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Jovem Guarda (LP Vol. 1)

sábado, 24 de setembro de 2011


Jovem Guarda (LP  Som Livre Vol. 1)

Mais uma compilação excelente com grandes temas da Jovem Guarda brasileira.

Jovem Guarda foi um movimento surgido no final da década de 1950, que mesclava música, comportamento e moda. Surgiu com um programa televisivo brasileiro exibido pela TV Record, a partir de 1965. Ao contrário de muitos movimentos que surgiram na mesma época, a Jovem Guarda não possuía cunho político.
Os integrantes do movimento foram influenciados pelo Rock and Roll da década de 1950 e 1960 e pela precursora do rock no país, Celly Campello. Com isso, faziam uma variação nacional do rock, batizada no país de "Iê-Iê-Iê"(expressão surgida em 1964, quando os Beatles lançaram o filme "A Hard Day's Night", batizado no Brasil de "Os Reis do Iê-Iê-Iê"), com letras românticas e descontraídas, voltada para o público jovem. A maioria de seus participantes teve como inspiração o rock da década de 1950/60, comandado por cantores como Elvis Presley e bandas como os Beatles.


Renato e Seus Blue Caps
A expressão Jovem Guarda começou a ser usada com a estréia do programa de auditório que tinha esse nome, na TV Record, em 1965. Foi tirada de um discurso de Lenine, onde dizia "O futuro pertence à jovem guarda porque a velha está ultrapassada". Foi comandado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa que apresentavam ao público os principais artistas ligados ao movimento. O programa tornou-se popular e impulsionou o lançamento de roupas e acessórios. O movimento foi identificado como do público jovem, porém, agradou pessoas de todas as idades.Jovem Guarda agora não se destaca tanto como antes. Surgiram vários outros programas no mesmo estilo.Muitos consideram o fim do movimento juntamente com o fim do programa, em 1968, mas podemos dizer que se estendeu até meados de 1970.




Entre os muitos artistas do movimento destacaram-se Nalva Aguiar, Celly Campelo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos,Wanderléa, Vanusa, Eduardo Araújo, Silvinha, Martinha, Arthurzinho, Ronnie Cord, Ronnie Von, Paulo Sérgio, Wanderley Cardoso, Bobby di Carlo, Jerry Adriani, Rosemary, Leno e Lilian, Demétrius, Os Vips, Waldirene, Diana, Sérgio Reis, Sérgio Murilo, Trio Esperança, Ed Wilson, Evaldo Braga e as bandas, Os Incríveis, Renato e Seus Blue Caps, Golden Boys e The Fevers. Entre os principais sucessos estão "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno"; "Festa de Arromba"; "Pare o Casamento"; "Garota do Roberto"; "Biquíni Amarelo"; "Meu Bem"; "Eu Daria a Minha Vida"; "O Bom"; "Roda Gigante"; "Rua Augusta"; "Namoradinha de um Amigo Meu"; "Ternura"; "O Caderninho"; "Tijolinho"; "Feche os Olhos"; "A Festa do Bolinha"; "O Bom Rapaz" e "Menina Linda". A partir dos anos de 1990, regravações da Jovem Guarda feitas por outros grupos fizeram sucesso entre os adolescentes.

In Wikipedia

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem muito agradecemos a sua excelente e habitual colaboração. Ripado do vinil. 
Masterização por Carlos Santos.

Paella de Escarabajos Vol 1 (Spain) - Grupos Españoles Rinden Homenaje a Los Beatles


Paella de Escarabajos Vol.1 (Grupos Españoles Rinden Homenaje a Los Beatles).

Trata-se de uma compilação com versões Castelhanas de alguns dos temas dos Beatles.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo João Pimentel (http://jbpimentel.blogspot.com) a quem agradecemos.

C.S.

The Applejacks - Tell Me When (1964)



The Applejacks, grupo inglês integrado pelo vocalista Al Jackson, os guitarristas Martin Baggott e Phil Cash, Don Gould em órgão, Megan Davies em baixo e Gerry Freeman na bateria. Começaram a gravar para a Decca em 1964, obtendo bastante sucesso com o seu primeiro “single”, “Tell Me When” e “Baby Jane”. O segundo disco incluía “Everybody Fall Down” e “Like Dreamers Do”, tema este que ascendeu bastante bem nos “charts”. Gravaram também “Three Little Words” e outros temas, mas sem repetir o êxito dos primeiros discos. 
Esta antologia inclui algumas faixas bónus, algumas das quais nunca estiveram disponíveis em CD antes. Trata-se de uma compilação completa do período 1964-65. Inclui o Top 10 hit, 'Tell Me When ", e outros sucessos como, Three Little Words (I Love You)', assim como o tema que lhes foi oferecido pela dupla Lennon & McCartney, 'Like Dreamers Do'. 


Faixas/Track List: 

1. Tell Me When 
2. Wishing Will Never Make It So 
3. Over Suzanne 
4. Hello Josephine 
5. As A Matter Of Fact 
6. Too Much Monkey Business 
7. Mem'ries Of You 
8. Ain't That Just Like Me 
9. Kansas City 
10. I Wonder 
11. Three Little Words (I Love You) 
12. Baby Jane 
13. No Time 
14. See If She Cares 
15. What's The Matter Little Girl 
16. What'd I Say 

Bonus Tracks: 
 17. Like Dreamers Do 
18. Boom Boom Boom Boom Everybody Fall Down 
19. You're The One For Me 
20. Bye Bye Girl 
21. It's Not A Game Anymore 
22. I Go To Sleep 
23. Make Up Or Break Up 
24. I'm Through 
25. We Gotta Get Together 
26. Baby's In Black

Temas  disponibilizados por Carlos Santos.

José Niza faleceu hoje.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011




Compositor, médico, produtor e ex-deputado, José Niza morreu esta noite (dia 23), em Lisboa. Residia no Concelho de Santarém e chegou a ser presidente da Assembleia Municipal. Tinha 73 anos.


 José Manuel Niza Antunes Mendes nasceu em Lisboa, a 16 de Setembro de 1938, e viveu em Portalegre até aos 7 anos. Fez a escola primária e o liceu em Santarém, residindo actualmente numa aldeia próxima desta cidade, Perofilho.
Desde criança foi musicalmente influenciado pela vivência familiar. Sua mãe tinha o curso de piano do Conservatório Nacional e seu bisavô - José Niza - foi compositor de mérito, em Campo Maior, tendo o seu espólio de composição musical ficado na posse do maestro e compositor Fernando Lopes Graça. A avó materna era prima direita do Dr. António Victorino de Almeida, pai do conhecido maestro, pianista e compositor do mesmo nome.
No liceu de Santarém (cidade com fortes tradições académicas) José Niza começou a aprender guitarra e viola aos 13 anos. Em 1956 e em simultâneo com David Leandro Ribeiro, ambos se matricularam na Universidade de Coimbra: José Niza em Medicina e David Leandro em Direito.
Chegados a Coimbra, foram rapidamente introduzidos no meio da guitarra coimbrã, onde então pontificava o grupo de António Portugal, Jorge Godinho, Manuel Pepe e Levy Baptista.



Ambos tiveram a sorte de conhecer e acompanhar, já em fase final dos seus cursos, os cantores da excepcional geração dos anos 50: Luiz Góes, José Afonso, Machado Soares, Fernando Rolim e Sutil Roque. Constituíram então um grupo com os violas Emanuel Maranha das Neves e João Conde Veiga.
A partir de 1959 José Niza encetou outros caminhos musicais. Em 1961, com José Cid, Proença de Carvalho, Joaquim Caixeiro e Rui Ressureição, funda a Orquestra Ligeira do Orfeon Académico, uma das melhores formações musicais da altura, a par do Quinteto Académico e do Thilo's Combo.
Com o aparecimento da bossa nova e com o ressurgimento do jazz em Coimbra, é fundado o Clube de Jazz do Orfeon Académico e constituído o seu Quarteto: Rui Ressurreição (piano, órgão e vibrafone), José Niza (guitarra eléctrica), Daniel Proença de Carvalho (viola eléctrica) e Joaquim Caixeiro (bateria). Foi a partir dessa experiência que, em Coimbra, se organizaram os primeiros festivais internacionais de jazz, por onde passaram grandes nomes da cena mundial, como Dexter Gordon e Don Byas.



Não obstante estas actividades musicais, José Niza não abandonou completamente a sua ligação ao fado e à guitarra. E, assim, com Durval Moreirinhas, gravou as duas primeiras baladas que José Afonso registou em disco, exclusivamente acompanhadas à viola.
Licenciado em Medicina em 1966, continuou em Coimbra, onde fez a sua tese de licenciatura sobre esquizofrenia, enveredando, depois, pela psiquiatria.
Em 1969 foi convidado para compor a música para dois espectáculos do CITAC: A Excepção e a Regra, de Bertold Brecht e Castelão e a Sua Época, ambos proibidos pela Censura. Ainda no mesmo ano foi mobilizado, como médico, para a guerra colonial. Nas matas do Norte de Angola, entre outras canções, compôs música para dois discos: Gente de Aqui e de Agora, que gravou em 1971, e Fala do Homem Nascido, com poemas de António Gedeão. Entretanto, em 1970, já Adriano gravara algumas canções de José Niza: Cantar de Emigração e Fala do Homem Nascido.


Regressado da guerra colonial em 1971, José Niza passou a ser responsável pela produção da editora Arnaldo Trindade, Lda. (Discos Orfeu) para onde gravavam, ou vieram a gravar, os nomes mais importantes da música popular portuguesa: José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Luís Cília, Sérgio Godinho, Vitorino, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Manuel Freire, Carlos Mendes, José Calvário, Duarte Mendes e muitos outros. Como produtor, ou director musical, José Niza foi responsável pela gravação de discos como Gente de Aqui e de Agora, de Adriano Correia de Oliveira (1971), Eu Vou Ser Como a Toupeira (1972), Venham Mais Cinco (1973), Coro dos Tribunais (1974) e Com as Minhas Tamanquinhas (1976) todos de José Afonso e O Guerrilheiro (1974) de Luís Cília.
Autor de muitas canções para intérpretes como Paulo de Carvalho, Carlos do Carmo, Carlos Mendes, Duarte Mendes, Tonicha, Teresa Silva Carvalho, Vitorino, Janita Salomé, Rui Veloso, Samuel e muitos outros (para além dos cantores de Coimbra), José Niza ganhou quatro Festivais RTP da Canção. Foi o autor da letra da canção E Depois do Adeus, "senha" musical para o Movimento das Forças Armadas na noite de 24 de Abril (juntamente com Grândola Vila Morena, de José Afonso).
Deputado em muitas legislaturas, José Niza foi autor, ou co-autor, de diversas iniciativas e diplomas legislativos: Código dos Direitos de Autor e Direitos Conexos, Lei de Protecção da Música Portuguesa, Redução do Imposto sobre Importação de Instrumentos musicais, etc.

Faleceu hoje (dia 23), aos 73 anos de idade.

In Macua-Biografias

Golden Boys (Jovem Guarda / Brasil)






Golden Boys foi uma das bandas do movimento Jovem Guarda no Brasil. Eles são, na origem, um quarteto doo-wop, formado por três irmãos: Roberto, Ronaldo, Renato Correa José Maria, e um primo, Valdir Anunciação, que faleceu em 2004.
Os Golden Boys começaram a carreira muito jovens, por volta de 1958, como a versão brasileira do conjunto americano The Platters. Destacaram-se em apresentações de rádio e televisão, e, inspirados nos quartetos norte-americanos, gravaram vários discos voltados para o público jovem.


Os irmãos Roberto, Renato e Ronaldo também actuaram como compositores de canções de sucesso gravadas por outros artistas, além de serem também produtores. Os Golden Boys fizeram digressões nos anos 60 por países da América do Sul e gravaram diversos discos.
Algumas das faixas presentes nesta excelente compilação são, "Cabeção" (Roberto Correia/ Silvio Sion), "Alguém na Multidão" (Rossini Pinto) e versões de músicas dos Beatles, como "Michelle" e "Ontem" ("Yesterday").


Após se terem dedicado ao "iê-iê-iê" brasileiro, no final dos anos 60 e início dos anos 70 participaram em vários álbuns de artistas da MPB e do pop-rock brasileiro, álbuns estes que futuramente se tornariam culto e objecto de desejo de coleccionadores, como o clássico Carlos, Erasmo de Erasmo Carlos, nos discos de Marcos Valle, e até mesmo do álbum A Matança do Porco do grupo de rock progressivo Som Imaginário.
Os irmãos mais jovens formaram o Trio Esperança, com Regina, Mário e Evinha, mais tarde substituída pela irmã mais nova, Marizinha.

Fonte: Wikipedia

Álbum disponibilizado por João Romão.
Agradecimento ao nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes pela colaboração.

Krzysztof Klenczon - Trzy Korony (Underground Masters - 1971)





Krzysztof Klenczon (nascido em 14 Jan. 1942 em Pułtusk, Polónia, falecido em 07 de Abril de 1981 em Chicago) foi um cantor e compositor polaco, membro do grupo Czerwone Gitary, Korony depois Trzy. 
Um dos mais importantes músicos rock da Polónia nos anos 60/70’s.
Em 25 Fevereiro de 1981 Klenczon ficou gravemente ferido por um motorista bêbado, em Chicago. Faleceu em 07 de Abril desse ano.


Born in Pułtusk, Krzysztof Klenczon spent his childhood and youth in Szczytno, a small lakeside town. And it was sailing that turned him into a singer–his first fascination was the tradition of sailor shanties. The second was Elvis Presley.
He worked all summer to buy his first guitar. In fact, he was a self-taught musician. Having learned how to play the guitar, he became known for never parting with the instrument. His initial plans for adult life did not include music, though. He wanted to be an engineer. In 1960, Klenczon was admitted as a full-time student to the Technical University in Gdańsk. He quit after just one semester, and then–a year later–decided to become a teacher instead. After graduating with a degree in Physical Education,Krzysztof returned to Szczytno and was soon teaching children at a local primary school. But he didn’t betray his music. 


Together with his colleague, Karol Wargin, Klenczon took part in an amateur singing contest. Their song Teddy Bears was awarded first prize and the two PE teachers were given a chance to appear on stage with the popular sixties band Czerwono-Czarni. When this summertime music adventure was about to end and Krzysztof was getting ready to resume his teaching career in Szczytno, a rather unexpected offer reached him. Another Polish bigbeat band, Niebiesko-Czarni, were looking for a guitarist and invitedKlenczon to join them. 
He made up his mind fast. He quit his job and became a professional musician overnight. Klenczon was not the frontman type at first. In fact, he was famous for hiding in the darkest corners of the stage during concerts. Everything was new for him, everything was intimidating. Then came the studio recordings, the concerts abroad (including one in the famous Olympia concert hall in Paris), the popularity. The band even recorded for the French music label Decca! At the peak of what seemed a perfect career,Krzysztof Klenczon suddenly said goodbye to the band, the reason being a trivial misunderstanding. His reaction was typically fast. Too fast. 

He joined a band Pięciolinie that half a year later, in 1964, changed their name and turned into the most influential Polish group of that time–Czerwone Gitary. Their famous poster proclaimed: “We play the loudest music in Poland.” The five years to follow was a time marked by considerable success and even more popularity. Czerwone Gitary gained fame and appreciation, both among audiences and music critics. They were five talented artists who formed a group rather than a group of five talented individuals. They formed a genuine team and that was their special strength. However, in time, the two strongest personalities–Krzysztof Klenczon and Seweryn Krajewski–started to clash. And it was Krzysztof who left the band. He made up his mind fast. Too fast again. 
Two months later, in March 1970, he announced a new project. The band Trzy Korony was set up in a hurry and without much preparation. After a year and a half of ambitious attempts to introduce some new, refreshing ideas to the music scene, Krzysztof Klenczon dissolved the group. Even though Trzy Korony were rather well-received, he felt they would never match the popularity of their archrivals–Czerwone Gitary. 
Klenczon felt bitter and misunderstood. He decided to leave Poland. He moved to Chicago with his wife and daughter, leaving behind well-deserved fame and appreciation, the two things that America was never to offer him. In the States, he earned his living as a taxi driver and a bookbinder. He lived on Lake Michigan, a place that reminded him of his native lakeside town. He also sang in some Chicago clubs, first solo and then with his own band. He even managed to record one album for the American studio Clay Pigeon International but he didn’t have funds for advertising and the LP went unnoticed. 
Klenczon never stopped regretting his decision to leave Poland. He found some consolation in composing–his Chicago songs include The Show Never Ends and Suddenly. In the early 1980s, when the Solidarity movement reached America and the first wave of Polish political refugees arrived in Chicago, Klenczongot actively involved in charity campaigning. On February 26, 1981, he gave a concert at the Milford Club and all the proceeds went to Polish immigrant children. On the way home from the show, he had a car accident. A drunken motorist was driving too fast, hit his car, Klenczon was seriously injured and died in hospital forty days later. 
Poland was the place where the sad news of Klenczon’s death hit his fans the most. On April 8, 1981,Polish Radio broadcast a special program in his memory. It was his musical epitaph. Another Polish artist, Stan Borys, said: “Your show never ends, return to your lakes to find your peace there.” The urn withKrzysztof Klenczon’s cremated body was laid in the fa mi ly tomb in his native Szczytno. 
His records remain, his fans still listen to his oldies. Interestingly, his songs are being rediscovered by younger generations. Now and then, you can still hear his hits on the radio. A statue of Klenczon has just been erected in his hometown. His relative Jerzy Klenczon runs the Szczytno Music Society organizing regular events that commemorate the town’s famous son. Sopot boasts the Association ofKlenczon Music Lovers, Olsztyn boasts the only MA dissertation devoted to the artist (written by Iwona Malinowska-Bartko), Warsaw boasts the only Krzysztof Klenczon Street in the world. 
He died 25 years ago. Too fast. 

Fonte: In Anglo Fan 

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Programa Eli Corrêa no próximo domingo faz homenagem à música sertaneja no Brasil



Programa Eli Corrêa no próximo domingo faz homenagem à música sertaneja no Brasil 

Para relembrar os sucessos mais tocados nas rádios, as duplas Joaquim & Manuel e Adalberto& Adriano se apresentam na atração da Rede TV! (Brasil)


No próximo dia 25 de Setembro, às 07hs, Eli Corrêa faz uma grande homenagem à música sertaneja com a apresentação de duas duplas do segmento: Joaquim & Manuel e Adalberto & Adriano. Com canções como “Som de Cristal” e “Me deixe Só”, a manhã de domingo estará repleta de alegria e histórias que marcaram a carreira dos artistas. 

A partir das 10hs, Dom Fernando Figueiredo apresenta o programa “Deus Médico dos Médicos” que traz a médica geriatra Drª Sonia Maria Martins Fontes, para acabar com todas as dúvidas a respeito da osteoporose. 

Os programas vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! e são produzidos e patrocinados pela Ultrafarma. 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

porViseu’60s - Retratos de Viseu nos anos 60’s e da vida musical do conjunto académico Os Tubarões (Livro)


Recebemos do nosso amigo Eduardo Pinto (Tubarões) a seguinte mensagem que temos o grato prazer em divulgar:

Caros Amigos, 

Convido-vos para o lançamento do livro no dia 23 (6ª Feira) a partir das 21H30 no Hotel Montebelo em Viseu com a presença de Fernando Ruas, Manuel Maria Carrilho e Rui Oliveira e Costa. 
Trata-se de um livro que retrata um pouco o que era a sociedade dos 60's, como era a educação da juventude no pós-guerra e como evoluimos com os discos de vinil, as festas de aniversário e os bailes de garagem aos de gravata. No capítulo "a primeira vez ..." relata-se a iniciação sexual masculina. 
Na segunda parte e em paralelo com a evolução musical do conjunto descreve-se um pouco do que foi o IÉ-IÉ português e os efeitos da Guerra Colonial nos jovens quando atingiam a idade de mancebos. 
Anexo uma pequena apresentação do livro. 

Apareçam, 
Eduardo Pinto

e já agora, uma pequena nota sobre o referido livro:

porViseu’60s - Retratos de Viseu nos anos 60’s e da vida musical do conjunto
académico Os Tubarões (livro).

Memórias dos locais, ambientes e hábitos da vida de uma cidade do interior e da carreira musical do conjunto académico Os Tubarões, com fotografias inéditas da época da Foto Germano.

A primeira parte do livro é dedicada à cidade de Viseu descrevendo as principais ruas da cidade e lugares como os cafés e a sua importância enquanto locais de encontro das pessoas com interesses comuns, a feira franca e o salão de chá dos Bombeiros Voluntários, a importância social e cultural de Instituições como o Instituto Liberal, o Orfeão e o Clube de Viseu. Salienta-se a importância dos bailes como diversão mais frequente e o seu papel na emancipação feminina. Descrevem-se os hábitos da juventude e o despontar de uma nova geração educada nas dificuldades do pós guerra, a iniciação sexual dos rapazes, o aparecimento dos discos, gira-discos, os grupos e clubes de garagem até aos bailes de gravata. E chegou o 1º disco dos Beatles a Viseu !
Na segunda parte do livro relata-se a carreira musical de Os Tubarões entre 1964/68 e também a evolução da música pop em Portugal: os concursos, os conjuntos e os bailes de finalistas. Quanto aos Tubarões, nascidos e sempre ligados a Viseu, finalistas do Grande Concurso IÉ-IÉ, Embaixadores de Viseu, conjunto privativo do Casino da Figueira, contam-se as suas aventuras, evolução musical e instrumental, os palcos que pisaram, todos os conjuntos com quem se cruzaram, a playlist, os instrumentos, quem foi quem e também os seus encontros com grandes Artistas como Amália, Simone de Oliveira, Nicolau Breyner, Duo Dinâmico, Juan Manuel Serrat, entre muitos outros.
O livro é enriquecido com depoimentos de pessoas que viveram alguns dos episódios relatados como Manuel Maria Carrilho, Rui Oliveira e Costa, Serafim Matos Silva, António Valarinho, Jorge Marques, entre outros.
Ao longo das suas 192 páginas e em complemento ao texto são disponibilizados apontadores para sítios na internet onde o leitor poderá saber mais sobre a temática referida naquela página.

Royal Music Latin America anuncia parceria com Lulu Santos

A cantora Bárbara Marques e Seizi Tagima

René Moura, diretor da Royal Music Latin America e Lulu Santos 
Felipe Andreoli, baixista do Angra

Royal Music Latin America anuncia parceria com Lulu Santos 
Cantor oficializou endorsement com as guitarras Gibson, marca distribuída exclusivamente pela empresa de René Moura

  Ontem, 21, no primeiro dia da maior feira de música da América Latina, a Expomusic, o cantor e guitarrista Lulu Santos esteve no stand da importadora de instrumentos e equipamentos musicais Royal Music Latin America, para oficializar a parceria com a Gibson, marca distribuída exclusivamente pela empresa de René Moura. Após o anuncio, René e Lulu tiraram fotos e gravaram depoimento exclusivo falando sobre a parceria. (Assista no link abaixo).

O baixista do Angra, Felipe Andreoli, compareceu no auditório da Royal para um pocket show. Ele, que é endorser das pedaleiras Zoom, mostrou toda sua técnica e talento ao público que lotou o espaço. 

A cantora Barbara Marques também marcou presença e foi recebida pela equipe da importadora em seu espaço VIP. Lá, ela encontrou o luthier Seizi Tagima, que assina as guitarras Seizi, marca própria da Royal Music. 

Assista depoimento exclusivo de Lulu Santos e René Moura:

As imagens são creditadas por Márcia Stival.

Aline da assessoria da Royal Music



Santana - Santana (LP 1969 - first album)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011





Santana - Santana (LP Columbia CS 9781 - 1969 - first album).

"Santana" é o álbum de estreia da banda americana Santana, lançado em Agosto de 1969. É o primeiro de dois álbuns homónimos da banda, sendo o segundo lançado em 1971 e convencionalmente denominado Santana III. 
A maior parte do álbum é instrumental, pois o grupo era uma banda de Jam. Por sugestão do empresário Bill Graham, a banda escreveu músicas convencionais, mas sem perder o toque do improviso. O álbum veio logo depois do grupo fazer sucesso no Festival de Woodstock, e figurou na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da Revista Rolling Stone, aparecendo em 150º lugar. O single "Evil Ways" figurou na parada das "top 10".


Santana's first album cover was the inspiration for this piece. Beautiful images that combine to form the lion's face. Santana is the debut studio album by the San Francisco rock group Santana released in 1969. It is a release of largely instrumental music, recorded by what was originally a purely free-form jam band. At the suggestion of manager Bill Graham, the band took to writing more conventional songs for more impact, but managed to retain the essence of improvisation in the music. The album was destined to be a major release, given a headstart by the band's seminal performance at the Woodstock Festival earlier that August. Although "Jingo" failed to create much interest when released as a single, "Evil Ways", the second single taken from the album, was a U. S. Top 10 hit. The album was the first of Santana's two self-titled albums, the other being their third album in 1971. The album peaked at #4 on the Billboard 200 pop album chart. In 2003, the album was ranked number 150 on Rolling Stone magazine's list of the 500 greatest albums of all time.

Fonte: Wikipedia.

Faixas/Track List:

1. "Waiting" (Santana) 
2. "Evil Ways" (J. Zack) 
3. "Shades of Time" (Santana) 
4. "Savor" (Santana)
5. "Jingo" (Babatunde Olatunji) 
6. "Persuasion" (Santana Band) 
7. "Treat" (Santana Band) 
8. "You Just Don't Care" (Santana Band) 
9. "Soul Sacrifice" (Santana Band) 

Bonus Tracks:
(all recorded live at the Woodstock Festival - August 16,1969)
10. Savor
11. Soul Sacrifice
12. Fried Neckbones 

C.S.

Los Picapiedras - Excitante !! (Rock Chile LP 1966)





Los Picapiedras - Excitante !! (LP PPhilips 631309 - 1966) - A beat-pop album from Chile in 1966. 

Los Picapiedras fueron una banda influenciada fuertemente por el sonido beat sesentero, nacen en 1965 y son descubiertos por la cantante y compositora Scottie Scott la que inmediatamente comienza a trabajar con ellos, logrando esta su primera grabacion para el sello Phillips. Fueron de alguna manera un grupo privilegiado en su epoca, puesto que Scott era productora de la revista mas influyente de la Nueva Ola chilena, Ritmo de la Juventud y esta banda participaba en todos sus eventos, ademas fueron la banda ancla de una emisora de la epoca. En este disco hay covers de Animals, Them y otras importantes bandas inglesas. El sonido es muy interesante, esta banda llego incluso a aprecer brevemente en la pelicula psicodelica mas extraña hecha en Chile, New Love, son parte de la banda sonora pero por problemas de propiedad intelectual figuran con otro nombre. Disfruten algo mas de Beat y Psicodelia sesentera. 

Influencias: The Beatles, The Beach Boys, The Rolling Stones.

Faixas/Track List:

01 Nunca sabras
02 Por tu amor
03 Walker
04 El fin del mundo
05 Mundo sin amor
06 Debemos alejarnos de este lugar
07 Around and around
08 Soy un credulo
09 Luvin
10 Un poquito mejor
11 Juntos y felices
12 Gloria

Integrantes:

Mario Zarate - guitarra
Jorge Fernandez - bateria
Alejandro Valladares - bajo y voz
Leonardo Carvajal - guitarra
Hugo Raymond - organo

Fonte: En Busca del Tiempo Perdido

LP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Hard To Find - Classics Vol.1, V/A




Trata-se de uma excelente compilação com clássicos dos anos 60 e 70, para todas as ocasiões, em especial para aquelas mais especiais...

Compilação disponibilizada por Carlos Santos.

Jerry Adriani - Italianíssimo (LP 1964)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011





Jerry Adriani - Italianíssimo (1º LP CBS 37349, Junho de 1964).

Jair Alves de Sousa, nasceu em 29/01/1947 no bairro de São Brás, cidade de São Paulo (São Paulo, 29 de janeiro de 1947 – Rio de Janeiro, 23 de abril de 2017).
Tornou-se artisticamente conhecido com o nome de Jerry Adriani e iniciou vida como cantor profissional em 1964, com o LP "Italianíssimo". No mesmo ano gravou o seu segundo LP, "Credi a Me".
Em 1959 iniciou o aprendizado de canto, frequentando durante quatro anos os conservatórios de Santo André/SP e São Caetano/SP. Nessa época participou do coral da Associação Cultural e Artística de São Caetano. Sua estreia no rádio, ainda como amador, foi no programa Galera do Nelson, da Rádio Nacional de São Paulo. Em seguida, usando o pseudónimo de Jerry, actuou no programa Ritmos para a Juventude, de Antônio Aguilar. 


De 1962 a 1964 foi "crooner" do conjunto Os Rebeldes, interpretando um repertório de baladas italianas, rocks e canções românticas. Como integrante desse conjunto, iniciou sua carreira na TV Tupi, de São Paulo, e, contratado pela CBS, em 1964 gravou seu primeiro LP, "Italianíssimo". Nessa ocasião adoptou o nome artístico de Jerry Adriani, estreando também como autor em 1965 com "Só a Saudade", que gravou em disco da CBS. 
A partir de 1964 passou a actuar na rádio e televisão, principalmente na TV Record. Actuou ainda como apresentador nos programas Excelsior a Go-Go (TV Excelsior), Bonzinhos até certo ponto (TV Tupi) e Globo de Ouro (TV Globo). Realizou shows em todo o país e empreendeu viagens ao exterior, exibindo-se na televisão mexicana e em Caracas, Venezuela, em 1972. No ano seguinte, apresentou-se nos E.U.A e no Canadá, participando ainda do festival de Ancón, em Lima, Peru, em 1974. Estreou-se no cinema como actor em "Essa Gatinha É Minha" (produção de Herbert Richers e Jece Valadão, 1966), actuando como produtor associado e estrela principal dos filmes "Jerry, A Grande Parada" e "Em Busca do Tesouro", de 1967, ambos dirigidos por Carlos Alberto de Sousa Barros. 


De 1964 a 1974 gravou cerca de um LP por ano na CBS, totalizando quase 200 canções, entre as quais Querida (Don`t let them Move, de Garret e Howard, versão de Rossini Pinto) e Um Grande amor (I knew right aeay, de Cogan e Foster, versão de Romeu Nunes, de 1965; Ninguém poderá julgar-me (Nesuno mi puoi giudicare, de Panzeri, versão de Nazareno de Brito), do LP Devo tudo a você, de 1966; Quem não quer (Black is Black, de Hayes e Grainger, versão de Rossini Pinto), do LP Vivendo sem você, de 1967; Deve existir por aí (Getúlio Cortes), do LP Esperando você, de 1968; e Doce, doce amor (Raul Seixas e Mauro Mota), do LP "Pensa Em Mim", de 1972...

Fonte: Wikipedia.

Faixas/Track List:

01- Abbronzatissima (Vianello, Rossi)
02- Un Bacio Piccolissimo (G. Omati, G. Mescoli)
03- Noh Ho L'eta (Per Amarti) (Panzeri, Nisa)
04- Sapore Di Sale (Gino Paoli)
05- Basta Chiudere Gli Ochi (Paoli)
06- Cosa Vuoi Da Me (Leva, Reverberi)
07- O Mio Signore (Vianello, Mogol)
08- Come Potrei Dimenticarti (Pallavicini, Leoni)
09- Annamaria (Endrigo)
10- Se Mi Vuoi Lasciare (G. Reverbi, Leva)
11- Umilmente Ti Chiedo Perdono ((Mussy, Rossi, Vianello)
12- Una Lacrima Sul Viso (Lunero, Mogol)
Bonus:
13- Ho Bisogno Di Vederti (Ciampi, Ramsete)
14- Se Piangi, Se Ridi (Mogol, Marchetti, Sanjust)

Álbum gentilmente enviado por Mauro Rezende (Rio de Janeiro/Brasil), a quem muito agradecemos.

Barbara Marques comemora estreia de videoclipe na MTV em show no Café Paon em S.Paulo (Brasil)


Barbara Marques cantora e Seizi Tagima 

Barbara Marques comemora estreia de videoclipe na MTV em show no Café Paon em S.Paulo/Brasil 
A cantora que lançou recentemente seu 1º álbum “Sem Rascunho” apresentou repertório diversificado com canções autorais e releituras de sucessos nacionais

No último dia 14, a cantora Barbara Marques se apresentou no palco do Café Paon, no bairro de Moema em São Paulo. Com seu 1º CD totalmente autoral, Barbara interpretou as faixas do seu primeiro álbum “Sem Rascunho” (Independente) e comemorou a estreia do videoclipe da canção “O Pouco Qualquer”, na programação da MTV. 
Dirigido por Pedro Paulo de Andrade e produzido pela BlackLab Produções, o clipe apresenta um cenário que esbanja criatividade com fotos da cidade de São Paulo, em homenagem ao local de origem e criação da cantora. 
Para conferir o belíssimo trabalho da mais recente voz da MPB, fique de olho na programação da MTV ou acesse o portal oficial de cantora na internet: www.barbaramarques.com

Imagens creditadas por Márcia Stival.

Fonte: Assessoria Marcia Stival

The Spanish Trip (CD)




Very rare CD The Spanish Trip 23 obscure Freakouts from the 60's/70's Spanish underground scene real mind blowing stuff from various artists
It's a compilation / CD with 23 great and obscure tracks mostly into psychedelic and hard but also including some brilliant pop, fuzzy instros and even a fantastic hard- bubblegum track. 
All taken from very rare (and mostly unknown) Spanish 45s, with remastered sound. 
Bands appearing are Sangre, Control, Los Roller, Ritmo Pilé, Epoca, Albert Band, Furia, Imagen, Cafe con Leche, Los Brios, Siglo XX, Los Gatos, etc.


Track List:

1. N.H + JYM - Se Me Escapo Una Ilusion
2. SANGRE - Conserva El Sueno
3. CONTROL - Nada Nadie
4. LOS POPS - Papelito Sexto
5. LOS BETAS - Hiroshima
6. LOS ROLLER - Camino Cortada
7. LOS GOGO - Que Puedo Hacer Yo
8. LOS GATOS - Tiggy
9. AFROKINGS - Tina
10. RITMO PILE - Pile 43
11. DARWIN TEORIA - De La Ceca a La Meca
12. SIGLO XX - Cerca Del Rio
13. CLOCK - Hangin On
14. ALBERT BAND - Ella Tiene El Cabello Rubio
15. EPOCA - No Estoy Bien
16. STORM - I Don't Care
17. MI GENERACION - Sad & Lonely
18. FURIA - Furia
19. IMAGEN - Voy Caminando
20. LA LLAVE - La Bruja
21. CAFE CON LECHE - The Land Of Light
22. (unknown) - Reserva India
23. LOS BRIOS - Goodbye Madame Butterfly

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.

Blog do Pimentel ( Beatles - Tributes & Covers )


Nestas minhas andanças e vagueando pela Internet e pelos Blogs, um dia tive o grato prazer de encontrar um blog, entre muitos, que me fez parar e me deu uma enorme curiosidade de o consultar. Os temas centrais eram apaixonantes e tocavam-me de perto. O seu conteúdo agradava-me particularmente pois, quase todo ele, versava o tema dos Beatles, juntamente com a Jovem Guarda.
Assim, verifiquei que se tratava de um autêntico e especializado blog sobre os 4 ingleses e ainda muitos outros grupos, orquestras, cantores, álbuns de tributos e "covers" sobre eles. Espantoso!


Foi para mim gratificante e simultaneamente muito difícil escolher (entre tantos...) qual dos álbuns gostaria de guardar. Eu queria todos...!
Ser um apreciador dos Beatles como eu, tornava difícil a escolha de algo importante nesse blog, pois tudo me parecia igualmente importante.
O acaso fez que um dia conhecesse o seu "responsável". O "Mestre" João Pimentel, pois é dele e do seu blog que escrevo.

Mestre na qualidade, no bom gosto, na arte, na pesquisa e simultaneamente, um conhecedor especializado do tema com quem, mais tarde, tive o privilégio de contatar. 
A partir daí foi um passo para o conhecer. Para além dos predicados que já referi, verifiquei que este meu novo amigo é um homem atento, solidário, dedicado, um verdadeiro "bloguista", sempre pronto a ajudar e a colaborar, um bom amigo (boa gente) e com o qual existem interesses comuns.


Por isso, para quem gosta (como eu) de tudo o que diga respeito à obra dos Beatles (e seus derivados), sejam os seus originais, álbuns ao vivo, tributos e/ou grupos de muitas culturas diferentes dos originais e que gravaram "covers" dos seus temas, não posso deixar de referir e aconselhar a visita ao Blog do Pimentel.
Podem ter a certeza que, com ótima qualidade, encontrarão no blog do João Pimentel, muito material excelente e apropriado.


Sendo assim, aqui está o endereço/link para esse fabuloso Blog:


e resta-me endereçar ao meu amigo João Pimentel, "aquele" abraço e a continuação de muito sucesso.
Da minha parte, apenas agradecer-lhe o privilégio de colaborarmos mutuamente, da amizade e camaradagem que nos une, e ainda desejar-lhe as maiores felicidades.


Conta comigo. Conta connosco!

Abração,

Carlos Santos

Nota: Meu filho, João Romão lhe envia um grande abraço também.

"A amizade alimenta-se em muitas fontes, 
mas mais que tudo no respeito mútuo".

Daniel Defoe