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The Pop's - As 7 Maravilhas Nº 4 (LP 1969)

sábado, 1 de junho de 2013



The Pop's - Em Ritmo de Qualidade (As Sete Maravilhas Nº 4 - LP Padrão PE 1.0839, 1990).
LP originalmente gravado em 1969 pela editora Equipe.

Excelente LP que reúne alguns clássicos da musica popular do prestigiado grupo brasileiro, The Pop'sAo longo da sua existência, passaram por algumas alterações à sua formação inicial, o que se pode observar na sonoridade dos seus discos. Após essas alterações, a renovação liderada por Pippo trouxe novo fôlego e uma maior unidade à banda. A formação neste disco é constituída por: Pippo (líder), Neguinho, Euclides (viola solo), Paulinho e Zezinho. Este álbum, relançado em 1990, é originalmente de 1969 depois da saída de J. Cezar e Parada que, respectivamente vieram a formar Os Populares e o Parada 5. O grupo, que é um especialista do estilo instrumental, teve muito êxito nos anos 60 e início dos anos 70, tendo acompanhado famosos artistas como, Wanderléa, Erasmo Carlos, Nelson Gonçalves, Altemar Dutra, entre outros… 


Principal banda instrumental carioca surgida na cena do pop/rock inicial dos anos 60, The Pop's nasceu no bairro do Jacaré, subúrbio carioca. Naquele início dos anos 60, estudavam na mesma Escola Técnica Nacional os irmãos José Henrique Parada (bateria) e Sílvio José Parada Filho (baixo), além do amigo Alípio Ferreira Filho (Pipo, o guitarra ritmo). Fãs de rock e principalmente de bandas internacionais de iê iê iê, os rapazes tinham no irmão de Pipo um forte aliado, já que era membro da Marinha, e viajava com frequência para o exterior, de onde trazia bons equipamentos. Com isso, após alguns ensaios iniciais com um primeiro solista vizinho, e já apelidados de The Pop's por um professor do liceu (colegial), pelo facto de serem muito eléctricos e de pularem enquanto tocavam, eles faziam shows em circos na Baixada Fluminense e acabaram por ir tocar à Rádio Mauá. O primeiro solista foi substituído quando conheceram o guitarrista João Augusto Cezar. Mais velho e desde os anos 50 actuando nas rádios, onde acompanhou grandes nomes como Cauby Peixoto. Também tocou em bandas de programas de calouros. Cezar era “o homem dos sete instrumentos”, pois tocava cavaquinho, violão, contrabaixo, guitarra, etc. Naquele ano de 1965, famoso pela oficialização da música jovem (o tal iê iê iê) com a estreia do programa catalisador “Jovem Guarda”, os rapazes e Cezar encontraram-se nos corredores da Praça Mauá. O solista tinha faltado e Silvio, porta voz da banda, pediu-lhe que ficasse e tocasse. Findo o programa, veio o convite para que se juntasse aos The Pop's e seguiram para casa de uma amiga, para ensaios. Era a casa da cantora Adriana, que eles lançariam na rádio e anos depois também em disco pela sua gravadora. Naqueles primeiros ensaios, Cezar encaminhou a banda para o estilo instrumental, influenciado pelos The Ventures e The Shadows. Em seguida montaram o primeiro medley “As Sete Maravilhas” e, imediatamente candidataram-se a uma apresentação no programa de Flávio Cavalcanti na TV. Na época, a crítica mais  "ferrenha" acusava os tais “conjuntos da juventude” de, entre outras, não saberem afinar os seus instrumentos...Ao fim daquela primeira histórica apresentação de “As Sete Maravilhas”, representantes de nove gravadoras e etiquetas/selos procuraram o grupo para contratação imediata. Apesar da CBS, da RCA, da Mocambo e da Caravelle terem ligado, de entre outras, a primeira que havia aparecido fora a etiqueta Equipe. Por conta disso, os rapazes assinaram contrato, para que começassem a gravar já no dia seguinte. Quando lançado, em 1966, o primeiro LP “Na Base do Iê Iê Iê” fez enorme sucesso. Naquele mesmo ano, a direcção da Equipe sugeriu que os rapazes voltassem ao estúdio para gravar um disco de Natal, o que aconteceu no Natal de 1966, fazendo relativo sucesso e tornando-se também uma grande raridade da banda...
Vasta discografia.
A biografia deste grupo já se encontra inserida neste blog.

Fonte: Texto parcialmente retirado de LastFM

Faixas / Tracklisting:

1 - Branca
2 - Falando Ao Coração
3 - Esfinge
4 - Avé Maria
5 - Despertar da Montanha
6 - Evocação Nº 1 / Frevo das Vassourinhas Nº 1
7 - Sonho de Amor
9 - O Forasteiro
10 - Poinciana
11 - Sons dos Carrilhões
12 - Pot-Pourri ( Samba Canção)
13 - Pot-Pourri (As 7 Maravilhas Nº 4)

Álbum gentilmente cedido por “Anonymous” e colaboração do nosso amigo Maury, a quem muito agradecemos.

Georges Moustaki - Le Temps de Vivre (1969/1973)




Georges Moustaki - Le Temps de Vivre (1969/1973).

Mais uma excelente compilação que nos foi disponibilizada pelo nosso amigo Jota/Rato do blog Rato Records. Nesta compilação. entre muitas outras, destacamos as canções Le Meteque, Joseph, Le Temps de Vivre ou Lo Straniero (em italiano), de 1969.


Georges Moustaki (Alexandria, 3 de Maio de 1934 - Nice, 23 de Maio de 2013), nascido Giuseppe Mustacchi, foi um compositor e cantor francês, filho de pais judeus gregos que emigraram para o Egipto e autor de canções que se tornaram clássicos da música popular francesa como "Milord" ou "Le Métèque".
Escreveu quase 300 canções para os mais importantes intérpretes da sua época como, Edith Piaf, Yves Montand, Barbara, Juliette Gréco ou Serge Reggiani, antes de cantar as próprias músicas.
As suas canções mais famosas são "Milord" (1958), escrita para Edith Piaf e traduzida no mundo inteiro, e "Le Métèque" (1969), primeiramente interpretada por Pia Colombo.
Outras canções que se transformaram em clássicos são "Sarah", "Ma liberté", "Ma solitude" e "Votre fille a vingt ans", interpretadas por Serge Reggiani, assim como "La Dame Brune" (interpretada por Barbara), "Joseph" ou "La Marche de Sacco et Vanzetti".
Moustaki mudou-se para Paris em 1951 e conheceu Georges Brassens, um encontro determinante para sua carreira.
Poliglota e pintor, Moustaki vivia há mais de 40 anos na ilha Saint-Louis, coração de Paris.

Compilação disponibilizada pelo nosso amigo Jota/Rato do blog Rato Records, a quem agradecemos.

Fernando Tordo - Cavalo À Solta (Single 1971)

sexta-feira, 31 de maio de 2013



Fernando Tordo - Cavalo À Solta (Single Philips 6031003, 1971) 
(Canção concorrente ao VIII Grande Prémio T.V. da canção Portuguesa).
Arranjos e direcção de orquestra por Dennis Farnon. 

Faixas / Tracks: 
Cavalo à Solta / Aconteceu na Primavera
(ambos os temas com poesia de José Carlos Ary dos Santos e música de Fernando Tordo)

Fernando Tordo - Cavalo à Solta, no VIII Grande Prémio T.V. da canção Portuguesa
 (from Youtube)

Fernando Travassos Tordo (Lisboa, 29 de Março de 1948), mais conhecido como Fernando Tordo,  é um cantor e compositor português.
Fernando Tordo começou a cantar aos 16 anos, passou pelos Deltons e pelos Sheiks, em 1968, na sua parte final, onde substituiu Carlos Mendes.
Participou no Festival RTP da Canção de 1969 onde interpretou o tema "Cantiga". Nesse mesmo festival conheceu o poeta Ary dos Santos. Foi um dos vencedores do Prémio Casa da Imprensa como cançonetista e compositor ("pela riqueza harmónica, melódica e rítmica dos trabalhos gravados em disco").
Regressa ao Festival RTP da Canção em 1970, com "Escrevo às Cidades", e em 1971 com "Cavalo à Solta", uma das suas primeiras composições com o poeta José Carlos Ary dos Santos, classificando-se em 3º lugar, com 42 pontos (a seguir a Tonicha "Menina" – 1º e em 2º lugar Paulo de Carvalho "Flor Sem Tempo").
Mantém a sua actividade artística até hoje.
A biografia deste excelente cantor português já se encontra inserida neste blogue.

Letra de Cavalo à Solta
[poema de José Carlos Ary dos Santos e música de Fernando Tordo] 

Minha laranja amarga e doce
Meu poema feito de gomos de saudade
Minha pena pesada e leve
Secreta e pura
Minha passagem para o breve
Breve instante da loucura
Minha ousadia, meu galope, minha rédia,
Meu potro doido, minha chama,
Minha réstia de luz intensa, de voz aberta
Minha denúncia do que pensa
Do que sente a gente certa
Em ti respiro, em ti eu provo
Por ti consigo esta força que de novo
Em ti persigo, em ti percorro
Cavalo à solta pela margem do teu corpo
Minha alegria, minha amargura,
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha laranja amarga e doce
Minha espada, poema feito de dois gumes
Tudo ou nada
Por ti renego, por ti aceito
Este corcel que não sossego
À desfilada no meu peito
Por isso digo canção castigo
Amêndoa, travo, corpo, alma
Amante, amigo
Por isso canto, por isso digo
Alpendre, casa, cama, arca do meu trigo
Minha alegria, minha amargura
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha ousadia, minha aventura
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha alegria, minha amargura
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha ousadia, minha aventura
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha alegria, minha aventura
Minha coragem de correr contra a ternura

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Digitalização e masterização por Carlos Santos.

Ritchie Valens - Ritchie Valens (1958-1959)




Ritchie Valens - Ritchie Valens (1958-1959).
- Compilação LP Rhino RNLP-70178 (Golden Archive Series, 1987) - 

Ricardo Esteban Valenzuela Reyes, mais conhecido como Ritchie Valens (13 de Maio de 1941 – 3 de Fevereiro de 1959) foi um músico descendente de mexicanos, nascido em Pacoima (Vale de São Fernando), nos subúrbios de Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. 
Ritchie nasceu numa família conturbada, sem o auxilio do pai. Apenas teve a sua mãe e o irmão. 
Ritchie ficou famoso interpretando músicas de rock. O seu grande sucesso foi a canção "La Bamba", que mais tarde serviu de mote para um filme sobre a sua vida. Também seria regravada pelo grupo Los Lobos. 
Durante a chamada "Era Rockabilly", a carreira de Ritchie Valens estava em plena ascendência. No entanto, em 3 de Fevereiro de 1959, Buddy Holly, Big Bopper e Valens morreram num acidente de avião. Após um show no Surf Ballroom em Clear Lake, Iowa, o pequeno avião Beechcraft Bonanza no qual viajavam entrou numa tempestade de neve sem visibilidade e bateu no milheiral de Albet Juhl, algumas milhas depois, à 1:05 da manhã. Esse incidente ficou conhecido como "o dia em que a música morreu", retratado posteriormente na canção American Pie, de Don McLean. 
Ritchie Valens, durante a sua breve carreira, produziu dois álbuns. Quando se interessou pelo rock, Valens já possuía uma base musical alicerçada no pop, no jazz e na música folclórica mexicana, apesar de não falar bem a língua espanhola. 


Faixas / Tracklisting: 

La Bamba 
Bluebirds Over The Mountain 
In A Turkish Town 
Ooh! My Head 
Paddiwack Song 
Stay Beside Me 
Malegueña 
Come On, Let's Go 
Donna 
Fast Freight 
We Belong Together 
That's My Little Suzie 
Hurry Up 
Little Girl

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Simone de Oliveira - Sol Poente (EP 1960)

quinta-feira, 30 de maio de 2013
 



Simone de Oliveira - Sol Poente (EP Alvorada MEP 60325, 1960)

Faixas / Tracks:
Sol Poente /Foi Você / Ariane / Primavera de 1960 

A biografia desta excelente artista, já se encontra inserida neste blogue.


EP ripado e gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

The Youngsters - Jovem Guarda (2 Em 1)





Álbum que reúne 2 excelentes LPs desta prestigiada banda brasileira da Jovem Guarda brasileira:

- Twist, Only Twist - LP CBS 15072, Nov. 1963.
- Os Fabulosos Youngsters - LP CBS 37.377, 1964.

The Youngsters, foi uma banda pioneira do Rio de Janeiro, de rock e surf music (Pré-Jovem Guarda), inicialmente com o nome de The Angels (1960). Gravaram os principais hits da Jovem Guarda de Roberto Carlos, Wanderléa, Golden Boys, entre outros.
Acompanharam Roberto Carlos na gravação dos LPs "É Proibido Fumar", “Quero Que Vá Tudo Para o Inferno”, todo o LP “Jovem Guarda” e também gravaram vários compactos e LP's até 1969.
Também acompanharam Wanderléa, nos álbuns, “Ternura”, “Um Quilo de Doce”, “Um Beijinho Só”, “É Pena”, “Vivendo Sem Ninguém”, “Três Rapazes”, “Boneca de Cera, Boneca de Pano”. Com os Golden Boys, “Erva Venenosa”, “Ai de mim”, “Volte Para Mim”, “Dançando o Surfin’” e “Michael”.
Gravaram também o tema de abertura da novela “Véu de Noiva” da Rede Globo (1969) e o tema de Kiko da novela “Pigmaleão”, também da Rede Globo (1970).

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

Faixas / Tracklisting:


Formação:

Os músicos que passaram pelos The Youngsters (ex-The Angels), foram: 

Carlos Becker, guitarra ritmo; 
Luiz Carlos - guitarra solo; 
GB – guitarra; 
Romir - bateria e Ivan Conti, actual baterista dos Azymuth; 
Sergio Becker(sax); 
Jonas (baixo); 
Milton (teclados). 

Álbum duplo gentilmente cedido pelo nosso amigo Miguel, do Brasil, a quem agradecemos.

Little Tony - I Grandi Successi

quarta-feira, 29 de maio de 2013



Little Tony ‎– I Grandi Successi

Prestamos aqui a nossa homenagem a este excelente cantor italiano falecido recentemente, através desta compilação que reúne alguns dos seus maiores sucessos e de onde se destacam, entre outros, 24mila baci, Riderà ou Cuore Matto.
Little Tony morreu em Roma. O cantor que tinha 72 anos, nasceu em Tivoli (Roma) e encontrava-se doente. A morte ocorreu no Hosp. Villa Margherita, onde ele estava internado há três meses. O funeral será realizado hoje, quinta-feira, dia 29 de Maio de 2013.


Faixas / Tracklist:

1 Rock Per Judi 2:06 
2 24Mila Baci 2:50 
3 Perchè M'Hai Fatto Innamorare 2:37 
4 Ritornerà 3:26 
5 T'Amo E T'Amerò 3:10 
6 Riderà 3:01 
7 Il Ragazzo Col Ciuffo 1:58 
8 Quando Vedrai La Mia Ragazza 2:44 
9 Non Aspetto Nessuno 2:56 
10 La Fine Di Agosto 3:20 
11 Ogni Mattina 2:09 
12 Se Insieme Ad Un Altro Ti Vedrò 2:07 
13 Cuore Matto 2:50 
14 Perdonala 2:45 
15 La Donna Di Picche 2:37 
16 Uomo Piange Solo Per Amore 3:15 
17 Tante "Prossime Volte" 2:24 
18 Prega Prega 3:32 
19 Bada Bambina 2:54 
20 Profumo Di Mare 3:35

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Little Tony - 24 Mila Baci (EP 1961)

 



Little Tony - 24 Mila Baci (EP Pop MPO 3063, 1961). Edição francesa.
O cantor é acompanhado pela Orquestra de F. Cassano.


Faixas / Tracks:
24 Mila Baci / Benzina E Cerini / Pericolo Blu / La Bella

A biografia deste excelente cantor italiano, recentemente falecido, já se encontra inserida neste blog.

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Santa Maria, a quem agradecemos.

Antonio Prieto - La Novia



Antonio Prieto (Iquique, 26 de Maio de 1926 - Santiago, 14 de Julho de 2011) foi um actor e músico chileno que desenvolveu parte da sua carreira actuando na Argentina e em Espanha.
Também foi um cantor popular. Lançou um hit internacional com 1961 "La Novia". 
Ele também fez uma versão muito popular de um tema do cantor italiano Domenico Modugno chamado "Professor de Violino" (em espanhol "El Maestro de Violino").
Manteve-se em actividade desde 1954 a 1968.
A biografia deste excelente cantor chileno já se encontra inserida neste blogue.

Faixas / Tracklisting:

- Antonio Prieto / La Novia - CD 1:

01 - La Novia
02 - Prisionero del Mar
03 - Bésame Mucho
04 - Mía
05 - Ahora Seremos Felices
06 - Te Veré Otra Vez
07 - No Es Lo Mismo
08 - Gota de Rocío
09 - Los Años
10 - Mía O de Nadie
11 - Ya Vivimos
12 - Como Un Lunar
13 - Son Rumores (bonus)


- Antonio Prieto / Tú Mi Delirio - CD 2:

01 - No Vuelvas Por favor, Amada Mia
02 - El Reloj
03 - Contigo En La Distancia
04 - Se Te Olvida
05 - Tú Me Acostumbraste
06 - La Puerta
07 - Sabrá Dios
08 - En Nosotros
09 - La Barca
10 - Tú Mi Delirio
11 - Sabor a Mi
12 - Gracias a Dios

Álbum duplo disponibilizado por Carlos Santos.

Morreu o Cantor Italiano Little Tony

terça-feira, 28 de maio de 2013

Little Tony - Riderà (1966), from Youtube.

Morreu o cantor italiano Little Tony

Está de luto o mundo da música italiana. Morreu ontem em Roma (27 de Maio de 2013), Little Tony. O cantor que tinha 72 anos nasceu em Tivoli (Roma) e foi vítima de um tumor maligno. Antonio Ciacci era seu verdadeiro nome e iniciou a sua carreira artística em 1958, com grande sucesso.
O cantor ficou conhecido com canções como, ‘Quando vedrai la mia ragazza. ‘Riderà’, “24 mila baci” ou ‘Cuore matto’, que foi finalista do Festival de Sanremo 67.


Antonio Ciacci com o nome artistico de Little Tony, nasceu em 9 Fevereiro de 1941 (Antonio Ciacci, 7 Fevereiro 1941 – 27 Maio 2013). Cantor de bastantes sucessos musicais tornou-se conhecido quando da sua exibição no Festival di Sanremo, em 1961.

Júlio Iglésias - Minhas Canções Preferidas (LP 1981)




Julio Iglesias ‎– Minhas Canções Preferidas (LP CBS ‎85265, 1981). Edição portuguesa.
Arranjos, orquestrações e direcção de Ramon Arcusa e Rafael Ferro.

Julio José Iglesias Puga de la Cueva (Madrid, 23 de Setembro de 1943), mais conhecido por Julio Iglesias,  é um ex-futebolista, cantor e empresário espanhol de fama internacional.
Marcado pela sua voz romântica e gestos harmoniosos nas canções que interpreta, além de grande carisma, tornou-se o mais bem sucedido artista latino em todos os tempos, com números impressionantes: 200 milhões de cópias vendidas, 2600 discos de ouro e de platina, quatro mil espectáculos em mais de quinhentas cidades do mundo e uma canção tocada a cada trinta segundos. 
A biografia deste excelente cantor já se encontra inserida neste blogue.


Faixas / Tracklist:

A1 Hey    3:49 
A2 Pobre Diabo    2:57 
A3 Me Esqueci De Viver    4:56 
A4 Não Venho Nem Vou    3:29 
A5 Inesquecível Boémia    4:17 
B1 A Menos Que    5:09 
B2 Caminito    3:32 
B3 Velhas Tradições    3:38 
B4 Por Ela    3:54 
B5 Por Você    3:26 

Produção de Ramon Arcusa

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos.

Koes Bersaudara – To The So Called The Guilties (LP 1967 Indonesia)

 



Koes Bersaudara ‎– To The So Called "The Guilties" (LP Mesra, ‎LP-11, 1967). Edição Indonésia.
Género. Pop/Rock.

Os Koes Bersaudara (também conhecidos como Koes Brothers ou Koes Plus), foi um grupo formado em 1960, em Jakarta / Indonesia. Separaram-se em 1969.


Tudo começou no início da década de 60. Naquela época os irmãos Koeswoyo eram conhecidos como "Koes Bersaudara". Vindos da área de Bojonegoro-Tuban, em Java Oriental, os Koes Bersaudara foram influenciados pelos Beatles sendo a primeira banda indonésia de rock 'n' roll. Vistos como rebeldes irreverentes foram presos várias vezes pelo regime do presidente Soekarno. Perseguidos pelo KOTI, só dias antes do golpe de Estado contra Soekarno voltaram a ser livres. Esta experiência está retratada na sua canção Di Dalam Bui.
Em 1969, os Koes Bersaudara mudaram o nome para Koes Plus, quando o baterista Nomo Koeswoyo desistiu da banda e foi substituído por Murry.


Os irmãos Koes (Koes Bersaudara) formaram-se em Jakarta em 1960. Eram compostos por 5 elementos Jon (Koesdjono), Tonny (Koestono), Nomo (Koesnomo), Yon (Koesyono) e Yok (Koesroyo). Editaram o seu primeiro álbum em 1961/62. As condições de gravação foram muito primitivas, pois o estúdio estava situado junto a uma linha de comboio que cada vez que este passava tinham que parar de tocar. Inicialmente, como influencias musicais tiveram os Everly Brothers, sendo que por volta de 1965, com a expansão da Beatlemania, cujas versões começaram a tocar, o estilo musical mudou. Os riscos eram muitos uma vez que estava proibida na Indonésia qualquer manifestação de expressão ocidental e o rock and roll era uma delas, tendo mesmo sido proibidas as músicas dos Beatles. Como uma das bandas mais populares da Indonésia, passaram a ter dificuldades em tocar ao vivo, tendo mesmo sido banidos das rádios. A desobediência às restrições levou os Koes a interrogatório, tendo ficado em detenção na prisão (Gaol), de onde só foram libertados três meses depois. Daqui em diante, para a história fica a alteração do poder político, a substituição do presidente Sokarno que é colocado fora do governo, tendo sido substituído por Soeharto que revogou muitas das restrições do antecessor e o rock and roll foi uma delas, voltando a poder ser tocado livremente. Da sua passagem pela prisão (Gaol), ficaram as experiências lá vividas, expressas no álbum editado em 1967 com o título "Guilties" e em canções como Di Dalam Bui (In Jail), Voorman (Jailor) ou Poor Clown (sobre o presidente Soekarno). Este disco contém ainda canções fantásticas como Hari Ini (Today) ou Untukmu (For You). Depois da saída de Nomo, em 1969 os Koes Bersaudara passaram a chamar-se Koes Plus, tornando-se numa das bandas mais populares da Indonésia e a separação daqui para a frente foi sendo gradual, continuado só Yon a usar o nome de Koes Plus até 2000. 


Formação / Members:

Tonny Koeswoyo (guitarra),
Yon Koeswoyo (guitarra, voz),
Yok Koeswoyo (baixo, voz),
Nomo Koeswoyo (bateria, 1960-68),
Jon Koeswoyo (1960-64),
Kasmuri (bateria, 1968-69)

Faixas / Tracklisting: 

1 Hari Ini (Today) 2:29
2  Three Little Words 2:18 
3  To The So-Called "The Guilties" 1:42
4 Apa Sadja (Whatever) 2:01
5  Di Dalam Bui (In Jail) 2:45 
6 Bintang Mars (Mars Star) 1:55 
7 Poor Clown 1:45 
8 Mengapa Hari Telah Gelap (Why Has The Day Become Dark) 2:47 
9 Untukmu (For You) 2:13 
10 Bunga Rindu (The Flower Of Longing) 2:12 
11 Laguku Sendiri (My Song) 2:38 
12 Voorman (Jailor) 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Sérgio Godinho - Pré-Histórias (LP 1972)

segunda-feira, 27 de maio de 2013



Sérgio Godinho ‎– Pré-Histórias (LP Guilda Da Música DP 024, 24 de Setembro de 1972) 

Canções incrivelmente belas, como “A noite passada” (um dos seus maiores clássicos) ou “Pode alguém ser quem não é” fazem parte do alinhamento deste álbum. Sérgio Godinho escreve letras com palavras apaixonadas, intervém com ironia e classe, conta histórias como poucos outros. 


Pré-histórias” é o segundo álbum de Sérgio Godinho e data de 1972. Estávamos portanto em plena ditadura (este álbum chegou a ser retirado pela censura tal como o primeiro “Os Sobreviventes”) e ainda a revolução dos cravos era um sonho. Uma nova forma de escrever letras, muito peculiar que ainda hoje caracterizam Sérgio Godinho, irrompeu na cena musical portuguesa. Canções de cariz político e de intervenção (como “Barnabé”), de amor (“A noite passada”, “Aprendi a amar”) ou de ligação a elementos da música tradicional portuguesa marcam este disco. Mesmo havendo canções de intervenção política neste álbum, essas foram em parte “postas de lado” pelo facto de Sérgio Godinho estar afastado do país e assim não ter notícias dele. Podemos encontrar também um tema com letra de “Alexandre O’Neill” para o qual Sérgio Godinho compôs música. 
A biografia deste excelente e talentoso cantor português já se encontra inserida neste blogue.

Fonte: Tiago Gonçalves

Sérgio Godinho - A Noite Passada (Ao vivo, from Youtube)

Faixas / Tracklist: 

A1 Barnabé 3:14 
A2 A Noite Passada 4:25 
A3 Aprendi A Amar 2:54 
A4 Eh! Meu Irmão (Ou Mais Uma Canção De Medo) 2:14 
A5 Porto, Porto 4:13 
B1 O'Neill (Alguns Poemas Com Endereço) (Alexandre O'Neill)  0:54 
B2 Pode Alguém Ser Quem Não É 2:46 
B3 Até Domingo Que Vem 3:00 
B4 Já A Vista Me Fraqueja 3:33 
B5 O Homem Dos 7 Instrumentos 3:37 

Músicos: 

Baixo eléctrico – Christian Padovan 
Flauta, Xilofone – Jean Moillesullaz 
Voz, música, letras e guitarra - Sérgio Godinho 
Percussão – Michel Delaporte 
Vozes – Carlos Vaz, Maureen Loadsman, Sheila Charlesworth 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Júlio S. Carvalho, a quem agradecemos.

The Pop's - Novamente (O Nosso Passado É O Nosso Presente)

 

 



The Pop's - Novamente (O Nosso Passado É O Nosso Presente).  

O grupo carioca The Pop's, foi um dos mais importantes grupos de rock instrumental dos anos sessenta, ao lado de The Jordans, Os Carbonos, The Clevers e The Rebels, entre outros. 
Originalmente, integravam o grupo o ex-Luizinho e Seus Dinamites, Euclides (guitarra solo), Pipo (guitarra ritmo), Silvio (baixo) e Parada (bateria). De salientar que gravaram dois LPs de grande sucesso, especialmente The Pop's (conhecido como "capa azul"), que inclui, além de "Caravan", um excelente cover para a clássica "Mr. Moto", versões para músicas clássicas e populares e covers para hits dos americanos The Ventures.
No disco que aqui apresentamos, o grupo transporta-nos numa viagem do passado para o presente. Trata-se pois de uma regravação de vários sucessos de The Pop's, efectuada entre 1995 e 1996, o que é certamente uma grande alegria para os saudosos fãs deste grupo.
Neste disco, a formação foi constituída por, Sílvio, Beto, Manoel Jorge, Max, J. Parada e um teclista.

Faixas / Tracklist:

1. Coração Sertanejo
2. Cigana
3. Have you ever seen the rain
4. Free as a bird
5. Miragem
6. O Milionário
7. Sleep walk
8. Lonely
9. Você é linda
10. Chanson d'amour
11. O forasteiro
12. Quem me dera
13. Ilusão de você
14. Índia 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Allan, do Brasil, a quem agradecemos.

ABBA - Ring Ring (LP 1973)

domingo, 26 de maio de 2013
 



ABBA - Ring Ring (LP RCA Victor SL-102323, 1973). 

Ring Ring” é o álbum de estreia da banda ABBA. Foi lançado primeiro na Suécia em 26 de Março de 1973. As gravações iniciaram-se em Março de 1972 e estenderam-se até Março de 1973. 
O álbum Ring Ring mostra que nessa altura os ABBA se estavam unindo. Na época do seu lançamento, o grupo nem sequer era chamado ABBA, mas sim Björn and Benny, Agnetha and Frida. Quando a primeira canção do álbum foi gravada - "People Need Love", na primavera de 1972, o grupo era apenas um de muitos projectos dos quais os quatro membros estavam envolvidos. Só depois da música "Ring Ring" se ter tornado num sucesso, os quatro decidiram trabalhar juntos como um grupo permanente. 


ABBA foi um famoso quarteto da Suécia, formado em 1972 em Estocolmo, que desfrutou de grande popularidade nos anos 70 e que ainda é muito conhecido hoje em dia, devido às suas canções clássicas como "Mamma Mia", "Chiquitita", "Knowing Me, Knowing You", "S.O.S", "Take a Chance on Me", "The Winner Takes It All" e muitas outras. O grupo era composto por dois casais, Agnetha Fältskog e Björn Ulvaeus, e Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad. O nome do quarteto teve origem na junção das iniciais do nome de cada um dos elementos. 
Em 1981, já se notava algum distanciamento entre os membros do grupo, com os dois casais já divorciados, e nessa altura já davam mais atenção às suas carreiras individuais. Mesmo assim, ainda lançaram o álbum The Visitors, em 1981. O grupo lançou o seu último single, "Thank You for the Music", em 1983 (gravado originalmente em 1977), e depois disso separaram-se definitivamente. 

Fonte: Texto parcialmente retirado de Wikipedia 

Faixas / Tracklisting: 

1. Ring Ring (Andersson, Stig Anderson, Ulvaeus, Neil Sedaka, Phil Cody) 3:04 
2. Another Town, Another Train 3:12 
3. Disillusion (Agnetha Fältskog, Ulvaeus) 3:04 
4. People Need Love 2:46 
5. I Saw It in the Mirror 2:34 
6. Nina, Pretty Ballerina 2:51 
7. Love Isn't Easy (But It Sure Is Hard Enough) 2:53 
8. Me And Bobby And Bobby’s Brother 2:50 
9. He Is Your Brother 3:18 
10. She's My Kind Of Girl 2:44 
11. I Am Just a Girl (Andersson, Anderson, Ulvaeus) 3:01 
12. Rock'n Roll Band 

Todas as músicas foram escritas e compostas por Benny Andersson e Björn Ulvaeus, excepto onde esteja indicado outro(s) nome(s). 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Thorpe Gibbons, a quem agradecemos.
Colaboração de Nestor Chainho.

Paulo de Carvalho - Desculpem Qualquer Coisinha (LP 1985)




Paulo de Carvalho ‎– Desculpem Qualquer Coisinha (LP Philips/Polygram ‎– 824 893-1, 1985). 

Cantor, músico e compositor português de música ligeira, Manuel Paulo de Carvalho Costa, mais conhecido por Paulo de Carvalho, nasceu a 15 de Maio de 1947, na cidade de Lisboa. Preferiu seguir a carreira de músico em vez de futebolista, tornando-se um dos melhores intérpretes de música ligeira portuguesa.
Foi um dos membros fundadores do famoso grupo "Sheiks".
Paulo de Carvalho é sem dúvida um nome incontornável na música portuguesa das últimas décadas, com reconhecidos trabalhos como cantor, músico-compositor ou cantautor. 
O álbum Desculpem Qualquer Coisinha (LP 1985), inclui um dos seus grandes êxitos, a canção "Os Meninos do Huambo". 
A biografia deste excelente cantor português já se encontra inserida neste blog. 


Faixas / Tracklist: 

1 Os Meninos de Huambo  3.67 
2 Fadinho do Bacalhau  2.93 
3 Apeteceu-Me Falar  3.35 
4 Fado do Xico Sapateiro  2.66 
5 O Meu Sorriso É Chorar  4.87 
6 Desculpem Qualquer Coisinha  2.88 
7 Balada Para Uma Boneca de Capelista  3.26 
8 Serenadas de Hilário No Céu  2.89 
9 Calé  8.17 
10 Ponto 1 do Art. 72 do C. D. A.  2.44 

LP ripado e cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos. 
Masterização por Carlos Santos.