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Toni Hernandez e o Seu Conjunto (EP 1960)

sexta-feira, 8 de abril de 2011


AQUI:

Toni Hernandez e o Seu Conjunto - Manuela (EP Alvorada MEP 60335, 1960).
Disco considerado raro.

Faixas: Manuela / Saudade Vai-te Embora / Só Tu / Baby Rock

Pouco se sabe da biografia deste conjunto. Trata-se do 2º EP de um dos grupos introdutores do pop rock em Portugal (2nd EP by one of the founding pop rock groups in Portugal - rare).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Digitalização de capas e áudio a cargo de Carlos Santos.

Conjunto Movimento - Uma Tarde No Café (EP 1974)



AQUI:

Conjunto Movimento - Uma Tarde No Café (EP Orfeu ATEP 6676, 1974).

Faixas / Tracks:
Uma Tarde No Café / As Andorinhas Já Voltaram / Nas Asas de Uma Gaivota / Lamento dos Que Ficam.

- Sem informação sobre este grupo português -

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Digitalização de capas e áudio a cargo de Carlos Santos
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Analfabitles (EP/compacto duplo 1969)




AQUI:

Analfabitles
(EP/compacto duplo RCA LCD-1207 - 1969). Disco considerado raro.


Faixas:

01. Magic Carpet Ride
02. The Sun Keeps Shining
03. Shake
04. It's Been Too Long
Bonus:
05. When Summer Is Gone

Os Analfabitles contabilizavam três anos de existência em 1968. No início eram um quarteto e atendiam pelo nome de The New Kings. Uma fase curta, movida por uma aparelhagem incipiente e muita disposição. Logo, o pretensioso nome foi abolido, substituído pelo trocadilho com o qual a banda viria a tornar-se numa lenda no Rio de Janeiro.

Mimetizando os grupos ingleses e norte-americanos, dos quais sugavam o repertório, os Analfabitles seguiam uma rota divergente do estilo predominantemente popular da jovem guarda. De fato, compartilhavam com outras bandas beat e de garagem, como The Outcasts, The Bubbles, The Trolls, The Divers e The Crows, entre outras, um nicho distinto e exclusivo, porém sem muita atenção das TVs e dos jornais e revistas, como recebiam os artistas daquela vertente.

No entanto, em 1968, já como um sexteto, a banda atravessava um momento efervescente. Os seus bailes sempre concorridos mantinham o grupo em permanente circulação pelos clubes da Zona Sul, com esticadas a Tijuca, ao Grajaú e a Niterói, do outro lado da baía. Mas foi no Caiçaras, um clube de elite às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas - na verdade, situado numa ilha - que a coisa começou a aquecer. Ali, as suas "tardes dançantes de domingo" foram se tornando tão disputadas durante o segundo semestre do ano que os bailes tiveram que ser transferidos do salão para o ginásio do clube. Com a fama se espalhando rapidamente entre os jovens atentos da cidade, não foi preciso muito tempo para Danilo, Léo, Maran, Luiz Carlos, Fernando e Daniel desfrutarem da reputação de pertencerem à melhor banda da região, ao lado de The Bubbles.

Foi no meio desse panorama que os Analfabitles tiveram a chance de gravar um compacto simples para a RCA Victor. Chance essa proporcionada pelo gaitista e violonista Rildo Hora que, naquele momento, se iniciava como produtor musical da gravadora. Reunidos no estúdio da CBS, no Rio, o grupo registou os dois temas para o compacto (single) numa curta sessão de gravação. Ao final de uma tarde de trabalho, depois de gravadas as bases, seguidas dos vocais em overdub, Rildo Hora dava por encerrada a sessão.

A escolha dos Analfabitles recaiu sobre dois números absolutamente obscuros, conhecidos apenas pelos frequentadores mais assíduos dos bailes da banda. Foram eles "Sunnyside Up" e "She's My Girl". O primeiro, de uma banda de garagem de Boston (EUA) de pouca expressão fora de sua região de origem, chamada Teddy and The Pandas. A segunda, dos Coastliners, outro grupo norte-americano cujo legado discográfico se limita a alguns compactos.

De certa forma, uma escolha surpreendente, pois contrariava a tendência da maioria dos artistas (e de bandas de sua época) em copiar os sucessos mais óbvios ou refazer temas de artistas já consagrados internacionalmente, quando da gravação de covers. Com inteligência, os Analfabitles evitaram comparações com as gravações originais que, no caso, ninguém conhecia, e tornaram "seus" os temas gravados. Portanto, se sucesso fizessem, seriam conhecidos como uma assinatura exclusiva da banda e de ninguém mais.

"Sunnyside Up" é um número em mid-tempo, com destaque para um "caprichado" vocal do grupo, em arranjo diferente, melhor e de efeito superior ao registado por Teddy and The Pandas. Outro carimbo da banda presente na gravação é o atrevido solo de Maran ao órgão Hammond. Já "She's My Girl", escolhida para ocupar o lado 2 do compacto, é uma balada delicada, cantada em falsete por Fernando tal qual a gravação original dos Coastliners, lançada nos Estados Unidos em 1966 através da etiqueta Back Beat.

O disco, cujo lançamento foi celebrado com uma festa no Teatro Casa Grande em 13 de outubro de 1968, chegou às rádios através do legendário DJ Big Boy, que incluiu os dois números na programação da Rádio Mundial. Mas foi "She's My Girl" que caiu no agrado dos ouvintes. O sucesso foi tanto que a música acabou invadindo o dial de outras estações cariocas, garantindo a RCA vendas de dez mil cópias do compacto. Um enorme alento para um grupo sem presença alguma na televisão e cuja fama ainda atingiria o ápice no ano seguinte.

No ano seguinte (1969) gravaram o EP (compacto duplo) que aqui se apresenta.

Texto de Nélio Rodrigues, publicado originalmente na revista virtual Senhor F., com adaptação de João Romão.
(Nota: Nélio Rodrigues é pesquisador e historiador, autor do livro "Os Rolling Stones no Brasil" e colaborador de Senhor F.)


EP (compacto duplo) ripado do vinil e gentilmente cedido por Miguel Nunes (do Brasil). O nosso especial agradecimento e um abraço, pela colaboração.
Masterização por Carlos Santos.

Analfabitles (Single / Compacto simples 1968)




AQUI:

Analfabitles (Single / Compacto simples RCA LC-6453, 1968).

Faixas / Tracks:  Sunnyside Up  /  She's My Girl

Os Analfabitles, considerada uma das lendas do rock carioca, faziam um som ao estilo dos Beatles, nas com os vocais a aproximarem-se do rhythm and blues de grupos como os Them e os Rolling Stones. Eles foram um dos poucos que não adotaram o estilo predominantemente "populista" da jovem guarda. Faziam covers de bandas americanas e inglesas, fugindo da fórmula tradicional (nada de versões). Em 1968, nos bailes de domingo da zona sul carioca, os Analfabitles eram a grande sensação. Ficaram apenas nos compactos, tocando música em inglês e de outros, mas longe de serem apenas mais um "grupinho" de garagem. Eles tinham qualidade e determinação. Não era para qualquer um naquele tempo imitar bandas como, por exemplo, os Traffic.
Gravaram em vinil pela RCA, entre 1968 e 1969.


Single (compacto simples) ripado do vinil e gentilmente cedido por Miguel Nunes (do Brasil). O nosso especial agradecimento e um abraço, pela colaboração.
Masterização por Carlos Santos

Postais de Conjuntos Famosos dos Anos 60 (III)


Postais de colecionador - famosos conjuntos musicais dos anos 60:

The Rolling Stones  / The Searchers  / The Kings  / Los Surfs

Coleção de postais gentilmente cedida por Luís Futre.
 

Psych Out - Apoio da Groovies Records (11 de Abril no MUV)

quinta-feira, 7 de abril de 2011



Filme a ser apresentado na Segunda-feira, dia 11 de Abril no MUV! A não perder! Com a presença de Luís Futre (Groovies Records).

Psych-Out (1968) is a feature film about hippies, psychedelic music, and recreational drugs, produced and released by American International Pictures. Originally scripted as The Love Children, the title when tested caused people to think it was about bastards, so Samuel Z. Arkoff came up with the ultimate title based on a recent successful reissue of Psycho.
Director Richard Rush's cut came in at 101 minutes and was edited to 82 minutes by the producers. This version is the one released on DVD. For some reason, when HBO Video released the film on VHS, they used the 101-minute director's cut, probably unknowingly, as they did not mention it on the packaging. The majority of the songs in the movie and on the original soundtrack album were performed by the Storybook. This credit is never mentioned on movie posters and articles. They were a local band from the San Fernando Valley.

Informação prestada por Luís Futre. 
 

Roger Sarbib - Roger Sarbib (EP 60's)



AQUI:

Roger Sarbib - Roger Sarbib (EP Alvorada AEP 60459, 60's). Disco considerado raro.

Roger Sarbib foi um conceituado pianista francês, responsável pela introdução em Portugal das "Big Bands" e trabalhou com alguns dos mais importantes nomes da canção francesa como Edith Piaf, Charles Trenet ou Maurice Chevalier. Teve também a seu cargo o Conjunto Roger Sarbib.

André Sarbib, seu filho, é o irmão mais novo do contrabaixista Jean Sarbib, personagem importante na vanguarda jazzistica nova-iorquina, mais conhecido por Saheb Sarbib.

De relembrar que André Sarbib fez parte de importantes grupos portugueses, tais como, Os Tártaros, Albatroz ou Arte E Ofício e Jean Sarbib, do Quinteto Académico.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Digitalização de capas e áudio por Carlos Santos. 

Tommy Boyce and Bobby Hart (EP 1969)



AQUI:

Tommy Boyce & Bobby Hart (EP Alvorada EP-25-22, 1969).
Edição portuguesa.

Tommy Boyce (born Sidney Thomas Boyce, September 29, 1939 — November 23, 1994) and Bobby Hart (born Robert Luke Harshman, February 18, 1939, Phoenix, Arizona) were a prolific songwriting duo, best known for the songs they wrote for The Monkees.

Songwriter Tommy Boyce is best-known for his fruitful collaboration with Bobby Hart during the 1960s. They themselves were a singing duo and had hits with "Out and About" and "I Wonder What She's Doing Tonight." As songwriters, Boyce and Hart gained early recognition for penning the 1961 hit "Pretty Little Angel Eyes" for Curtis Lee and then "Come a Little Bit Closer," which was a hit for Jay and the Americans in 1964. In 1966, the duo became musical directors of the tuneful sitcom The Monkees and provided the onscreen quartet with their popular theme song "Hey Hey We're the Monkees" and the hit "Stepping Stone." As a solo songwriter, Boyce had his first hit when Fats Domino took his song "Be My Guest" to the Top Ten in 1959. Boyce had his own hit singing his "I'll Remember Carol" in 1962. Boyce and Hart eventually went their separate ways. In the late '70s, he moved to Great Britain and worked closely with such artists as Iggy Pop and Meatloaf. In the early '90s, Boyce moved to Tennessee, and in late 1994, Boyce shot himself while staying in his Nashville home.

Fonte: By Sandra Brennan, Rovi.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Virginia Lee - Greatest Hits Vol. 2 (South Africa)




From Youtube: Slim Whitman and Virginia Lee - Tennessee Yodel Polka. 
Recorded with Virginia Lee on Slim's 1976 tour of South Africa. Slim would have been 52 years old - still a pretty powerful yodel, and Virginia also. Pity they did not record more together.

AQUI:    OU    ALI:
 
This is the second personal collection of great hits of Virginia Lee, from vinil.
South Africa's Singing Sweetheart, The Girl with the Golden Voice, South Africa's Queen of Song, South Africa's female Jim Reeves and South Africa's First Lady of Song. These were titles bestowed on Virginia Lee. "Ginny" as she was affectionately known, was South Africa's best selling female recording artist of the late Fifties, Sixties and early Seventies. She was the first South African female vocalist to receive a gold disc, for the equivalent of a million sales for her hit "Goodbye My Love". She followed that up with a second gold disc only seven months later for "Darling It´s Wonderful".
She sang in both English and Afrikaans and was once massive! Also step mother to SA country singer Clive Bruce.

Ripped from vinyl. Tracks kindly provided by John Lyle, mastering by Carlos Santos.
Covers album produced by João Romão.
Many thanks to J.L., my dear South African friend. 

Postais de Conjuntos Famosos dos Anos 60 (II)


Postais de Conjuntos Famosos dos Anos 60 (II)

Los Mustang / Los Sirex / Los Findes / Los Salvajes.

Coleção de postais gentilmente cedida por Luís Futre.

Ronnie Bird - La Surprise (8º EP, 1967)

quarta-feira, 6 de abril de 2011



Ronnie Bird - La Surprise (8º EP Philips 437.353 BE, 1967).

EP gentilmente cedido por Luís Futre.

Saco/envelope da Valentim de Carvalho, Lda.



Trata-se de um verdadeiro “achado arqueológico” cuidadosa e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem muito agradecemos.

É um daqueles sacos/envelopes em papel, fornecido pela respectiva loja de discos, normalmente usados nos anos 60 para embalar os discos de vinil, após a sua venda.

Este raro exemplar deverá ser de 1962/63 (bem conservado), segundo calcula Luís Futre, sendo certo que é anterior a 1964.

É um saco/envelope da Valentim de Carvalho, Lda. (conceituada loja de discos e instrumentos musicais que existiu na Rua Nova do Almada, em Lisboa).

Conta-nos a Fernanda Bacelar (esposa de Daniel Bacelar), funcionária desde muito nova daquela prestigiosa empresa que alguns clientes estrangeiros quando adquiriam os discos, por vezes lhe pediam para levar mais um exemplar intacto destes sacos de papel (sem estar dobrado), supondo que seria para colecionismo.

Outro pormenor que nos induz a pensar que deverá ser anterior a 1964 é que, segundo a Fernanda, quando começou a trabalhar na Valentim de Carvalho naquele ano, a loja já não apresentava alta fidelidade VST, conforme é referido na contracapa do envelope, mas sim outras marcas mais modernas.

Agradecemos desde já a disponibilidade e a gentileza dos pormenores à Fernanda Bacelar.

Deixamos este apontamento como uma simples curiosidade que nos apraz registar.

João Romão e Carlos Santos

"OS VINIS SÃO ETERNOS"
("Diamonds are forever").

O Disco de Vinil é a primeira cópia exata do som real. O Disco Digital de Áudio é a segunda cópia e inexata do som real. Não existe som real digital:
Originalmente ele é analógico.

Joaquim Cutrim

Vanusa - 20 Super Sucessos



AQUI:

Vanusa - 20 Super Sucessos

Vanusa Santos Flores, ou simplesmente Vanusa (Cruzeiro, 22 de Setembro de 1947), é uma cantora brasileira. Musa do "iê-iê-iê". Foi sucesso nas décadas de 60/70, especialmente com um grande êxito, "Manhãs de Setembro" (1973). Ao longo da sua carreira, gravou 23 discos e vendeu mais de um milhão de cópias. Representou o país em vários festivais internacionais e recebeu cerca de 200 prémios. Por dois anos seguidos foi eleita a Rainha da Televisão. Entre os programas de televisão em que participou estão o Qual é a Música? e o Aquarela Brasileira. Actualmente continua cativando o coração do público brasileiro. É mãe de três filhos: Rafael Vanucci, filho de Augusto César Vanucci e vencedor da segunda edição da Casa dos Artistas, Amanda e Aretha Marcos, filhas do cantor António Marcos.


 Faixas/Tracklist:

01. Mensagem
02. Manhãs de Setembro
03. Pra Nunca Mais Chorar
04. Caminhemos
05. Paralelas
06. Mudanças
07. O Homem de Nazareth
08. Sonhos de Um Palhaço
09. Estou de Mal Com Você
10. Súplica Cearense
11. Como Vai Você
12. Se Eu Pudesse Conversar Com Deus
13. Eu Tenho Um Amor Melhor Que O Seu
14. Porque Chora a Tarde
15. Eu Vou Ter Sempre Você (You'll Never Know)
16. O Que É Meu É Teu
17. Cheiro de Luz
18. Droga Maldita
19. Sem Maquiagem
20. Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones (C'era Un Ragazzo Che Come Me Amava I Beatles e I Rolling Stones)

Álbum gentilmente cedido por Margot Romão (minha cunhada brasileira) a quem agradeço a sua simpática colaboração.

Giane - Esta É Giane...A Voz Doçura (LP 1964)




Giane - Esta É Giane...A Voz Doçura (LP Chantecler CMG-2261, 1964).

Giane, nasceu Georgina Morozinde dos Santos numa fazenda em Ribeirão Preto, cantora, que pode ser considerada uma das precursoras da Jovem Guarda. Iniciou a carreira em meados da década de 1960, durante o início da Jovem Guarda.
Giane, teve o seu grande êxito em 1964 com a versão de Dominique . Gravou em seguida Angelita com poema declamado pelo radialista Barros de Alencar que foi um dos grandes sucessos na época. O seu maior êxito, como cantora profissional, foi ter ganho o Festival de San Remo, realizado na Itália em 1972, interpretando a música Estrada do Sol, samba-canção de Tom Jobim e Dolores Duran.


Faixas/Tracklist:

01 - Dominique
02 - Longe de Ti
03 - Recorda (Ricorda)
04 - Quero
05 - Minha Alegria, Minha Tristeza
06 - Quem Sou Eu
07 - Saudade, Tristeza E Ninguém
08 - Não Sou Ninguém (Uno Dei Tanti)
09 - Saudade Que Não Foi Sequer Saudade
10 - Mente-Me (Mienteme)
11 - Sem Querer
12 - Dois Pecadores
13 - Por Acaso
14 - Quem Me Dera (A Lonesome Heart)

Novo álbum gentilmente cedido por Miguel Nunes (do Brasil), a quem agradecemos.

Eurico Cebolo, músico, poeta e compositor


Eurico Cebolo, agora com 72 anos, é um músico, poeta e compositor que iniciou a sua carreira e se dedicou à música desde muito cedo, aprendendo acordeão e viola por si próprio. Mais tarde deu um passo definitivo na sua carreira com a banda que formou com mais dois elementos, "Os Vampiros" e que animavam as boates mais famosas de Lourenço Marques/Moçambique, nos anos 60, O Pinguim, o Luso, o Aquário e a Cave (na Rua Araújo e imediações...).

Segundo ele, compôs mais de mil canções, entre elas alguns fados e contou com variadíssimos prémios de música popular.

Feita esta simples apresentação, peço a ajuda e a colaboração dos visitantes, seguidores e amigos deste blog, para localizarem mais informações sobre este músico e o seu conjunto e, se possível, qualquer tipo de registo ou gravação (áudio), mesmo que em fita magnética, ou outra (fotos), etc...

Obrigado.

Carlos Santos

Informações e fotografia retiradas da revista Vice - vol 3 nº 1 (2011)

Vanusa (EP 1968)



AQUI:

Vanusa - Vanusa - (EP /compacto duplo, RCA Victor LCD-1195, 1968).

Faixas:

01 - Só Você (Carlos Imperial-Fábio)
02 - Pra Nunca Mais (Carlos Imperial-Eduardo Araujo)
03 - Aonde Estás? (Carlos Imperial-Fábio)
04 - O Geghege (Il Geghege) (Canfora-Wertmüler-Vanusa)

Vanusa Santos Flores, é uma cantora e compositora brasileira.
Apesar de nascida no Estado de São Paulo, foi criada nas cidades mineiras de Uberaba e Frutal. Aprendeu a tocar violão muito jovem e com 16 anos passou a atuar como cantora do conjunto de rock-baile Golden Lions. Numa das suas apresentações foi ouvida por Sidney Carvalho, então na agência de propaganda Prosperi, Magaldi & Maia, que a convidou para ir a São Paulo. Foi casada com o cantor António Marcos, com o qual teve uma filha. E também com o ator e diretor de TV Augusto César Vanuci, com quem teve outro filho.
Iniciou a sua carreira em 1966, nos últimos tempos da Jovem Guarda, apresentando-se na TV Excelsior, concorrente da TV Record, que apresentava o programa Jovem Guarda, chegando a participar no famoso programa vesperal, apenas nas suas duas últimas edições. Em 1966, estreou-se na televisão apresentando-se no programa de Eduardo Araújo, o Bom, na extinta TV Excelsior de São Paulo. Ainda no mesmo ano, foi contratada pela RCA Victor e fez sucesso com a canção "Pra nunca mais chorar", de Eduardo Araújo e Carlos Imperial. Foi justamente esse sucesso que a introduziu no ambiente do programa da Record. Logo depois, passou a atuar com Renato Aragão e Wanderley Cardoso no programa Adoráveis Trapalhões, da TV Record de São Paulo.
Em 1968, gravou seu primeiro LP, na RCA Victor, no qual se estreou também como compositora, com as músicas "Mundo colorido" e "Perdoa", além de "Eu não quis magoar você", esta em parceria com David Miranda. Nos anos seguintes, atuou em diversos festivais no Brasil e no exterior. Em 1971, participou do VI FIC, da Rede Globo, com "Namorada", que fez grande sucesso em parceria com o seu então marido António Marcos. Em 1973, lançou LP pela Continental, trazendo o seu maior sucesso, a música "Manhãs de Setembro", parceria com Mário Campanha. Em 1974, ganhou o prémio de revelação feminina no Festival de Piriapolis, realizado no Uruguai. No ano seguinte lançou o LP "Amigos novos e antigos", no qual gravou três composições de sua autoria, "Rotina", com Mário Campanha, "Espelho", com Sérgio Sá e "Vinho rosé da rainha sem rei", com Gabino Correia. Esse disco teve grande êxito com a faixa "Paralelas", composição de Belchior, uma das canções que marcaram a carreira da cantora.


Em 1977, lançou pela gravadora Copacabana, com o cantor Ronnie Von, o LP "Cinderela 77", trilha sonora de novela de televisão com o mesmo nome. No mesmo ano, gravou o LP "Vanusa 30 anos", no qual interpretou "Lá no pé da serra", de Elpídeo dos Santos e "Problemas", de Mauro Motta e Raul Seixas. Ao longo dos anos 1980, prosseguiu com sua carreira gravando vários discos e participando de festivais. Ficou em terceiro lugar no Festival de Seul, realizado na Coréia do Sul, com "Mágica loucura", em parceria com Augusto César Vannucci. Em 1982, gravou "Basta um dia", de Chico Buarque. Em 1985, gravou "Nossa canção", de Pisca e Ronaldo Bastos e "Canção dos amantes", de Renato Teixeira. Em 1991, participou do famoso Festival de Viña del Mar, no Chile, quando obteve o quinto lugar com "Quando o amor termina", em parceria com Sérgio Augusto.
Em 1991, lançou o LP "Viva paixão", no qual interpretou "Paralelas", de Belchior. Em 1994 lançou "Hino ao amor", pela Leblon Discos, no qual interpretou a música título, de Edith Piaf e M. Monet, além de "Traição" e e"Arco-íris", de sua autoria, entre outras. Em meados da década de 1990, começou a escrever a sua autobiografia intitulada "Vanusa - a vida não pode ser só isso!", publicada em 1997, pela editora paulistana Saraiva. Ainda em 1997, teve seu show "A Arte do Espetáculo" gravado e lançado em CD pela RGE. Nos primeiros anos 2000, continuou em atividade, apresentando-se em programas televisivos e shows pelo Brasil. Em 2001, a BMG lançou dois CDs com a regravação de quatro de seus LPs.
Em 2005, participou em diversos eventos e shows comemorativos dos 40 anos da Jovem Guarda, o projeto "Festa de arromba- 40 anos da Jovem Guarda", apresentado durante todo o mês de Agosto, no Teatro II do CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), no Rio de Janeiro, passando também por Brasília e São Paulo, no qual fez dupla com os Golden Boys, em temporada de 3 dias, alternada com outros expoentes da Jovem Guarda, que também se apresentaram em duplas, como Erasmo Carlos e Wanderléa, Jerry Adriani e Waldirene, Wanderley Cardoso e Martinha. Com agenda lotada, a cantora participou em gravações, shows e programas comemorativos por todo o Brasil.

EP gentilmente cedido por Ivando Goes, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Postais de Conjuntos Famosos dos Anos 60











Postais de colecionador - famosos conjuntos musicais dos anos 60:

The Beatles  /  Cliff Richard & The Shadows  /  Las Chics  /  Los Cheyenes.

Coleção de postais gentilmente cedida por Luís Futre.

II Festival da Canção Portuguesa - Porto (EP 1960)

terça-feira, 5 de abril de 2011




II Festival da Canção Portuguesa - Porto (EP A Voz do Dono, 7LEM 3056 - 1960).


Faixas / Tracks:

01 - Trio Odemira - Nasci Contra o Vento
02 - Maria de Lurdes Resende com Sivuca - Amar É Sina
03 - Maria de Lurdes Resende - canção de Embalar
04 - António Calvário com Sivuca - Regresso

O II Festival teve lugar no Porto, na noite de 31 de Maio de 1960, integrado nos festejos do "Maio Florido" dando continuidade aos espectáculos de música ligeira portuguesa que tinham sido organizados no enquadramento das mesmas festividades, quando António Ferro presidia à Emissora Nacional. 

A Voz do Dono, editou o disco 7LEM 3056 "II Festival da Canção Portuguesa" com "Canção de Embalar" por Maria de Lourdes Resende; "Regresso" por António Calvário; "Nasci contra o vento" pelo Trio Odemira; e "Amar é sina" de novo por Maria de Lourdes Resende.

Trata-se de um disco importante por ser a primeira gravação de "Regresso" por António Calvário. A canção foi uma das mais notadas no Festival e viria a ser o primeiro grande sucesso do cançonetista, dando um impulso considerável à sua carreira.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.
 

Hit Parade 2 (EP 1965) - V/A


DOWNLOAD LINK:   http://www.megaupload.com/?d=APFAF3XE

Hit Parade 2 (EP Decca PEP 1097 - 1965) - V/A (vários artistas)

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Digitalização de capas e áudio a cargo de Carlos Santos.