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Sir Douglas Quintet - Border Wave (LP 1981)

sábado, 12 de janeiro de 2013



Sir Douglas Quintet - Border Wave (LP Takoma TAK 7088, 1981).


Sir Douglas Quintet foi uma banda rock americana bastante activa entre meados da década de 60 e o início de 1970. Apesar do seu nome bastante britânico, eles formaram-se em San Antonio, Texas/EUA . Com os seus primeiros sucessos, eles foram muito aclamados no Texas, o seu estado de origem. No entanto e logo que a carreira do grupo estabilizou (depois de terem começado a trabalhar com o produtor de discos Texas- Huey Meaux ), a banda mudou-se para a Costa Oeste. A sua mudança coincidiu com a florescente cena rock dos meados dos anos 1960 a 1970, em San Francisco. No geral, o Quinteto era um expoente de boa música com fortes raízes nos blues e na música tradicional do Texas.
O grupo teve especial relevância entre 1965-1973, e mais tarde com alguns regressos e reuniões.
O Quinteto é talvez mais conhecido pelo seu tema de 1965 (hit single) "She's About a Mover", escrito por Doug Sahm.

Texto parcialmente retirado de Wikipedia.


Formação: 

Doug Sahm – guitarras e voz (falecido em 18 de Novembro de 1999) 
Augie Meyers – órgão 
Alvin Crow – guitarra e voz 
Johnny Perez – bateria (falecido em 11 de Setembro de 2012) 
Speedy Sparks – baixo 

Faixas / Track List: 

1. Who'll Be The Next In Line
2. It Was Fun While It Lasted
3. Down On The Border
4. I Keep Wishing For You
5. Revolutionary Ways
6. Old Habits, Die Hard
7. You're Gonna Miss Me
8. Sheila Tequila
9. Tonite, Tonite
10. Border Wave 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martins, a quem agradecemos.

Simone de Oliveira - Nunca Mais a Solidão (LP 1974)




Simone de Oliveira - Nunca Mais a Solidão (LP Decca SLPDP 5017, 1974).
Arranjo e direcção de Orq. de Pedro Osório.
Disco considerado raro.

Excelentes interpretações desta fantástica artista portuguesa, escolhidas com muito amor e cantadas com muita garra . Nunca Mais a Solidão é o tema que dá o título a este excelente LP de Simone de Oliveira. A música é do maestro Pedro Osório e o poema de Sequeira Afonso.
Neste álbum podemos encontrar conceituados compositores ou poetas. Entre outros nomes sonantes da música e poesia salientamos Alexandre O'Neil ou José Cid.
Texto na contracapa do LP por Vera Lagoa.
A biografia desta cantora já se encontra inserida neste blog.


Faixas / Tracks:

01 - Nunca Mais a Solidão
02 - Canção Cansada
03 - Camarada
04 - Todo o Dia o Rouxinol Cantou
05 - Viagem
06 - Gaivotas
07 - Ne Me Quitte Pas (Não Me Vás Deixar)
08 - Terna É a Noite
09 - Nunca É Tarde Para Voltar Atrás
10 - Canção Solidão
11 - Sabes

Ripado do vinil. LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Conjunto Night Stars - Antologia (1964/1966)




Conjunto Night Stars - Antologia (1964/1966)

O Conjunto Night Stars iniciou a sua actividade com este nome, em 1962, em Lourenço Marques (actual Maputo) / Moçambique. Actuaram tanto nesta cidade como um pouco por toda aquela Província Ultramarina.
A sua primeira formação foi a seguinte: Carlos Alberto (bateria), Mário (viola solo), Alex (Alexandre Rodrigues – viola ritmo/teclas e voz), Guita (viola baixo) e Falcão (vocalista).
Este conjunto, com inúmeros fãs em terras moçambicanas, acompanhava os ritmos contagiantes e inebriantes da música moderna da época, a chamada “Nova Vaga” e “soube impor-se, conquistando um público vasto, o que o levou aos lugares cimeiros dos conjuntos moçambicanos”. Seus principais “rivais” em Moçambique, neste género de música, foram “Os Corsários” de Lourenço Marques e “Os Rebeldes” da Beira.
Actuavam especialmente em tardes dançantes, na Associação dos Velhos Colonos, em bailes, casamentos, festas de fim/passagem do ano, no Hotel Cardoso e no Hotel Girassol, outras Associações e Clubes, etc…
Alguns meses depois, o grupo sofreu a sua primeira alteração. Saiu o vocalista Falcão e entrou para o seu lugar o Bob Woodcook.
Na mesma altura em que o Bob entrou para o conjunto, Noel Cardoso (viola baixo) que tinha vindo da Beira, substituiu o Guita.
Assim, a nova constituição passou a ser a seguinte:

Mário Sousa (viola solo, um virtuoso), Alex (Alexandre Rodrigues – teclas, viola ritmo e voz), Noel Cardoso (viola baixo), Carlos Alberto (bateria) e Bob Woodcook (vocalista).

Em finais de 1964, o Carlos Alberto (bateria) também foi substituído pelo Dino Antunes.
Carlos Alberto viria a integrar vários outros grupos, entre os quais “Os Corsários”, “Os Inflexos” e AEC 68.
Assim, finalmente, a nova constituição do grupo apresentava os seguintes músicos:

Dino Antunes (bateria)
Noel Cardoso (viola baixo)
Mário Sousa (viola solo)
Bob Woodcock (vocalista)
Alex Rodrigues (piano / viola ritmo/voz)

Antes de se apresentarem às eliminatórias do saudoso Concurso Yé-Yé, os Night Stars ainda gravaram 2 EPs:
O 1º EP (fabricado na Holanda) – Distribuição de “Rex” Lourenço Marques (1964), integrando já o Noel Cardoso no baixo que substituíra o Guita, e ainda mantinha o Carlos Alberto na bateria, onde se incluíam os seguintes temas:
Night Stars Twist / Nita (instrumental) / Heah! e Mean Woman Blues.

O tema Nita era um “cover” do tema com o mesmo nome interpretado pelo Conjunto Sul-africano “The Meteors”.

Posteriormente (1965) já com a nova constituição do grupo e como consagração e exigência do público, surgiu a segunda gravação comercial (o 2º EP – ATEP 6159), gravado nos estúdios do Rádio Clube de Moçambique, com o patrocínio da Discoteca da Companhia Ultramarina de Comércio Lda., em Lourenço Marques, com a etiqueta Orfeu / Arnaldo Trindade E Ca., Lda/Porto, com os seguintes temas:

Babichon (Alex Rodrigues - voz)
Jeny (Mário Ferreira)
Tsotsi (Muller-Vila Kavi)
Run Back Home (Mitchell-Jive)

Mais uma vez o tema Tsotsi foi retirado da música popular Sul-africana e baseado na interpretação do grupo Sul-africano – The Meteors.
Os Night Stars foi considerado o melhor conjunto da época em Moçambique e a comprová-lo, venceu as diversas eliminatórias regionais do Concurso Yé-Yé e é assim que se qualificou como representante daquela Província Ultramarina no Concurso Nacional de Yé-Yé, em Lisboa, no ano de 1966.
Na final deste Concurso que decorreu no Teatro Monumental em Lisboa, em 30 de Abril de 1966, os Night Stars ficaram em 3º lugar na classificação geral (1º Os Claves e 2º Os Rocks, de Angola) recebendo o prémio Peninsular pela melhor interpretação de música portuguesa, com o tema “Eu Sei”, uma versão portuguesa de um tema dos Beatles – I’ll Be Back.

Em 1966, os " Night Stars " gravaram o seu 3º EP (ATEP 6193), agora em Lisboa, com o patrocínio da Discoteca da Companhia Ultramarina de Comércio Lda., em Lourenço Marques, com a etiqueta Orfeu / Arnaldo Trindade E Ca. Lda./Porto, com os temas:

Eu Sei (tema com que venceram o Prémio Peninsular/1966)
Hungry for Love
Stop, Look and Listen
She Only Wants a Friend.

Actualmente, do que se sabe, Bob Woodcook ainda está por Moçambique. Noel Cardoso aposentou-se e viveu durante alguns anos em Salvador/Bahia, Brasil. Actualmente reside em Oeiras/Portugal. Mário Sousa ainda continua a tocar por cá. O saudoso amigo Alex Rodrigues, infelizmente já faleceu. O Dino deixou de tocar bateria em 1979, dedicando-se ao piano desde então. Faleceu em 23 de setembro de 2018. O Carlos Alberto que por cá tocou na Sygma Band (na Madeira e Casino da Figueira), encontra-se por vezes na Figueira da Foz ou em Almada, e do Guita nada mais se soube.
O grupo desfez-se já perto dos finais dos anos 60, tendo o Alexandre Rodrigues cumprido (comigo) o serviço militar na 2ª Companhia de Caçadores, em Belém/Niassa/Moçambique.
Para todos eles, esta pequena mas sentida homenagem!

Biografia por  Carlos Santos.

E.Ps. disponibilizados por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos.
Capas por João Romão.

Redbone - Beaded Dreams Through Turquoise Eyes (LP 1974)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013



Redbone - Beaded Dreams Through Turquoise Eyes (LP Epic/CBS KE 33053,1974).

Redbone foi um grupo de rock formado por genuínos índios americanos, bastante activos na década de 70, especialmente entre 1970 e 1977. Nos EUA chegaram ao Top 5 da Billboard Hot 100 Chart em 1974, com a venda de um milhão de cópias do single "Come and Get Your Love".
Os Redbone eram liderados pelos irmãos nativos americanos Pat e Lolly Vegas (descendentes de Yaquis), ambos voz e guitarra. 
Antes de formarem a banda, os dois trabalharam como músicos de estúdio para os Dr. John, Leon Russell, Glenn Campbell, Johnny Rivers entre outros artistas. O grupo nasceu em 1968 e somente em Fevereiro de 1972 obteve êxito com o tema "The Witch Queen of New Orleans", ficando no 21º posto dos “tops” americanos e no 2º lugar do Hit Parade britânico. A música surpreendeu quem não estava habituado. Andamento tribal, vocais guturais e guitarras carregadas de efeitos, tudo muito diferente do que o público estava habituado a ouvir e que frequentava as paradas de sucesso da época.
O grupo mantinha a sua tradição no palco, chegando a ensaiar danças e passos indígenas. Mas, os Redbone tinham também excelentes baladas como, "Come and Get Your Love", de Abril de 1974, e, com isso, o grupo foi ainda mais longe: o single vendeu mais de um milhão de cópias. "Come and Get Your Love" mostrou-se claramente mais comercial do que "The Witch Queen...", revelando a banda num estilo mais “soul music”. 
Entre os vários regressos tentados e que nunca foram bem sucedidos, a banda terminou em 2009, tendo sido integrados no Native American Music Association.

Última formação:

Patrick Vegas - baixo e voz (1969-1977, 1997–2009)
Garrett Saracho - teclas
Joe Gonzales - bateria
Raven Hernandez - guitarra e voz

Ex-membros:

Lolly Vegas - guitarra e voz (1969-1977, 1997; falecido em 2010)
Tony Bellamy - guitarra e voz (1969-1977, 1997-1998, 2008; falecido em 2009)
Peter DePoe - bateria e percussão (1969-1972)
Arturo Perez - bateria e percussão (1972-1973)
George Spanos - bateria e percussão (1973)
Butch Rillera - bateria e percussão (1973-1977)
Aloisio Aguiar - teclas (1977)
Eddie Summers - bateria e percussão (1977)


Faixas / Tracklist: 

A1 One More Time 2:52 
A2 Suzi Girl 2:54 
A3 Only You And Rock And Roll 2:58 
A4 Blood, Sweat And Tears 2:48 
A5 Cookin' With D'Redbone 3:05 
B1 (Beaded Dreams Through) Turquoise Eyes 3:07 
B2 Beautiful Illusion 3:47 
B3 Interstate Highway 101 2:54 
B4 I'll Never Stop Loving You 2:46 
B5 Moon When Four Eclipse 4:45 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martis, a quem agradecemos.

The Jordans - Studio 17 (LP 1966)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013



The Jordans – Studio 17 (LP Copacabana CLP 11.479, Janeiro de 1966). 

The Jordans foi um excelente grupo da Jovem Guarda, um dos expoentes do rock instrumental brasileiro, integrante da onda de bandas de rock instrumental surgidas entre 1958 e 1964. 
O seu nome foi inspirado na banda The Jordanaries, que acompanhou Elvis Presley na época. 
The Jordans surgiram no final dos anos 50, no programa de Tony e Celly Campello na TV Record. O seu primeiro sucesso, em 1961, foi “Blue Star”, que ficou oito meses nas paradas de sucessos. 
Em Janeiro de 1966 era lançado pela Copacabana o LP “Studio 17”, dos Jordans, que aqui apresentamos. 
“Tema de Lara” também foi outro sucesso que lhes valeu o prémio “Roquete Pinto” como o melhor conjunto da juventude. 
Lançaram vários discos (LPs e 45 rpm) e acompanharam diversos intérpretes da Jovem Guarda. 
Em 1967, encontraram-se com os Beatles, em Londres. 
A biografia deste fantástico grupo brasileiro já se encontra inserida neste blog. 


Formação:

Aladdin (Romeu Mantovani Sobrinho) 
Sinval (Olimpio Sinval Drago) 
Tony (José de Andrade) 
Irupê (Irupê Teixeira Rodrigues) 
Neno (Demerval Teixeira Rodrigues) 
Foguinho (Waldemar Botelho Junior 

Faixas / Tracklist: 

01. Studio 17 (André Brasseur) 
02. La Comparsa (Ernesto Lecuona) 
03. F.B.I. (Peter Gormley) 
04. Choro de Amor (Raining In My Heart) (Boudleaux Bryant – Felice Bryant – vrs. Aladin) 
05. Susie Q (D. Hawkins – S. J. Lewis – E. Broadwater – adpt. A. Ribeiro Valente) 
06. Tema de Lara (Lara’s Theme From Doctor Zhivago) (Maurice Jarre) 
07. Vivendo de Amor (Four Strong Winds) (Ian Tyson – vrs. Aladin) 
08. Marionnettes (Christophe) 
09. Granada (Agustin Lara) 
10. Una Pistola Per Ringo (Enio Morricone – Gino Paoli) 
11. Not For Sale (Beckstein – Leiser – Laube) 
12. Cadillac (J. H. de Hont – Bob Bouber) 

LP que nos foi gentilmente cedido por Caciano Mendonça (Brasil), a quem agradecemos. 

Hugo Maia Loureiro - Crónica De Um Dia (Single 1971)




Hugo Maia Loureiro - Crónica De Um Dia (Single ZIP ZIP 30015/S, 1971) 

Faixas / Tracks: Crónica De Um Dia / Semi-Dito 

Hugo Maia de Loureiro é um cantor português. Entrou num dos programas Zip-Zip, em 1969. 
Participou no Festival RTP da Canção de 1970 com "Canção de Madrugar". 
Em 1971 regressou ao Festival tendo ficado em 4º lugar (com 26 pontos) com "Crónica De Um Dia". Também lançou o EP "Fonte de Água Vermelha/Menino Rei/Faina/Rosas e Espinhos". 
Ainda na editora Zip-zip lançou o álbum "Gesta" 
Em 1977 foi um dos participantes no conhecido programa A Visita da Cornélia. 

Discografia 

Álbuns: 
Gesta - 1972 

EP's e Singles: 
Fonte de Água Vermelha/Menino Rei/Faina/Rosas e Espinhos 
Canção de Madrugar/Canção de Amanhecer - 1970 
Canto/Semi-Dito - 1971 
Crónica De Um Dia/Semi-Dito – 1971 

Fonte: Wikipedia 

Single cedido, ripado e masterizado por Carlos Santos.

Gene Roman/G. e M. de Angelis - Continuavano a Chiamarlo Trinità (EP OST 1973)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013



Gene Roman / G. e M. de Angelis - Continuavano A Chiamarlo Trinità (Continuaram a Chamar-lhe Trinitá) - (EP RCA Victor TP-674, 1973) - Edição portuguesa. 

Faixas / Tracks: 

Side A: 
Trinity Stand Tall 
Trinity e Bambino In Citta 

Side B: 
Remember 
Titoli Finali


EP retirado da banda sonora do filme ..."Continuavano a Chiamarlo Trinità" ou "Continuaram a chamar-lhe Trinitá". Trata-se de um filme italiano de 1971 do género “faroeste”, dirigido por Enzo Barboni. É a sequência de Lo chiamavano Trinità, com o mesmo director e a dupla de actores protagonistas, Terence Hill e Bud Spencer. O filme foi um grande sucesso na época. 


Sinopse do filme: Trinitá e o seu irmão Bambino prometeram ao seu pai realizar o seu último desejo dado que este se encontrava às portas da morte. E esse desejo não é nada mais, nada menos do que tornarem-se em autênticos bandidos de sucesso com a cabeça a prémio por uma elevada quantia de dinheiro. Eles saem ansiosos para cumprir este último desejo, mas irão aperceber-se que não é assim tão fácil quanto parece... 

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos.

The Troggs - Wild Thing (LP 1966)




The Troggs - Wild Thing (LP Fontana SRF-67556, 1966).

The Troggs foi uma excelente banda de rock britânica dos anos 60 formada por Reg Presley (vocalista), Chris Britton (guitarra), Pete Staples (baixo) e Ronnie Bond (bateria) em Andover, ao sul de Inglaterra. 
A banda assinou contrato com o mesmo empresário de The Kinks em 1966, começando a gravar pela Page One Records. Obtiveram vários sucessos na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos como, "Wild Thing", "With A Girl Like You", "I Can't Control Myself", "Anyway That You Want Me" (todas de 1966), e "Night Of The Long Grass" e "Love All Around" (1967). A partir daí o sucesso do grupo desvaneceu-se. 
The Troggs é visto como sendo uma banda de destaque entre as que influenciaram o rock de garagem e o punk rock. O grupo ainda existe e continua a apresentar-se, apesar da morte do baterista Ronnie Bond, em 1992. 
Trogg é a abreviatura em inglês para a palavra "troglodita". 

Fonte: Wikipedia

The Troggs - With a Girl Like You (from Youtube).

Faixas / Tracklist: 

01 - Wild Thing 
02 - From Home 
03 - I Just Sing 
04 - Hi Hi Hazel 
05 - Lost Girl 
06 - Evil 
07 - With A Girl Like You 
08 - Our Love Will Still Be There 
09 - Jingle Jangle 
10 - When I'm With You 
11 - Your Love 
12 - I Want You 

Bonus:
13 - Give It To Me 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Brian Gilliam, a quem agradecemos.

Sergio Murilo - SM 64 (LP 1964)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013



Sergio Murilo - SM 64 (LP RCA BBL 1288, Abril de 1964). 

Sergio Murilo, carioca, nasceu em 2 de Janeiro de 1941. Começou a sua carreira artística aos 12 anos, como apresentador infantil da TV Rio. Poucos anos depois ganha prémios como cantor em programas de rádio, participando do elenco do programa Trem da Alegria, da Rádio Tamoio. 
Em 1958 estreia-se no cinema, com o filme “Alegria de Viver”, e no ano seguinte canta na Rádio Nacional e é contratado pela Columbia, que lança “Menino Triste” e “Mudou Muito”. Em seguida, graças a outros sucessos como Broto legal, “Rock de Morte” e “Marcianita” (regravada mais tarde por Caetano Veloso), surge o seu primeiro LP, “Sergio Murilo”. 


A Revista do Rock elegeu-o Rei do Rock pelas suas versões de sucessos norte-americanos, especialmente de Paul Anka e Neil Sedaka. Nos anos 60 apresentou o programa Alô Brotos com Sônia Delfino da TV Tupi, mas depois perdeu espaço no meio artístico e foi viver por uma época para o Peru. Sergio Murilo faleceu em 19 de Fevereiro de 1992.
Mais informação sobre este cantor brasileiro já se encontra inserida neste blog.


Faixas / Tracklist:

01 - Lá vai ela 
02 - Isto é o que resta ao fim de um amor (Ció che rimane alla fine de un amore) 
03 - Rei da Brotolândia 
04 - Novo vai e vem 
05 - Três estrelas brilharão esta noite (Three Stars will shine tonight) 
06 - Dá-me felicidade (Free me) 
07 - Sinfonia do Castelinho 
08 - Festa do surf 
09 - Estrada da barra 
10 - No Ano Setenta 
11 - Presta atenção 
12 - Duas bonequinhas 

LP gentilmente cedido por Eduarlete Sequeira (Florianópolis/S.Catarina-Brasil), a quem agradecemos.

José Mário Branco - Seis Cantigas de Amigo (EP 1967)





José Mário Branco – Seis Cantigas de Amigo (EP Arquivos Sonoros Portugueses / ASP - AS 601 - 33 RPM – 1967) 

Este é o primeiro registo discográfico de José Mário Branco, de 1967. É igualmente a primeira participação de Sérgio Godinho, em disco. José Mário Branco é acompanhado por Sérgio Godinho (2ª viola e pandeireta) e Raymond Guyot (flauta). 
"Seis Cantigas de Amigo", é um EP com poemas de autores medievais portugueses musicados pelo próprio José Mário Branco. 



José Mário Branco (Porto, 25 de Maio de 1942) é um músico e compositor (cf. cantautor) português. 
Iniciou a sua carreira durante a ditadura, tendo sido perseguido e exilado em França. Trabalhou com José Afonso e Sérgio Godinho, entre outros nomes da música portuguesa. Personalidade irascível e resistente de rara coerência trabalhou igualmente no teatro e no cinema. São obras suas famosas os discos "Ser Solid(t)ário", "Margem de Certa Maneira", "A noite" e o emblemático "FMI", obra síntese do movimento revolucionário português com seus sonhos e desencantos. Este último tema foi pelo próprio proibido de passar em qualquer rádio, TV ou outro tipo de exibição pública. Não obstante este facto "FMI" será, provavelmente, a sua obra mais conhecida. 
Em 2009 voltou às actuações públicas com dois concertos intitulados Três Cantos, juntando «referências não só musicais mas também poéticas do que é cantar em português»: José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto. 
Fonte: Wikipedia e Palco Principal. 


Faixas / Tracklist: 

A1 - Ai Flores Do Verde Pinho (letra por D. Dinis) 
A2 - Leda M'And'Eu (letra por Nuno Fernandes Torneol) 
A3 - Ma Madre Velida (letra por D. Dinis) 
B1 - Levantou-s'A Velida (letra por D. Dinis) 
B2 - Bailad' Hoje, Ai Filha (letra por Airas Nunes) 
B3 - Lelia Doura (letra por Pedro Eanes Solaz) 

Ripado do vinil. EP gentilmente cedido pelo nosso amigo e coleccionador de discos/vinil, António Portela, a quem agradecemos. 

Bruce Springsteen ‎– Greetings From Asbury Park, N.J.(LP 1973).

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013



Bruce Springsteen ‎– Greetings From Asbury Park, N.J.(LP Columbia PC 31903, 1973).
1º álbum de estúdio gravado no 914 Sound Studios, Blauvelt, New York.

Greetings from Asbury Park, N.J. é o seu álbum de estreia e foi lançado em 5 de Janeiro de 1973. Apenas vendeu cerca de 25.000 cópias no primeiro ano do seu lançamento, mas teve um impacto crítico significativo. Foi classificado no nº 379 pela revista Rolling Stone na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos . O álbum também foi o número 60 na lista Billboard 200 álbuns.



Bruce Frederick Joseph Springsteen (Long Branch, 23 de Setembro de 1949) é um influente cantor, compositor, violonista e guitarrista dos Estados Unidos. Na sua carreira, iniciada em 1969, Bruce já recebeu vários prémios importantes, como vinte Grammys, quatro American Music Awards e um Oscar. 
Bruce, nas suas letras, deixa evidenciado o seu patriotismo, e é uma espécie de porta-voz dos trabalhadores, muitas vezes mencionados nas suas canções. O álbum Born to Run está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. 
O artista também participou na música "We Are The World", uma parceria de 45 cantores que tinha o objectivo de arrecadar fundos para o combate à fome em África, escrita por Michael Jackson e Lionel Richie. Os 45 astros formaram o grupo USA For Africa. Bruce já vendeu mais de 120 milhões de discos. 

Fonte: Wikipedia 

Faixas / Tracklist: 

A1 Blinded By The Light (Piano – Harold Wheeler) 5:04 
A2 Growin' Up 3:05 
A3 Mary Queen Of Arkansas 5:22 
A4 Does This Bus Stop At 82nd Street? 2:05 
B1 Lost In The Flood 5:18 
B2 The Angel 3:25 
B3 For You 4:40 
B4 Spirit In The Night (Piano – Harold Wheeler) 5:00 
B5 It's Hard To Be A Saint In The City 3:12 

Intervenientes: 

Baixo – Garry Tallent 
Bateria – Vincent "Loper" Lopez 
Piano, Orgão – David Sancious 
Saxofone – Clarence Clemmons


LP gentilmente cedido por Carlos Santos.

Clarence 'Frogman' Henry (50s)




Clarence 'Frogman' Henry - The Complete Argo Recordings 

Clarence "Frogman" Henry (nascido em 19 Março de 1937, Argel, New Orleans, Louisiana) é um cantor americano de Rhythm and Blues .
Fats Domino e o Professor Longhair foram as principais influências para o jovem Henry enquanto crescia.
Ele podia cantar como uma rapariga ou podia cantar como um sapo. O seu “coaxar” é a sua marca registada, utilizada ao máximo na sua estreia em 1956, no hit "Ain't Got No Home," e foi a partir daí que ganhou o apelido de "Frogman” Henry dando início a uma carreira que dura até hoje. "(I Don't Know Why) But I Do" e "You Always Hurt the One You Love", ambas canções de 1961, foram os seus outros grandes sucessos. 


Henry teve uma carreira gratificante que resistiu por mais de 40 anos em Crescent City. 
Henry abriu concertos dos The Beatles nos EUA e Canadá em 1964, mas a sua principal fonte de receita veio do Bourbon Street Strip em New Orleans, onde tocou durante 19 anos.
A contribuição pioneira de Henry para o género musical foi reconhecida pela Louisiana Music Hall of Fame. Em Abril de 2007, "Frogman" foi homenageado por esta Instituição.

Fonte: Wikipedia 

Faixas / Tracklist:

01 - Ain't Got No Home
02 - But I Do
03 - Troubles, Troubles
04 - It Won't Be Long
05 - I Found A Home
06 - Lonely Tramp
07 - I'm A Country Boy
08 - Baby, Baby Please
09 - I'm In Love
10 - Lonely Street
11 - If I Didn't Care
12 - I Want To Be A Movie Star
13 - Never Never
14 - Long Lost And Worried
15 - On Bended Knees
16 - Lost Without You
17 - I Love You Yes I Do
18 - Come On And Dance
19 - Dream Myself A Sweetheart
20 - Little Suzy
21 - Two To Tango
22 - I Wish I Could Say The Same
23 - Why Can't You
24 - Steady Date
25 - Looking Back
26 - Just My Baby And Me
27 - A Little Too Much
28 - Your Picture
29 - Live It Right
30 - Oh Why
31 - Standing In The Need Of Love
32 - The Jealous Kind
33 - Oh Mickey
34 - You Always Hurt The One You Love

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Rooney, a quem agradecemos.

Trinitá Cowboy Insolente - Canta Annibale (Single 1972)

domingo, 6 de janeiro de 2013



Trinitá... - Banda Sonora do Filme "Trinitá" - Canta Annibale (Single RCA Victor 20052, 1972 - edição portuguesa).
Música de Franco Micalizzi.

Faixas/Tracks: Trinity / Un Cowboy e Due Ragazzi

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos.

The Honeycombs - All Systems Go! (LP 1965)




The Honeycombs - All Systems Go! (LP Pye Records NPL 18.132, 1965 - UK), lançado em 17 de Dezembro de 1965. Produtor: Joe Meek. 

All Systems - Go! foi o segundo álbum deste grupo pop britânico. A maioria das canções foram escritas por Ken Howard e Alan Blaikley . O LP apresenta o tema " Emptiness ", de Ray Davies dos The Kinks , uma música que a banda nunca tinha lançado oficialmente. 

The Honeycombs foi um excelente grupo de pop inglês surgido no início dos anos 60, que contava com a participação de uma rapariga, algo pouco habitual nas bandas dessa época.O grupo traz-nos um som melódico do "English Beat" da década de 60 e, para além do mais, contava com a presença de Honey Lantree. O grupo teve uma carreira meteórica (entre 1963 e 1966) e foi formado por Denis D'Ell, vocalista e harmónica, Martin Murray que foi substituído na guitarra ritmo por Peter Pye em 1964, Alan Ward na guitarra solo, John Lantree no baixo e Honey Lantree na bateria (uma das primeiras moças a tocar bateria numa banda pop). 

O grupo formou-se em 1963 em North London com o nome de The Sherabons, para posteriormente mudar para o nome definitivo, The Honeycombs
A banda estava apadrinhada pelo famoso produtor Joe Meek e os notáveis compositores Ken Howard e Alan Blaikley. 
Em Junho de 1964 conseguem o seu maior êxito com o tema "Have I the Righ?", que os leva a atingir o nº 1 inglês e a penetrar também no mercado americano. 
É também o ano do lançamento do seu primeiro LP, mas infelizmente os singles posteriores do grupo não conseguem atingir lugares confortáveis nas listas de sucessos, temas como "Is it Because" que atinge o nº 38 e "Eyes" que nem sequer entra no Top 40. 
Em 1965, outro bom tema mas que fracassa nas listas de sucessos, "Something Better Beginning" (número 39). Conseguem no entanto um certo regresso aos êxitos com o hit "That's the Way" que atingirá o nº 12 no Top Singles. 
Outros temas editados pelo grupo, que apesar de serem grandes canções como, "This Year, Next Year", "Who is Silvya" ou os fantásticos temas pop "It's so Hard" ou "That Lovin' Feeling" não conseguiram empolgar o público e a banda aos poucos vai-se distanciando dos fãs e dos ouvintes. 
No entanto, em 1966 editariam um último LP, All Systems Go!, um bom trabalho que incluía o fenomenal tema "I Can't Stop". Finalmente a banda passaria a formar parte dos circuitos de bares e cabaret, separando-se definitivamente em 1967. 
The Honeycombs foi sem dúvida um grande grupo pop que merecia ter tido um pouco mais de sorte. O seu tema mais recordado é "Have I the Right?", mas não nos podemos esquecer das suas outras grandes canções, ainda que não tenho tido o êxito merecido na altura própria. 
Apesar da reunião da banda em 2004, eles serão sempre recordados por aquele seu hit, Have I The Right? 


Formação original/Members: 

Dennny D'Ell (Denis James Dalziel, 10 Outubro 1943, Whitechapel, East London; falecido de cancro (cancer) em 6 Julho 2005 — Vocalista e harmónica; 
Martin Murray (nascido em 7 Outubro 1939, em Londres) — guitarra ritmo. Foi substituído por Peter Pye (nascido em 12 Julho 1946, Walthamstow, London) em Novembro de 1964; 
Alan Ward (nascido em 12 Dezembro 1945, em Nottingham) — guitarra solo; 
John Lantree ( John David Lantree, 20 Agosto 1940, Newbury, Berkshire) — baixo 
Honey Lantree (Ann Margot Lantree, 28 Agosto 1943, Hayes, Middlesex) — bateria e voz. 

Faixas/Tracklist: 

01 - I Can't Stop 
02 - Don't Love Her No More 
03 - All System Go 
04 - Totem Pole 
05 - Emptiness 
06 - Ooee Train 
07 - She Ain't Coming Back 
08 - Something I Got To Tell You 
09 - Our Day Will Come 
10 - Nobody But Me 
11 - There's Always Me 
12 - Love In Tokyo 
13 - If I Should 
14 - My Prayer 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo David Ryan (UK), a quem agradecemos.