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The Brisks - Sus Mejores Canciones (EP’s Colección 1964-1966).

domingo, 28 de dezembro de 2014



The Brisks - Sus Mejores Canciones (EP’s Colección, 1964-1966).

Trata-se de uma compilação produzida a partir dos EP’s (em vinil) que reúne a maior parte dos sucessos desta banda formada em Ceuta.


The Brisks foi um famoso grupo originário de Ceuta, formado nos anos 60 e de estilo pop, ainda que com influências rock, soul, jazz, twist, entre outros. Foi fundado em Ceuta nos primeiros anos da década de 60 por um grupo de estudantes e inicialmente chamavam-se Halógenos.
Depois de numerosas actuações na sua cidade natal, conseguiram um “manager” José Garzón e a primeira decisão foi mudar o nome do grupo para The Brisk Boys que finalmente derivaria para The Brisks.
A formação inicial era constituída por:

Juan Pozo - Guitarra solo e voz (Ceuta 1944) 
José García - Bateria e voz (Ceuta 1943) 
Antonio Morales – Saxofone e órgão (Ceuta 1945) 
Julio Rey – Baixo e voz (Tanger 1943) 
Jesús Zurita – Vocalista (Ceuta). 

Pouco tempo depois o vocalista J. Zurita é substituido por Arturo (Cataluña). Começaram a movimentar-se ao nível nacional por numerosas cidades como, Torremolinos, Zaragoza ou Costa Brava, entre outras e gravam em Barcelona o seu primeiro LP. É nessa altura que se dá uma alteração à formação e se junta ao conjunto Julián Granados procedente do grupo Los Ángeles Azules e posteriormente dos míticos Los Buenos.
Internacionalizam-se através dos países vizinhos, Marrocos e Portugal, continuando a actuar em Espanha. Estiveram também no lendário Star Club de Hamburgo (Alemanha).
Produzem versões (covers) em castelhano de temas dos Beatles tais como All My Loving (Todo Mi Amor) ou Can't Buy My Love (No Puedes Comprar Mi Amor).

The Brisks, 1968 com Teddy Ruster

No final de 1967 Julián Granados abandona o grupo e os membros fundadores optam por o substituir por um vocalista negro, Teddy Ruster, com o qual gravariam um disco, ao estilo “soul” e que incluía uma versão do famoso "Stone Free" de Jimi Hendrix. Mas nessa época, as tendencias musicais estavam em mutação e a maioria dos grupos pop foram desaparecendo ou pelo menos decaindo, o que afectou também The Brisks.
De novo, sai o vocalista e no início dos anos 70 a formação da banda conta agora com o vocalista Pedro Ruy Blas, que transitava do lendário grupo Los Canarios.
Durante a sua existencia, o grupo acompanhou importantes artistas da cena musical espanhola como, Conchita Velasco, Raphael ou Rocío Durcal. 
O grupo dissolveu-se nos anos 70.


No entanto, na segunda metade da década de 90, decidem voltar à música e dois elementos originais, Julio Rey e José García, reformariam o grupo juntamente com outros dois novos integrantes, Antonio Cantos (Melilla) solista com experiencia em grupos como, Beat, Jaker e Dracmas, e Juan Ignacio Serrano (Jaén) guitarra ritmo e voz que tinha actuado com Los Yunkex.
Estes novos Brisks tocavam músicas populares do cancioneiro espanhol, baseado no Flamenco-rock. Canções eternas como, “Vino Amargo”, “Tani” ou “La Niña de Fuego” ou antigos temas seus em versões actualizadas, conseguindo ainda assim lançar dois novos discos, ainda que nada voltaria a ser como dantes. 
Nesta fase, a formação incluía Antonio Cantos (guitarra) e Juan Ignacio Serrano (guitarra ritmo), além dos fundadores Julio Rey y José García.
Já no século XXI, as actuações reduuziram-se apenas ao nível local na cidade de Fuengirola, onde os membros do grupo se haviam instalado, mas infelizmente a morte de um dos membros fundadores, Julio Rey em 2004, acabaría com o grupo definitivamente.

Fonte: Wikipedia

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Romero Mollina, a quem agradecemos.