de automóvel em Tarpon Springs, aos 24 anos, em 1969. Mais tarde, Berry Oakley juntou-se à banda conhecida como "The Allman Brothers Band". 

The Roemans - Discografia / 45 r.p.m.: 

Your Friend / Give Me A Chance (ABC Paramount 10583) 1964 
Miserlou / Don't (ABC Paramount 10671) 1965 
Universal Soldier /Lost Little Girlr (ABC Paramount 10723) 1965 
Listen To Me / You Make Me Feel Good (ABC Paramount 10757) 1965 
When The Sun Shines In The Mornin' / Love (That's All I Want) (ABC Paramount 10814) 1966 
All The Good Things / Pleasing You Pleases Me (ABC Paramount 10871) 1966 

Singles gentilmente cedidos por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Capas, Gravação e Masterização dos 6 singles por Carlos Santos.