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Luis Cilia – Memória (LP Diapasão – DIAP 16005/R, 1976)

sexta-feira, 1 de maio de 2026




Luis Cilia – Memória (LP Diapasão – DIAP 16005/R, 1976).
Produção: Lamiré.
Género: Folk Progressivo, Música de Intervenção.


Memória” é o décimo segundo álbum de estúdio do cantor, músico e compositor português Luís Cília, lançado através do selo Diapasão, em 1976. Este disco possui sonoridades maravilhosas que testemunham a qualidade do compositor bem como de uma posição e de uma época.
Em Setembro de 1976, Cília actuou no Festival "La Trobada dels Pobles” no Nou Estadi del Levante, Valência. Neste festival actuaram outros cantores entre os quais Luís Pastor. Neste mesmo ano editou o LP “Memória”, em Portugal, que mais tarde foi reeditado em Espanha, França, Itália, Alemanha Democrática e Bulgária. A discografia de Luís Cília é vasta. Compõe-se por aproximadamente duas dezenas de discos, onde predominam o vinil: LP´s, EP´s, Singles e 3 CD’s, sendo um deles de originais. Mais informação sobre este músico português, já se encontra inserida neste blogue.


Faixas / Tracklist:

A1 - Na Capela Ogival Das Tuas Mãos (Carlos Cunha, Luis Cilia)
A2 - Até Quando (Luis Cilia)
A3 - Assim Cantamos (Luis Cilia, Manuel Correia)
A4 - O Mar Não Precisa de Ter Ondas (Armindo Rodrigues, Luis Cilia)
A5 – Memória (J. C. Ary dos Santos, Luis Cilia)
B1 - Redondilha (Luis Cilia, Pedro Tamen)
B2 - Não Podemos Calar O Que Nos Dói Para Lá do Oceano (Luis Cilia, Manuel Correia)
B3 – Se (Luis Cilia)
B4 - Canção do Camponês-Operário (Luis Cilia, Manuel Correia)
B5 - A Festa Nunca Acaba (Luis Cilia, Manuel Correia)
B6 – Novembro (Luis Cilia, Manuel Correia)

Músicos / Musicians:

Luis Cilia – voz, guitarra acústica, compositor, arranjos
Edmundo Silva – guitarra baixo
Pedro Osório – sintetizador, piano
Carlos Zíngaro - violino

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo A. Carpinteiro, a quem agradecemos.

Luís Cília – Resposta (LP 1975)

sábado, 25 de abril de 2026




Luís Cília – Resposta (LP EMI – 8E 062 40398, 1975).
Género: Folk, Folk Rock, Balada, Música de Intervenção.


"Resposta" é um álbum de estúdio do cantor e compositor português Luís Cília, lançado em 1975 pela editora EMI/Valentim de Carvalho. Este trabalho foca-se em estilos como folk, fado e balada, inserido no contexto da música de intervenção. Do álbum destacamos as faixas, "Parábola Aberta" e a canção homónima "Resposta".
Luís Fernando Castelo Branco Cília, mais conhecido apenas por Luís Cília, nasceu em Nova Lisboa, Angola, a 1 de Fevereiro de 1943. É um compositor e intérprete musical português, um cantor de intervenção. Veio de Angola para Portugal em 1959, para prosseguir os seus estudos. Em 1962 conheceu o poeta Daniel Filipe que o incentivou a musicar poesia. Em Abril de 1964 partiu para Paris, onde viveu até 1974. Em França estudou guitarra clássica com António Membrado e composição com Michel Puig. Entre 1964 e 1974 realizou recitais em quase todos os países da Europa. Depois do seu regresso a Portugal continuou a gravar discos, como compositor e intérprete e a realizar recitais. Como intérprete, gravou dezoito discos, alguns dos quais dedicados a poetas, tais como Eugénio de Andrade ("O Peso da Sombra"), Jorge de Sena ("Sinais de Sena") ou David Mourão Ferreira ("Penumbra"). Cília está em actividade desde 1962 até à actualidade. Mais informação sobre Luís Cília, já se encontra inserida neste blogue.


Faixas / Tracklist:

A1 - Parábola Aberta (Manuel Correia, L. Cília)
A2 - Canção Em Coro (Nicolas Guillén / Trad.: Carlos Grifo, L. Cília)
A3 - Experiência (Armindo Rodrigues, L. Cília)
A4 - Canção Paternalista (M. Cesariny de Vasconcelos, L. Cília)
A5 - Padre Frei Francisco (João de Deus, L. Cília)
A6 - Angústia Terceira (Nicolas Guillén / Trad.: Carlos Grifo, L. Cília)
B1 - Resposta (Manuel Correia, L. Cília)
B2 - Reunião da Comissão de Moradores de S. Marcos do Campo - Agosto 1975 (Manuel Correia, L. Cília)
B3 - Cantigas de Circunstância (Armindo Rodrigues, L. Cília)
B4 - O Nosso Caminho (Manuel Correia, L. Cília)
B5 - 28 de Setembro (Manuel Correia, L. Cília)
B6 - Confissão (Anónimo Sec. XVIII, L. Cília)

Músicos / Musicians:

Luís Cília – voz, guitarra acústica
Edmundo Silva – guitarra baixo
Pedro Caldeira Cabral – guitarra, flauta
Olga Prats - piano
Manuel João Afonso - violino
António Oliveira E Silva - violino Piccolo
Lourdes Dos Santos - violoncelo

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo A. Carpinteiro, a quem agradecemos.

Luis Cilia ‎– Contra A Ideia Da Violência, A Violência Da Ideia (LP 1974).

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014



Luis Cilia ‎– Contra A Ideia Da Violência, A Violência Da Ideia (LP Le Chant Du Monde LDX 74538, 1974 – edição francesa). 
A edição portuguesa tem a referência, LP O Canto Do Mundo ‎– G. U. OCM 2, 1974.

Capa da edição portuguesa.

Luís Cília nasceu em Nova Lisboa (Angola), em 1943. Veio para Portugal em 1959,para prosseguir os seus estudos.
É um cantor de intervenção que no exílio, em França, denunciou a guerra colonial e a falta de liberdade em Portugal. 
Em 1962 conheceu o poeta Daniel Filipe que o incentivou a musicar poesia. Datam desse ano as suas primeiras experiências nesse campo ("Meu País", " O Menino Negro Não Entrou Na Roda", etc.), mais tarde incluídos no seu primeiro disco gravado em França, para a editora Chant du Monde. Em Abril de 1964 partiu para Paris, onde viveu até 1974.


Em França estudou guitarra clássica com António Membrado e composição com Michel Puig.
Entre 1964 e 1974 realizou recitais em quase todos os países da Europa.
Depois do seu regresso a Portugal continuou a gravar discos, como compositor e intérprete e a realizar recitais. Como intérprete, gravou dezoito discos, alguns dos quais dedicados exclusivamente a poetas tais como Eugénio de Andrade ("O Peso da Sombra"), Jorge de Sena ("Sinais de Sena") ou David Mourão Ferreira ("Penumbra").
Nos últimos anos tem-se dedicado apenas à composição, nomeadamente para Teatro, Bailado e Cinema.

Fonte: Wikipedia.


Faixas/Tracklist:

A1 Pátria Lugar De Exílio 
A2 Gabriel 
A3 Cantiga De Amigo 
A4 Fecundou-Te 
A5 Canto De Esperança 
B1 Contra A Ideia Da Violência, A Violência Da Ideia 
B2 Voz Suspensa 
B3 Caminho Longe 
B4 O Poema Original 
B5 Sei Que Me Esperas 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Allex Freitas, a quem agradecemos. Agradecimento também a João Carlos Callixto pela colaboração. 
Masterização por Carlos Santos.

Luís Cília ‎– La Poésie Portugaise De Nos Jours Et De Toujours Nº3 (LP 1971).

domingo, 12 de outubro de 2014



Luís Cília ‎– La Poésie Portugaise De Nos Jours Et De Toujours Nº 3 (LP Moshé-Naïm ‎– MN10012, 1971). Edição francesa.

Luís Cília, é um compositor e intérprete musical português, nascido em Nova Lisboa (Angola), em 1943.
Cília é um cantor de baladas e de intervenção que no exílio, em França, denunciou a guerra colonial e a falta de liberdade em Portugal. 
Veio para Portugal em 1959, para prosseguir os seus estudos. Em 1962 conheceu o poeta Daniel Filipe que o incentivou a musicar poesia. Datam desse ano as suas primeiras experiências nesse campo ("Meu país", " O menino negro não entrou na roda", entre outras), mais tarde incluídos no seu primeiro disco, gravado em França, para a editora Chant du Monde. Em Abril de 1964 partiu para Paris, onde viveu até 1974. Nesse país, estudou guitarra clássica com António Membrado e composição com Michel Puig. Entre 1964 e 1974 realizou recitais em quase todos os países da Europa.


Depois do seu regresso a Portugal continuou a gravar discos, como compositor e intérprete e a realizar recitais. Como intérprete, gravou dezoito discos, alguns dos quais dedicados a poetas,tais como Eugénio de Andrade ("O peso da sombra") Jorge de Sena ("Sinais de Sena"), ou David Mourão Ferreira ("Penumbra").
Nos últimos anos tem-se dedicado apenas à composição, nomeadamente para Teatro, Bailado e Cinema.
A discografia de Luís Cília é vasta. É composta por aproximadamente duas dezenas de discos, onde predominam o vinil: LP´s, EP´s Singles e 2 CD’s, sendo um deles de originais. Há igualmente edições de discos em cassete. Luis Cilia participa também em vários discos de festivais ao vivo na Europa. Interpreta essencialmente obras suas, com excepção das obras do cancioneiro português (discos “O guerrilheiro” e o “Cancioneiro”) duas canções traduzidas de George Brassens, e as canções “Povo unido jamais será vencido” do Quilapayun e "Maldita Cocaína" de Almeida Amaral e Cruz e Sousa. Em outros contextos, mas nunca gravados em disco de autor, interpretou outras obras de George Brassens em português, bem como “Grândola Vila Morena”, em colectivo no Festival de Helsínquia. Gravou ainda um disco com samplers para a Sononoton Alemã baseados na música tradicional portuguesa.
De entre os seus inúmeros discos, aqui se apresenta o LP de 1971 -"La Poésie Portugaise de nos jours et de toujours" nº 3 (França).

Fonte: Wikipedia.


Faixas/Tracklist:

A1 Cântico De Um Mundo Novo (letra de Ilídio Rocha)
A2 Serventes (letra de D.Afonso, Natália Correia)
A3 Fala Do Homem Nascido (letra de António Gedeão)
A4 Dez Reis De Esperança (letra de António Gedeão)
A5 Adeus Trigo (letra de Arquimedes Da Silva Santos)
A6 Portugal Resiste (letra de Manuel Alegre)
B1 Poema A Boca Fechada (letra de José Saramago)
B2 Venham Leis (letra de José Saramago)
B3 Écloga Em Tempo De Guerra (letra de David Mourão Ferreira)
B4 Ternura (letra de David Mourão Ferreira)
B5 Herança (letra de Papiniano Carlos)

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Allex Freitas, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.